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quinta-feira, 31 de agosto de 2017

DO MANUAL DE BOAS MANEIRAS

DELÍCIAS DO MUNDO CORPORATIVO

PÉROLAS DA REDAÇÃO

SERVIÇO

TRILHA SONORA

Everybody's Talkin' (Fred Neil) - Nilsson
Midnight Cowboy (Perdidos na Noite) - 1969 - John Schlesinger

DAS REDES

ÁLBUM DA QUINTA

HOTMOSPHERE - 1976 - DOM UM ROMÃO

Hotmosphere é o quinto álbum do baterista e percussionista carioca Dom Um Romão (o Mefistófeles da Bateria). Um dos precursores da bossa nova, teve marcantes participações nos álbuns Canção do Amor Demais, considerado marco inicial do movimento da bossa nova, Francis Albert Sinatra & Antonio Carlos Jobim e Wave, com Tom Jobim. Foi para os EUA nos anos 60, onde participou de vários grupos, como o Brasil '66, de Sérgio Mendes, e, mais tarde, do Weather Report, entre outros, além de gravar com inúmeros nomes consagrados do jazz.


Em Hotmosphere, Dom Um segue a linha de seus discos anteriores, misturando composições próprias com canções de compositores brasileiros e internacionais. O grupo que participa do disco é uma mescla de seus parceiros brasileiros (Sivuca, Dom Salvador, Claudio Roditi) e músicos americanos.


Side One
1 - Escravos de Jó (M. Nascimento)
1. Mistura Fina (L. Bandeira)
3. Caravan (Ellington/Tizol/Mills)
4. Spring (R. Peixoto)
5. Pra Que Chorar (B. Powell)

Side Two
1. Amor Em Jacuma (D. Romão/L. Ramalho)
2. Cisco Two (C. Vaz)
3. Tumbalelê (F. Neto/M. Neves/J. Reis)
4. Piparapara (C. Roditi)
5. Chovendo na Roseira (A. C. Jobim)


Drums, producer – Dom Um Romao
Acoustic Guitar – Ricardo Peixoto, Sivuca
Backing Vocals – Célia Vaz, Gloria Oliveira, Julie Janiero, Sivuca
Acoustic bass – Ron Carter
Electric bass – Juan (Tito) Russo
Cello – Pat Dixon, Ulysses Kirksey
Clarinet – Lou Del Gatto, Mauricio Smith
Congas – Steve Kroon
Flugelhorn – Alan Rubin, Claudio Roditi
Flute – Lou Del Gatto, Mauricio Smith
Percussion – Steve Kroon
Piano – Dom Salvador
Saxophone – Ronnie Cuber, Sonny Fortune
Soprano saxophone – Mauricio Smith
Trombone – Jack Jeffries, Tom Malone
Trumpet – Alan Rubin, Claudio Roditi

FRASE DO DIA

"Amor não é aquilo que traz liberdade; o nome disso é Gilmar Mendes."
José Simão

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

PARABÉNS!

Essa cambada de Zé Ruela deve estar orgulhosa do corte de verbas para as universidades federais 

GOURMETIZANDO

DELÍCIAS DO MUNDO CORPORATIVO

O MUNDO MONGO

DAS REDES

GRANDES FRASES DE GRANDES FILMES

"Soylent green is people! It's people!"
Robert Thorn (Charlton Heston) - Soylent Green (No Mundo de 2022) - 1973


CRIATURAS QUE O MUNDO ESQUECEU

A dupla baiana Jorge Alfredo e Chico Evangelista ficou conhecida por sua participação no festival MPB 80, da Rede Globo, com a música Rasta-pé, que se tornou hit nacional e lhes permitiu gravar o disco "Bahia Jamaica", de boa vendagem. Defensores do reggae "baiano", que viria a se tornar uma vertente bem sucedida dentro da música baiana, os dois acabaram tomando rumos diferentes em suas carreiras.


"Bahia Jamaica" foi, provavelmente, o primeiro disco brasileiro assumidamente de reggae, embora sempre com misturas afrotípicas que ocorrem na música da Bahia. Na canção Rasta-pé, frases aparentemente desconexas como "a bola conhece Pelé", "moquequa leva dendê", "eu vi um jabuti comendo jabuticaba" "xerém, xaxado, xaréu" e "bicho do bico de brasa", tudo isso misturado ao título, "Rasta pé", fazem, ao mesmo tempo, uma alusão tanto ao rastapé nordestino quanto ao rastafári jamaicano.

FRASE DO DIA

terça-feira, 29 de agosto de 2017

COISAS QUE A CIÊNCIA NÃO EXPLICA

PÉROLAS DA REDAÇÃO

PRIMEIROS PARÁGRAFOS INESQUECÍVEIS

"Era um velho que pescava sozinho num esquife na Corrente do Golfo, e saíra havia já por oitenta e quatro dias sem apanhar um peixe. Nos primeiros quarenta dias um rapaz fora com ele. Mas, após quarenta dias sem um peixe, os pais do rapaz disseram a este que o velho estava definitivamente e declaradamente "salao", o que é a pior forma de azar, e o rapaz fora por ordem deles para outro barco que na primeira semana logo apanhou três belos peixes." 

O Velho e o Mar - Ernest Hemingway - 1952

BREGA CHIQUE

Berg Guerra, na tentativa de se tornar famoso, formou várias duplas, gravou CDs e foi atrás do sucesso em São Paulo, mas não deu certo e voltou a Manaus. Foi convidado para ser cantor em uma banda de forró, mas não gostava muito, e foi aí que inovou o bolero/pop, colocando um ritmo mais pra cima, com letras sertanejas que o pessoal quase nem ouvia. Foi quando surgiu, depois de 15 anos, o sucesso Mi Vida. Lançou vários CDs e é conhecido como o Fenômeno Amazonense. O nome "Berg" é em homenagem ao seu irmão mais velho, que foi meia do Botafogo nos anos 90 e faleceu de infarto jogando uma pelada.


Tudo começou com um olhar
Assim meio tímido
Sem compromisso só uma
Noite de amor
Quando vi você se afastar
Fiquei enlouquecido
Teu jeito de dar amor
Me enfeitiçou
Agora o que eu posso fazer
se eu não consigo
Viver sem você fiquei sozinho
Estou perdido
Saio a ti procurar
Por toda cidade tentando te achar
Eu quero amar você
Não quero te perder
Quero dizer
Mi vida, te quiero
Mi vida, meu louco amor

FRASE DO DIA

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

NESTA DATA QUERIDA - DANNY SERAPHINE

MISSÃO DADA É MISSÃO CUMPRIDA

DAS REDES

DO CANCIONEIRO POLITICAMENTE INCORRETO


Só Vou Criar Galinha
(Roberto Corrêa e Sílvio Son)
  
Eu não vou mais trabalhar
Só vou criar galinha

Eu dessa vez acerto na loteria
Já cansei de todo dia me vestir pra trabalhar
São 7 horas, 9 horas, qualquer hora
Isso não me importa agora, meu negócio é descansar

Pra mim vai ser domingo todo dia
Pois é essa alegria de todo trabalhador
Além do mais, é assunto que se encerra
Trabalho pra mim é guerra, prefiro fazer amor

CLÁSSICOS PARA A VIDA ETERNA

WHO CAN IT BE NOW? (1981) MEN AT WORK

Sérgio Luiz Gallina


Who can it be knocking at my door?
Go 'way, don't come 'round here no more
Can't you see that it's late at night?
I'm very tired, and I'm not feeling right
All I wish is to be alone
Stay away, don't you invade my home
Best off if you hang outside
Don't come in - I'll only run and hide
----
Who can it be now?
Who can it be now?
Who can it be now?
Who can it be now?
----
Who can it be knocking at my door?
Make no sound, tip-toe across the floor
If he hears, he'll knock all day
I'll be trapped, and here I'll have to stay
I've done no harm, I keep to myself
There's nothing wrong with my state of mental health
I like it here with my childhood friend
Here they come, those feelings again
----
Who can it be now?
Who can it be now?
Who can it be now?
Who can it be now?
----
Is it the man come to take me away?
Why do they follow me?
It's not the future that I can see
It's just my fantasy

FRASE DO DIA

"Evite acidentes. Faça de propósito."

VERSÃO BRASILEIRA

So Lonely é uma música da banda The Police que faz parte do álbum Outlandos d'Amour, de 1978. Foi lançada como single em novembro do mesmo ano e reeditada em fevereiro de 1980. É o único single da The Police que não entrou nas paradas musicais em seu primeiro lançamento, mas chegou ao número seis após o segundo lançamento. 


Em 1985, Léo Jaime gravou a sua versão da música no disco Sessão da Tarde.

sábado, 26 de agosto de 2017

CURTA NO TOA - SEU ARLINDO VAI À LOUCURA


Seu Arlindo Vai à Loucura

Sinopse: Arlindo e Benedita estão comemorando bodas de ouro. Durante a festa, no entanto, Arlindo se depara com situações que o fazem questionar sua própria capacidade de acompanhar a esposa, que se exibe sempre muito disposta e alegre. 

Diretor: Raoni Reis Novo 
Elenco: Eduardo Chagas, Mauro Mendonça, Rosamaria Murtinho 
Duração: 18 min Ano: 2011 Formato: HD 
País: Brasil Local de Produção: SP 
Cor: Colorido

Informações do site PortaCurtas

COADJUVANTES - MOACYR DERIQUÉM

MUSAS - JAYNE MANSFIELD


EM ALGUM LUGAR DO PASSADO

COVER

Changes é uma canção de Cat Stevens. Foi gravada pela primeira vez no seu álbum Teaser And The Firecat, em 1971.


Em 1981, Carlos Santana regravou a canção no álbum Zebop!, com vocal de Alex Lighterwood.

MORTE DA VIRGEM

O centro de atenção da obra de arte barroca Morte da Virgem, do pintor italiano Caravaggio, é a representação da Virgem Maria, retratada como uma mulher do povo e sem atributos místicos. 


Ao redor da Virgem encontram-se Maria Madalena e os Apóstolos. Em primeiro plano, Maria Madalena chora sentada em uma simples cadeira, com a cabeça entre as mãos. Os Apóstolos, ao seu redor, também se mostram entristecidos, mas não com expressões exageradas. Ao invés disso, eles ocultam os rostos.

A obra, pintada entre os anos de 1604 e 1606, encontra-se exposta no Museu do Louvre, em Paris, na França. O principal foco de atenção do quadro é seu tamanho. A obra impressiona por suas figuras, que têm quase tamanho real.
FICHA TÉCNICA - MORTE DA VIRGEM:

Autor: Caravaggio
Onde ver: Museu do Louvre, Paris, França
Ano: 1604 a 1606
Técnica: Óleo sobre tela
Tamanho: 369cm × 245cm
Movimento: Barroco

Com Universia Brasil

FRASE DO DIA

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

MÚSICA NA SEXTA

Maria da Graça "Gal" Costa Penna Burgos nasceu em Salvador, BA, em 1945. Estreou como cantora em junho de 1964, no show "Nós por exemplo", que marcou a inauguração do Teatro Vila Velha, em Salvador, atuando ao lado de Caetano Veloso, Tom Zé, Maria Bethânia, Djalma Correa, Alcivando Luz, Fernando Lona e Gilberto Gil. Nesse ano, o grupo ainda apresentou, no mesmo teatro, o show "Nova bossa velha, velha bossa nova".

A partir de 1968, o produtor Guilherme Araújo começou a empresariar a cantora, e sugeriu a mudança de seu nome artístico de Maria das Graças para Gal Costa.* Em 1969 lança o disco Gal.


Meu nome é Gal
Roberto Carlos / Erasmo Carlos

Meu nome é Gal
E desejo me corresponder 
Com um rapaz que seja o tal
Meu nome é Gal
E não faz mal
Que ele não seja branco, não tenha cultura
De qualquer altura
Eu amo igual
Meu nome é Gal
E tanto faz que ele tenha defeito
Ou traga no peito
Crença ou tradição
Meu nome é Gal
Eu amo igual
Ah, meu nome é Gal

* Nota da Redação: Caetano Veloso, a princípio, não aprovou o novo nome artístico da amiga, argumentando que "Gal" remeteria à abreviatura de "general", e ainda por cima, à época, o presidente era o general Costa e Silva. (Na Bahia, o apelido comum para "Maria da Graça" é Gau, grafado com "U").

DO CANCIONEIRO POLITICAMENTE INCORRETO


Folhetim
(Chico Buarque)

Se acaso me quiseres
Sou dessas mulheres
Que só dizem sim
Por uma coisa à toa
Uma noitada boa
Um cinema, um botequim

E, se tiveres renda
Aceito uma prenda
Qualquer coisa assim
Como uma pedra falsa
Um sonho de valsa
Ou um corte de cetim

E eu te farei as vontades
Direi meias verdades
Sempre à meia luz
E te farei, vaidoso, supor
Que és o maior e que me possuis

Mas na manhã seguinte
Não conta até vinte
Te afasta de mim
Pois já não vales nada
És página virada
Descartada do meu folhetim

DAS REDES

TRILHA SONORA

What's New Pussycat? (Burt Bacharach - Hal David) - Tom Jones
What's New Pussycat? (O Que é Que Há, Gatinha?) - 1965

FRASE DO DIA

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

AFRODESCENDENTEZINHO DA BEIJA-FLOR

DAS REDES

ÁLBUM DA QUINTA

GALOS DE BRIGA (1976) JOÃO BOSCO

Lançado em 1976 pela RCA Victor, Galos de Briga é o terceiro disco do mineiro João Bosco. Todas as músicas são dele em parceria com Aldir Blanc. A produção foi de Rildo Hora e os arranjos de Luiz Eça, com exceção de Rancho da Goiabada, que teve arranjo de Radamés Gnatalli.


As letras de Aldir Blanc são crônicas do cotidiano carioca inseridas em sambas, boleros, rumbas e até uma marcha-rancho. Várias músicas do disco viraram sucesso, como Ronco da cuíca, um dos clássicos da dupla. Destaque para as participações de Ângela Maria, em Miss Suéter, e de Toots Thielemans, em Transversal do Tempo.


Lado 1
1. Gol anulado
2. Incompatibilidade de gênios
3. O cavaleiro e os moinhos
4. Rumbando
5. Vida noturna
6. O ronco da cuíca

Lado 2
1. Miss Suéter (participação de Ângela Maria)
2. Latin lover
3. Galos de briga
4. Feminismo no Estácio
5. Transversal do tempo (participação de Toots Thielemans)
6. O rancho da goiabada


João Bosco - voz, violão
Luiz Eça - arranjos, piano
Paschoal Meirelles - bateria
Luizão - baixo
Toninho Horta - guitarra
Everaldo, Moura e Chacal - percussão
Toots Thielemans - harmônica
Dino - violão de sete cordas
Neco - cavaquinho
Maestro Nelsinho - trombone
Manoel Ferreira, Leonel Villar, Carlos Silva e Souza - violão
Wagner Dias - baixo
Chico Batera - percussão
Radamés Gnattali - arranjo (6B)
Barão - pratos, castanholas
Luciano Perrone caixa, castanholas
Gilberto D’Ávila - bombo
Maestro Formiga, Heraldo e Hamilton - trompete
Manoel, João Luiz e Azevedo - trombone
Netinho - clarinete
Moacyr Marques “Bijou” clarinete
Luiz Antonio Ferreira - bombardino
Zênio de Alencar - tuba
Coro do Joab - coro
Rildo Hora - produção

FRASE DO DIA

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

DAS REDES

COISAS QUE A CIÊNCIA NÃO EXPLICA

GRANDES FRASES DE GRANDES FILMES

"Notaram que às vezes a gente topa com alguém com quem não devia ter se metido? Sou eu."
Walt Kowalski (Clint Eastwood) - Gran Torino - 2008

CRIATURAS QUE O MUNDO ESQUECEU

José Ricardo foi um cantor brasileiro, integrante da chamada Jovem Guarda. Sua primeira gravação aconteceu num teste na RCA Victor, onde cantou um sucesso de Altemar Dutra - "Tudo de Mim" - em setembro de 1963. Neste ano, recebeu da Revista do Rádio o prêmio de "Revelação do ano". Contratado pela RCA Victor, gravou, em 1964, um compacto simples com a canção "Eu que amo somente a ti", versão de Aldacir Louro para a canção italiana "Io che amo solo te", de Sérgio Endrigo.


Na década de 1960, o programa "Encontro com os brotos", apresentado por José Messias, na Rádio Guanabara, permitiu-lhe ser um dos precursores da Jovem Guarda que, na mesma época, a partir do programa da TV, começava a estourar em São Paulo. Foi contratado da TV Record, e seu nome eternizou-se ao movimento na música ´Festa de Arromba´ (...Sérgio e Zé Ricardo esbarravam em mim ...). A carreira seguiu. Realizou dezenas de gravações em mais de 60 compactos simples/duplos, LPs, CDs, coletâneas e regravações.

Além da atuação artística, sempre lutou para ajudar artistas em dificuldade.Faleceu pouco depois de completar 60 anos de idade, em 1999, de câncer no pâncreas.

wikipedia

FRASE DO DIA

"As feministas querem reduzir a mulher a um macho mal-acabado."
Nelson Rodrigues

terça-feira, 22 de agosto de 2017

VIDA E OBRA DE TERÊNCIO HORTO

DAS REDES

BREGA CHIQUE

Nalva Aguiar nasceu em 1945, em Tupaciguara, Minas Gerais. Na adolescência já se apresentava na rádio local, e com pouco mais de 20 anos, partiu para São Paulo. Participou da fase áurea da Jovem Guarda.

No início dos anos 70, voltou-se para a música sertaneja e country. Em 1976, regravou com grande sucesso a valsa Beijinho Doce, de Nhô Pai. O compacto vendeu mais de 500 mil cópias. Ainda nos anos 70, participou de diversos filmes com temática sertaneja, e em 1984 gravou um LP com Teixeirinha.

Foi Rainha dos Caminhoneiros e Rainha do Peão de Boiadeiro. Ganhou também da rádio country norte-americana de Nashville, Texas, uma placa de ouro como “The Queen of Country Music in Brazil”. Durante alguns anos ficou longe dos estúdios de gravação, tendo morado no Canadá e nos Estados Unidos.


Que beijinho doce
Que ele tem
Depois que beijei ele
Nunca mais amei ninguém...

Que beijinho doce
Foi ele quem trouxe
De longe pra mim
Um abraço apertado,
Um suspiro dobrado
Que amor sem fim

Coração quem manda
Quando a gente ama
Se estou junto dele
Sem dar um beijinho
Coração reclama