*17 de junho
Mostrando postagens com marcador Ivan Lins. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Ivan Lins. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 18 de junho de 2018
sexta-feira, 10 de novembro de 2017
MÚSICA NA SEXTA
Ivan Guimarães Lins nasceu em 1945, no Rio de Janeiro. Não vem de família de músicos. Autodidata, aos 18 anos começou a tocar bossa nova e jazz no piano. Graduou-se em Química pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Iniciou sua carreira artística em 1968, participando do Festival Universitário da TV Tupi, com a música "Até o Amanhecer", dele e Waldemar Correia. No ano seguinte, sua canção "Madalena", parceria com Ronaldo Monteiro de Souza, obteve grande repercussão na interpretação de Elis Regina.
Em 1986 lança um disco em que divide a autoria de todas as músicas com seu mais contumaz parceiro, Vitor Martins (com exceção da faixa Beijo Infinito, dos dois com o grande Heitor TP). É desse disco a música Atrás Poeira.
Atrás Poeira
(Ivan Lins e Vitor Martins)
Ele pegou um baio
|
Deixou Bemvinda
|
E como um raio
|
Que era linda
|
Sumiu no atalho
|
Pro Zé Calixto
|
Na algibeira
|
Que era mal-visto
|
Tinha um retrato
|
Por todo lado
|
E um baralho
|
Ladrão de gado
|
Na frente nada
|
Ganhou dinheiro
|
Atrás poeira
|
Virou posseiro
|
Atrás porteira
|
Montou garimpo
|
Atrás da Rita
|
E anda limpo
|
Que foi bonita
|
Perdeu o cheiro
|
Que anda bebendo
|
Quem tem os homens
|
Que anda correndo
|
Quando trabalham
|
Atrás do tempo
|
E na tocaia
|
e dos rapazes
|
É o que se fala
|
Que eram capazes
|
Que aquela bala
|
De ir a fundo
|
Era pra ele
|
E dar o mundo
|
Não pro parceiro
|
De dar o brilho
|
Pro violeiro
|
Que as mulheres
|
que andava a esmo
|
Tem quando casam
|
Que era mesmo
|
e lhes dão filhos
|
Bom companheiro
|
Tava perdido
|
E já que agora
|
Mas é sabido
|
Tá tudo fora
|
Que nessa horas
|
Tudo partido
|
Só os amigos
|
E sem sentido
|
São quem socorre
|
Não tem sentido
|
José de porre
|
Ter na algibeira
|
Tá com malfeito
|
O seu retrato
|
Antonio morre
|
e o seu baralho
|
Daquele jeito
|
É ele o baio
|
Tão novo ainda
|
E nada mais
|
sábado, 1 de julho de 2017
COVER DO SÁBADO
Madalena, composição de Ivan Lins e Ronaldo Monteiro de Souza, foi lançada por Ivan no disco Agora, de 1970. Entretanto, as mais executadas do álbum foram O Amor é o Meu País (vencedora do Festival Universitário) e Salve Salve.
Madalena se transformaria finalmente em um estrondoso sucesso ao ser gravada por Elis Regina no disco Ela, de 1971.
Madalena se transformaria finalmente em um estrondoso sucesso ao ser gravada por Elis Regina no disco Ela, de 1971.
sexta-feira, 19 de maio de 2017
MÚSICA NA SEXTA
Ivan Guimarães Lins nasceu em 1945, no Rio de Janeiro. Não vem de família de músicos. Autodidata, aos 18 anos de idade começou a tocar bossa nova e jazz no piano. Graduou-se em Química pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Iniciou sua carreira artística em 1968, participando do Festival Universitário da TV Tupi, com a música "Até o Amanhecer", dele e Waldemar Correia. No ano seguinte, sua canção "Madalena", parceria com Ronaldo Monteiro de Souza, obteve grande repercussão na interpretação de Elis Regina.
Em 1978 lançou o disco "Nos Dias de Hoje", cujo destaque atemporal é Cartomante.
Em 1978 lançou o disco "Nos Dias de Hoje", cujo destaque atemporal é Cartomante.
Cartomante
Ivan Lins / Vitor Martins
Nos dias de hoje é bom que se proteja
Ofereça a face pra quem quer que seja
Nos dias de hoje esteja tranqüilo
Haja o que houver pense nos seus filhos
Não ande nos bares, esqueça os amigos
Não pare nas praças, não corra perigo
Não fale do medo que temos da vida
Não ponha o dedo na nossa ferida
Nos dias de hoje não lhes dê motivo
Porque na verdade eu te quero vivo
Tenha paciência, Deus está contigo
Deus está conosco até o pescoço
Já está escrito, já está previsto
Por todas as videntes, pelas cartomantes
Tá tudo nas cartas, em todas as estrelas
No jogo dos búzios e nas profecias
Cai o rei de Espadas
Cai o rei de Ouros
Cai o rei de Paus
Cai, não fica nada.
quinta-feira, 18 de maio de 2017
ÁLBUM DA QUINTA
SOMOS TODOS IGUAIS NESTA NOITE - 1977 - IVAN LINS
2. Um Fado - Ivan Lins e Vitor Martins
3. Dinorah, Dinorah - Ivan Lins e Vitor Martins
4. Aparecida - Ivan Lins e Maurício Tapajós
5. Velho Sermão - Ivan Lins e Ronaldo Monteiro de Souza
6. Choro das Águas - Ivan Lins e Vitor Martins
Lado 2
1. Somos Todos Iguais Nesta Noite (É o Ciro de Novo) - Ivan Lins e Vitor Martins
2. Mãos de Afeto - Ivan Lins e Vitor Martins
3. Dona Palmeira - Ivan Lins e Vitor Martins
4. Ituverava - Ivan Lins e Vitor Martins
5. Qualquer Dia - Ivan Lins e Vitor Martins
Somos Todos Iguais Nesta Noite é o sexto disco de Ivan Lins, lançado em 1977 pela EMI Odeon. É o álbum que consolida sua parceria com o letrista Victor Martins e que representa uma virada em sua carreira, pois as vendas atingem níveis jamais alcançados em seus trabalhos anteriores.
O disco mostra uma variedade de ritmos, uma característica que vai nortear toda a sua obra a partira daí. Com exceção de "Aparecida", com Maurício Tapajós, e "Velho Sermão", com o velho parceiro Ronaldo Monteiro de Souza, todas as músicas são fruto da parceria Ivan Lins/Vitor Martins.
"Qualquer Dia" seria gravada posteriormente por Elis Regina, "Mãos de Afeto" já havia sido gravada por Nana Caymmi e "Dinorah, Dinorah" foi o cartão de apresentação do compositor carioca ao público americano ao ser gravada por George Benson. O espetáculo baseado no disco percorreu o Brasil com enorme sucesso.
Lado 1
1. Quadras de Roda - Ivan Lins e Vitor Martins2. Um Fado - Ivan Lins e Vitor Martins
3. Dinorah, Dinorah - Ivan Lins e Vitor Martins
4. Aparecida - Ivan Lins e Maurício Tapajós
5. Velho Sermão - Ivan Lins e Ronaldo Monteiro de Souza
6. Choro das Águas - Ivan Lins e Vitor Martins
Lado 2
1. Somos Todos Iguais Nesta Noite (É o Ciro de Novo) - Ivan Lins e Vitor Martins
2. Mãos de Afeto - Ivan Lins e Vitor Martins
3. Dona Palmeira - Ivan Lins e Vitor Martins
4. Ituverava - Ivan Lins e Vitor Martins
5. Qualquer Dia - Ivan Lins e Vitor Martins
Ivan Lins - voz, piano, violão e arranjos
Fred Barbosa - baixo e aaranjos
Gilson Peranzzetta - piano, teclados e arranjos
João Cortez - bateria, percussão e arranjos
Tavito - arranjos
Chico Moreira - guitarra portuguesa
Zé Menezes - bandolim
Jorginho da Flauta - flauta
Maurício Einhorn - harmônica
Robertinho Silva - percussão
Sivuca - acordeon
Everaldo Ferreira - percussão
Octávio Burnier Bonfá - viola de 12 cordas
Lucinha Lins, Márcio Lott, Márcio Proença, Regininha, Sônia Burnier, Zé Luiz Mazziotti - vocal
quinta-feira, 30 de março de 2017
ÁLBUM DA QUINTA
CHAMA ACESA - 1975 - IVAN LINS
Quinto álbum do cantor e compositor carioca Ivan Lins, Chama Acesa foi lançado em 1975 pela gravadora RCA, com produção de Raymundo Bittencourt e arranjos do compositor com a sua banda Modo Livre, que tinha entre seus integrantes o pianista e tecladista Gilson Peranzzetta, arranjador que acompanhou Ivan Lins durante muitos anos, o baixista Fred Barboda e o baterista João Cortez.
O álbum, que foi reeditado em 2001, amplia e confirma a parceria do músico com o compositor Vitor Martins, além de outras canções próprias e parcerias com o letrista Ronaldo Monteiro de Souza, seu parceiro de vários sucessos, como "Madalena", em melodias clássicas como "Não Há Porque" e "Palhaços e Reis". O álbum traz no repertório a canção Joana dos Barcos, música que serviu de inspiração para o espetáculo de balé realizado em Niterói, em 2015, como parte das comemorações dos 70 anos do artista, 45 de carreira e 40 de parceria com Vitor Martins.
Lado A
1. Sorriso da Mágoa – Ivan Lins - 4:42
2. Nesse Botequim – Ivan Lins - 2:41
3. Chama Acesa – Ivan Lins e Paulo César Pinheiro - 1:57
4. Lenda do Carmo – Ivan Lins e Vitor Martins - 5:38
5. Joana dos Barracos (Beira Mar) – Ivan Lins e Vitor Martins - 2:35
6. Ventos de Junho – Ivan Lins e Vitor Martins - 2:51
Lado B
1. Não Há Por Que – Ivan Lins e Ronaldo Monteiro - 4:12
2. Demônio de Guarda – Ivan Lins, Vitor Martins - 3:49
3. Poeira, Cinza e Fumaça – Ivan Lins e Paulo César Pinheiro - 3:19
4. Palhaços e Reis – Ivan Lins e Ronaldo Monteiro - 4:32
5. Corpos – Ivan Lins e Vitor Martins - 3:58
Violão, órgão, piano e voz – Ivan Lins
Arranjos – Ivan Lins e Modo Livre
Vocal – Modo Livre
Bateria, percussão e vocal – João Cortez
Baixo, percussão e vocal – Fred Barbosa
Piano elétrico, órgão e Synthesizer (Arp) – Gilson Peranzzetta
Flauta, sax alto, sax soprano e vocal – Ricardo Ribeiro
sexta-feira, 28 de outubro de 2016
ÁLBUM DA QUINTA
RENASCER - 1976 - NANA CAYMMI
Lado 1
01 - Mãos de afeto (Vitor Martins - Ivan Lins)
02 - Boca a boca (Milton Nascimento - Fernando Brant)
03 - Codajás (Danilo Caymmi - Ronaldo Bastos)
04 - Sacramento (Milton Nascimento - Nelson Ângelo)
05 - A dor a mais (Francis Hime - Vinicius de Moraes
06 - Sodade meu bem, sodade (Zé do Norte)
Lado 2
01 - Desenredo (Dori Caymmi - Paulo César Pinheiro)
02 - Dupla traição (Djavan)
03 - Branca dias (Cacaso - Edu Lobo)
04 - Pois é (Chico Buarque - Tom Jobim)
05 - Tati, a garota (Dori Caymmi - Paulo César Pinheiro)
06 - Aperta outro (Ana Terra - Danilo Caymmi)
João Donato - piano
Dori Caymmi - piano, violão, voz (2), arranjos
Danilo Caymmi - violão, flauta
Fernando Leporace - baixo
Gegê - bateria
Nelson Ângelo - violão
Novelli - baixo
Robertinho Silva - bateria
Rubinho Moreira - bateria, percussão
Luiz Alves - baixo acústico
Hélio Delmiro - guitarra
Milton Nascimento - voz, violão
Marcadores:
Álbum da quinta,
Danilo Caymmi,
Djavan,
Dori Caymmi,
Ivan Lins,
João Donato,
Milton Nascimento,
Nana Caymmi,
Nelson Ângelo,
Novelli
terça-feira, 30 de agosto de 2016
DO CANCIONEIRO POLITICAMENTE INCORRETO
Mulher Indigesta
Noel Rosa
Mas que mulher indigesta! (Indigesta!)
Merece um tijolo na testa
Essa mulher não namora
Também não deixa mais ninguém namorar
É um bom center-half pra marcar
Pois não deixa a linha chutar
E quando se manifesta
O que merece é entrar no açoite
Ela é mais indigesta do que prato
De salada de pepino à meia-noite
Essa mulher é ladina
Toma dinheiro, é até chantagista
Arrancou-me três dentes de platina
E foi logo vender no dentista
terça-feira, 23 de agosto de 2016
DAS MADRUGADAS
This popular set matches the brilliant harmonica player Toots Thielemans with such top Brazilian performers as Ivan Lins, Djavan, Oscar Castro-Neves, Dori Caymmi, Ricardo Silveira, João Bosco, Gilberto Gil, Milton Nascimento, Caetano Veloso, Luiz Bonfá, Edu Lobo and Eliane Elias, in addition to bassist Brian Bromberg, keyboardist Michael Lang, trumpeter Mark Isham and Dave Grusin. Thielemans is often in a supportive role behind the many soothing brazilian singers and performers. The atmospheric date surprisingly does not have any Antonio Carlos Jobim songs, instead emphasizing lesser-known tunes (other than Toots' greatest hit "Bluesette"). Easily recommended to fans of brazilian pop and jazz, this CD was soon followed by a second (and equally rewarding) set featuring many of the same performers.
Marcadores:
Caetano Veloso,
Das Madrugadas,
Djavan,
Edu Lobo,
Eliane Elias,
Gilberto Gil,
Ivan Lins,
Luiz Bonfá,
Milton Nascimento,
Oscar Castro-Neves,
Ricardo Silveira,
Tom Jobim,
Toots Thielemans
segunda-feira, 20 de junho de 2016
segunda-feira, 13 de junho de 2016
sexta-feira, 13 de novembro de 2015
MÚSICA NA SEXTA
Ivan Guimarães Lins nasceu em 1945, no Rio de Janeiro. Não vem de família de músicos. Autodidata, aos 18 anos de idade começou a tocar bossa nova e jazz no piano. Graduou-se em Química pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Iniciou sua carreira artística em 1968, participando do Festival Universitário da TV Tupi, com a música "Até o Amanhecer", dele e Waldemar Correia. No ano seguinte, sua canção "Madalena", parceria com Ronaldo Monteiro de Souza, obteve grande repercussão na interpretação de Elis Regina.
Em 1986 lança um disco em que divide a autoria de todas as músicas com seu mais contumaz parceiro, Vitor Martins (com exceção da faixa Beijo Infinito, dos dois com o grande Heitor TP). É desse disco a música Atrás Poeira.
Atrás Poeira
Ivan Lins
Ele pegou um baio
|
Deixou Bemvinda
|
E como um Raio
|
Que era linda
|
Sumiu no atalho
|
Pro Zé Calixto
|
Na algibeira
|
Que era mal-visto
|
Tinha um retrato
|
Por todo lado
|
E um Baralho
|
Ladrão de gado
|
Na frente nada
|
Ganhou dinheiro
|
Atrás poeira
|
Virou posseiro
|
Atrás porteira
|
Montou garimpo
|
Atrás da Rita
|
E anda limpo
|
Que foi bonita
|
Perdeu o cheiro
|
Que anda bebendo
|
Quem tem os homens
|
Que anda correndo
|
Quando trabalham
|
Atrás do tempo
|
E na Tocaia
|
e dos rapazes
|
É o que se fala
|
Que eram capazes
|
Que aquela bala
|
De ir a fundo
|
Era pra ele
|
E dar o mundo
|
Não pro parceiro
|
De dar o brilho
|
Pro violeiro
|
Que as mulheres
|
que andava a esmo
|
Tem Quando casam
|
Que era mesmo
|
e lhes dão filhos
|
Bom companheiro
|
Tava perdido
|
E já que agora
|
Mas é sabido
|
Tá tudo fora
|
Que nessa horas
|
Tudo partido
|
Só os amigos
|
E sem sentido
|
São quem socorre
|
Não tem sentido
|
José de porre
|
Ter na algibeira
|
Tá com malfeito
|
O seu retrato
|
Antonio morre
|
e o seu baralho
|
Daquele jeito
|
É ele o baio
|
Tão novo ainda
|
E nada mais.
|
Assinar:
Postagens (Atom)







