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terça-feira, 30 de junho de 2015

DE MÚSICA

Há pouco tempo assisti uma entrevista de Edu Lobo, na qual, entre outras coisas, ele dizia que até hoje sente frio na barriga antes de entrar no palco para se apresentar.

Ontem, assisti uma rápida entrevista do narrador/apresentador e dublê de cantor Pedro Ernesto antes de seu show que será transformado em DVD. Ao ser indagado sobre o nervosismo antes de entrar em cena, ele foi categórico na resposta:

- Não tem nada de frio na barriga, não. Afinal, já estou neste negócio há mais de quarenta anos.

Então tá...

AMARELOU

Zeca Camargo amarelou. Foi para as redes pedir desculpas aos fãs do Cristiano Araújo. Mas se desculpar pelo quê? Não vi ofensa nenhuma na declaração dele. 

Mas, seja como for, parece que o falecido cantor era contratado da Som Livre, gravadora que pertence à Rede Globo...

Bunda mole.

BREGA CHIQUE

Pra Nunca Mais Chorar, de 1968, é o primeiro disco de Vanusa. O compacto simples tem "Gegheje", no lado dois.

Vem, vem pra bem
perto dos meus olhos
Vivo tristonha a te esperar
Viver pra sempre junto a ti
Oh! Pra nunca mais chorar
Vem, traz teus abraços
pros meus braços
As tuas mãos quero beijar
Viver pra sempre junto a ti
Oh! Pra nunca mais chorar
Vem, traz tua boca
pros meus beijos
Somente a ti eu quero amar
Viver pra sempre junto a ti
Oh! Pra nunca mais chorar
Oh! Pra nunca mais chorar
Oh! Pra nunca mais chorar.

COM TODO O RESPEITO

Li hoje, em uma das tantas homenagens ao falecido Cristiano “Ronaldo” Araújo, que ele está no céu. Tranquilo. Pra quem acredita em céu é bom pensar que o ídolo ou ente querido está lá.

Mas a homenagem não parava aí. Dizia que agora ele estava tocando em boa companhia, com o cantor sertanejo Leonardo, com o outro sertanejo João Paulo... Até aí, eu matei no peito. Mas faziam parte da roda de viola celeste Amy Winehouse, Janis Joplin e Jimmi Hendrix, entre outros. Aí não! Com todo meu respeito ao falecido, tudo tem limite.

FRASE DO DIA

"Eu sou hipster, idiota. Nós fingimos ser o que não somos.
Roger Smith

segunda-feira, 29 de junho de 2015

SOBRE CHRIS SQUIRE

  Bebeto Mohr escreve:
Vi o cara tocando, vi a energia, a alegria com que ele fazia aquilo ali. Ele parecia um menino com um brinquedo novo, apesar de tocar aquelas músicas por mais de quarenta anos. 

Também, com um som daqueles (que ele inventou) não é de se admirar o tesão com que ele subia em um palco... Me lembro de ter comentado que o YES  passou por várias idas e vindas de músicos, mas que o único que não poderia sair era justamente o Chris Squire, pois ele era o dono da marca, e sem aquele som de Rickembacker, não existe o grupo. 

Eles até andaram se apresentando com um baixista (Billy Sherwood) enquanto o Chris estava afastado. Assisti alguma coisa no YouTube. O cara tenta, até com competência, substituir a "veia"...   mas não dá! 

Dizem que ninguém é insubstituível, mas, nesse caso aí, discordo. Toda a regra tem exceção.

DAS REDES

Vi no tuíter a seguinte mensagem: “porra a galera fica puta com quem anda de bicicleta, com quem dá a bunda, com quem curte um narguilé; vai se fuder determinadas pessoas”.

Realmente muita gente se incomoda com quaisquer dessas atitudes descritas pelo revoltado tuiteiro. E com muitas outras. Eu, de minha parte, acho tão inconveniente criticar quem  pra ficar nos termos do texto  dá a bunda quanto quem tem orgulho disso.

Acho que o camarada tem todo direito de ir para o trabalho de bicicleta e chegar lá todo suado, mas acho muito desagradável quando esse sujeito reclama de quem tá de carro ou, pior ainda, se acha melhor do que este e se julga no direito de interromper o trânsito.

Mas, se fosse assim, cada um cuidando da sua vida, sem orgulhos – e/ou preconceitos – bobos, ia faltar assunto pra reclamar no feicebuque...

É PIOR DO QUE EU PENSAVA

O jornalista Zeca Camargo despertou a ira dos fãs do cantor Cristiano Araújo ao questionar a comoção causada pela sua morte. Entre outras coisa, ele disse que o sertanejo era "ao mesmo tempo tão famoso e tão desconhecido" e que "fãs e pessoas que não faziam ideia de quem era Cristiano Araújo partiram para o abraço coletivo".

Nenhuma mentira, pois inúmeras pessoas desconheciam o rapaz até o triste acidente. Entre elas, eu. Mas isso não foi perdoado por quem o conhecia e curtia suas músicas, e foi o que bastou para que as redes sociais se enchessem de insultos e provocações.

Vários sertanejos saíram em defesa de Cristiano Araújo (como se ele tivesse sido ofendido) e lançaram uma campanha on-line chamada #QuemÉZecaCamargo.

Entre os famosos que não gostaram das declarações de Zeca Camargo estão Belutti, Israel Novaes, Santiago, Eduardo Costa Sorocaba e a dupla Munhoz e Mariano.

PQP! Não conheço nenhum deles...

CADÊ O METEORO?

Homens estão pintando seus cabelos e barbas com cores vibrantes

DAS REDES

ALPINO

CORREIO DO CORVO

Chris Squire
(04/03/1948 - 27/06/2015)

CLÁSSICOS PARA A VIDA ETERNA

THIS MASQUERADE* (1976) GEORGE BENSON

Sérgio Luiz Gallina


Are we really happy here with this lonely game we play
Looking for words to say
Searching but not finding understanding anywhere
We're lost in this masquerade
----
Both afraid to say we're just to far away
From being close together from the start
We tried to talk it over but the words got in the way
We're lost inside this lonely game we play
----
Thoughts of weeping disappear every time I see your eyes
No matter how hard I try
To understand the reasons that we carry on this way
We're lost in a masquerade

 
------------------
*Leon Russell

FRASE DO DIA

"Certo dia estava conversando com meu anjo da guarda e ele me disse: 'Simona, ou você vai ser alguém na vida ou vai morrer crioulo mesmo'."
Wilson Simonal

domingo, 28 de junho de 2015

GALERIA DE NOTÁVEIS - TOM JOBIM

DO FUNDO DO BAÚ

Flipper era uma série de TV de 88 episódios, de 25 minutos cada, criada por Ricou Browning e Jack Cowden e foi apresentada originalmente de 19 de setembro de 1964 até 1 de setembro de 1968 pela rede NBC, nos Estados Unidos. Esta série é uma adaptação ou um spin-off do filme Flipper de 1963. 


Para interpretar o papel foram necessárias cinco golfinhos fêmeas, pois os machos geralmente apresentam marcas de dentes na parte de cima, devido às lutas para conseguir as fêmeas, e os produtores necessitavam que os golfinhos tivessem corpos impecáveis.

Os golfinhos nunca trabalhavam em liberdade. A série foi rodada no interior de um perímetro cercado nas Bahamas e também onde acontecia o seu treinamento. Richard  O´Barry, um treinador de golfinhos, escreveu textualmente: "Depois de dois dias sem comer, não há nada que um golfinho não faça por um bom pescado". A voz de Flipper era falsa. O som que se escutava quando animal balançava a cabeça na água salgada e sacudia o corpo, foi gerado por Mel Blanc, que também fazia as vozes do Pernalonga e de outros desenhos animados.

A estória da série Flipper conta o dia a dia do guarda Porter Ricks, que trabalha numa reserva marinha na Flórida, cuja a função era proteger, de mergulhadores e de pessoas mal intencionadas, os peixes, os corais e toda espécie de vida que exista na reserva. Porter Ricks era um viúvo que usava seu tempo em zelar pela vida marinha e cuidar de seus dois filhos: Sandy de 15 anos e Bud de 10 anos. As crianças contam sempre com a ajuda do golfinho Flipper para sair das enrascadas ou para ajudar a combater destruidores do meio-ambiente.


Flipper era um animal extremamente inteligente e dócil, que mantinha com Sandy e Bud (principalmente com Bud) uma intensa  relação de carinho. Na primeira temporada da série, aparecia periodicamente o personagem Hap Gorman (Andy Devide), um velho carpinteiro marinho com inúmeras histórias sobre a vida e aventuras do mar.


Durante a segunda temporada, uma atriz sueca, Ulla Stromstedt, participou como uma oceanógrafa chamada Ulla Nostrand, que frequentava a região e estudava o oceano, a vida nos pântanos e, às vezes, ajudava o guarda-florestal e seus filhos em assuntos de execução do parque. 

A série Flipper fez um grande sucesso no mundo todo, e no Brasil não foi diferente, quando passou por aqui na década de 60, conseguiu reunir uma legião de fãs.


http://www.tvsinopse.kinghost.net/f/flipper2.htm

CURTA NO TOA - SLENDER MAN

LEITURA DE DOMINGO

Mensagem

             Moacyr Scliar
Um Rei mandava cortar a cabeça dos mensageiros que lhe davam más notícias. Desta forma, um processo de seleção se estabeleceu: os inábeis foram sendo progressivamente eliminados, até que restou apenas um mensageiro no país. Tratava-se, como é fácil de imaginar, de um homem que dominava espantosamente bem a arte de dar más notícias. 

Seu filho morreu – dizia a uma mãe, e a mulher punha-se a entoar cânticos de júbilo: Aleluia, Senhor! 

Sua casa incendiou, – dizia a um viúvo, que prorrompia em aplausos frenéticos. 

Ao Rei, o mensageiro anunciou sucessivas derrotas militares, epidemias de peste, catástrofes naturais, destruição de colheitas, miséria e fome; surpreso consigo mesmo, o Rei ouvia sorrindo tais novas. 

Tão satisfeito ficou com o mensageiro, que o nomeou seu porta-voz oficial. Nesta importante posição, o mensageiro não tardou a granjear a simpatia e o afeto do público. Paralelamente, crescia o ódio contra o monarca; uma rebelião popular acabou por destituí-lo, e o antigo mensageiro foi coroado Rei. 

A primeira coisa que fez, ao assumir o governo, foi mandar executar todos os candidatos a mensageiro. A começar por aqueles que dominavam a arte de dar más notícias.

FRASE DO DIA

Eric Clapton

DAS MADRUGADAS


sábado, 27 de junho de 2015

WEATHER REPORT


Ouço no rádio que a partir da quarta ou da quinta-feira da próxima semana uma massa de ar polar deverá chegar ao estado causando uma "sensação de frio".

Ainda bem que só uma sensação...

COVER DO SÁBADO

Baião do Acordar, de Egberto Gismonti e Novelli, foi gravada no disco Academia de Danças, de 1974, que teve as participações de Robertinho Silva, Luiz Alves, Tenório Jr, Dulce, Danilo Caymmi e Paulo Guimarães.


No ano seguinte, Gismonti participou das gravações de Identity, de Airto Moreira, ao lado de Flora Purim, Herbie Hancock, Raul de Souza, Wayne Shorter e outros destaques do jazz. A música que abre o lado dois é Baião do Acordar, num mix com "Café", também da dupla Gismonti/Novelli.

O JOGADOR SECRETO

Com a reputação de ser um dos mais famosos artistas do movimento surrealista, o pintor belga René Magritte concluiu sua obra O Jogador Secreto em Paris, durante uma das fases mais prolíficas do pintor, quando ele chegou a produzir uma pintura por semana. 


O Jogador Secreto caracteriza-se por uma qualidade irreverente e onírica na qual objetos e indivíduos irreais interagem dentro de um espaço imaginário. A identidade do "jogador secreto" fica obscura, assim como grande parte dos nomes engmáticos que o pintor dava a suas obras.

O observador admira a cena de trás de uma cortina vermelha que pode ser identificada à direita do quadro. A cortina é símbolo do fascínio de Magritte pela fronteira entre realidade e fantasia e separa a cena da realidade ao mesmo tempo em que sugere a simplicidade com que o oculto pode ser exposto.

O elemento mais misterioso da obra é uma mulher que encontra-se amordaçada dentro de um guarda-roupa. Como tema comum das obras surrealistas, a dominação fica evidente com essa figura. O sadomasoquismo sutil que a figura implica entra em choque com a ingenuidade juvenil presente no restante da composição. Sua presença faz referência à confusão de sonhos e à crença surrealista de que o desejo erótico está na base do subconsciente. A mordaça funciona como uma metáfora da supressão do desejo pela mente consciente.

O quadro mostra dois jogadores de beisebol que esperam um lançamento atrás do plano da imagem, enquanto uma tartaruga marinha nada acima deles com a cabeça parcialmente escondida por um dos diversos pinos que dominam a composição. Desses balaústres brotam alguns galhos de flores cor-de rosa, formando uma alameda de árvores mutantes que conduzem o olhar do primeiro plano para o fundo.

Vários desse balaústres assumem as curvas de uma ampulheta. Os pilares, claros e sem membros, parecem sugerir não só corpos femininos como também manequins, elemento muito frequente em obras surrealistas. Esse tipo de atributo humano transforma as figuras impassíveis em peças de zadrez que quartam a mulher amordaçada.

3 DETALHES DE O JOGADOR SECRETO SE DESTACAM:

1. PALETA FRIA:

Magritte escolheu uma paleta limitada, com tons netros de branco e cinza misturados com azul-cobalto, marrom-cru e preto. Poucos objetos na obra fogem à essa paleta fria e os que o fazem são evidentemente mundanos, como o bastão de beisebol em tom ocre.

2. FOCO DA COMPOSIÇÃO:

Os uniformes brancos e limpos dos jogadores fazem um forte contraste com os tons de cinza dominantes no fundo, fazendo das figuras o foco da composição.

3. FORMAS:

O artista modela suas formas com cuidado, modificando as técnicas comuns para obter mais profundidade. Os elementos mais detalhados da obra são os galhos floridos que dominam a parede superior da tela. À medida que se afastam deles as pinceladas se tornam mais soltas.

FICHA TÉCNICA - O JOGADOR SECRETO:

Autor: René Magritte
Onde ver: Musées Royaux des Beaus-Arts, Bruxelas, Bélgica
Ano: 1927
Técnica: Óleo sobre tela
Tamanho: 152cm x 195cm

Movimento: Surrealismo

FRASE DO DIA

"Eu era um garoto quando ia para os morros transar com os veados."
Cauby Peixoto

sexta-feira, 26 de junho de 2015

DE JORNAL

DAS REDES



MÚSICA NA SEXTA

Plebe Rude é um grupo de rock formado por Philippe Seabra (guitarra e voz), Jander Ribeiro Ameba Biaphra (guitarra e voz), André X Mueller (baixo), Gutje Woorthmann (bateria) na cidade de Brasília em 1981. Atuou na capital federal durante os anos de 1981 e 1982, junto a bandas locais que mais tarde também conseguiram expressão nacional. Logo depois o grupo transferiu-se para São Paulo. 

O primeiro disco, o EP "O concreto já rachou", com sete faixas, contou com a produção do guitarrista Herbert Vianna e foi lançado pela EMI-Odeon em 1986. O disco teve várias participações de roqueiros da geração 80. Renato Russo, da Legião Urbana, escreveu parte do release, Fernanda Abreu (na época, integrante da Blitz) cantou na faixa "Sexo e Caratê" e George Israel (Kid Abelha) tocou sax em várias faixas. Outras faixas de destaque foram: "Até quando esperar", "Proteção" e "Johnny vai à Guerra". 

No ano seguinte foram para o Rio de Janeiro e lançaram o segundo disco, "Nunca Fomos tão Brasileiros", também produzido por Herbert Vianna.

O Concreto já Rachou abre com Até Quando Esperar.


Até Quando Esperar
Philippe Seabra/ André Mueller

Não é nossa culpa
Nascemos já com uma bênção
Mas isso não é desculpa
Pela má distribuição

Com tanta riqueza por aí, onde é que está
Cadê sua fração
Até quando esperar

E cadê a esmola que nós damos
Sem perceber que aquele abençoado
Poderia ter sido você
Com tanta riqueza por aí, onde é que está
Cadê sua fração

Até quando esperar a plebe ajoelhar
Esperando a ajuda de Deus

Posso
Vigiar teu carro
Te pedir trocados
Engraxar seus sapatos

FRASE DO DIA

"Sempre tem uma piranha com o celular ligado."
Marisa Orth 
(na pré-estreia da peça 'Romance Volume III - Discutindo a Relação')

DAS MADRUGADAS

Do you remember Dick Tracy? Do you remember Shane?


quinta-feira, 25 de junho de 2015

DE TEVÊ

A folhas tantas da partida de ontem entre Chile e Uruguai pela Copa América, o atacante uruguaio Cavani foi expulso ao ser flagrado pelo árbitro dando um tapa no zagueiro Jara. 

Na hora, o narrador e o comentarista do canal que fazia a transmissão alertaram para o fato de o uruguaio ter sido provocado pelo chileno, que certamente teria corneteado o atacante por conta da prisão de seu pai, envolvido em um acidente de trânsito com morte dias antes e blá, blá, blá...

Como mostra a imagem, o zagueiro apenas apertou o botão.

A ARTE POÉTICA

Muitas vezes, quando se pensa no processo de criação de um poema, imagina-se um bar, um ambiente esfumaçado, com bebidas, pouca luz etc. Ledo – e Ivo, já que estamos falando de poesia – engano.

A inspiração vem com café com leite e pão com margarina. Cheguei a essa conclusão pela quantidade de poemas escritos em papel de pão. Por algum motivo, o acesso a cadernos é complicado para poetas. E, sem dúvida, quando põem a mesa pro café da manhã, eles colocam ali uma xícara, uma faca e – claro  uma caneta.

A turma tem orgulho de dizer que escreve em papel de pão. E como se não bastassem as preocupações na minha vida, agora mais esta: e o futuro da poesia? A grande maioria das padarias vende pão em saco plástico. No que nossos poetas vão escrever?

Tio Ari não contava com essa.

DAS REDES

JORNALISMO VERDADE

ÁLBUM DA QUINTA

CHRISTOPHER CROSS - 1979 

O cantor, compositor e guitarrista Christopher Charles Geppert, mais conhecido como Christopher Cross, nasceu em San Antonio, Texas, em 1951. Influenciado pelos Beach Boys e por Joni Mitchell, começou sua carreira nos anos 70 tocando rock pesado.

Nessa época, ele era uma espécie de herói da guitarra no Texas, o que lhe valeu a oportunidade de substituir Ritchie Blackmore em um concerto do Deep Purple. Blackmore ficou muito gripado e não conseguia tocar, mas o produtor e a banda resolveram fazer o show com o jovem guitarrista local.


No final da década, porém, partiu para carreira individual, lançando seu primeiro LP solo em 1979. Com esse disco de estreia, ganhou cinco prêmios Grammy. Foi um dos primeiros discos gravados com o 3M Digital Recording System.

Embora tenha ficado famoso no Brasil com a canção "Sailling", desse LP, Cross só obteve sucesso internacional no ano seguinte, com a participação na trilha sonora do filme Arthur (estrelado por Liza Minnelli e Dudley Moore), com o tema de Arthur ou "Best That You Can Do". Esta canção, composta com Burt Bacharach e Carole Bayer Sager, lhe valeu um Oscar de melhor canção.


Além de "Sailing", "Never be the Same" e a viajante "Ride Like the Wind" galgaram o topo das paradas de sucesso. Participam do disco nomes consagrados, como Larry Carlton, Victor Feldman, Don Henley (Eagles), Jay Graydon, Nicolette Larson e Michael McDonald, entre outros.

Reza a lenda que Christopher foi uma das primeiras "vítimas" do padrão MTV. Apesar do sucesso e do enorme talento, sua figura não preenchia os requisitos básicos que se tornariam necessários a partir do momento em que a emissora começou a 'construir' hits baseados, muitas vezes, mais na imagem do que no conteúdo.

Christopher Cross é patrocinado pelos fabricantes de instrumentos Taylor Guitars e Tom Anderson Guitars e pelas cordas Elixir.


Side 1
1. Say You'll Be Mine – 2:53
2. I Really Don't Know Anymore – 3:49
3. Spinning (Duet with Valerie Carter) – 3:59
4. Never Be the Same – 4:40
5. Poor Shirley – 4:20

Side 2
1. Ride Like the Wind – 4:30
2. The Light Is On – 4:07
3. Sailing – 4:14
4. Minstrel Gigolo – 6:00

Todas as músicas são de autoria de Christopher Cross

Christopher Cross - guitar, vocals
Larry Carlton - guitar
Valerie Carter - vocals, background vocals
Lenny Castro - percussion
Assa Drori - concert master
Victor Feldman - percussion
Chuck Findley - trumpet
Jay Graydon - guitar
Don Henley - vocals, background vocals
Jim Horn - saxophone
Eric Johnson - guitar
Jackie Kelso - saxophone
Nicolette Larson - vocals, background vocals
Myrna Matthews - vocals, background vocals
Marty McCall - vocals
Lew McCreary - trombone
Michael McDonald - vocals, background vocals
Rob Meurer - Synthesizer, keyboards
Michael Omartian - synthesizer, keyboards, vocals, background vocals
Stormie Omartian - vocals, background vocals
Tomás Ramírez - saxophone
Don Roberts - saxophone
Andy Salmon - bass
J. D. Souther - vocals, background vocals
Tommy Taylor - drums

wikipedia

FRASE DO DIA

"Durante a infância e a juventude, achava muito natural. Brincava muito com a garotada de pegar no pênis, essas coisas. A gente brincava... Era normal."
Cauby Peixoto

DAS MADRUGADAS

Why can't you see?

quarta-feira, 24 de junho de 2015

DE TEVÊ


No r7:

Atrapalhada, Fátima Bernardes mata Cristiano Ronaldo ao vivo

CONFIRMADO!

DAS REDES II

DAS REDES (OU O MUNDO MONGO)

MANCHETE


Luciana Gimenez diz que não engravidou de Mick Jagger em um canil (Folha de S. Paulo)

GRANDES FRASES DE GRANDES FILMES

"All right, Mr. DeMille, I'm ready for my close-up." 

(Tudo bem, Sr. DeMille, estou pronta para o meu close-up)
Norma Desmond (Gloria Swanson) - Sunset Boulevard (Crepúsculo dos Deuses) - 1950

O MUNDO MONGO


E o Perseu, hein?! O cara já era cristão mil anos antes de Cristo. Realmente, um homem à frente do seu tempo. Grande Perseu!

CRIATURAS QUE O MUNDO ESQUECEU

Luiz Rattes Vieira Filho nasceu em Caruaru (PE), em 1928, mas foi para o Rio de Janeiro aos 10 anos morar com o avô em São Gonçalo.

No início da carreira, cantava músicas românticas, valsas e samba-canções. No programa de Renato Murce, no Rio, imitou Vicente Celestino. Foi crooner de orquestra num cabaré do bairro da Lapa. Conseguiu ser contratado pela rádio Tupi, por intermédio de Paulo de Grammont. Em 1950, acabou sendo contratado pelas rádios Tupi e Record, de São Paulo, que pertenciam às Emissoras Associadas.


A canção Menino de Braçanã, de 1953, foi seu primeiro sucesso, na voz de Roberto Paiva e, em seguida, na de Ivon Curi.

Vieira ganhou as paradas de sucesso com a canção "Prelúdio Pra Ninar Gente Grande", mais conhecida como "Menino Passarinho".

FRASE DO DIA

"As preocupações de Mano Caetano vão desde a crase até a situação no Oriente Médio."
Luiggi

terça-feira, 23 de junho de 2015

ASSALTARAM A GRAMÁTICA

Caetano Veloso dá bronca em sua equipe por erro de crase (Correio do Povo)

"Um erro chato, eu não gosto desse erro. Acho idiota", diz ele após explicar por que o acento não deveria ter sido usado na construção "homenagem a Bituca". O Bituca é o Milton Nascimento.

"Até os linguistas estimulam, dizendo que não deve ligar para crase, que deve deixar... Nada! Nada de deixar. Tem que saber português e trabalhar bem a língua portuguesa no Brasil! Tem que ter responsabilidade!", finaliza ele.

Os responsáveis pelos sites de notícia deveriam aprender com Mano Caê. Crase é o mistério da Santíssima Trindade para todos eles.

Caramuru, Caetano! Caramuru!

O MUNDO MONGO II

Não sei o que é mais fofo: jogador de futebol dando entrevista com fones de ouvido do tamanho de coletes salva-vidas ou de óculos hipster. E o boné virado pra trás, hein, hein?!?!

"Os moleques", "as joias", como a imprensa gosta de chamá-los...