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quinta-feira, 30 de abril de 2020
sexta-feira, 16 de agosto de 2019
terça-feira, 30 de abril de 2019
segunda-feira, 12 de novembro de 2018
TRILHA SONORA
Modinha para Gabriela (Dorival Caymmi) - Gal Costa
Gabriela - Walter Avancini/Gonzaga Blota - 1975
quinta-feira, 23 de agosto de 2018
DO CANCIONEIRO POLITICAMENTE INCORRETO
Marina
(Dorival Caymmi)
Marina morena Marina você se pintou
Marina você faça tudo
Mas faça o favor
Não pinte este rosto que eu gosto
Que eu gosto e que é só meu
Marina você já é bonita
Com o que Deus lhe deu
Me aborreci, me zanguei
Já não posso falar
E quando eu me zango, Marina
Não sei perdoar
Eu já desculpei tanta coisa
Você não arrajava outro igual
Desculpe Marina, morena
Mas eu tô de mal, de mal com você
De mal com você
quinta-feira, 16 de agosto de 2018
segunda-feira, 30 de abril de 2018
quinta-feira, 4 de janeiro de 2018
domingo, 17 de dezembro de 2017
COVER
Só Louco é uma composição de Dorival Caymmi gravada pela primeira vez pelo próprio autor em 1956.
A canção teve diversas regravações ao longo dos anos, mas aque se tornou a mais famosa foi a de Gal Costa, lançada no LP Gal Canta Caymmi, de 1976. A versão de Gal fez parte da trilha sonora da novela O Casarão.
sexta-feira, 15 de dezembro de 2017
DO CANCIONEIRO POLITICAMENTE INCORRETO
Vatapá
(Dorival Caymmi)
Quem quiser vatapá, ô
Que procure fazer
Primeiro o fubá
Depois o dendê
Procure uma nêga baiana, ô
Que saiba mexer
Que saiba mexer
Que saiba mexer
Procure uma nêga baiana, ô
Que saiba mexer
Que saiba mexer
Que saiba mexer
Bota castanha de caju
Um bocadinho mais
Pimenta malagueta
Um bocadinho mais
Bota castanha de caju
Um bocadinho mais
Pimenta malagueta
Um bocadinho mais
Amendoim, camarão, rala um coco
Na hora de machucar
Sal com gengibre e cebola, iaiá
Na hora de temperar
Não para de mexer, ô
Que é pra não embolar
Panela no fogo
Não deixa queimar
Com qualquer dez mil réis e uma nêga ô
Se faz um vatapá
Se faz um vatapá
Que bom vatapá
Bota castanha de caju
Um bocadinho mais...
segunda-feira, 17 de abril de 2017
DO CANCIONEIRO POLITICAMENTE INCORRETO
O que é que eu dou?
(Dorival Caymmi e Antônio Almeida)
O que é que eu dou?
O que é que eu dou a essa mulher?
Se eu dou carinho, diz que não
Se eu dou dinheiro, ela não quer
Eu já fiz tudo
Fiz tudo pra lhe agradar
Ela está sempre zangada
Sempre de cara amarrada
Será que ela quer pancada?
É só o que lhe falta dar!
Ela quer apanhar!
domingo, 10 de julho de 2016
sexta-feira, 29 de abril de 2016
MÚSICA NA SEXTA
Dorival Caymmi nasceu em 1914, em Salvador. Em 1935, começou a participar de alguns programas na Rádio Clube da Bahia. No mesmo ano, o radialista Gilberto Martins, que tinha ido a Salvador com o cantor Leo Vilar, iniciou nova fase no rádio baiano que até então só irradiava discos. Gilberto assumiu a direção da Rádio Clube, lançando o compositor com o programa "Caymmi e suas canções praieiras". No ano seguinte, venceu o concurso de músicas para o carnaval baiano, com o samba "A Bahia também dá". Em 1938, estreou na Rádio Tupi, interpretando de sua autoria, o samba "O que é que a baiana tem?", cuja composição foi iniciada ainda em Salvador e concluída já no Rio de Janeiro. Nessa mesma época, teve o samba incluído na trilha sonora do filme "Banana da terra", de Wallace Downey, interpretado por Carmem Miranda, que recebeu instruções suas para dançar a música.
Foi apresentado por Almirante ao diretor Wallace Downey, seguindo indicação dos amigos Alberto Ribeiro e Assis Valente. Rodadas as cenas iniciais, preparavam-se para filmar duas importantes sequências em que Carmem Miranda cantaria "Boneca de piche" e "Na baixa do sapateiro", ambas as composições de Ary Barroso. Por desentendimentos financeiros entre Ary e a produção do filme, seu samba "O que é que a baiana tem?" foi utilizado em substituição às canções de Ary Barroso, por sugestão do compositor Alberto Ribeiro. Ainda em 1938, foi convidado por Newton Teixeira para gravar na Odeon.
Somente em 1954 lançou pela Odeon seu primeiro LP, intitulado "Canções praieiras", no qual regravou sucessos como "O mar", "É doce morrer no mar" e "A jangada voltou só", além da inédita "O bem do mar". É desse disco também a bela “A Lenda do Abaeté”.
A Lenda do Abaeté
Dorival Caymmi
No Abaeté tem uma lagoa escura
No Abaeté tem uma lagoa escura
Arrodeada de areia branca
Ô de areia branca
Ô de areia branca
De manhã cedo
Se uma lavadeira
Vai lavar roupa no Abaeté
Vai se benzendo
Porque diz que ouve
Ouve a zoada
Do batucajé
O pescador
Deixa que seu filhinho
Tome jangada
Faça o que quisé
Mas dá pancada se o seu filhinho brinca
Perto da Lagoa do Abaeté
Do Abaeté
A noite tá que é um dia
Diz alguém olhando a lua
Pela praia as criancinhas
Brincam à luz do luar
O luar prateia tudo
Coqueiral, areia e mar
A gente imagina quanta a lagoa linda é
A lua se enamorando
Nas águas do Abaeté
Credo, Cruz
Te desconjuro
Quem falou de Abaeté
No Abaeté tem uma lagoa escura
Com Dicionário Cravo Albin
sexta-feira, 23 de janeiro de 2015
MÚSICA NA SEXTA
Dorival Caymmi nasceu em 1914, em Salvador, BA.
Em 1935, começou a participar de alguns programas na Rádio
Clube da Bahia. No mesmo ano, o radialista Gilberto Martins, que tinha ido a
Salvador com o cantor Leo Vilar, iniciou nova fase no rádio baiano que até
então só irradiava discos. Gilberto assumiu a direção da Rádio Clube, lançando
o compositor com o programa "Caymmi e suas canções praieiras". No ano
seguinte, venceu o concurso de músicas para o carnaval baiano, com o samba
"A Bahia também dá". Em 1938, estreou na Rádio Tupi, interpretando de
sua autoria, o samba "O que é que a baiana tem?", cuja composição foi
iniciada ainda em Salvador e concluída já no Rio de Janeiro. Nessa mesma época,
teve o samba incluído na trilha sonora
do filme "Banana da terra", de Wallace Downey, interpretado por
Carmem Miranda, que recebeu instruções suas para dançar a música.
Foi apresentado por Almirante ao diretor Wallace Downey,
seguindo indicação dos amigos Alberto Ribeiro e Assis Valente. Rodadas as cenas
iniciais, preparavam-se para filmar duas importantes sequências em que Carmem
Miranda cantaria "Boneca de piche" e "Na baixa do
sapateiro", ambas as composições de Ary Barroso. Por desentendimentos financeiros
entre Ary e a produção do filme, seu samba "O que é que a baiana
tem?" foi utilizado em substituição às canções de Ary Barroso, por
sugestão do compositor Alberto Ribeiro. Ainda em 1938, foi convidado por Newton
Teixeira para gravar na Odeon.
Somente em 1954 lançou pela Odeon seu primeiro LP,
intitulado "Canções praieiras", no qual regravou sucessos como
"O mar", "É doce morrer no mar" e "A jangada voltou
só", além da inédita "O bem do mar". É desse disco também a bela
“A Lenda do Abaeté”.
A Lenda do Abaeté
Dorival Caymmi
No Abaeté tem uma lagoa escura
Arrodeada de areia branca
Ô de areia branca
Ô de areia branca
De manhã cedo
Se uma lavadeira
Vai lavar roupa no Abaeté
Vai se benzendo
Porque diz que ouve
Ouve a zoada
Do batucajé
O pescador
Deixa que seu filhinho
Tome jangada
Faça o que quisé
Mas dá pancada se o seu filhinho brinca
Perto da Lagoa do Abaeté
Do Abaeté
A noite tá que é um dia
Diz alguém olhando a lua
Pela praia as criancinhas
Brincam à luz do luar
O luar prateia tudo
Coqueiral, areia e mar
A gente imagina quanta a lagoa linda é
A lua se enamorando
Nas águas do Abaeté
Credo, Cruz
Te desconjuro
Quem falou de Abaeté
No Abaeté tem uma lagoa escura
Com Dicionário Cravo Albin
quinta-feira, 3 de julho de 2014
ÁLBUM DA QUINTA
CAYMMI VISITA TOM - 1964 - DORIVAL CAYMMI E TOM JOBIM
Foi de Aluísio de Oliveira a ideia de reunir Tom Jobim, recém chegado dos Estados Unidos, e a família de Dorival Caymmi. No disco, o baiano mostra uma forte compreensão sobre as melodias, como de costume, e Jobim canta melhor do que em seus álbuns posteriores. Este álbum é histórico.
Os filhos de Caymmi - Nana, Dori e Danilo (então com 15 anos) - participam do disco, que conta ainda com a voz de Stella Maris, a mãe, na faixa "Canção da Noiva" (da Suíte dos Pescadores), por pura insistência de Aluísio de Oliveira. Também há a presença de músicos consagrados, como Sérgio Barroso, Dom Um Romão e Edison Machado.
Lado 1
1. Das rosas - Dorival Caymmi
2. Só tinha de ser com você - Tom Jobim e Aluísio de Oliveira
3. Inútil paisagem - Tom Jobim e Aluísio de Oliveita
4. Vai de vez - Lula Freire e Roberto Menescal
5. Canção da noiva - Dorival Caymmi
Lado 2
1. Saudade da Bahia - Dorival Caymmi
2. Tristeza de nós dois - Bebeto, Durval Ferreira e Maurício Einhorn
3. Berimbau - Baden Powell e Vinícius de Moraes
4. Sem você - Tom Jobim e Vinícius de Moraes
Dorival Caymmi - voz
Tom Jobim - piano, violão
Nana Caymmi - voz
Dori Caymmi - violão
Danilo Caymmi - flauta
Stella Caymmi - voz em "Canção da noiva"
Sérgio Barroso - contrabaixo
Dom Um Romão - bateria
Edison Machado - bateria
Aluísio de Oliveira - produção
quarta-feira, 24 de abril de 2013
FAMÍLIA CAYMMI
Alice Caymmi, neta de Dorival, faz “vaquinha” virtual para lançar videoclipes (Época)
Por meio de um crowdfunding – método coletivo de financiamento de um projeto – Alice pretende conseguir R$6 mil para fazer os videoclipes das canções “Sargaço mar” e “Água marinha”.
Segundo texto escrito pela cantora na apresentação da proposta, seu objetivo é complementar a identidade visual do disco. Alice também vê nesse método uma maneira de se aproximar com seus fãs. “A possibilidade de pedir ajuda aos fãs e amigos é uma boa desculpa para aproximar o artista do público”, escreveu a neta de Dorival e filha do também músico e compositor Danilo Caymmi.
Como é comum nesse tipo de iniciativa, o dono do projeto oferece “recompensas” para quem colaborar. Alice oferece, dependendo do valor doado – e o mínimo é de R$30 – desde CDs, cartazes e camisetas autografadas até ingressos para a festa de lançamento dos vídeos. Quem doar R$ 3mil ou mais ganha um show da cantora.
Sites que utilizam o crowdfunding ajudaram companhias e indivíduos a levantarem 2,7 bilhões de dólares em 2012, um aumento de 81% em relação ao ano anterior, segundo dados divulgados recentemente.
Alice tem mais quinze dias para chegar ao seu objetivo. O link do projeto da cantora éhttp://catarse.me/pt/alicecaymmi
(Danilo Casaletti)
terça-feira, 26 de março de 2013
DAS MADRUGADAS
Fugindo do padrão TOA de
musicais, segue somente o vídeo (e o áudio, naturalmente), sem letra, sem
trololó. Puro diletantismo. Com direito a leite de rosas sobre o piano também.
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