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quinta-feira, 22 de novembro de 2018
segunda-feira, 20 de agosto de 2018
quarta-feira, 16 de novembro de 2016
quinta-feira, 13 de outubro de 2016
segunda-feira, 23 de novembro de 2015
DE MPB
Trecho de uma entrevista concedida por Luís Carlos Miele antes de morrer.
O que acha da nova geração de músicos?
Eu acho que isso é uma coisa parecida com música, mas não é música. É um investimento cultural mais simples, digamos assim. Eu acho que isso veio com esse processo atual, pelo qual o mundo está passando, da internet, dessa banalização cultural do erudito. Eu acho que não se pode reduzir o sucesso a três palavras – 'oi, oi, oi' – ou a uma frase – 'ai, se eu te pego'. Então eu não sei se isso é uma fase só. Eu não posso dizer que não gosto desse tipo de música. Eu só não me emociono.
O que acha da nova geração de músicos?
Eu acho que isso é uma coisa parecida com música, mas não é música. É um investimento cultural mais simples, digamos assim. Eu acho que isso veio com esse processo atual, pelo qual o mundo está passando, da internet, dessa banalização cultural do erudito. Eu acho que não se pode reduzir o sucesso a três palavras – 'oi, oi, oi' – ou a uma frase – 'ai, se eu te pego'. Então eu não sei se isso é uma fase só. Eu não posso dizer que não gosto desse tipo de música. Eu só não me emociono.
segunda-feira, 27 de julho de 2015
quarta-feira, 22 de julho de 2015
DE MÚSICA
A ex-mulher de Paul McCartney, em entrevista a um tabloide britânico, declarou que o ex-Beatle não sabe ler partituras.
Um amigo meu disse que isso não quer dizer absolutamente nada, pois vários músicos populares famosos não sabem ou não sabiam ler partituras. E saiu a citar Pepeu Gomes, Paco de Lucia e muitos outros.
A certa altura eu o interrompi com um argumento definitivo:
- Eu sei ler partituras.
Um amigo meu disse que isso não quer dizer absolutamente nada, pois vários músicos populares famosos não sabem ou não sabiam ler partituras. E saiu a citar Pepeu Gomes, Paco de Lucia e muitos outros.
A certa altura eu o interrompi com um argumento definitivo:
- Eu sei ler partituras.
O MUNDO MONGO
No iG tem uma matéria com o título "17 letras do axé que não fazem muito sentido"
A pessoa que escreveu o texto cita, entre tantas baboseiras, coisas como "Cara caramba, cara caraô" e "Ela é um aereoró peaplan neonó".
Até aí, tudo bem. Só que lá pelas tantas, a criatura diz que "Netinho fez uma versão masculina de "Baba Baby" da Kelly Key" e ilustra com o trecho "Lembro a menina feia / Tão acanhada de pé no chão / Hoje maliciosa / Guarda um segredo em seu coração".
Pô, aí é brabo! Mas, fazer o quê? Tem gente que acha que o mundo começou nos anos 80...
A pessoa que escreveu o texto cita, entre tantas baboseiras, coisas como "Cara caramba, cara caraô" e "Ela é um aereoró peaplan neonó".
Até aí, tudo bem. Só que lá pelas tantas, a criatura diz que "Netinho fez uma versão masculina de "Baba Baby" da Kelly Key" e ilustra com o trecho "Lembro a menina feia / Tão acanhada de pé no chão / Hoje maliciosa / Guarda um segredo em seu coração".
Pô, aí é brabo! Mas, fazer o quê? Tem gente que acha que o mundo começou nos anos 80...
quarta-feira, 15 de julho de 2015
quarta-feira, 8 de julho de 2015
ASSALTARAM A GRAMÁTICA
Outro dia vi um programa com uma dessas novas estrelas "cabeça" da música brasileira e a criatura me saiu com "Pode ser que essa tempestade é só um sinal..."
Por favor, por favor... E depois eu é que sou implicante.
terça-feira, 30 de junho de 2015
DE MÚSICA
Há pouco tempo assisti uma entrevista de Edu Lobo, na qual, entre outras coisas, ele dizia que até hoje sente frio na barriga antes de entrar no palco para se apresentar.
Ontem, assisti uma rápida entrevista do narrador/apresentador e dublê de cantor Pedro Ernesto antes de seu show que será transformado em DVD. Ao ser indagado sobre o nervosismo antes de entrar em cena, ele foi categórico na resposta:
- Não tem nada de frio na barriga, não. Afinal, já estou neste negócio há mais de quarenta anos.
Então tá...
Ontem, assisti uma rápida entrevista do narrador/apresentador e dublê de cantor Pedro Ernesto antes de seu show que será transformado em DVD. Ao ser indagado sobre o nervosismo antes de entrar em cena, ele foi categórico na resposta:
- Não tem nada de frio na barriga, não. Afinal, já estou neste negócio há mais de quarenta anos.
Então tá...
quinta-feira, 28 de maio de 2015
quinta-feira, 21 de maio de 2015
THE SHOW MUST GO ON
Leio no Estadão que João Marcello Bôscoli e Miele estão à frente de um show em homenagem a Elis Regina que será apresentado no próximo fim de semana no Anhembi (Auditório Celso Furtado).
Gilberto Gil, Fagner, Renato Teixeira, João Bosco e Jair Oliveira (representando Jair Rodrigues) subirão ao palco para interpretar algumas de suas composições que ficaram famosas na voz da "Pimentinha" (gostaria de ver uma única matéria sobre Elis um dia sem essa besteira).
Até aí, tudo bem. O que me chamou a atenção, entretanto, foi o seguinte trecho:
"Dos nomes que farão falta, o de Milton Nascimento é o maior deles. Sua ausência se dá sobretudo por estar o cantor em um momento de recuperação física e por incompatibilidade de cachê, segundo João Marcello. Maria Rita, diz João, já havia feito sua homenagem à mãe em uma turnê pelo País. Ela agradeceu o convite e informou que preferia não participar. O cantor Pedro Mariano alegou estar envolvido com outro projeto e não ter agenda."
Peraí... Se o cachê fosse compatível, a recuperação física ainda seria um problema? E os filhos, hein, hein? Só eu achei estranho isso?
Aí, a notícia carece de exatidão...
Gilberto Gil, Fagner, Renato Teixeira, João Bosco e Jair Oliveira (representando Jair Rodrigues) subirão ao palco para interpretar algumas de suas composições que ficaram famosas na voz da "Pimentinha" (gostaria de ver uma única matéria sobre Elis um dia sem essa besteira).
Até aí, tudo bem. O que me chamou a atenção, entretanto, foi o seguinte trecho:
"Dos nomes que farão falta, o de Milton Nascimento é o maior deles. Sua ausência se dá sobretudo por estar o cantor em um momento de recuperação física e por incompatibilidade de cachê, segundo João Marcello. Maria Rita, diz João, já havia feito sua homenagem à mãe em uma turnê pelo País. Ela agradeceu o convite e informou que preferia não participar. O cantor Pedro Mariano alegou estar envolvido com outro projeto e não ter agenda."
Peraí... Se o cachê fosse compatível, a recuperação física ainda seria um problema? E os filhos, hein, hein? Só eu achei estranho isso?
Aí, a notícia carece de exatidão...
quinta-feira, 12 de março de 2015
DE MÚSICA
Faz uns 7 ou 8 anos fui a um show do Nei Lisboa no teatro
do CIEE. Lá pelas tantas, ele para o espetáculo e diz para a plateia pedir algumas músicas. A turma pediu as carimbadas, claro. Ele coloca os óculos na
testa, coça a cabeça e faz uma expressão de desdém de deixar o Vitor Ramil com
inveja. E comenta com ar blasé: “Vocês ainda querem ouvir essa, eu acho que nem
lembro mais”.
Ouvi outras tantas declarações desse jaez nesse tempo. De
músicos de todos os calibres. Mas corta para 2015, especificamente ontem
(11/03/2015), em um programa da FM Cultura em que eram entrevistados Wander
Wildner e mais o grupo “Os tresplantados” (a saber, Bebeto Alves, King Jim e
Jimi Joe). A nata.
Estavam vendendo seus shows e seus discos. Lá pelas tantas
da conversa – confesso que perdi o motor da indignação –, Wander lamenta ter
que tocar “Bebendo Vinho” e todas suas apresentações (eu, se fosse em algum
show dele também lamentaria, mas descobri que o motivo dele é diferente do
meu). Disse que essa música é de seu primeiro disco e quer tocar as novas.
Justo.
Jimi Joe aproveita o gancho metafórico e diz que as pessoas
tem que querer ouvir as coisas novas que eles produzem (com um coro desconexo e
a favor de King Jim). Que onde é que já se viu as pessoas quererem ouvir Like a
Rolling Stone, do Bob Dylan, que o certo é querer ouvir o bardo cantando Frank
Sinatra, seu último disco. Justo.
Aí eu me pergunto “Por que essa turma grava discos?” E eu,
educadamente, me respondo: “pra ganhar dinheiro”. Mas aí eu, impertinentemente,
replico a mim mesmo: “Por que alguém vai comprar um disco que em seguida vai ser
obsoleto na visão do próprio pai da criança?” E me deixei falando sozinho. Fui pegar meus discos todos e jogar no lixo pra agradar Joe.
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015
DE MÚSICA
Às terças, o TOA sempre posta um brega chique. O título da coluna é este, justamente, por não sabermos qual é o limite entre uma coisa e outra.
Por uma feliz coincidência, Bebeto Mohr, amigo, grande músico e colaborador, mandou e-mail sobre a postagem da última terça-feira, o compacto do Tony Fraga.
Após a gravação desse disco aí, em 1967, vieram as intermináveis turnês por Rio Grande, Santa Catarina e Paraná, isso em 68. E sabes quem era o baterista do grupo? He, he...
O irmão do Tony, Ademir (Milo, como o chamávamos) ficou fazendo parte do nosso grupo (Seikrons, não me pergunte o que significa) que foi o embrião do Boogaloo.
Como dizes, "eu envelheço, eu envelheço..."
Por uma feliz coincidência, Bebeto Mohr, amigo, grande músico e colaborador, mandou e-mail sobre a postagem da última terça-feira, o compacto do Tony Fraga.
Após a gravação desse disco aí, em 1967, vieram as intermináveis turnês por Rio Grande, Santa Catarina e Paraná, isso em 68. E sabes quem era o baterista do grupo? He, he...
O irmão do Tony, Ademir (Milo, como o chamávamos) ficou fazendo parte do nosso grupo (Seikrons, não me pergunte o que significa) que foi o embrião do Boogaloo.
Como dizes, "eu envelheço, eu envelheço..."
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