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quarta-feira, 13 de junho de 2018
sexta-feira, 9 de março de 2018
MÚSICA NA SEXTA
Ator, cantor, pianista e compositor, Léo Vitor da Rosa Ferlauto nasceu em Porto Alegre em 1946. Nos anos 80, integrou os Fabulosos Irmãos Brothers, com Mutuca Weyrauch, Careca da Silva e Flávio Chaminé, além de inúmeros outros trabalhos na música e no tetatro.
Em 1983, lança o LP “Sonho Solto”, com a Banda Delírio (Bebeto Mohr, Paulo Mello, Marcelo Truda, Laura Finochiaro, Nora Prado, Leca Machado e Antônio Carlos Falcão).
Em 1983, lança o LP “Sonho Solto”, com a Banda Delírio (Bebeto Mohr, Paulo Mello, Marcelo Truda, Laura Finochiaro, Nora Prado, Leca Machado e Antônio Carlos Falcão).
SONHO SOLTO
Sonho solto
Sonho solto
Sono solto
Somos sonhos
Sonhos soltos a sonhar
Capinar, amar a terra
(plantar)
Enraizar os sonhos no chão
Virar a terra com a mão
Fruto
(na boca)
Sonho de boca, ouvido
terça-feira, 8 de novembro de 2016
domingo, 3 de julho de 2016
domingo, 3 de janeiro de 2016
segunda-feira, 29 de junho de 2015
SOBRE CHRIS SQUIRE
Bebeto Mohr escreve:
Vi o cara tocando, vi a energia, a alegria com que ele fazia aquilo ali. Ele parecia um menino com um brinquedo novo, apesar de tocar aquelas músicas por mais de quarenta anos.
Também, com um som daqueles (que ele inventou) não é de se admirar o tesão com que ele subia em um palco... Me lembro de ter comentado que o YES passou por várias idas e vindas de músicos, mas que o único que não poderia sair era justamente o Chris Squire, pois ele era o dono da marca, e sem aquele som de Rickembacker, não existe o grupo.
Eles até andaram se apresentando com um baixista (Billy Sherwood) enquanto o Chris estava afastado. Assisti alguma coisa no YouTube. O cara tenta, até com competência, substituir a "veia"... mas não dá!
Dizem que ninguém é insubstituível, mas, nesse caso aí, discordo. Toda a regra tem exceção.
Vi o cara tocando, vi a energia, a alegria com que ele fazia aquilo ali. Ele parecia um menino com um brinquedo novo, apesar de tocar aquelas músicas por mais de quarenta anos.
Também, com um som daqueles (que ele inventou) não é de se admirar o tesão com que ele subia em um palco... Me lembro de ter comentado que o YES passou por várias idas e vindas de músicos, mas que o único que não poderia sair era justamente o Chris Squire, pois ele era o dono da marca, e sem aquele som de Rickembacker, não existe o grupo.
Eles até andaram se apresentando com um baixista (Billy Sherwood) enquanto o Chris estava afastado. Assisti alguma coisa no YouTube. O cara tenta, até com competência, substituir a "veia"... mas não dá!
Dizem que ninguém é insubstituível, mas, nesse caso aí, discordo. Toda a regra tem exceção.
quinta-feira, 18 de junho de 2015
segunda-feira, 15 de junho de 2015
sexta-feira, 12 de junho de 2015
quarta-feira, 25 de março de 2015
MEDO
Acabei de ver e ouvir na TV Record (Rio Grande Record) que a temperatura vai "desabar". PQP!!! Se tem uma coisa que me dá medo é estar na rua e a temperatura "desabar". Imagina só... acho que amanhã não boto a cara na rua...
Pouco depois, outra mensagem:
Carai! Não é desabar, eu me enganei. É pior ainda!! A apresentadora falou "despencar"!!! Puta merda, agora sim tô me borrando nas bombacha...
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015
"ABOBRINHAS" PARA BEATLEMANÍACOS
Por Bebeto Mohr
Encontrei as datas da "Beatles Summer USA Tour 1964".
Durante o verão de 1964, em agosto e setembro, eles retornaram aos EUA, cinco meses após a primeira apresentação (09 de fevereiro de 1964, no Ed Sullivan Show) e a segunda (Washington Coliseum, dia 11 de fevereiro)
A agenda era cheia. Uma apresentação não durava mais que 30 minutos (excepcionalmente algumas apresentações passavam dos 40 minutos), mesmo assim, cobrir essas distâncias, devia ser uma "correria".
Agosto: 19-San Francisco
20-Las Vegas
21-Seatlle
22-Vancouver
23-Los Angeles (a famosa e bem documentada apresentação no Hollywood Bowl, inclusive com disco lançado mais tarde)
26-Denver
27-Cincinnati
30-Atlantic City
Setembro-02-PhiladElphia
03-Indianápolis
04-Milwaukee
05-Chicago
06-Detroit
07-Toronto
08-Montreal
11-Jacksonville
12-Boston
13-Baltimore
14-Pittsburg
15-Cleveland
16-New Orleans
17-Kansas City (apresentação de última hora, não estava agendada, mas o trem em que viajavam passaria por lá... cachê milionário)
18-Dalas
20-New York
Encontrei as datas da "Beatles Summer USA Tour 1964".
Durante o verão de 1964, em agosto e setembro, eles retornaram aos EUA, cinco meses após a primeira apresentação (09 de fevereiro de 1964, no Ed Sullivan Show) e a segunda (Washington Coliseum, dia 11 de fevereiro)
A agenda era cheia. Uma apresentação não durava mais que 30 minutos (excepcionalmente algumas apresentações passavam dos 40 minutos), mesmo assim, cobrir essas distâncias, devia ser uma "correria".
Agosto: 19-San Francisco
20-Las Vegas
21-Seatlle
22-Vancouver
23-Los Angeles (a famosa e bem documentada apresentação no Hollywood Bowl, inclusive com disco lançado mais tarde)
26-Denver
27-Cincinnati
30-Atlantic City
Setembro-02-PhiladElphia
03-Indianápolis
04-Milwaukee
05-Chicago
06-Detroit
07-Toronto
08-Montreal
11-Jacksonville
12-Boston
13-Baltimore
14-Pittsburg
15-Cleveland
16-New Orleans
17-Kansas City (apresentação de última hora, não estava agendada, mas o trem em que viajavam passaria por lá... cachê milionário)
18-Dalas
20-New York
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015
DE MÚSICA
Às terças, o TOA sempre posta um brega chique. O título da coluna é este, justamente, por não sabermos qual é o limite entre uma coisa e outra.
Por uma feliz coincidência, Bebeto Mohr, amigo, grande músico e colaborador, mandou e-mail sobre a postagem da última terça-feira, o compacto do Tony Fraga.
Após a gravação desse disco aí, em 1967, vieram as intermináveis turnês por Rio Grande, Santa Catarina e Paraná, isso em 68. E sabes quem era o baterista do grupo? He, he...
O irmão do Tony, Ademir (Milo, como o chamávamos) ficou fazendo parte do nosso grupo (Seikrons, não me pergunte o que significa) que foi o embrião do Boogaloo.
Como dizes, "eu envelheço, eu envelheço..."
Por uma feliz coincidência, Bebeto Mohr, amigo, grande músico e colaborador, mandou e-mail sobre a postagem da última terça-feira, o compacto do Tony Fraga.
Após a gravação desse disco aí, em 1967, vieram as intermináveis turnês por Rio Grande, Santa Catarina e Paraná, isso em 68. E sabes quem era o baterista do grupo? He, he...
O irmão do Tony, Ademir (Milo, como o chamávamos) ficou fazendo parte do nosso grupo (Seikrons, não me pergunte o que significa) que foi o embrião do Boogaloo.
Como dizes, "eu envelheço, eu envelheço..."
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015
quinta-feira, 22 de janeiro de 2015
COMENTÁRIO
Por Carlos Alberto (Bebeto) Mohr
Muito estranho! Lendo os comentários na ZH hoje pela manhã, descobri que o maravilhoso, espetacular e sonoramente impecável show que assisti ontem foi uma porcaria. Vai entender...
Deixa eu falar do aspecto técnico. Frente do palco, pista Premium, aproximadamente 50 metros de distância.
Abertura: Comunidade Ninjitsu. Som alto, frequências graves (bumbo, surdos da bateria sobrando absurdamente). A velha mania tupiniquim de colocar o bumbo exageradamente alto e com o máximo volume. Ausência da caixa da bateria, que é a peça mais importante na marcação do ritmo. Guitarras presentes, diretamente do palco, um "puta" som, mas ao passar pelo PA, tornavam-se agudas a ponto de doer no ouvido. Frequências "espúrias" sujando o som. Algo como uma foto sem nitidez, borrada. Deixo bem claro que sou fã da Comunidade e digo que eles mereciam um som melhor equalizado.
Segunda banda: Kaiser Chiefs. Som melhor, frequências graves dentro do aceitável, começando a parar de azucrinar. Mais nitidez, melhor separação entre os instrumentos, já se ouvia a caixa da bateria, bem equilibrada. Baixo presente, equilibrado. Volume menor que a primeira banda. Claro, pois um som mais limpo não dá a impressão de "zoeira".
Foo Fighters. Não entendo como dizem por aí que estava ruim. Som completamente limpo (deve ser por isso que a "boiada" disse que estava baixo). Concordo que a voz do Taylor Hawkins (baterista) deveria estar mais alta. Transparência total entre os instrumentos, ou seja, nenhuma frequência se misturava com a outra, limpeza, nitidez impressionante.
E olha que não é fácil mixar um grupo que tem TRÊS guitarras "furiosas", pois conforme a região em que são tocadas, muda tudo, ou seja, as guitarras entram no espectro sonoro do baixo, do bumbo e até dos pratos da bateria.
Haja conhecimento e equipamento para controlar isso tudo. Os técnicos de som, que sempre são esquecidos, no caso da FIERGS, local pouco adequado para esse tipo de espetáculo, fizeram milagres. Estão, junto com Dave Grohl e sua banda, de parabéns!
Muito estranho! Lendo os comentários na ZH hoje pela manhã, descobri que o maravilhoso, espetacular e sonoramente impecável show que assisti ontem foi uma porcaria. Vai entender...
Deixa eu falar do aspecto técnico. Frente do palco, pista Premium, aproximadamente 50 metros de distância.
Abertura: Comunidade Ninjitsu. Som alto, frequências graves (bumbo, surdos da bateria sobrando absurdamente). A velha mania tupiniquim de colocar o bumbo exageradamente alto e com o máximo volume. Ausência da caixa da bateria, que é a peça mais importante na marcação do ritmo. Guitarras presentes, diretamente do palco, um "puta" som, mas ao passar pelo PA, tornavam-se agudas a ponto de doer no ouvido. Frequências "espúrias" sujando o som. Algo como uma foto sem nitidez, borrada. Deixo bem claro que sou fã da Comunidade e digo que eles mereciam um som melhor equalizado.
Segunda banda: Kaiser Chiefs. Som melhor, frequências graves dentro do aceitável, começando a parar de azucrinar. Mais nitidez, melhor separação entre os instrumentos, já se ouvia a caixa da bateria, bem equilibrada. Baixo presente, equilibrado. Volume menor que a primeira banda. Claro, pois um som mais limpo não dá a impressão de "zoeira".
E olha que não é fácil mixar um grupo que tem TRÊS guitarras "furiosas", pois conforme a região em que são tocadas, muda tudo, ou seja, as guitarras entram no espectro sonoro do baixo, do bumbo e até dos pratos da bateria.
Haja conhecimento e equipamento para controlar isso tudo. Os técnicos de som, que sempre são esquecidos, no caso da FIERGS, local pouco adequado para esse tipo de espetáculo, fizeram milagres. Estão, junto com Dave Grohl e sua banda, de parabéns!
sexta-feira, 16 de janeiro de 2015
LINCOLN OLIVETTI
A música no Brasil está ficando cada vez mais pobre. Estamos órfãos dos grandes talentos que estão seguindo o seu caminho para outras dimensões. Espero que realmente essa outra dimensão exista, pois seria uma grande sacanagem não mais poder encontrar, reencontrar gênios como Lincoln Olivetti.
Descanse em paz. Muito obrigado por nos honrar com sua presença neste mundo, por compartilhar conosco seu conhecimento musical. Obrigado pela sua música.
Carlos Alberto (Bebeto) Mohr
Descanse em paz. Muito obrigado por nos honrar com sua presença neste mundo, por compartilhar conosco seu conhecimento musical. Obrigado pela sua música.
Carlos Alberto (Bebeto) Mohr
sexta-feira, 31 de outubro de 2014
COMENTÁRIO
Bebeto Mohr sobre o Álbum da Quinta:
Taboo!!! Obra prima!!! Maior solo de guitarra do mundo!!! Neal Schon!!! Música completa, com tudo a que se tem direito!!!
Foi apresentada ao vivo no Maracanãzinho, em 1971, com um detalhe: Luizão Maia no contrabaixo, com um monte de partituras na frente (leitura à primeira vista), pois o baixista David Brown, na noite que antecedeu o embarque para o Rio, deu uma "rodada" com seu Porsche, e os "cops" que foram atender a ocorrência notaram um forte cheiro de determinado cigarro.
Imagine, um crioulo cabeludo, de Porsche, fumando erva.... não deu outra. Cana dura!
O fato é que eles ao vivo no Maracanãzinho tocando esse LP na íntegra foi de "caí os butiá do bolso".
Taboo!!! Obra prima!!! Maior solo de guitarra do mundo!!! Neal Schon!!! Música completa, com tudo a que se tem direito!!!
Foi apresentada ao vivo no Maracanãzinho, em 1971, com um detalhe: Luizão Maia no contrabaixo, com um monte de partituras na frente (leitura à primeira vista), pois o baixista David Brown, na noite que antecedeu o embarque para o Rio, deu uma "rodada" com seu Porsche, e os "cops" que foram atender a ocorrência notaram um forte cheiro de determinado cigarro.
Imagine, um crioulo cabeludo, de Porsche, fumando erva.... não deu outra. Cana dura!
O fato é que eles ao vivo no Maracanãzinho tocando esse LP na íntegra foi de "caí os butiá do bolso".
terça-feira, 12 de agosto de 2014
O MUNDO MONGO
Carlos Alberto Mohr escreve...
Foram divulgadas as primeiras imagens do ensaio nu que Jéssika Alves fez para a edição de aniversário da revista "Playboy". A atriz posou toda romântica para as fotos, com coelhinhos ao lado e coroa de flores na cabeça.
PS: A manchete ressalta que o ensaio está romântico...
PQP! Ensaio nu romântico??? Realmente, o bagulho tá tenso!!!
Como costumas escrever, "eu envelheço, eu envelheço..."
Foram divulgadas as primeiras imagens do ensaio nu que Jéssika Alves fez para a edição de aniversário da revista "Playboy". A atriz posou toda romântica para as fotos, com coelhinhos ao lado e coroa de flores na cabeça.
PS: A manchete ressalta que o ensaio está romântico...
PQP! Ensaio nu romântico??? Realmente, o bagulho tá tenso!!!
Como costumas escrever, "eu envelheço, eu envelheço..."
terça-feira, 10 de junho de 2014
segunda-feira, 28 de abril de 2014
BICICLETAS
Carlos Alberto Mohr
Domingo,10h45, esquina da Ipiranga com a Santana. Sinaleira fechada para quem cruza a Ipiranga, dois ciclistas aparecem e trancam a rua. Logo atrás, um grande grupo de "politicamente corretos salvadores do Mundo" começa a cruzar a Santana, e o sinal continua fechado para os automóveis.
Ato seguinte, o sinal abre, os "sinalizadores de tráfego" continuam trancando o cruzamento e a bicicleata continua, apesar da sinaleira ser bem explícita. Sinal vermelho, pelo que sei, significa PARE! A ciclovia, vazia. Os arruaceiros (sim, porque agora estão desrespeitando a lei) no meio da rua. Ah, antes que eu esqueça, nota-se um sorriso sarcástico em seus rostos.
Como assim cara pálida? A EPTC está terceirizando suas funções? Qualquer um pode atravessar sua bicicleta em um cruzamento e trancar o trânsito? Ciclistas, em uma via pública, não estão sujeitos aos mesmos deveres (e direitos) de qualquer outro veículo? Não é esse mesmo povo que exige respeito, inclusive pedalando de bunda de fora (nunca entendi isso) e no entanto não respeita coisa nenhuma???
Assim fica difícil...
Domingo,10h45, esquina da Ipiranga com a Santana. Sinaleira fechada para quem cruza a Ipiranga, dois ciclistas aparecem e trancam a rua. Logo atrás, um grande grupo de "politicamente corretos salvadores do Mundo" começa a cruzar a Santana, e o sinal continua fechado para os automóveis.
Ato seguinte, o sinal abre, os "sinalizadores de tráfego" continuam trancando o cruzamento e a bicicleata continua, apesar da sinaleira ser bem explícita. Sinal vermelho, pelo que sei, significa PARE! A ciclovia, vazia. Os arruaceiros (sim, porque agora estão desrespeitando a lei) no meio da rua. Ah, antes que eu esqueça, nota-se um sorriso sarcástico em seus rostos.
Como assim cara pálida? A EPTC está terceirizando suas funções? Qualquer um pode atravessar sua bicicleta em um cruzamento e trancar o trânsito? Ciclistas, em uma via pública, não estão sujeitos aos mesmos deveres (e direitos) de qualquer outro veículo? Não é esse mesmo povo que exige respeito, inclusive pedalando de bunda de fora (nunca entendi isso) e no entanto não respeita coisa nenhuma???
Assim fica difícil...
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