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segunda-feira, 17 de agosto de 2015

CLÁSSICOS PARA A VIDA ETERNA

YOU'VE GOT A FRIEND (1971) JAMES TAYLOR & CAROLE KING

Sérgio Luiz Gallina


When you're down and troubled
And you need a helping hand
And nothing, whoa nothing is going right.
Close your eyes and think of me
And soon I will be there
To brighten up even your darkest nights
----
You just call out my name
And you know wherever I am
I'll come running, oh yeah baby
To see you again
Winter, spring, summer or fall
All you have to do is call
And I'll be there, yeah, yeah, yeah
You've got a friend
----
If the sky above you
Should grow dark and full of clouds
And that old north wind should begin to blow
Keep your head together and call my name out loud
And soon I will be knocking upon your door.
You just call out my name,
And you know where ever I am
I'll come running to see you again
----
Winter, spring, summer or fall
All you go to do is call
And I'll be there, yeah, yeah, yeah
----
Hey, ain't it good to know that you've got a friend?
People can be so cold
They'll hurt you and desert you
Well they'll take your soul if you let them.
Oh yeah, but don't you let them
----
You just call out my name
And you know wherever I am
I'll come running to see you again
Oh babe, don't you know that
----
Winter, spring, summer or fall
Hey now, all you've go to do is call
Lord, I'll be there, yes I will
You've got a friend
You've got a friend
Ain't it good to know you've got a friend
Ain't it good to know you've got a friend
You've got a friend

FRASE DO DIA

DAS MADRUGADAS

domingo, 16 de agosto de 2015

GALERIA DE NOTÁVEIS - JOHN BELUSHI

DO FUNDO DO BAÚ

Aritana foi uma telenovela brasileira produzida pela extinta Rede Tupi e exibida de 13 de novembro de 1978 a 30 de abril de 1979, às 20 horas. Foi escrita por Ivani Ribeiro e dirigida por Luiz Gallon, Álvaro Fugulin e Atílio Riccó.


Aritana é filho de uma índia e um homem branco que vive no Xingu. Tem um tio que chama de pai, rico fazendeiro, que não quer dividir com ele a herança, e pretende negociar as terras onde vivem os indígenas com um grupo norte-americano. Para defender os interesses dos índios, Aritana vem para a cidade, onde conhece a médica veterinária Estela Bezerra, por quem ele se apaixona. Conta também a história de Lígia, uma ex-miss que é infeliz no casamento e que abandona a família para acompanhar o marginal Julião.


Carlos Alberto Riccelli .... Aritana
Bruna Lombardi .... Estela Bezerra
Jayme Barcellos .... Nhonhô Correia
Tony Correia .... Lalau (Nicolau Seabra)
John Herbert .... Danilo Bezerra
Geórgia Gomide .... Lígia
Carlos Vereza .... Julião
Jorge Dória .... Boaventura
Cleyde Yáconis .... Elza
Francisco Milani .... Homero
Márcia Real .... Guiomar Correia
Wanda Stefânia .... Yara
Othon Bastos .... Mateus
Serafim Gonzalez .... Comendador Seabra
Maria Estela .... Inês Bezerra
Ana Rosa … Ana Maria
Amilton Monteiro .... Ademar
Cristina Mullins .... Paula
Arlete Montenegro .... Violeta
Carminha Brandão .... Fani
Marcos Caruso .... Marcolino
Denis Derkian .... Tuta


Aritana chegou a mudar de horário em virtude da exibição da novela Dancin' Days, da Rede Globo, que se transformou num megassucesso. Já próxima do final, a TV Tupi conseguia com Aritana um razoável sucesso e repercussão, tratando da questão indígena e das diferenças entre os índios e a sociedade dita civilizada.

Para escrever Aritana, Ivani contou com a assessoria dos irmãos sertanistas Villas Boas.
A telenovela marcou o início da união do casal Bruna Lombardi e Carlos Alberto Riccelli.O tema de abertura da novela, Kraho, foi gravada por Marlui Miranda numa língua indígena. Bruna Lombardi foi lançada como atriz em "Sem Lenço, Sem Documento" na Globo. "Aritana" era sua segunda novela.

Wikipedia

LEITURA DE DOMINGO

Uberlândia

                Marcos Piangers 
Resultado de imagem para marcos piangersO Uber é ilegal. É um aplicativo que permite que qualquer pessoa vire taxista, desde que tenha um bom carro e atenda bem os clientes. Os próprios usuários avaliam o motorista, que, se tiver uma nota ruim, é excluído do sistema. Nas cidades onde atua o Uber diminui o tráfego de veículos, diminui a quantidade de motoristas bêbados e diminui o número de acidentes. É uma revolução na mobilidade urbana. Mas é ilegal.

Apesar de ter um serviço melhor, o Uber é mais barato que o táxi. Você pode acompanhar o trajeto pelo celular. Você pode reportar qualquer inconveniente. Você pode pedir um carro com suporte para bicicleta. Você pode pagar um preço fechado baratíssimo se topar dividir sua corrida com outra pessoa. Você pode chamar uma limusine com motorista pelo preço de uma bandeira 2 de táxi. Você pode chamar um helicóptero em algumas cidades. Mas é totalmente ilegal no Brasil.

Não é fácil ser um motorista do Uber. Você precisa ter um bom carro, atender bem os clientes, ganhar pouco por cada corrida porque as margens são minúsculas. Você não tem carteira assinada e muitas vezes tem que devolver dinheiro se pegou um trajeto mais longo pra enganar o passageiro. Ainda assim, milhares de pessoas decidem se tornar motoristas do Uber todos os dias ao redor do mundo.

O Uber é ilegal como o casamento gay era até esses dias. É ilegal como a maconha, que em alguns países é legal e se transformou em uma economia viável. O Uber são as máquinas da revolução industrial, destruídas por ludistas cegos de medo. Como smartphones, o carro autônomo, inteligência artificial, robótica e os algoritmos, todas elas revoluções incríveis que nos trazem soluções e ao mesmo tempo nos deixam aflitos. Temos medo de perder o controle frente a qualquer nova tecnologia.

O Napster era ilegal, mas foi a base para o iTunes e o Spotify. O YouTube era ilegal, mas hoje ninguém imagina o mundo sem ele. As operadoras de TV a cabo tentam matar o Netflix até hoje. As telefônicas querem destruir o WhatsApp. O Airbnb é considerado ilegal em algumas cidades e, ainda assim, fatura mais do que os maiores hotéis do mundo. O mundo, inevitavelmente, anda pra frente. Mesmo que, pra isso, tenha que chamar um táxi.

CURTA NO TOA - A MORTE & VIDA DE ANA BELSHOFF


A MORTE & VIDA DE ANA BELSHOFF

Sinopse: O filme reflete como a vida é feita de escolhas que nos levam a felicidade ou ao sofrimento. Às vezes o preço que pagamos é caro. Ana Belshoff (Carol Castro) se vê em uma encruzilhada quando, antes do fim, percebe que a vida - em um último esforço - vem resgatar quem ainda não viveu. Então ela faz a sua escolha. Uma escolha que pode mudar radicalmente sua vida. Ou morte.

Gênero: Ficção
Subgênero: Suspense
Diretor: Pedro Foss
Elenco: Bruno Gissoni, Carol Castro, Luciano Szafir
Duração: 21 min Ano: 2014 Formato: HD
País: Brasil Local de Produção: RJ
Cor: Colorido

FRASE DO DIA

DAS MADRUGADAS

sábado, 15 de agosto de 2015

COVER DO SÁBADO

Casa Forte, composição de Edu Lobo, apareceu pela primeira vez no disco do compositor, Cantiga de Longe, de 1970. O LP foi gravado no período em que Edu estava em Los Angeles estudadando orquestração e regência com Gil Evans e Albert Harris. Hermeto Pascoal e Airto Moreira participaram das gravações do disco, que teve a produção de Aloysio de Oliveira.


Em 1975, Flora Purim incluiu a música no disco Stories to Tell, que teve a participação de Ron Carter, Miroslav Vitous, Raul de Souza, Airto Moreira, Oscar Castro-Neves, Earl Klugh, George Duke e Carlos Santana.

O MILAGRE DE SÃO MARCOS

A obra, O Milagre de São Marcos, do pintor renascentista Tintoretto, feita para a Scuola Grande di San Marco, foi considerada o divisor de águas na carreira do pintor. Na época, a pintura causou alvoroço em Veneza devido à natureza inédita de duas imagens e inicialmente foi rejeitada e devolvida. A obra inaugura um estilo considerado mais dramático do Maneirismo.


A grande composição retrata a história do milagre de São Marcos ao libertar o escravo de um nobre da Provença que desobedecera seu senhor ao visitar o santuário de São Marcos, em Lyon. A punição decretada pelo nobre, que se encontra sentado no alto, à direita, foi a cegueira e a mutilação.

O corpo do escravo encontra-se estendido no chão, no centro da composição, cercado por observadores enquanto um homem se prepara para perfurar seu olho com uma estaca de madeira. Ao mesmo tempo, outro homem exibe os instrumentos de tortura.

Exatamente nesse momento surge São Marcos, vindo do alto para salvar o condenado. As figuras em primeiro plano contrastam com a serenidade da arquitetura clássica ao fundim que cerca um jardim - há ainda duas figuras no portão, totalmente alheias ao que se passa ali perto. Essas figuras aumentam a tentão e a dramaticidade dos eventos ocorrendo no primeiro plano.
3 detalhes de O Milagre de São Marcos se destacam:

1. Pigmentos caros:

Tintoretto adaptava o seu estilo ao tipo de pintura e cliente. Dessa maneira, pigmentos caros, como o azul-ultramar presente nessa obra, só eram usados amplamente em obras de clientes aristocráticos. Em geral, as cores mais frias eram substituídas por vermelhos e dourados.

2. Texturas:

O contraste de texturas utilizado pelo pintor fica visível no brilho do capacete, na solidez do martelo e nos estilhaços da estaca contra a carne branca e brilhosa do escravo deitado no chão.

3. Poses dinâmicas:

Poses dinâmicas, retorcidas e encurtadas, como a figura de vermelho com costas e braços musculosos, lembram a pintura maneirista. Entretanto, esse tipo de recurso não apresenta a mesma elegância.
Ficha Técnica - O Milagre de São Marcos:
Autor: Tintoretto
Onde ver: Scuola Grande di San Marco, Veneza, Itália
Ano: 1542 - 1548
Técnica: Óleo sobre tela
Tamanho: 415cm x 541cm

Movimento: Renascimento

Com Universia Brasil

Nota da Redação: O artista pode ter sido aprendiz de Ticiano e sofreu acusações a respeito de "truques sujos" para arrecadar encomendas.

FRASE DO DIA

DAS MADRUGADAS


sexta-feira, 14 de agosto de 2015

SAÚDE!!!


Lemmy Kilmister, esse velho rocker, vocalista do Motorhead, baixista de Rickenbacker, está tentando levar uma vida melhor. Acabo de receber de Kevin a seguinte manchete que leu na internet: “Lemmy troca o uísque por vodca para ser mais saudável.”

(Agora vivemos a geração "rock com isotônico", mas isso é outro assunto...)


Long live rock 'n' roll!!!

CORREIO DO CORVO

Augustín Mario CEJAS
(22/03/1945 - 14/08/2015)

SE O TITANIC NAUFRAGASSE HOJE...

DAS REDES

MÚSICA NA SEXTA

João Nogueira nasceu em 1941, no Rio de Janeiro.

Filho de músico profissional, nunca deixou de estar em contato com o samba e o choro devido às presenças de Pixinguinha, Jacob do Bandolim, Donga e João da Baiana, amigos de seu pai e frequentadores de sua casa.

Segundo o livro "Noel, uma biografia", de João Máximo, seu pai chegou a tocar com Noel Rosa. Aprendeu a tocar violão acompanhando o próprio pai, que morreu quando ele tinha 10 anos. "Seu" João Nogueira era violonista e chegou a tocar com o Conjunto Regional, de Rogério Guimarães, e com Jacob do Bandolim. Com a sua morte, a família passou por uma fase difícil. Assim, foi obrigado a trabalhar como vitrinista e vendedor. Trabalhou, também, como funcionário da Caixa Econômica.

Aos 15 anos, começou a fazer música junto com a irmã, a compositora Gisa Nogueira. No fim da década de 1960 já havia composto mais de 40 músicas.

Iniciou a carreira no "Festival de Juiz de Fora".

Em 1977, chegou às lojas "Espelho", uma produção de Paulo César Pinheiro com arranjos do maestro Geraldo Vespar, lançado no Teatro João Caetano.

Paulo Cesar Pinheiro conta que João Nogueira um dia mencionou que empacara na letra de um samba em homenagem ao pai cuja melodia já estava pronta. Nas palavras do próprio Paulo César “Não conseguia sair do que já escrevera. Queria saber se eu não topava dar um jeito. E me mostrou. Era realmente lindo. - João - eu disse - deixa de ser preguiçoso. Se você chegou até onde chegou, você termina sozinho. Mas ele cismou que estava bloqueado, que verso nenhum vinha mais, que era difícil falar do velho, sua adoração maior, e que no refrão, o mais importante em sua opinião, nem tinha ideia do que escrever. Peguei o gravador e registrei nele o que seria nossa primeira parceria”.


Espelho 
(João Nogueira/Paulo Cesar Pinheiro)
Nascido no subúrbio nos melhores dias
Com votos da família de vida feliz
Andar e pilotar um pássaro de aço
Sonhava ao fim do dia ao me descer cansaço
Com as fardas mais bonitas desse meu país
O pai de anel no dedo e dedo na viola
Sorria e parecia mesmo ser feliz
Eh, vida boa
Quanto tempo faz
Que felicidade!
E que vontade de tocar viola de verdade
E de fazer canções como as que fez meu pai (Bis)
Num dia de tristeza me faltou o velho
E falta lhe confesso que ainda hoje faz
E me abracei na bola e pensei ser um dia
Um craque da pelota ao me tornar rapaz
Um dia chutei mal e machuquei o dedo
E sem ter mais o velho pra tirar o medo
Foi mais uma vontade que ficou pra trás
Eh, vida à toa
Vai no tempo vai
E eu sem ter maldade
Na inocência de criança de tão pouca idade
Troquei de mal com Deus por me levar meu pai
E assim crescendo eu fui me criando sozinho
Aprendendo na rua, na escola e no lar
Um dia eu me tornei o bambambã da esquina
Em toda brincadeira, em briga, em namorar
Até que um dia eu tive que largar o estudo
E trabalhar na rua sustentando tudo
Assim sem perceber eu era adulto já
Eh, vida voa
Vai no tempo, vai
Ai, mas que saudade
Mas eu sei que lá no céu o velho tem vaidade
E orgulho de seu filho ser igual seu pai
Pois me beijaram a boca e me tornei poeta
Mas tão habituado com o adverso
Eu temo se um dia me machuca o verso
E o meu medo maior é o espelho se quebrar

FRASE DO DIA

DAS MADRUGADAS

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

ÁLBUM DA QUINTA

THE INNER MOUNTING FLAME - 1971 - THE MAHAVISHNU ORCHESTRA

Disco de estreia da banda formada por John McLaughlin (guitarra), Jan Hammer (teclados), Rick Laird (baixo), Jerry Goodman (violinos) e Billy Cobham (bateria), The Inner Mounting Flame foi lançado em 1971.


Este é o álbum que fez de John McLaughlin um nome estelar. É um disco furioso, cheio de alta energia, que reúne um grupo de músicos virtuosos, que, para todos os efeitos, definiu a fusão do jazz e do rock um ano depois de Miles Davis lançar "Bitches Brew". Ele também levou, inadvertidamente, à conotação pejorativa da palavra fusion, pois abriu caminho para um exército de imitadores, muitos deles cheios de excessos comerciais, o que desvalorizou, de certa forma, todo o "movimento".


Embora muito se tenha falado sobre a influência da improvisação do jazz na música da Mahavishnu, o rock é o elemento predominante, uma influência decorrente, principalmente, das inovações eletrônicas de Jimi Hendrix, o grande ídolo de McLaughlin. As improvisações como ataques de metralhadora de McLaughlin na guitarra elétrica e os voos de Jerry Goodman no violino elétrico, devem-se mais aos freakouts que circulavam nos círculos de rock progressivo do que ao jazz.

Destinado com absoluta precisão para os jovens fãs de rock, este registro foi muito popular e tem mais a ver, ao contrário do que muitos acreditam (ou querem acreditar), com Deep Purple do que com Miles Davis.


Side one
1. Meeting of the Spirits – 6:52
2. Dawn – 5:18
3. Noonward Race – 6:28
4. A Lotus on Irish Streams – 5:39

Side two
1. Vital Transformation – 6:162. 
2. The Dance of Maya – 7:17
3. You Know You Know – 5:07
4. Awakening – 3:32

Todas as faixas foram compostas por John McLaughlin.

John McLaughlin: guitarra
Rick Laird: baixo
Billy Cobham: bateria, percussão
Jan Hammer: teclado, órgão
Jerry Goodman: violino

CORREIO DO CORVO

Renato Ladeira
(12/08/2015)

GRANDES FRASES DE GRANDES FILMES

"I don't like a whore with sentiment."

(Não gosto de putas com sentimento.)
Johnny Depp (Earl of Rochester) - The Libertine (O Libertino) - 2004

FRASE DO DIA

DAS MADRUGADAS

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

ORGULHO

E esse aí? Tá orgulhoso de quê?

DE RÁDIO


Locutor relata um assassinato que ocorreu em algum lugar do estado e arremata dizendo que "a polícia trabalha com a hipótese de latrocínio, que é o roubo seguido de morte." Se tem que explicar... 

No mesmo noticiário, um repórter diz que "a vítima foi socorrida ao hospital Dom João Becker."

CRIATURAS QUE O MUNDO ESQUECEU

Nico Rezende, cantor, compositor e arranjador, estudou violão, piano e técnica de sintetizadores. Iniciou sua carreira tocando em orquestras, com as quais trabalhou em bailes pelo interior do Brasil. Em 1983, Nico se muda para o Rio de Janeiro, onde passa a atuar como tecladista na banda do cantor Ritchie. Mais tarde, assina arranjos para discos de Marina Lima, Gal Costa, Roberto Carlos, Lulu Santos, Beto Guedes, Simone, Zizi Possi, Cazuza, Barão Vermelho, Erasmo Carlos, Kiko Zambianchi e Dalto, entre outros.


Em 1987, grava seu primeiro LP, Nico Rezende, com destaque para sua música "Esquece e vem" (com Paulinho Lima), tema da novela O outro (da Rede Globo).

wikipedia

FRASE DO DIA

DAS MADRUGADAS

terça-feira, 11 de agosto de 2015

DE RÁDIO

Repórter descreve uma tentativa de invasão do centro de treinamentos do Inter por parte de um grupo de torcedores usando máscaras ninja. O locutor do programa, no estúdio, surta e, ao melhor estilo Datena, grita e repete a mesma coisa por alguns minutos, com especial atenção para as "máscaras ninja". Lá pelas tantas, preocupado com a intenção da turba, lasca:

"Será que atentarão contra a questão física de algum jogador?"

Sempre é bom lembrar: se você não sabe escrever 'sessenta', faça dois cheques de trinta. O vernáculo agradece.

DAS REDES

ASSIM JÁ É DEMAIS

Recebi uma notícia e lembrei dos sambas de breque que Miguel Gustavo fez para Moreira da Silva. Em um deles, às voltas com os Intocáveis e Eliot Ness, Kid Morengueira perde a paciência e proclama: “Ó, Al Capone, isso assim já é demais!”. Explico.

Nos últimos meses recebi notícias de gente fazendo pintura corporal com sangue menstrual (“seiva humana, néctar feminino”, diz o pintado), panquecas e waffles com o mesmo néctar (esses provavelmente fakes, mas não duvido que alguém tenha se animado a experimentar a receita), exposição de arte, confecção de tambores, anéis, sempre tendo como matéria prima o mesmo sangue. Tem uma mulher que guarda seu sangue menstrual em um pote e agora vive atormentada com o que fazer com aquilo e apavorada pelo temor de que o vidro se quebre.


Eu já vi muita coisa por aí, mas nunca vi alguém ser “contra” a menstruação. Seria mais ou menos como ser contra a calvície. É da vida, não há motivo para vergonha ou orgulho. Mas, eu também envelheço.

Lembrei de Kid Morengueira e agora de Gilberto Gil também: “Desnecessário...”

BREGA CHIQUE

Maria de Fátima Gomes Nogueira (Rio de Janeiro, 27 de janeiro de 1957), mais conhecida como Joanna, começou  a carreira participando de festivais do interior do estado e atuando como backing vocal de conjuntos de bailes e casas noturnas. Devido ao sucesso no programa de calouros A Grande Chance, assinou com a gravadora RCA. 

O primeiro LP gravado foi Nascente, que vendeu oitenta mil cópias e a ele pertence o primeiro grande êxito popular da carreira, a canção "Descaminhos" (parceria sua com Sarah Benchimol).
Me perdoa essa falta de tempo
Que por vezes chega a me desesperar
Esse meu desatino, nossos descaminhos
E a vontade louca de ficar
Me perdoa essa falta de sono
Que por vezes chega a me desanimar
Queria te encontrar nesse meu abandono
E não ter que depois desapegar
Te queria sem pressa, sem medo
Na loucura de um dia qualquer
Te tragar no silêncio da noite
Nos teus braços me sentir mulher
Mas a falta de tempo é tamanho
E essa ausência de mim te devora
Me perdoa esse jeito cigano
De partir sempre antes da hora

wikipedia

FRASE DO DIA

"Se Shaw e Einstein não conseguiram vencer a morte, que chances tenho eu? Praticamente nenhuma."
Mel Brooks

DAS MADRUGADAS

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

CLÁSSICOS PARA A VIDA ETERNA

VICENT (1972) DON McLEAN

Sérgio Luiz Gallina


Starry starry night
Paint your palet blue and gray
Look out on a summer's day
With eyes that know the darkness in my soul
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Shadows on the hills
Sketch the trees and the daffodils
Catch the breeze and the winter chills
In colours on the snowy linen land
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Now I understand
What you tried to say to me
And how you suffered for your sanity
And how you tried to set them free
They would not listen they did not know how
Perhaps they'll listen now
----
Starry starry night
Flaming flowers that brightly blaze
Swirling clouds in violet haze
Reflect in Vincent's eyes of china blue
----
Colours changing hue
Morning fields of amber grain
Weathered faces lined in pain
Are soothed beneath the artist's loving hand
----
Now I understand
What you tried to say to me
And how you suffered for your sanity
And how you tried to set them free
They would not listen they did not know how
Perhaps they'll listen now
----
For they could not love you
But still your love was true
And when no hope was left inside
On that starry starry night
You took your life as lover's often do
But I could have told you, Vincent
This world was never meant for one as beautiful as you
----
Starry starry night
Portraits hung in empty halls
Frameless heads on nameless walls
With eyes that watch the world and can't forget
----
Like the strangers that you've met
The ragged men in ragged clothes
A silver thorn a bloody rose
Lie crushed and broken on the virgin snow
----
Now I think I know
What you tried to say to me
And how you suffered for your sanity
And how you tried to set them free
They would now listen
They're not listening still
Perhaps they never will
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FRASE DO DIA

"Um idealista do futebol, um sonhador. Pensa que o futebol deveria ser como ele pensa que é" 
João Saldanha sobre Armando Nogueira

domingo, 9 de agosto de 2015

GALERIA DE NOTÁVEIS - NAT KING COLE

DO FUNDO DO BAÚ

Pai Herói foi uma telenovela brasileira produzida e exibida pela Rede Globo entre 29 de janeiro a 18 de agosto de 1979, substituindo Dancin' Days, com 178 capítulos. Foi escrita por Janete Clair e dirigida por Gonzaga Blota, Wálter Avancini e Roberto Talma.


André Cajarana é tirado do orfanato pelo avô paterno e passa a viver na cidade de Paço Alegre, em Minas Gerais, criado com a ilusão de que seu pai era um grande homem. Após a morte do avô, André parte para o Rio de Janeiro para buscar sua própria identidade e tentar elucidar a morte do pai – tido como bandido – e inocentá-lo da acusação de ter roubado terras que não lhe pertenciam e ter inclusive matado um padre. A principal barreira de André é Bruno Baldaracci, um empresário mafioso e ex-sócio de seu pai, o maior envolvido na infâmia e no desaparecimento dele – era casado com a viúva do próprio, Gilda.

Em Nilópolis, município da Baixada Fluminense, André enfrenta Bruno, que tenta encobrir a verdade sobre seus negócios escusos. Impedido pelos Baldaracci de se aproximar de sua mãe, Gilda, André se mete em confusão e é acolhido por Ana Preta, uma mulher sofredora que sempre viveu em função de homens de mau caráter, inclusive Bruno, com quem ela teve uma filha, Geni. Ana Preta é dona da casa de samba, Flor de Lys.


No outro lado da história está Carina, uma famosa bailarina, criada pela tradicional e rica família carioca, Limeira Brandão, liderados pela dominadora Dona Januária, avó de Carina. Carina havia casado com César Reis, um homem inescrupuloso e desonesto que se casou com ela com intuito de dar um grande golpe na família dela. Carina abandona o marido, mas perde a guarda da filha Ângela, e é quando ela conhece André, que já a salvara de morrer afogada numa oportunidade anterior, e que agora, confundido com um ladrão, pede a ele para matá-la.


André e Carina fogem dos problemas no Rio de Janeiro e acabam apaixonados. Ainda acionista majoritária das empresas de sua família, Carina passa uma procuração para que André a represente perante os negócios. É quando André volta ao Rio, batendo de frente com César Reis, e ainda reencontra Ana Preta, sua protetora, apaixonada por ele. Mas Carina é vítima de um atentado e a culpa recai sobre André.


Glória Menezes - Ana Preta (Ana Maria Garcia)
Tony Ramos - André Cajarana
Elizabeth Savalla - Carina (Catarina Limeira Brandão)
Paulo Autran - Bruno Baldaracci (Nuno)
Carlos Zara - César Limeira Reis
Rosamaria Murtinho - Valquíria Brandão
Cláudio Cavalcanti - Gustavo Gurgel (Benedito da Conceição)
Lélia Abramo - Januária Brandão
Maria Fernanda - Gilda Baldaracci
Jonas Bloch - Rafael Baldaracci
Flávio Migliaccio - Genésio Camargo
Jorge Fernando - Cirilo Baldaracci
Fernando Eiras - Romão Baldaracci
Dionísio Azevedo - Seu Garcia (Nestor Garcia)
Beatriz Segall - Norah Limeira Brandão
Emiliano Queiroz - Horácio Brandão
Osmar Prado - Pepo (Pedro Varella)
Nádia Lippi - Aline Gonçalves
Carlos Kroeber - Dr. Tiago
Ivan Cândido - Reginaldo Brandão
Yara Lins - Irene Brandão
Nildo Parente - Haroldo Brandão
Suzana Faini - Jussara Brandão
Reinaldo Gonzaga - Hilário Brandão
Monah Delacy - Eugênia Brandão Reis
Manfredo Colassanti - Pietro Baldaracci
Tessy Callado - Tarcila
Isabela Garcia - Angela Limeira Brandão Reis
Lima Duarte - avô de André e seu pai, Malta Cajarana
Elza Gomes - Mãe Tiana
Paulo Gracindo - Dr. Caio
Carlos Eduardo Dolabella - promotor de justiça
Carlos Alberto - juiz
Reginaldo Faria - Raul

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