Páginas

Mostrando postagens com marcador Marcos Valle. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Marcos Valle. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 5 de abril de 2018

ÁLBUM DA QUINTA

 MARCOS VALLE - 1970

Lançado em 1970 pela Odeon, o LP Marcos Valle teve produção de Milton Miranda, produção musical de Lyrio Panicale, arranjos de Leonardo Bruno e Orlando Silveira e a participação do Som Imaginário.


Lado 1
1 – Quarentão Simpático (Marcos Valle / Paulo Sergio Valle)
2 – Ele e Ela (Marcos Valle)
3 – Dez Leis (Is That Law) (Marcos Valle / Paulo Sergio Valle)
4 – Pigmalião (Marcos Valle / Paulo Sergio Valle / Novelli)
5 – Que Eu Canse e Descanse (Marcos Valle / Paulo Sergio Valle)

Lado 2
1 – Esperando o Messias (Marcos Valle / Paulo Sergio Valle) com Golden Boys
2 – Freio Aerodinâmico (Marcos Valle)
3 – Os Grilos (Marcos Valle / Paulo Sergio Valle)
4 – Suíte Imaginária-Canção-Corrente-Toada-Dança (Marcos Valle)


Marcos Valle - vocal, piano
Ângela Valle - vocal (Freio Aeorodinâmico, Ele e Ela)
Novelli - baixo
Nelson Ângelo - violão
Leonardo Bruno (3, 7, 11) e Orlando Silveira (2, 4, 5) - arranjos

Som Imaginário
Wagner Tiso - teclados
Tavito - guitarra
Luiz Alves - baixo
Robertinho Silva - bateria

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

ÁLBUM

PREVISÃO DO TEMPO - 1973 - MARCOS VALLE

Previsão do Tempo foi lançado em 1973. As gravações começaram em 1972 e foram concluídas no ano seguinte, nos estúdios da gravadora Odeon, com produção de Milton Miranda. Os arranjos são de Marcos Valle, Waltel Branco e José Roberto Bertrami.


O disco é o segundo gravado pelo músico carioca com a banda Azymuth - após a trilha sonora do filme O Fabuloso Fittipaldi -, e conta com a participação do grupo O Terço em duas faixas. Nem paletó, nem gravata e Mentira foram bem executadas nas emissoras de rádio, além de Os Ossos do Barão, trilha de abertura da novela do mesmo nome, da Globo. Outros destaques são a belíssima Previsão do Tempo e a "donatiana" Não tem nada não.

Previsão do Tempo é um álbum elogiado pela crítica especializada e considerado muito representativo de uma época da música popular brasileira. Tornou-se muito cultuado em círculos estrangeiros consumidores de música brasileira, como a Europa e o Japão.


Lado A
1 - Flamengo até morrer (Paulo Sergio Valle, Marcos Valle) 
2 - Nem paletó, nem gravata (Paulo Sergio Valle, Marcos Valle)
3 - Tira a mão (Paulo Sergio Valle, Marcos Valle)
4 - Mentira (Paulo Sergio Valle, Marcos Valle)
5 - Previsão do tempo (Marcos Valle)
6 - Mais do que valsa (Paulo Sergio Valle, Marcos Valle)

Lado B
1 - Os ossos do Barão (Paulo Sergio Valle, Marcos Valle)
2 - Não tem nada não (Eumir Deodato, Marcos Valle, João Donato)
3 - Não tem nada não (Eumir Deodato, Marcos Valle, João Donato)
4 - Samba fatal (Paulo Sergio Valle, Marcos Valle)
5 - Tiu-ba-la-quieba (Paulo Sergio Valle, Marcos Valle)
6 - De repente, moça flor (Paulo Sergio Valle, Marcos Valle)


Marcos Valle - vocal, Fender Rhodes, violão, arranjos (faixas 1 e 10)
Azymuth:
José Roberto Bertrami - Arp Strings, órgão Hammond, sintetizadores, arranjos (faixas 1, 6, 8, 9, 11 e 12)
Alex Malheiros - baixo
Ivan Conti (Mamão) - bateria

O Terço (faixas 1 e 10):
Sérgio Hinds - guitarra
César das Mercês - baixo
Vinícius Cantuária - bateria

Waltel Branco - arranjo (faixa 7)
Lindolfo Gaya - direção musical
Milton Miranda - produção

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

CRIATURAS QUE O MUNDO ESQUECEU

Djalma Dias foi cantor de boate, intérprete de trilhas de novelas da Rede Globo e vitorioso em festivais. Gravou diversos sucessos, entre os quais “Capitão de Indústria”, de Marcos e Paulo Sérgio Valle, para a novela Selva de Pedra. 


Djalma gravou diversas músicas dos irmãos Valle. Isso muito se deve ao fato de que Marcos Valle tinha contrato com a Som Livre, era um dos principais compositores para os programas da Globo e Djalma Dias era também contratado como cantor, além de atuar em coros de trilhas e especiais da emissora. Gravou vários discos, os quais hoje são muito difíceis de encontrar. Menino Levado, também de Marcos e Paulo Sérgio Valle, é do disco Destaque, de 1973.

sexta-feira, 31 de março de 2017

DO CANCIONEIRO POLITICAMENTE INCORRETO


Com mais de 30
(Marcos Valle e Paulo Sérgio Valle)

Não confie em ninguém com mais de trinta anos
Não confie em ninguém com mais de trinta cruzeiros
O professor tem mais de trinta conselhos
Mas ele tem mais de trinta, oh mais de trinta 
Oh mais de trinta
Não confie em ninguém com mais de trinta ternos
Não acredite em ninguém com mais de trinta vestidos
O diretor quer mais de trinta minutos
Pra dirigir sua vida, a sua vida
A sua vida
Eu meço a vida nas coisas que eu faço
E nas coisas que eu sonho e não faço
Eu me desloco no tempo e no espaço
Passo a passo, faço mais um traço Faço mais um passo, traço a traço
Sou prisioneiro do ar poluído
O artigo trinta eu conheço de ouvido
Eu me desloco no tempo e no espaço
Na fumaça um mundo novo faço Faço um novo mundo na fumaça
Não confie em ninguém...

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

MÚSICA NA SEXTA

Marcos Kostenbader Valle nasceu no Rio de Janeiro, em 1943.

Começou a estudar piano clássico aos seis anos de idade e formou-se em piano e teoria musical em 1956. O primeiro sucesso da dupla Marcos e Paulo Sérgio foi Sonho de Maria, gravada pelo Tamba Trio em 1963.

Marcos começou tocando no trio formado por ele, Edu Lobo e Dori Caymmi. Em 1964, sua canção Samba de Verão atingiu o segundo lugar nas paradas de sucesso estadunidenses, e teve pelo menos 80 versões gravadas nos EUA.

Escreveu muitos temas para telenovelas, dentre elas Pigmalião 70 e Os Ossos do Barão. Nos anos 70, a TV Globo solicitou aos irmãos Valle e Nelson Motta que fizessem uma canção de natal para o fim do ano, com os atores das telenovelas e artistas da Rede Globo cantando. A canção "Um novo tempo" (a dos versos "Hoje é um novo dia / de um novo tempo / que começou...") tornou-se um sucesso tão grande que nunca mais saiu do ar, sendo presença obrigatória no Natal da Rede Globo até hoje.

Em 1968 lança seu quinto disco, Viola Enluarada, cuja faixa título tem a participação de Milton Nascimento.




Viola Enluarada
Marcos Valle / Paulo Sérgio Valle

A mão que toca um violão 
Se for preciso faz a guerra, 
Mata o mundo, fere a terra. 
A voz que canta uma canção 
Se for preciso canta um hino, 
Louva à morte. 
Viola em noite enluarada 
No sertão é como espada, 
Esperança de vingança. 
O mesmo pé que dança um samba 
Se preciso vai à luta, 
Capoeira. 
Quem tem de noite a companheira 
Sabe que a paz é passageira, 
Prá defendê-la se levanta 
E grita: Eu vou! 
Mão, violão, canção e espada 
E viola enluarada 
Pelo campo e cidade, 
Porta bandeira, capoeira, 
Desfilando vão cantando 
Liberdade. 
Quem tem de noite a companheira 
Sabe que a paz é passageira, 
Prá defendê-la se levanta 
E grita: Eu vou! 
Porta bandeira, capoeira, 
Desfilando vão cantando 
Liberdade. 
Liberdade, liberdade, liberdade...

Com Wikipédia

domingo, 6 de novembro de 2016

DO FUNDO DO BAÚ

Os Ossos do Barão foi uma telenovela brasileira produzida pela Rede Globo e exibida às 22h, de 8 de outubro de 1973 a 30 de março de 1974. Escrita por Jorge Andrade e dirigida por Régis Cardoso, contou com 150 capítulos.


Egisto Ghirotto, um descendente de italianos, foi criado como empregado na fazenda do Barão de Jaraguá, e acabou fazendo fortuna durante a Revolução Industrial, em São Paulo, diferentemente do que ocorreu com as famílias tradicionais paulistas, que empobreceram devido à queda do comércio cafeeiro. 

Ele tem tudo que pertencera ao Barão, inclusive seus ossos, que adquirira ao comprar a urna funerária dele. Apesar de ter tudo, ele não está feliz, pois em sua inveja, sonha em adquirir um título de nobreza. Mas pensa que isso só poderá ser alcançado se seu filho, Martino, se casar com Isabel, a bisneta do barão. Ledo engano, pois os títulos eram pessoais e outorgados durante o período do Império, pelo imperador, para pessoas de elevada colaboração pessoal, como construção de hospitais, catedrais, estradas de ferro, escolas e outras importantes benfeitorias para o país.

Entre os quatrocentões, os mais conservadores, como Antenor, o filho do Barão, vivem de lembranças e de aparências, e os mais jovens tentam se adaptar à nova realidade. A situação acaba causando conflitos, especialmente entre pais e filhos.

O tema de abertura é de Marcos e Paulo Sérgio Valle.


Paulo Gracindo - Antenor Camargo Parente de Rendon Pompeo e Taques
Lima Duarte - Egisto Ghirotto
Dina Sfat - Isabel
José Wilker - Martino
Leonardo Villar - Miguel
Carmem Silva - Melica
Lélia Abramo - Bianca
Maria Luiza Castelli - Verônica
Edney Giovenazzi - Vicente
Bibi Vogel - Lavínia
José Augusto Branco - Luigi
Jorge Botelho - Rogério
Neuza Amaral - Maria Clara
Sandra Bréa - Zilda
Renata Sorrah - Lourdes
Gracindo Júnior - Omar
Elza Gomes - Ismália
Antônio Pitanga - Misael
Rachel Martins - Virgínia

wikipedia

domingo, 25 de setembro de 2016

DO CANCIONEIRO POLITICAMENTE INCORRETO


Com mais de 30
(Marcos Valle e Paulo Sérgio Valle)

Não confie em ninguém com mais de trinta anos
Não confie em ninguém com mais de trinta cruzeiros
O professor tem mais de trinta conselhos
Mas ele tem mais de trinta, oh mais de trinta 
Oh mais de trinta
Não confie em ninguém com mais de trinta ternos
Não acredite em ninguém com mais de trinta vestidos
O diretor quer mais de trinta minutos
Pra dirigir sua vida, a sua vida
A sua vida
Eu meço a vida nas coisas que eu faço
E nas coisas que eu sonho e não faço
Eu me desloco no tempo e no espaço
Passo a passo, faço mais um traço Faço mais um passo, traço a traço
Sou prisioneiro do ar poluído
O artigo trinta eu conheço de ouvido
Eu me desloco no tempo e no espaço
Na fumaça um mundo novo faço Faço um novo mundo na fumaça
Não confie em ninguém...

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

ÁLBUM DA QUINTA

VONTADE DE REVER VOCÊ - 1981 - MARCOS VALLE

Em 1980, após uma longa estada nos EUA, onde trabalhou com Chicago, Sara Vaughan e Airto Moreira, entre outros, Marcos Valle retornou ao Brasil ansioso para participar da vida musical e de um Brasil em processo de redemocratização e disposto a ficar de vez no Rio de Janeiro.

No ano seguinte, lançou o LP Vontade de Rever Você, em que registrou composições próprias, como "Bicho no Cio" e "Velhos Surfistas Querendo Voar", (ambas com Paulo Sérgio Valle e Leon Ware), e "A Paraíba não é Chicago" (com Paulo Sérgio Valle, Laudir de Oliveira, Leon Ware e Peter Cetera), entre outras.


Foi o primeiro trabalho dele no Brasil depois de cinco anos morando nos EUA. O resultado dessa vivência rendeu uma mistura caprichada de samba, bossa nova, baião, soul, funk e jazz. Na ficha técnica, só feras dos estúdios, como Leon Ware (colaborador do Marvin Gaye), Airto Moreira, Sivuca e Robertinho Silva, além de componentes do grupo Chicago, como o baiano Laudir de Oliveira, Peter Cetera, Walter Parazaider, Danny Seraphine e James Pankow.

Não é um de seus álbuns mais festejados, apesar de incluir o clássico "A Paraíba Não É Chicago", mas reflete o flerte com o pop internacional.



Lado 1
1. A Paraíba Não é Chicago – Laudir de Oliveira, Ware, Marcos Valle, Paulo Sérgio Valle, Cetera 4:35
2. Bicho No Cio – Leon Ware, Marcos Valle, Paulo Sérgio Valle 4:35
3. Velhos Surfistas Querendo Voar – Leon Ware, Marcos Valle, Paulo Sérgio Valle 4:35
4. Campina Grande – Marcos Valle 3:22 

Lado 2
1. Sei Lá – Laudir de Oliveira, Ware, Marcos Valle, Paulo Sérgio Valle, Cetera 4:35
2. Pecados De Amor – Marcos Valle, Paulo Sérgio Valle 3:40
3. Garimpando – Marcos Valle, Paulo Sérgio Valle 3:55
4. Não Pode Ser Qualquer Mulher – Leon Ware, Marcos Valle, Paulo Sérgio Valle 4:12
Accordion – Sivuca
Bass – Jamil Joanes, Luizão  Maia, Peter Cetera
Drums – Danny Seraphine, Robertinho SIlva
Electric Piano (Rhodes) – José Roberto Bertrami
Guitar – Chris Pinnick, Robertinho De Recife, Robson Jorge, Sérgio Dias
Keyboards, Piano – Marcos Valle
Percussion – Airto Moreira, Bezerra da Silva, Chacal, Laudir de Oliveira
Producer – Marcos Valle, Paulo Sérgio Valle, Ribeiro Francisco
Saxophone – Oberdan Magalhães, Walter Parazaider
Trombone – James Pankow, Serginho do Trombone

domingo, 18 de janeiro de 2015

DO FUNDO DO BAÚ

Terceiro filme da série de quatro que a Rede Globo preparou em 1976 para a campanha de lançamento do jingle Um novo tempo, de autoria de Nelson Motta, Marcos Valle e Paulo Sérgio Valle que é o tema de fim de ano usado há mais de 30 anos pela emissora.


 

domingo, 14 de dezembro de 2014

DO FUNDO DO BAÚ

Howard Andrew Williams, conhecido como Andy Williams, foi um cantor americano famoso por sucessos como a canção-tema do filme Bonequinha de Luxo, "Moon River".

Começou sua carreira-solo em 1952 e emplacou diversos sucessos, até se tornar um dos mais populares cantores do país na década de 1960. Ganhou 18 discos de ouro e 3 de platina, atrás apenas de Frank Sinatra, Elvis Presley e Johnny Mathis. Combinando bom gosto, técnica vocal e carisma, chegou várias vezes ao topo da lista da revista Billboard.

Teve seu próprio show de televisão, o The Andy Williams Show, o mais popular da época e que venceu três prêmios Emmy, entre 1962 e 1971, tendo cantado ao lado de Julie Andrews, Ella Fitzgerald, Bobby Darin, Jerry Lewis, Bing Crosby, Judy Garland, Robert Goulet, Sammy Davis Jr., os irmãos Karen e Richard Carpenter, Tony Bennett, Dorival Caymmi (de quem gravou Roses, Roses, Roses) e Tom Jobim, que o considerava o melhor cantor americano de bossa nova. Faleceu em 25 de setembro de 2012, aos 84 anos, devido a complicações ocasionadas por um câncer de bexiga.


Um dos vário brasileiros a se apresentar em seu programa foi o carioca Marcos Valle, que fez sucesso nos EUA com Samba de Verão (So Nice), gravada por inúmeros artistas e que lhe abriu as portas no mercado americano para trabalhar com diversos astros, como Sara Vaughan e o grupo Chicago.

com wikipedia