Mostrando postagens com marcador Paulo Diniz. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Paulo Diniz. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 24 de janeiro de 2020
quinta-feira, 24 de janeiro de 2019
quarta-feira, 21 de março de 2018
CRIATURAS QUE O MUNDO ESQUECEU
Paulo Diniz nasceu em Pesqueira, Pernambuco, em 1940. No Recife, trabalhou como crooner e baterista em casas noturnas e foi locutor e ator de rádio e televisão. Em 1964, foi para o Rio de Janeiro. Em 1966, no auge do movimento Jovem Guarda, lançou seu primeiro disco, e o iê-iê-iê “O Chorão” se tornou sucesso nacional.
Em 1970, compôs, em parceria com Odibar, o hino de protesto “Quero Voltar Pra Bahia”, cujos versos carregados de saudade prestavam homenagem a Caetano Veloso, que se encontrava exilado em Londres. A música alcançou os primeiros lugares das paradas em todo o país e se tornou uma espécie de hino, canção-símbolo de uma época conturbada da história política e social do Brasil.
Quatro anos depois lançou dois LPs, e, em seguida, dedicou-se à tarefa de musicar poemas de língua portuguesa de autores como Carlos Drummond de Andrade (E Agora, José?), Gregório de Matos (Definição do Amor), Augusto dos Anjos (Versos Íntimos), Jorge de Lima (Essa Nega Fulô) e Manuel Bandeira (Vou-me Embora pra Pasárgada).
Entre 1987 e 1996, em decorrência de graves problemas de saúde que quase o deixaram paralítico, não gravou nenhum disco. Parcialmente recuperado, retomou a carreira em 1997. Atualmente, reside no Recife e se apresenta pelo Nordeste em uma cadeira de rodas, pois a doença que quase o paralisou nos anos 80 retornou a partir de 2005, e dessa vez atingiu seus membros inferiores.
Suas músicas foram gravadas por Clara Nunes, Emílio Santiago, Simone e outros cantores. Entre seus sucessos, destacam-se “Pingos de Amor”, gravado por vários intérpretes, “Canoeiro”, “Um Chopp pra Distrair” e "Como?", mas o sucesso que o consagrou foi a música “Quero Voltar Pra Bahia”.
segunda-feira, 10 de julho de 2017
DO CANCIONEIRO POLITICAMENTE INCORRETO
Ponha um Arco-íris na sua Moringa
(Paulo Diniz e Odibar)
Ponha um arco-íris na sua moringa ai ai ai
Fique lelé da cuca num dia de sol ai ai ai
Praia de Ipanema Simonal sorrindo
Vai na Montenegro toma um chopp e sai
Ponha um arco-íris na sua moringa ai ai ai
É lúcido é válido inserido no contexto ai ai ai
Que eu não tenha um nome muito natural
Caminho procurando pela moça Gal
Papo com o Hugo Bidê
Vem sou um universal
Charles precisa voltar pra ficar, pra ficar
terça-feira, 27 de setembro de 2016
DO CANCIONEIRO POLITICAMENTE INCORRETO
Ponha um Arco-íris na Sua Moringa
(Paulo Diniz e Odibar)
Ponha um arco-íris na sua moringa ai ai ai
Fique lelé da cuca num dia de sol ai ai ai
Praia de Ipanema simonal sorrindo
Vai na Montenegro toma um chopp e sai
Ponha um arco-íris na sua moringa ai ai ai
É lúcido é válido inserido no contexto ai ai ai
Eu não tenho um nome muito natural
Caminho procurando pela moça Gal
Papo com o Lubidei
Vem sou um universal
Charles precisa voltar pra ficar, pra ficar
sexta-feira, 9 de outubro de 2015
MÚSICA NA SEXTA
Paulo Diniz nasceu em Pesqueira, Pernambuco, em 1940. No Recife, trabalhou como crooner e baterista em casas noturnas e foi locutor e ator de rádio e televisão. Em 1964, foi para o Rio de Janeiro. Em 1966, no auge do movimento Jovem Guarda, lançou seu primeiro disco, e o iê-iê-iê “O Chorão” se tornou sucesso nacional.
Em 1970, compôs, em parceria com Odibar, o hino de protesto “Quero Voltar Pra Bahia”, cujos versos carregados de saudade prestavam homenagem a Caetano Veloso, que se encontrava exilado em Londres. A música alcançou os primeiros lugares das paradas em todo o país e se tornou uma espécie de hino, canção-símbolo de uma época conturbada da história política e social do Brasil.
Quatro anos depois, lançou dois LPs, e, em seguida, dedicou-se à tarefa de musicar poemas de língua portuguesa de autores como Carlos Drummond de Andrade (E Agora, José?), Gregório de Matos (Definição do Amor), Augusto dos Anjos (Versos Íntimos), Jorge de Lima (Essa Nega Fulô) e Manuel Bandeira (Vou-me Embora pra Pasárgada).
Entre 1987 e 1996, em decorrência de graves problemas de saúde que quase o deixaram paralítico, não gravou nenhum disco. Parcialmente recuperado, retomou a carreira em 1997. Atualmente, reside no Recife e se apresenta pelo Nordeste em uma cadeira de rodas, pois a doença que quase o paralisou nos anos 80 retornou a partir de 2005, e dessa vez atingiu seus membros inferiores.
Suas músicas foram gravadas por Clara Nunes, Emílio Santiago, Simone e outros cantores. Entre seus sucessos, destacam-se “Pingos de Amor”, gravado por vários intérpretes, “Canoeiro” e “Um Chopp pra Distrair”.
Um de seus maiores sucessos, Como?, de autoria de Luis Vagner, está no seu disco de 1972, E agora, José?
Como?
Luis Vagner
Como vou deixar você se eu te amo?
Como vou deixar você se eu te amo?
Sei que a minha vida anda errada
E que já deixei mil furos, mil mancadas
Talvez esteja andando em linhas tortas,
Mas por enquanto eu vou te amando é o que me importa
Mas você também não é rota principal
E toda estrada tem final
Eu quero saber é...
Como vou deixar você se eu te amo?
Como vou deixar você se eu te amo?
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
CRIATURAS QUE O MUNDO ESQUECEU
Paulo Diniz nasceu em Pesqueira, Pernambuco, em 1940. No
Recife, trabalhou como crooner e baterista em casas noturnas e foi locutor e
ator de rádio e televisão. Em 1964, foi para o Rio de Janeiro. Em 1966, no auge
do movimento Jovem Guarda, lançou seu primeiro disco, e o iê-iê-iê “O Chorão”
se tornou sucesso nacional.
Em 1970, compôs, em parceria com Odibar, o hino de protesto
“Quero Voltar Pra Bahia”, cujos versos carregados de saudade prestavam
homenagem a Caetano Veloso, que se encontrava exilado em Londres. A música
alcançou os primeiros lugares das paradas em todo o país e se tornou uma
espécie de hino, canção-símbolo de uma época conturbada da história política e
social do Brasil.
Quatro anos depois lançou dois LPs, e, em seguida, dedicou-se à tarefa de musicar poemas de língua portuguesa de autores como Carlos Drummond de Andrade (E Agora, José?), Gregório de Matos (Definição do Amor), Augusto dos Anjos (Versos Íntimos), Jorge de Lima (Essa Nega Fulô) e Manuel Bandeira (Vou-me Embora pra Pasárgada).
Entre 1987 e 1996, em decorrência de graves problemas de saúde que quase o deixaram paralítico, não gravou nenhum disco. Parcialmente recuperado, retomou a carreira em 1997. Atualmente, reside no Recife e se apresenta pelo Nordeste em uma cadeira de rodas, pois a doença que quase o paralisou nos anos 80 retornou a partir de 2005, e dessa vez atingiu seus membros inferiores.
Suas músicas foram gravadas por Clara Nunes, Emílio
Santiago, Simone e outros cantores. Entre seus sucessos, destacam-se “Pingos de
Amor”, gravado por vários intérpretes, “Canoeiro”, “Um Chopp pra Distrair” e
"Como?", mas o sucesso que o consagrou foi a música “Quero Voltar Pra
Bahia”.
Assinar:
Postagens (Atom)
