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sexta-feira, 31 de outubro de 2014

COMENTÁRIO

Bebeto Mohr sobre o Álbum da Quinta:

Taboo!!! Obra prima!!! Maior solo de guitarra do mundo!!!  Neal Schon!!! Música completa, com tudo a que se tem direito!!!

Foi apresentada ao vivo no Maracanãzinho,  em 1971, com um detalhe: Luizão Maia no contrabaixo, com um monte de partituras na frente (leitura à primeira vista), pois o baixista David Brown, na noite que antecedeu o embarque para o Rio, deu uma "rodada" com seu Porsche, e os "cops" que foram atender a ocorrência notaram um forte cheiro de determinado cigarro. 

Imagine, um crioulo cabeludo, de Porsche, fumando erva.... não deu outra. Cana dura!

O fato é que eles ao vivo no Maracanãzinho tocando esse LP na íntegra foi de "caí os butiá do bolso".    

FEIRA DO LIVRO


Confesso que estava desatento. Fui pego agora na rádia com a notícia do início de mais uma Feira do Livro na MuiLeal. A frase de abertura do comunicador pra falar do tema: “a Praça da Alfândega está repleta de cultura”.

Aí não querem que eu implique com o evento...

IMPRUDÊNCIA


Imprudência imperdoável cometeu a atleta que foi fazer sua corrida no Parcão. Pelas fotos, nota-se a falta de um tênis adequado para a atividade. 

Bebeto Mohr 

MÚSICA NA SEXTA

Ivan Conti, o Mamão (bateria), Alex Malheiros (baixo) e José Roberto Bertrami (teclados), conheceram-se no início dos anos 70. Em pouco tempo formariam a banda Azymuth.

Os músicos inauguraram o Canecão tocando em grupos diferentes e formaram uma banda chamada Grupo Seleção. Tocaram em várias casas noturnas no Rio de Janeiro sua mistura de jazz, samba, funk e rock e passaram a participar de gravações em estúdios com diversos cantores e orquestras. Entretanto, eles não estavam satisfeitos em simplesmente sentar, jogar poker e ensaiar. A recém-formada banda estava disposta a continuar a fazer shows ao vivo e a gravar suas músicas, sempre que possível.

O nome Azymuth foi herdado de uma composição de Marcos e Paulo S.Vale da trilha sonora do filme O Fabuloso Fittipaldi.

Em 1974, "Pela Cidade" entra na trilha sonora da novela O Espigão, com crédito para Bertrami e Conjunto Azymuth. O álbum próprio veio em 1975, com "Linha do Horizonte", o primeiro sucesso. O sucesso se repete em 1976 com "Melô da Cuíca", que vem a ser também trilha sonora de uma novela da Rede Globo (Pecado Capital).

Em 1977, o LP Águia Não Come Mosca, traz outra música conhecida e novamente tema de novela: "Voo Sobre o Horizonte" (As Locomotivas).

“Linha do Horizonte” foi regravada várias vezes, inclusive por artistas como Guilherme Arantes e Luiz Melodia, nenhuma com o destaque da gravação original.

LINHA DO HORIZONTE
Paraná / Paulo Sérgio Valle

É eu vou pro ar no azul mais lindo eu vou morar.
Eu quero um lugar que não tenha dono qualquer lugar.
Eu quero encontrar a rosa dos ventos e me guiar.
Eu quero virar pássaro de prata e só voar.
É aqui onde estou essa é minha estrada por onde eu vou.
E quando eu cansar na linha do horizonte eu vou pousar.

FRASE DO DIA

“Mulher feia e jumento perdido só quem procura é o dono.”
Falcão

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

ENTÃO TÁ!

Na ZH:
Mulher corre nua pelo Parcão e é detida pela Brigada

Segundo a reportagem, por volta de 11 da manhã de hoje uma mulher de 30 anos tirou a roupa para "correr pela liberdade", conforme declarou à imprensa depois.

Mas o que me chamou a atenção foi o depoimento de uma das testemunhas:

— Ela disse que não falava português. Daí eu perguntei “do you speak english?” e ela saiu correndo. Acho que era escocesa, né? — relata um guardador de carros, impressionado com os olhos azuis e os cabelos loiros da corredora.

Eu também não consigo deixar de observar os olhos e o cabelo de uma mulher nua.

ÁLBUM DA QUINTA

SANTANA III - 1971 - SANTANA

Santana é o terceiro álbum de estúdio da banda americana liderada pelo guitarrista mexicano Carlos Santana, lançado em setembro de 1971. É o segundo que leva o nome Santana, e por isso é convenientemente chamado de Santana III, para título de distinção. A exemplo de Abraxas, o trabalho anterior, o disco conta com um repertório em que se mesclam o rock, o jazz e os ritmos latinos, um estilo que foi apelidado pelos críticos de "latin rock".


É o primeiro álbum do grupo com Neal Schon (na época com 17 anos de idade) na guitarra. Em 1973, ele e o tecladista escocês Gregg Rolie deixariam Santana para formar a banda Journey. Foi o último álbum de Santana a chegar à primeira colocação da Billboard, até o lançamento de Supernatural, em 1999. O álbum foi relançado em 1998 com versões ao vivo de "Batuka", "Jungle Strut", e uma faixa inédita, "Gumbo", gravada no Fillmore West em 1971.


O disco têm músicas que se tornaram clássicos, como "Guajira", "No One to Depend On", "Everybody's Everything", "Para Los Rumberos" (de Tito Puente) e "Everything Coming Our Way" (uma das raras músicas cantadas por Santana em toda sua discografia), que foi um single de grande sucesso no Brasil. 

Carlos Santana e Neal Schon esbanjam técnica e criatividade nas instrumentais "Taboo" e "Jungle Strut". A seção rítmica, estupenda como sempre, é comandada por Coke Escovedo, Mike Carabello, Chepito Areas e Rico Reyes, com o brilhante Michael Shrieve na bateria. Os vocais principais e os teclados são de Gregg Rolie, e o baixo é de David Brown. A seção de metais é do grupo Tower of Power, numa colaboração que iria se repetir diversas vezes ao longo dos anos.


Lado 1
1. Batuka  (Areas, Brown, Carabello, Rolie, Shrieve) 3:34
2. No One to Depend On  (Escovedo, Rolie, Carabello) 5:32
3. Taboo  (Areas, Rolie) 5:34
4. Toussaint L'Overture  (Areas, Brown, Carabello, Rolie, Santana, Shrieve) 5:57

Lado 2
1. Everybody's Everything (Brown, Brown, Moss, Carlos Santana) 3:30
2. Guajira  (Areas, Brown, Reyes) 5:45
3. Jungle Strut  (Ammons) 5:23
4. Everything's Coming Our Way  (Santana) 3:15
5. Para Los Rumberos  (Tito Puente) 2:56


Carlos Santana - guitarra, vocais, produção
Gregg Rolie - teclados, piano, vocais
David Brown - baixo, engenheiro de som, produção
Michael Shrieve - bateria, percussão, produção
Mike Carabello - tamborim, congas, percussão, vocais, produção
Jose 'Chepito' Areas - percussão, conga, timbales, bateria, produção
Alberto Gianquinto - piano
Rico Reyes - percussão, vocais
Steven Saphore - tabla
Thomas "Coke" Escovedo - percussão
Neal Schon - guitarra, produção
Mario Ochoa - piano
Tower of Power - metais
Luis Gasca - trompete
Linda Tillery - vocais
Greg Errico - tamborim


FRASE DO DIA

“Se o álcool fosse tão ruim, mulher feia nunca ficaria bonita.”
Charlie Harper

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

CRIATURAS QUE O MUNDO ESQUECEU

Tony Orlando & Dawn foi um grupo americano de música pop da década de 1970. Seus sucessos incluem "Knock Three Times", "Tie a Yellow Ribbon 'Round the Ole Oak Tree" e "Candida". O grupo era formado por Tony Orlando, Sharon Greane, Linda November, Jay Siegel e Tony Wine.


"Candida" se tornou um sucesso mundial, alcançando o primeiro lugar nas paradas de cinco países e ficando entre os dez melhores em muitos outros. A música foi incluída no LP de estreia do grupo, em 1970, e mais tarde apareceu em vários álbuns de compilação. Andy Williams, Jesse Winchester, Ray Conniff, e Bernd Spier estão entre os artistas que regravaram a canção. Fez enorme sucesso no Brasil, com direito a uma versão de igual sucesso do grupo The Fevers.

GRANDES FRASES DE GRANDES FILMES

"Out here, due process is a bullet!"

(Aqui fora, o devido processo legal é uma bala!)

Col. Mike Kirby (John Wayne) - The Green Berets (Os Boinas Verdes) - 1968

FRASE DO DIA

“Homem tem de ser tratado como cabelo: às vezes se prende, se solta, se dá uma cortada. Dá trabalho, mas que mulher consegue viver careca?”
Juliana Paes

terça-feira, 28 de outubro de 2014

COISAS DA MUILEAL

A principal via de acesso à MuiLeal era a Avenida Castelo Branco. Os vereadores resolveram mudar esse nome, que consideravam um acinte à democracia. E conseguiram que seu nome oficialmente fosse mudado justamente para Avenida da Legalidade e da Democracia.

Na prática, o que conseguiram foi mudar o nome da via para “Antiga Castelo Branco”.

BREGA CHIQUE

Nilton César (Ituiutaba, Minas Gerais,  Brasil, 27 de junho de 1939) foi um cantor de grande sucesso na década de 1970 com a música Férias na Índia, gravada em 1969, que vendeu mais de 500 mil cópias. Ganhou inúmeros discos de ouro e troféus à época. Apresentou-se nos principais palcos do país e participou de programas de televisão como o Programa Sílvio Santos e Jovem Guarda.

Outros sucessos incluem Amor... Amor... Amor... , Professor Apaixonado e A Namorada que Sonhei. Atualmente, continua se apresentando no Brasil e, principalmente, no exterior 


Receba as flores que lhe dou 
Em cada flor um beijo meu
São flores lindas que lhe dou
Rosas vermelhas com amor
Amor que por você nasceu

Que seja assim por toda vida 
E a Deus mais nada pedirei 
Querida, mil vezes querida 
Deusa na terra nascida 
A Namorada que sonhei...

No dia consagrado aos namorados 
Sairemos abraçados por aí a passear 
Um dia, no futuro, então casados 
Mas eternos namorados 
Flores lindas eu ainda vou lhe dar...

Que seja assim por toda vida 
E a Deus mais nada pedirei 
Querida, mil vezes querida 
Deusa na terra nascida 
A Namorada que sonhei...

wikipedia

PRIMEIROS PARÁGRAFOS INESQUECÍVEIS

"Inteiramente nus e com os corpos cuidadosamente pintados de vermelho e azul, Assis Chateaubriand e sua filha Teresa estavam sentados no chão, mastigando pedaços de carne humana. Um enorme cocar de penas azuis de arara cobria os cabelos grisalhos dele e caía sobre suas costas, como uma trança. O excesso de gordura em volta dos mamilos e a barriga flácida, escondendo o sexo, davam ao jornalista, a distância, a aparência de uma velha índia gorda. Pai e filha comiam com voracidade os restos do bispo Pedro Fernandes Sardinha, cujo barco adernara ali perto, na foz do rio Coruripe, quando o religioso se preparava para retornar à pátria portuguesa. Quem apurasse o ouvido poderia jurar que ouvia, vindos não se sabe de onde, acordes do Parsifal, de Wagner. No chão, em meios aos despojos de outros náufragos, Chateaubriand viu um exemplar do Diário da Noite, em cujo cabeçalho era possível ler a data do festim canibal: 15 de junho de 1556. De repente o dia escureceu completamente e ele sentiu algo úmido e frio encostado em seu pescoço."


Chatô - O Rei do Brasil - Fernando Morais - 1994

FRASE DO DIA

"Tem muita gente honesta neste país. Só não se identificam para não ficar de fora se aparecer um bom negócio."
Luis Fernando Veríssimo

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

CLÁSSICOS PARA A VIDA ETERNA

STAIRWAY TO HEAVEN (1973) LED ZEPPELIN

Sérgio Luiz Gallina

Há 38 anos (20 de outubro de 1976), na New York das torres gêmeas em pé, rolou a pré-estreia do filme "The Song remains the Same", de Peter Clifton e Joe Massot. Lançado no Brasil como "Rock é Rock Mesmo", voltado à malucada setentista, fãs e curiosos, traz um grande momento dessa banda épica e referencial do rock. É Led mandando ver.

Esse vídeo me foi enviado por um amigo dos anos 70. Parte do filme, não se trata de mais um clássico apenas, mas do topo da cadeia, dos clássicos entre os clássicos. Porque "Stairway to Heaven" é um deles, lá, como diz o nome, onde habitam os deuses.



There's a lady who's sure all that glitters is gold
And she's buying a stairway to heaven
When she gets there she knows, if the stores are all closed
With a word she can get what she came for
And she's buying a stairway to heaven----
There's a sign on the wall but she wants to be sure
'Cause you know sometimes words have two meanings
In a tree by the brook, there's a songbird who sings
Sometimes all of our thoughts are misgiven
----
It makes me wonder----
There's a feeling I get when I look to the west
And my spirit is crying for leaving
In my thoughts I have seen rings of smoke through the trees
And the voices of those who stand looking
----
It makes me wonder
----
And it's whispered that soon if we all call the tune
Then the piper will lead us to reason
And a new day will dawn for those who stand long
And the forests will echo with laughter----
If there's a bustle in your hedgerow, don't be alarmed now
It's just a spring clean for the May queen
Yes, there are two paths you can go by, but in the long run
There's still time to change the road you're on
----
And it makes me wonder----
Your head is humming and it won't go, in case you don't know
The piper's calling you to join him
Dear lady, can you hear the wind blow, and did you know
Your stairway lies on the whispering wind
----
And as we wind on down the road
Our shadows taller than our soul
There walks a lady we all know
Who shines white light and wants to show
How everything still turns to gold
And if you listen very hard
The tune will come to you at last
When all is one and one is all
To be a rock and not to roll
----
And she's buying a stairway to heaven------------

FRASE DO DIA

"Volte aqui e me ame!"
Stewie Griffin

NESTA DATA QUERIDA

Celebra aniversário hoje o editor-chefe deste blogue, que também é um dos presidentes das organizações TOA, meu bom amigo e companheiro Kevin.


GALERIA DE NOTÁVEIS - PETER FALK


domingo, 26 de outubro de 2014

DO FUNDO DO BAÚ

Champagne, grande sucesso de Pepino di Capri, de 1973.


CURTA NO TOA - CARA A CARA


Seria mais um dia normal na vida do estimado Dr. Peter Frenzy (José Neto) se ele não viesse a conhecer seu mais novo paciente, Travor Mcquay (Matheus Jucinsky) que acaba deixando-o entre a vida, a morte e tudo que ele já amou ou acreditou. Produzido pelos Youtubers Matheus Jucinsky e Leonardo Moss (Projeto Corneta) e também pela incrível diretora/desenhista Verônica da Rosa.

Direção: Leonardo Corneo
Roteiro/Argumento: Leonardo Corneo, Matheus Jucinsky, Verônica Da Rosa

Elenco:
José Neto - Dr. Peter Frenzy
Matheus Jucinsky - Travor Mcquay
Natália Ries - Juliet Morgan
Susana Senna - Edna Gruvier
Verônica Da Rosa - Jennifer De Santa
César Schaefer - Detetive Robert

Hernan Sanchez - Prefeito Klaus

LEITURA DE DOMINGO

A Casa do Oscar

      Chico Buarque de Hollanda
A casa do Oscar era o sonho da família. Havia o terreno para os lados da Iguatemi, havia o anteprojeto, presente do próprio, havia a promessa de que um belo dia iríamos morar na casa do Oscar. Cresci cheio de impaciência porque meu pai, embora fosse dono do Museu do Ipiranga, nunca juntava dinheiro para construir a casa do Oscar. Mais tarde, num aperto, em vez de vender o museu com os cacarecos dentro, papai vendeu o terreno da Iguatemi. Desse modo a casa do Oscar, antes de existir, foi demolida. Ou ficou intacta, suspensa no ar, como a casa no beco de Manuel Bandeira.

Senti-me traído, tornei-me um rebelde, insultei meu pai, ergui o braço contra minha mãe e sai batendo a porta da nossa casa velha e normanda: só volto para casa quando for a casa do Oscar! Pois bem, internaram-me num ginásio em Cataguazes, projeto do Oscar. Vivi seis meses naquele casarão do Oscar, achei pouco, decidi-me a ser Oscar eu mesmo. Regressei a São Paulo, estudei geometria descritiva, passei no vestibular e fui o pior aluno da classe. Mas ao professor de topografia, que me reprovou no exame oral, respondi calado: lá em casa tenho um canudo com a casa do Oscar.

Depois larguei a arquitetura e virei aprendiz de Tom Jobim. Quando a minha música sai boa, penso que parece música do Tom Jobim. Música do Tom, na minha cabeça, é a casa do Oscar.

FRASE DO DIA

"O único em um navio que tem que enxergar é o capitão. E no caso do Titanic, ele não conseguia ver muito bem, também"
Peter Falk

sábado, 25 de outubro de 2014

CORREIO DO CORVO

Jack Bruce
(14/05/1943 - 25/10/2014)

COVER DO SÁBADO

O Poder da Criação, deJoão Nogueira e Paulo César Pinheiro, faz parte do disco "Boca do Povo", o sétimo de Joaõ Nogueira, lançado em 1980. É um de seus maiores sucessos, regravados por diversos artistas. Há quem diga que é o samba mais lindo de todos os tempos.

O disco conta com outras músicas que se tornaram clássicos, como "Trabalhadores do Brasil"  e "Cavaleiros Santos", em parceria também com Paulo César Pinheiro, "Bons ventos" (com Ivor Lancellotti) e "Linguagem do morro", de autoria de Padeirinho e Ferreira dos Santos.



Em 2012, foi realizado um show em homenagem a João Nogueira como parte de um projeto de um samba book, com partituras, letras, CD e um DVD com um show gravado ao vivo.  Gravado no palco do Tom Brasil, em São Paulo, o tributo contou com participações de Zeca Pagodinho, Dona Ivone Lara, Beth Carvalho, João Bosco, Emílio Santiago, Arlindo Cruz & Sombrinha, Carlinhos Vergueiro, Jane Duboc e os filhos do sambista. 

Apesar de não ter participado da gravação original (ao vivo), Chico Buarque gravou em estúdio a canção O Poder da Criação.

ASSALTARAM A GRAMÁTICA

A COROAÇÃO DE NAPOLEÃO

A Coroação de Napoleão, do pintor francês Jacques-Louis David, retrata a coroação de Napoleão e Josefina, ocorrida em 1804 na Catedral de Notre-Dame.


A obra, pintada entre os anos de 1805 e 1808, encontra-se exposta no Museu do Louvre, em Paris, na França. O principal foco de atenção do quadro é seu tamanho.

Reza a lenda que Napoleão supervisionou o trabalho de David e visitava regularmente seu ateliê para verificar o progresso do pintor com o quadro. Uma cópia da composição foi feita pelo próprio pintor oficial da corte francesa e encontra-se no palácio de Versalhes.

Ficha Técnica - A Coroação de Napoleão:

Autor: Jacques-Louis David
Onde ver: Museu do Louvre, Paris, França
Ano: 1805 a 1807
Técnica: Óleo sobre tela
Tamanho: 979 cm x 629 cm
Movimento: Neoclassicismo

Com Universia Brasil

FRASE DO DIA

"Apesar de ter sido muito difícil, foi maravilhoso trabalhar com John Wayne."
Robert Duvall

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

INCONTINÊNCIA URINÁRIA À VISTA


No Correio do Povo:

Ricardo Darín volta aos cinemas com “Relatos Selvagens”

Comédia dramática entra em cartaz nas salas de Porto Alegre

MÚSICA NA SEXTA

Casa das Máquinas é uma banda brasileira de rock formada em São Paulo no início dos anos 70.

A banda começou quando José Aroldo Binda e Luiz Franco Thomaz (Netinho), dois ex-integrantes d'Os Incríveis, juntaram-se a Carlos Roberto Piazzoli (Pisca), Carlos Geraldo Carge, ex-integrante da Som Beat, que tocava baixo e guitarra, e Pique, ex-integrante da banda de Roberto Carlos, que tocava órgão, piano, saxofone e flauta. No começo, ficaram conhecidos como "os novos Íncríveis", fazendo shows por todo o Brasil. Seu repertório incluía músicas de Elvis Presley, Paul Anka, Chubby Checker, Neil Sedaka, entre outros. Nas apresentações, vestiam figurinos, se maquiavam e apresentavam grandes performances teatrais no palco.

Em 1974, entraram em estúdio e gravaram seu primeiro LP, intitulado Casa das Máquinas, e no ano seguinte, Lar de Maravilhas.

Em 1976, lançam Casa de Rock, seu terceiro e último disco, que abre com a faixa homônima.


Casa de Rock
Catalau / Netinho / Pisca

Esta é a casa do tal rock'n'roll
É o rock que casa com a casa
Este é o ninho do passarinho
Que já nasce voando sem asa
Este é o santo remédio pro seu cansaço
É o alimento do nosso pedaço
Esta é a semente que gera terra
Esta é a bomba que acaba com a guerra
Esta é a casa do tal rock'n'roll
É o rock que casa com a casa 

FRASE DO DIA

"Herói é o cara que não teve tempo de correr."
Chico Anysio

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

COMO ASSIM?

O site Terra publica uma matéria que diz que o serial killer de Goiânia agrediu um fotógrafo que fazia a cobertura de sua transferência da delegacia para o presídio.

O interessante é que o redator começa o texto referindo-se ao preso como "serial killer e assassino confesso de 39 pessoas". Daí em diante, o cara só é tratado como "suspeito".

Confuso aqui...

ÁLBUM DA QUINTA

THE DARK SIDE OF THE MOON - 1973 - PINK FLOYD

Em março de 1973, o Pink Floyd lançava The Dark Side Of The Moon, seu oitavo álbum. Abandonando as longas passagens instrumentais de discos como "Obscured By Clouds", o grupo se aproximava cada vez mais das estruturas da música pop convencional sem sacrificar seu estilo clássico. O disco também sinalizava a presença cada vez maior do baixista Roger Waters como compositor principal da banda. O disco foi produzido no Abbey Road Studios de Londres em diferentes sessões em 1972 e 1973. Alan Parsons foi diretamente responsável pelo desenvolvimento dos elementos sonoros mais exóticos do disco.


O "fantasma" de Syd Barrett, fundador e vocalista original do grupo, que havia saído em 1968 devido à uma série de surtos esquizofrênicos atribuídos ao consumo excessivo de LSD, está presente em toda a obra. Em "Brain Damage", Waters busca uma identificação com o antigo amigo, então vivendo isolado com a família no interior da Inglaterra: "I'll see you on the dark side of the moon" ("Eu vejo você no lado escuro da lua"), diz a letra, e no resto do álbum um dos temas mais recorrentes é justamente a loucura.


 "The Great Gig In The Sky" conta com uma performance  excepcional da vocalista Clare Torry. "Money" é uma crítica ferrenha ao capitalisnemo desenfreado, retratando a alegria vazia por trás da aquisição frenética de bens de consumo. Uma das características marcantes do disco é a crítica aguda de letras como "Time" e "Breath" em relação à mediocridade e o vazio ideológico da sociedade britânica. O tom geral é de melancolia e depressão, como uma grande ressaca de toda uma geração que percebia que as ideias de maio de 68 pareciam não ter mais lugar. Em "Eclipse", por exemplo, uma voz avisa: "Não há lado escuro da lua. Na verdade, tudo é escuro".


Nem por isso o disco deixou de ter um grande apelo, mas o fato é o que o Pink Floyd entrava numa fase mais palatável para as massas, e seu clima de calmaria viajandona desenvolvido nos anos pós-Syd atingia um alto nível de refinamento pop. O disco se tornaria um dos grandes marcos do rock nos anos 70 e transformaria a banda, até então cultuada mas não popular, em um dos maiores símbolos do rock de arena.

Em 2003, a revista Rolling Stone anexou The Dark Side Of The Moon no segundo lugar de uma lista dos 200 álbuns definitivos no Rock and Roll Hall of Fame. 


Lado A
1. Speak to Me   (Mason) Instrumental 01:30
2. Breathe   (Waters, Gilmour)  Vocal: Wright Gilmour 02:43
3. On the Run  (Gilmour, Waters) Instrumental 03:36
4. Time (Breathe reprise) (Mason, Waters, Wright, Gilmour) Vocal: Gilmour, Wright 07:01
5. The Great Gig in the Sky   (Wright, Clare Torry) Vocal: Clare Torry 04:36

Lado B
1. Money   (Waters) Vocal: Gilmour 06:22
2. Us and Them   (Waters, Wright) Vocal: Gilmour, Wright 07:46
3. Any Colour You Like  (Gilmour, Mason, Wright) Instrumental 03:25
4. Brain Damage  (Waters) Vocal: Waters 03:48
5. Eclipse   (Waters) Vocal: Waters 02:03


Roger Waters - baixo, vocal ,guitarra, sintetizador VCS 3
David Gilmour - guitarra, teclados, baixo, vocal, sintetizador VCS 3
Nick Mason - percussão, bateria, efeitos
Richard Wright - teclados, vocal, sintetizador VCS 3

Dick Parry - saxofone
Lesley Duncan - vocal
Doris Troy - vocal
Barry St. John - vocal
Liza Strike - vocal
Clare Torry - vocal em "The Great Gig in the Sky"

wikipedia/uol

FRASE DO DIA

" Se Drácula não pode ver seu reflexo no espelho, como é que o seu cabelo está sempre tão bem penteado? "
Richard Wright

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

CRIATURAS QUE O MUNDO ESQUECEU

O grupo Lee Jackson foi formado em São Paulo no final dos anos 60 e início dos 70, na onda de brasileiros que gravavam em inglês, como Morris Albert, Christian, Mark Davis e muitos outros. Seus integrantes eram Cláudio Condé, Luiz Carlos Maluly, Marco Bissi, Marcos Maynard e Sérgio Lopes. 

Seu grande sucesso foi Hey Girl, que estourou em vários países da América Latina, além do Brasil. O grupo chegou a fazer uma turnê pela Argentina com direito a hordas de fãs histéricas e ingressos esgotados por onde passaram.


A banda gravou outros discos durante os anos 70, todos com covers e samba-rock. Um deles, Rock Samba, em que eles selecionaram rocks clássicos e fizeram uma fusão com ritmos brasileiros, teve a participação de Bill Halley no estúdio. O Lee Jackson abriu todos os shows que o precursor do rock e seus Cometas fizeram no Brasil.

Todos os integrante se tornaram executivos e produtores de grandes gravadoras, como Warrner Music Brasil, EMI Music Latina, EMI Music Brasil, Sony Brasil, Sony México, Sony Espanha, Sony Latin USA, Polygram Brasil, Polygram Portugal, Universal México, Abril Music, entre outras.


caldeiraobrasileiro.blogspot.com.br