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quinta-feira, 1 de agosto de 2019
quarta-feira, 1 de agosto de 2018
segunda-feira, 9 de outubro de 2017
DO CANCIONEIRO POLITICAMENTE INCORRETO
Calúnias (Telma, eu não sou gay)
(B. Anderson - versão: Léo Jaime, Leandro e Big Abreu)
Diz que vai dar, meu bem
Seu coração pra mim
Eu deixei aquela vida de lado
E não sou mais um transviado
Telma, eu não sou gay
E o que falam de mim são calúnias
Meu bem, eu parei.. não..
Não me maltrate assim,
Não posso mais sofrer
Vamos ser um casal moderno
Você de bobs e eu de terno
Telma, eu não sou gay
E o que falam de mim são calúnias
Meu bem, eu parei
Eu sou introvertido
Até no futebol
E isso tudo não faz sentido
E não é meu esse baby-doll
Telma, eu não sou gay
E o que falam de mim são calúnias
Meu bem, eu parei.. É...
Telma... ô Telminha…
Não me puna por essas manchas do meu passado
Já passou... esses rapazes são apenas meus amigos, colegas eparentes
E aquele bonitão de óculos... É papai!!
É... Por isso meu bem, me dê todo o seu amor
Telma, eu não sou gay
E o que falam de mim são calúnias
Meu bem, eu parei
Oh.. Telma.eu parei...
sexta-feira, 28 de abril de 2017
DO CANCIONEIRO POLITICAMENTE INCORRETO
Homem com H
(Antônio Barros)
Nunca vi rastro de cobra
Nem couro de lobisomem
Se correr, o bicho pega
Se ficar, o bicho come
Porque eu sou é homem
Porque eu sou é homem
Menina, eu sou é homem
Menina, eu sou é homem
E como sou
Quando eu estava pra nascer
De vez em quando eu ouvia
Eu ouvia a mãe dizer
Ai, meu Deus, como eu queria
Que esse cabra fosse homem
Cabra macho pra danar
Ah! Mamãe, aqui estou eu
Mamãe, aqui estou eu
Sou homem com H
E como sou
Nunca vi rastro de cobra
Nem couro de lobisomem...
Eu sou homem com H
E com H eu sou muito homem
Se você quer duvidar
Olhe bem pelo meu nome
Já tó quase namorando
Namorando pra casar
Ah! Maria diz que eu sou
Maria diz que eu sou
Sou homem com H
E como sou
sexta-feira, 22 de julho de 2016
MÚSICA NA SEXTA
Ney "Matogrosso" de Souza Pereira nasceu em 1941, em Bela Vista, MS. Filho de militar, morou no Recife, em Salvador, no Rio de Janeiro e em Campo Grande. Aos 17 anos de idade, deixou a casa de sua família, decidido a ingressar na Aeronáutica. Trabalhou no laboratório de anatomia patológica do Hospital de Base de Brasília. Mais tarde, passou a fazer recreação com crianças. Integrou, nessa época, um quarteto vocal, com o qual participou de um festival universitário e chegou a atuar em um programa de televisão.
Em 1971, mudou-se para São Paulo e passou a integrar, com João Ricardo e Gerson Conrad, o Secos & Molhados. Adotando o nome artístico de Ney Matogrosso, ensaiou durante um ano com o grupo, com o qual estreou profissionalmente em 1973. O grupo realizou diversos shows e gravou dois LPs, com muito sucesso.
Em 1975, gravou seu primeiro LP como artista solo, "Ney Matogrosso", com destaque para a canção "América do Sul" (Paulo Machado). Em seguida, apresentou-se no Rio e em São Paulo, singularizando-se no cenário artístico por sua voz aguda e por sua performance no palco, apresentando-se maquiado e fantasiado. Trabalhou em Milão com Astor Piazzolla, com quem gravou um compacto duplo.
Apresentou-se com o violonista Raphael Rabello, com quem gravou, em 1990, o disco "À Flor da Pele", contendo "Modinha" (Tom Jobim e Vinicius de Moraes), "Retrato em Branco e Preto" (Chico Buarque e Tom Jobim), "Molambo" (Jayme Florence e Augusto Mesquita), "No Rancho Fundo" (Ary Barroso e Lamartine Babo) e "O mundo é um Moinho" (Cartola), entre outras.
Em 1971, mudou-se para São Paulo e passou a integrar, com João Ricardo e Gerson Conrad, o Secos & Molhados. Adotando o nome artístico de Ney Matogrosso, ensaiou durante um ano com o grupo, com o qual estreou profissionalmente em 1973. O grupo realizou diversos shows e gravou dois LPs, com muito sucesso.
Em 1975, gravou seu primeiro LP como artista solo, "Ney Matogrosso", com destaque para a canção "América do Sul" (Paulo Machado). Em seguida, apresentou-se no Rio e em São Paulo, singularizando-se no cenário artístico por sua voz aguda e por sua performance no palco, apresentando-se maquiado e fantasiado. Trabalhou em Milão com Astor Piazzolla, com quem gravou um compacto duplo.
Apresentou-se com o violonista Raphael Rabello, com quem gravou, em 1990, o disco "À Flor da Pele", contendo "Modinha" (Tom Jobim e Vinicius de Moraes), "Retrato em Branco e Preto" (Chico Buarque e Tom Jobim), "Molambo" (Jayme Florence e Augusto Mesquita), "No Rancho Fundo" (Ary Barroso e Lamartine Babo) e "O mundo é um Moinho" (Cartola), entre outras.
Retrato em Branco e Preto
Tom Jobim e Chico Buarque
Já conheço os passos dessa estrada
Sei que não vai dar em nada
Seus segredos sei de cor
Já conheço as pedras do caminho
E sei também que ali sozinho
Eu vou ficar, tanto pior
O que é que eu posso contra o encanto
Desse amor que eu nego tanto
Evito tanto
E que no entanto
Volta sempre a enfeitiçar
Com seus mesmos tristes velhos fatos
Que num álbum de retrato
Eu teimo em colecionar
Lá vou eu de novo como um tolo
Procurar o desconsolo
Que cansei de conhecer
Novos dias tristes, noites claras
Versos, cartas, minha cara
Ainda volto a lhe escrever
Pra dizer que isso é pecado
Eu trago o peito tão marcado
De lembranças do passado
E você sabe a razão
Vou colecionar mais um soneto
Outro retrato em branco e preto
A maltratar meu coração
Com Dicionário Cravo Albin
Nota da Redação: Tom Jobim dizia para Chico que ninguém falava "retrato em branco e preto", mas sim, "retrato em preto e branco". Chico Buarque teria, nesse caso, que arrumar outra rima. Contrariado, propôs jocosamente a Tom que a música ficasse assim: “vou colecionar mais um tamanco, outro retrato em preto e branco”.
domingo, 20 de março de 2016
DO FUNDO DO BAÚ
No curto período em que permaneceu na gravadora Continental, Raimundo Fagner gravou um compacto simples com Ney Matogrosso com duas músicas inéditas: Postal de Amor (Fagner/Fausto Nilo/Ricardo Bezerra) e Ponta do Lápis (Rodger Rogério/Clodo).
Produzido por Carlos Alberto Sion, o compacto saiu em novembro de 1975.
domingo, 12 de julho de 2015
CURTA NO TOA - DEPOIS DE TUDO
DEPOIS DE TUDO
Sinopse: Depois da despedida, a espera. Depois da espera, a volta. Depois de tudo, o que mais querem é estar juntos e um dia basta para esperarem pelo próximo.
Direção: Rafael Saar
Roteiro: Rafael Saar
Elenco: Nildo Parente, Ney Matogrosso
Direção de Produção: Érico Silva Muniz
Direção de Fotografia: Nicolas Contant
Direção de Arte: Luciano Fernandes
Figurino: Maria Fernanda Corrêa
Som direto: Eduardo Silva
Edição: Rafael Saar
Edição de som e mixagem: Eduardo Silva
segunda-feira, 17 de novembro de 2014
domingo, 16 de novembro de 2014
DO FUNDO DO BAÚ
No curto período em que permaneceu na gravadora Continental, Raimundo Fagner gravou um compacto simples com Ney Matogrosso com duas músicas inéditas: Postal de Amor (Fagner/Fausto Nilo/Ricardo Bezerra) e Ponta do Lápis (Rodger Rogério/Clodo).
Produzido por Carlos Alberto Sion, o compacto saiu em novembro de 1975.
Produzido por Carlos Alberto Sion, o compacto saiu em novembro de 1975.
quinta-feira, 4 de setembro de 2014
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