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sexta-feira, 4 de março de 2016
sexta-feira, 25 de setembro de 2015
COMENTÁRIO II
Comentário de um amigo sobre a Música na Sexta da semana passada:
"É a descrição mais poética de uma trepada no meio do mato que eu já ouvi."
COMENTÁRIO
Amanhã, periga saborear uma a la minuta no Amelinha. Lugar SU-PER simpático. E harmonizar com coca-cola produzida na Assis Brasil. Gente, a coca pode vir com gelo (GE-LO gente! E em cubinhos! Imaginem!) Os donos servem a saladinha (alface e tomate, muito simpáticos) sempre sorrindo. Vem com feijão (A-DO-RO #soudesses).
terça-feira, 28 de abril de 2015
COMENTÁRIO
Alabama me deu generosa carona sábado à noite. No rádio de
seu carro, naturalmente, só toca rock. Lá pelas tantas, Roy "King of Hearts" Orbison termina de
cantar Only the Lonely e ele comenta:
sexta-feira, 13 de março de 2015
quinta-feira, 22 de janeiro de 2015
COMENTÁRIO
Por Carlos Alberto (Bebeto) Mohr
Muito estranho! Lendo os comentários na ZH hoje pela manhã, descobri que o maravilhoso, espetacular e sonoramente impecável show que assisti ontem foi uma porcaria. Vai entender...
Deixa eu falar do aspecto técnico. Frente do palco, pista Premium, aproximadamente 50 metros de distância.
Abertura: Comunidade Ninjitsu. Som alto, frequências graves (bumbo, surdos da bateria sobrando absurdamente). A velha mania tupiniquim de colocar o bumbo exageradamente alto e com o máximo volume. Ausência da caixa da bateria, que é a peça mais importante na marcação do ritmo. Guitarras presentes, diretamente do palco, um "puta" som, mas ao passar pelo PA, tornavam-se agudas a ponto de doer no ouvido. Frequências "espúrias" sujando o som. Algo como uma foto sem nitidez, borrada. Deixo bem claro que sou fã da Comunidade e digo que eles mereciam um som melhor equalizado.
Segunda banda: Kaiser Chiefs. Som melhor, frequências graves dentro do aceitável, começando a parar de azucrinar. Mais nitidez, melhor separação entre os instrumentos, já se ouvia a caixa da bateria, bem equilibrada. Baixo presente, equilibrado. Volume menor que a primeira banda. Claro, pois um som mais limpo não dá a impressão de "zoeira".
Foo Fighters. Não entendo como dizem por aí que estava ruim. Som completamente limpo (deve ser por isso que a "boiada" disse que estava baixo). Concordo que a voz do Taylor Hawkins (baterista) deveria estar mais alta. Transparência total entre os instrumentos, ou seja, nenhuma frequência se misturava com a outra, limpeza, nitidez impressionante.
E olha que não é fácil mixar um grupo que tem TRÊS guitarras "furiosas", pois conforme a região em que são tocadas, muda tudo, ou seja, as guitarras entram no espectro sonoro do baixo, do bumbo e até dos pratos da bateria.
Haja conhecimento e equipamento para controlar isso tudo. Os técnicos de som, que sempre são esquecidos, no caso da FIERGS, local pouco adequado para esse tipo de espetáculo, fizeram milagres. Estão, junto com Dave Grohl e sua banda, de parabéns!
Muito estranho! Lendo os comentários na ZH hoje pela manhã, descobri que o maravilhoso, espetacular e sonoramente impecável show que assisti ontem foi uma porcaria. Vai entender...
Deixa eu falar do aspecto técnico. Frente do palco, pista Premium, aproximadamente 50 metros de distância.
Abertura: Comunidade Ninjitsu. Som alto, frequências graves (bumbo, surdos da bateria sobrando absurdamente). A velha mania tupiniquim de colocar o bumbo exageradamente alto e com o máximo volume. Ausência da caixa da bateria, que é a peça mais importante na marcação do ritmo. Guitarras presentes, diretamente do palco, um "puta" som, mas ao passar pelo PA, tornavam-se agudas a ponto de doer no ouvido. Frequências "espúrias" sujando o som. Algo como uma foto sem nitidez, borrada. Deixo bem claro que sou fã da Comunidade e digo que eles mereciam um som melhor equalizado.
Segunda banda: Kaiser Chiefs. Som melhor, frequências graves dentro do aceitável, começando a parar de azucrinar. Mais nitidez, melhor separação entre os instrumentos, já se ouvia a caixa da bateria, bem equilibrada. Baixo presente, equilibrado. Volume menor que a primeira banda. Claro, pois um som mais limpo não dá a impressão de "zoeira".
E olha que não é fácil mixar um grupo que tem TRÊS guitarras "furiosas", pois conforme a região em que são tocadas, muda tudo, ou seja, as guitarras entram no espectro sonoro do baixo, do bumbo e até dos pratos da bateria.
Haja conhecimento e equipamento para controlar isso tudo. Os técnicos de som, que sempre são esquecidos, no caso da FIERGS, local pouco adequado para esse tipo de espetáculo, fizeram milagres. Estão, junto com Dave Grohl e sua banda, de parabéns!
terça-feira, 11 de novembro de 2014
COMENTÁRIO
Comentário (anônimo) muito pertinente sobre a novela O Primeiro Amor (Do Fundo do Baú):
"Curiosidade: o protagonista Sérgio Cardoso, galã na época, morreu durante as gravações. Foi substituído, no mesmo papel, por Leonardo Villar."
"Curiosidade: o protagonista Sérgio Cardoso, galã na época, morreu durante as gravações. Foi substituído, no mesmo papel, por Leonardo Villar."
quinta-feira, 16 de outubro de 2014
COMENTÁRIO
Giaconda Faccin escreve:
Ouvi uma notícia no rádio, e na hora me lembrei de vocês. Na Band News FM Curitiba, ontem, o repórter, ao noticiar a rebelião da Penitenciária de Guarapuava, me larga essa pérola: "O caso está ficando sério. Depois do final de semana, há pessoas envolvidas. Antes, eram só os presos...."
Nem consegui ouvir o final da frase.
quarta-feira, 1 de outubro de 2014
COMENTÁRIO
Sobre o post ELEIÇÕES, escreve lucianoldmrh:
Por partes, como diria qualquer canibalista. As perguntas que necessitam de respostas, retiradas do texto, são estas:
Mas qual o real valor de um respaldo desse quilate? Eu fiquei sabendo do acontecido todo por ele ter virado galhofa no tuíter. Alguém realmente leva a sério o que o aflito Mark pensa? E será que ele acha que seu apoio a alguém vai ajudar a decidir uma eleição?
Bem, a despeito da minha limitada capacidade de discernir entre o bem e o mal e de pasmar ao saber que coxinhas não são apenas salgadinhos, vou tentar respondê-las.
Um respaldo desse quilate me parece o mesmo que o do Chico para a Dilma, ou seja, nada. O Mark não me representa, assim como o Chico ou o Caetano ou quem quer que seja. Não é porque o Zozé vai apoiar esse ou aquele que mudarei meu voto. Mas ao que parece, vender peixe com olhos verdes o faz ficar mais gotoso (assim mesmo: GOTOSO).
Quanto a levar a sério o que ele pensa, eu não, mas parece que a militada leva... e imagino como isto se dê, tipo assim: "Viu só? Viu só? O sujeito que fez o filme do Hulk não vai mais apoiar a Marina, ah ah ah ah ah, coitada, dá-lhe Dilmaaaaaa!!!!!!" (minha mente podre é mais capaz do que isto, mas devido a hora, sacumé).
Respondendo a última pergunta, que nos remete à primeira, não, não vai ajudar, assim como o Chico e seus olhos verdes. Talvez porque a moça da janela seja feia.
Por partes, como diria qualquer canibalista. As perguntas que necessitam de respostas, retiradas do texto, são estas:
Mas qual o real valor de um respaldo desse quilate? Eu fiquei sabendo do acontecido todo por ele ter virado galhofa no tuíter. Alguém realmente leva a sério o que o aflito Mark pensa? E será que ele acha que seu apoio a alguém vai ajudar a decidir uma eleição?
Bem, a despeito da minha limitada capacidade de discernir entre o bem e o mal e de pasmar ao saber que coxinhas não são apenas salgadinhos, vou tentar respondê-las.
Um respaldo desse quilate me parece o mesmo que o do Chico para a Dilma, ou seja, nada. O Mark não me representa, assim como o Chico ou o Caetano ou quem quer que seja. Não é porque o Zozé vai apoiar esse ou aquele que mudarei meu voto. Mas ao que parece, vender peixe com olhos verdes o faz ficar mais gotoso (assim mesmo: GOTOSO).
Quanto a levar a sério o que ele pensa, eu não, mas parece que a militada leva... e imagino como isto se dê, tipo assim: "Viu só? Viu só? O sujeito que fez o filme do Hulk não vai mais apoiar a Marina, ah ah ah ah ah, coitada, dá-lhe Dilmaaaaaa!!!!!!" (minha mente podre é mais capaz do que isto, mas devido a hora, sacumé).
Respondendo a última pergunta, que nos remete à primeira, não, não vai ajudar, assim como o Chico e seus olhos verdes. Talvez porque a moça da janela seja feia.
segunda-feira, 24 de março de 2014
COMENTÁRIO DO COMENTÁRIO
Leitor (ou leitora) escreve para o TOA sobre texto escrito
aqui por Luiggi. No caso, eu: “Discordo. Acho que o Wianey deve se aposentar,
pois a cabeça já não está ajudando, o bom senso acabou.”
Fico feliz pelo leitor (ou leitora) ter entendido o texto.
Achei que viriam mensagens como as que ofenderam o citado Wianey. Que bom. Leitores
do TOA só nos dão orgulho.
O comentário afirma que o bom senso do comunicador acabou.
Pode ser. Há muito tempo que não confio em duas coisas: faixa de pedestres e o
bom senso das pessoas. O Wianey pode não ter, mas não é só ele. Se olhar pro
dia de ontem não confio nem no meu bom senso.
É só a gente ler o jornal, uma página de notícias da
internet, ouvir o rádio ou restar a atenção no mundo com um pouco mais de
crítica que a gente percebe que o bom senso foi pra cucuia há horas. Tanto
pelos fatos que acontecem no mundo como pelo que é escolhido pra ser destaque.
E pelo interesse dos que leem e escutam.
Eu diria, querido leitor ou leitora, que o bom senso, assim
como o sonho de John Lennon, acabou.
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