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sexta-feira, 22 de maio de 2020
quarta-feira, 31 de julho de 2019
terça-feira, 31 de julho de 2018
quarta-feira, 23 de maio de 2018
ÁLBUM
MPB4 - 10 ANOS DEPOIS - 1975
Lado 1
1 – De Frente Pro Crime (João Bosco/Aldir Blanc)
2 – Manhã de Carnaval (Luis Bonfá/Antônio Maria)
3 – Galope (Gonzaguinha)
4 – Canto Triste (Edu Lobo/Vinícius de Moraes)
5 – Passaredo (Francis Hime/Chico Buarque)
6 – Ana Luisa (Tom Jobim) com Quarteto em Cy
Lado 2
1 – Pressentimento (Élton Medeiros/Hermínio Bello de Carvalho) com Quarteto Em Cy
2 – Praias Desertas (Tom Jobim/Vinícius de Moraes)
3 – Amei Tanto (Baden Powell/Vinícius de Moraes) com Quarteto Em Cy
4 – Evangelho (Dori Caymmi/Paulo César Pinheiro)
5 – Assim Seja Amém (Gonzaguinha/Miltinho)
6 – Vera Cruz (Milton Nascimento/Márcio Borges)
Aquiles, Magro (arranjos), Miltinho, Ruy
Chiquinho do Acordeon (acordeon)
Cream Crackers (Percussão)
Luiz Cláudio Ramos e Meira (violão)
Luna (surdo)
Ivan Conti “Mamao”, Paulinho Braga (bateria)
Neco, Canhoto (cavaquinho)
Sérgio Barroso, Tião Marinho, Novelli (contrabaixo)
Antonio Adolfo (piano)
Alexandre (baixo elétrico)
Antônio Candido Sobrinho, Ari Paulo da Silva, Zdenek Svab (trompa)
Hermes Cortesini, Peninha, Djalma Correia, Alberto das Neves, Chico Batera, Robertinho Silva (percussão)
Arthur Verocai (violão)
Celso Woltzenlongel, Frankling Correa da Silva, Jorginho da Flauta, Geraldo, Raul Mascarenhas, Altamiro Carrilho, Mauro Senise (flauta)
Jose Cardoso Botelho (clarinete)
Braz Limongi (oboé)
Francis Hime (arranjos)
Dino 7 Cordas (violão 7 cordas)
Nivaldo Ornellas (sax)
Wagner Tiso (piano, arranjo)
quinta-feira, 26 de abril de 2018
CLÁSSICOS PARA A VIDA ETERNA
AMIGO É PRA ESSAS COISAS* (1973) MPB4
Sérgio Luiz Gallina
- Salve
- Como é que vai?
- Amigo, há quanto tempo
- Um ano ou mais
- Posso sentar um pouco?
- Faça o favor
- A vida é um dilema
- Nem sempre vale a pena
- Oh
- O que é que há?
- Rosa acabou comigo
- Meu Deus, por quê?
- Nem Deus sabe o motivo
- Deus é bom
- Mas não foi bom pra mim
- Todo amor um dia chega ao fim
- Triste
- É sempre assim
- Eu desejava um trago
- Garçom, mais dois
- Não sei quando eu lhe pago
- Se vê depois
- Estou desempregado
- Você está mais velho
- É
- Vida ruim
- Você está bem disposto
- Também sofri
- Mas não se vê no rosto
- Pode ser
- Você foi mais feliz
- Dei mais sorte com a Beatriz
- Pois é
- Vivo bem
- Prá frente é que se anda
- Você se lembra dela?
- Não
- Lhe apresentei
- Minha memória é fogo
- E o l'argent?
- Defendo algum no jogo
- E amanhã?
- Que bom se eu morresse
- Prá que, rapaz?
- Talvez Rosa sofresse
- Vá atrás
- Na morte a gente esquece
- Mas, no amor a gente fica em paz
- Adeus
- Toma mais um
- Já amolei bastante
- De jeito algum
- Muito obrigado, amigo
- Não tem de quê
- Por você ter me ouvido
- Amigo é prá essas coisas
- Tá
- Tome um cabral
- Sua amizade basta
- Pode faltar
- O apreço não tem preço, eu vivo ao Deus dará
------------------------------ ------------------------
segunda-feira, 7 de agosto de 2017
DO CANCIONEIRO POLITICAMENTE INCORRETO
Ou Bola ou Búlica
(João Bosco e Aldir Blanc)
É tanto, nem se discute no meio, tou meio tã-tã; lé-lé
Mas ninguém fica pra sempre na frente
te vejo amanhã; pois é
Barba, cabelo e bigode na marra você me arrancou
Mas quem tem cabelinho na venta não senta
Não vai nesse andor; morô?
Chega! Já foi tempo do "tá louca". Chega!
Dá um tempo, tô nas boca. Chega!
Eu nunca mais dormi de touca. Chega!
Nunca mais, nunca mais!
Selo, carimbo, estampilha no centro da cuca eu levei; calei
Mas sou marraio no jogo, no tronco, ferido eu sou rei; falei
Teu papo tatibitate, sotaque só vão te engasgar; por que
É bola ou búlica, todo esse jogo não dá pra enganar; nêga
Chega!...
quinta-feira, 25 de maio de 2017
ÁLBUM DA QUINTA
CONSTRUÇÃO - 1971 - CHICO BUARQUE
Construção, lançado em 1971, foi composto em períodos entre o exílio de Chico na Itália e sua volta ao Brasil. O álbum é carregado de críticas ao regime militar, principalmente no que concerne à censura imposta pelo governo ("Cordão") e pelo estado indigno no qual as condições individuais se encontravam no país ("Construção"), além de algumas canções mais clássicas e pessoais ("Valsinha" e "Minha História").
Lado 1
1. Deus lhe Pague (Chico Buarque) 3:19
2. Cotidiano (Chico Buarque) 2:49
3. Desalento (C. Buarque, Vinicius de Moraes) 2:48
4. Construção (Chico Buarque) 6:24
Lado 2
1. Cordão (Chico Buarque) 2:31
2. Olha Maria (Amparo) (C. Buarque, V. de Moraes, Tom Jobim) 3:56
3. Samba de Orly (C. Buarque, Toquinho, V. de Moraes) 2:40
4. Valsinha (C. Buarque, V. de Moraes) 2:00
5. Minha História (Gesú Bambino) (Lucio Dalla, Paola Pallotino; versão de C. Buarque) 3:01
6. Acalanto (Chico Buarque) 1:38
MPB-4 - vozes nas faixas 1, 3, 4, 7 e 9
Tom Jobim - piano em "Olha Maria (Amparo)"
Trio Mocotó - percussão em ¨Samba de Orly ¨
Toquinho - violão em ¨Samba de Orly
Rogério Duprat - arranjos e regência
Magro - arranjos de base
segunda-feira, 3 de abril de 2017
DO CANCIONEIRO POLITICAMENTE INCORRETO
O Pato
(Vinícius de Moraes e Toquinho)
Lá vem o pato
Pato aqui, pato acolá
Lá vem o pato
Para ver o que é que há
O pato pateta
Pintou o caneco
Surrou a galinha
Bateu no marreco
Pulou do poleiro
No pé do cavalo
Levou um coice
Criou um galo
Comeu um pedaço
De jenipapo
Ficou engasgado
Com dor no papo
Caiu no poço
Quebrou a tigela
Tantas fez o moço
Que foi pra panela
domingo, 16 de outubro de 2016
DO CANCIONEIRO POLITICAMENTE INCORRETO
De Frente Pro Crime
(João Bosco e Aldir Blanc)
Tá lá o corpo
Estendido no chão
Em vez de rosto uma foto
De um gol
Em vez de reza
Uma praga de alguém
E um silêncio
Servindo de amém...
O bar mais perto
Depressa lotou
Malandro junto
Com trabalhador
Um homem subiu
Na mesa do bar
E fez discurso
Prá vereador...
Veio o camelô vender
Anel, cordão
Perfume barato
Baiana
Prá fazer pastel
E um bom churrasco de gato
Quatro horas da manhã
Baixou o santo
Na porta bandeira
E a moçada resolveu parar
E então...
Tá lá o corpo...
Sem pressa foi cada um
Pro seu lado
Pensando numa mulher
Ou no time
Olhei o corpo no chão
E fechei
Minha janela
De frente pro crime
quinta-feira, 1 de setembro de 2016
ÁLBUM DA QUINTA
CONSTRUÇÃO - 1971 - CHICO BUARQUE
Construção, lançado em 1971, foi composto em períodos entre o exílio de Chico na Itália e sua volta ao Brasil. O álbum é carregado de críticas ao regime militar, principalmente no que concerne à censura imposta pelo governo ("Cordão") e pelo estado indigno no qual as condições individuais se encontravam no país ("Construção"), além de algumas canções mais clássicas e pessoais ("Valsinha" e "Minha História").
Lado 1
1. Deus lhe Pague (Chico Buarque) 3:19
2. Cotidiano (Chico Buarque) 2:49
3. Desalento (C. Buarque, Vinicius de Moraes) 2:48
4. Construção (Chico Buarque) 6:24
Lado 2
1. Cordão (Chico Buarque) 2:31
2. Olha Maria (Amparo) (C. Buarque, V. de Moraes, Tom Jobim) 3:56
3. Samba de Orly (C. Buarque, Toquinho, V. de Moraes) 2:40
4. Valsinha (C. Buarque, V. de Moraes) 2:00
5. Minha História (Gesú Bambino) (Lucio Dalla, Paola Pallotino; versão de C. Buarque) 3:01
6. Acalanto (Chico Buarque) 1:38
MPB-4 - vozes nas faixas 1, 3, 4, 7 e 9
Tom Jobim - piano em "Olha Maria (Amparo)"
Trio Mocotó - percussão em ¨Samba de Orly ¨
Toquinho - violão em ¨Samba de Orly
Rogério Duprat - arranjos e regência
Magro - arranjos de base
wikipedia
quarta-feira, 20 de julho de 2016
DIA DO AMIGO (DA ONÇA)
Amigo da Onça (Amigo é Pra Essas Coisas 2)
(Aldir Blanc e Silvio da Silva Jr.)
Salve
Prazer rever você
É, já faz um tempão
Tamos aí
E aqui, no mesmo bar
Muita sorte ou azar
Que cara é essa
E aquele velho amor?
O meu papo mudou
O meu também
Tô firme na poupança
Dá pra ver pela pança
Mas senta
Traz dois sem colarinho
Você se agarra direitinho no passado
E o que há de errado
Eu me dei bem assim
À minha custa ou então de gente igual a mim
Tá me gozando
Eu nunca te fiz mal
Pessoalmente, mas no todo é que eu encuco
Ficou maluco
Precisa se internar
Sei que ando mal, pra variar
Pois é, um pouco mais de humor
Com a fome que eu tou
Nem pense nisso
Pede o de salaminho
Sem bancar o bonzinho
Mas, ora essa, tá me agredindo à beça
Eu não estou pra conversa
Então se manda
Não temos que aturar
Vão querer me encarar
Cai fora ou vou chamar o guarda
Por mim tu chama até o raio que o parta
Ah, mas que falta
Eu tenho pressão alta
Mas quando assalta a quem é pobre, ela não sobe
Não admito meu nome, meu valor
Custa barato em qualquer casa de penhor
É bom lembrar com quem tu tá falando
Tô falando e andando
Já basta
Não topo gente rude
Quem está incomodado que se mude
Conheço meu lugar
Então vá passear
Que ingratidão
Despeita um velho amigo
Esse papo é antigo
Não é possível, você não se comove
Vai tomar teu "Engov"
Teu caso só bordoada cura
Tu é contra abertura
Eu?
domingo, 17 de abril de 2016
DO FUNDO DO BAÚ
Uma Noite em 67 é um documentário brasileiro de 2010, dirigido por Renato Terra e Ricardo Calil. Com imagens de arquivo da Rede Record e depoimentos de músicos como Chico Buarque, Caetano Veloso, Gilberto Gil e Roberto Carlos, o documentário conta a história da final do "3º Festival da Música Popular Brasileira".
Final do III Festival da Música Popular Brasileira da TV Record, em 21 de outubro de 1967. Entre os candidatos que disputavam os principais prêmios figuravam Chico Buarque, Caetano Veloso, Gilberto Gil com Os Mutantes, Roberto Carlos, Edu Lobo e Sérgio Ricardo, protagonista da célebre quebra da viola no palco e lançado para a platéia, depois das vaias para “Beto Bom de Bola”. Com imagens de arquivo e apresentações de músicas como “Roda Viva”, “Alegria Alegria”, “Domingo no Parque” e “Ponteio”, o filme registra o momento do tropicalismo, os rachas artísticos e políticos na época da ditadura e a consagração de nomes que se tornaram ídolos até hoje no cenário musical brasileiro.
O júri era composto por 15 membros: Chico Anysio, Sandino Hohagen, Júlio Medaglia, Roberto Corte Real, Raul Duarte, Ferreira Gullar, Tereza Aragão, Carlos Manga, Roberto Freire, Luis Guedes, Carlos Vergueiro, Sebastião Bastos, Franco Paulino, Sérgio Cabral, Salomão Schwartzmann.
Os seis primeros colocados:
1º lugar: PONTEIO (Edu Lobo/Capinan) Edu Lobo y Marília Medalha con el Quarteto Novo y Momento Quatro. Arreglos de Airto Moreira
2º lugar: DOMINGO NO PARQUE (Gilberto Gil) Gilberto Gil y Os Mutantes
3º lugar: RODA VIVA (Chico Buarque) Chico Buarque e MPB-4
4º lugar: ALEGRIA, ALEGRIA (Caetano Veloso) Caetano Veloso y Os Beat Boys
5º lugar: MARIA, CARNAVAL E CINZAS (Lu¡z Carlos Paraná) Roberto Carlos y O Grupo
6º lugar: GABRIELA (Francisco Fuzzetti “Maranhão”) MPB-4
As outras finalistas:
BOM DIA (Nana Caymmi/Gilberto Gil) Nana Caymmi
A ESTRADA E O VIOLEIRO (Sidney Miller) Nara Leão y Sidney Miller
O CANTADOR (Dori Caymmi/Nelson Motta) Elis Regina
BETO BOM DE BOLA (Sérgio Ricardo) Sérgio Ricardo
SAMBA DE MARIA (Francis Hime/Vinícius de Moraes) Jair Rodrigues
VENTANIA [De como um homem perdeu seu cavalo e continuou andando] (Hilton Acioly/Geraldo Vandré) Geraldo Vandré
Melhor letra: A ESTRADA E O VIOLEIRO (Sidney Miller)
Melhor intérprete: Elis Regina, O CANTADOR (Dori Caymmi/Nelson Motta)
Melhor arranjo: Rogério Duprat, DOMINGO NO PARQUE (Gilberto Gil)
wikipedia / http://festivalesdempb.blogspot.com.br/
Final do III Festival da Música Popular Brasileira da TV Record, em 21 de outubro de 1967. Entre os candidatos que disputavam os principais prêmios figuravam Chico Buarque, Caetano Veloso, Gilberto Gil com Os Mutantes, Roberto Carlos, Edu Lobo e Sérgio Ricardo, protagonista da célebre quebra da viola no palco e lançado para a platéia, depois das vaias para “Beto Bom de Bola”. Com imagens de arquivo e apresentações de músicas como “Roda Viva”, “Alegria Alegria”, “Domingo no Parque” e “Ponteio”, o filme registra o momento do tropicalismo, os rachas artísticos e políticos na época da ditadura e a consagração de nomes que se tornaram ídolos até hoje no cenário musical brasileiro.
O júri era composto por 15 membros: Chico Anysio, Sandino Hohagen, Júlio Medaglia, Roberto Corte Real, Raul Duarte, Ferreira Gullar, Tereza Aragão, Carlos Manga, Roberto Freire, Luis Guedes, Carlos Vergueiro, Sebastião Bastos, Franco Paulino, Sérgio Cabral, Salomão Schwartzmann.
Os seis primeros colocados:
1º lugar: PONTEIO (Edu Lobo/Capinan) Edu Lobo y Marília Medalha con el Quarteto Novo y Momento Quatro. Arreglos de Airto Moreira
2º lugar: DOMINGO NO PARQUE (Gilberto Gil) Gilberto Gil y Os Mutantes
3º lugar: RODA VIVA (Chico Buarque) Chico Buarque e MPB-4
4º lugar: ALEGRIA, ALEGRIA (Caetano Veloso) Caetano Veloso y Os Beat Boys
5º lugar: MARIA, CARNAVAL E CINZAS (Lu¡z Carlos Paraná) Roberto Carlos y O Grupo
6º lugar: GABRIELA (Francisco Fuzzetti “Maranhão”) MPB-4
As outras finalistas:
BOM DIA (Nana Caymmi/Gilberto Gil) Nana Caymmi
A ESTRADA E O VIOLEIRO (Sidney Miller) Nara Leão y Sidney Miller
O CANTADOR (Dori Caymmi/Nelson Motta) Elis Regina
BETO BOM DE BOLA (Sérgio Ricardo) Sérgio Ricardo
SAMBA DE MARIA (Francis Hime/Vinícius de Moraes) Jair Rodrigues
VENTANIA [De como um homem perdeu seu cavalo e continuou andando] (Hilton Acioly/Geraldo Vandré) Geraldo Vandré
Melhor letra: A ESTRADA E O VIOLEIRO (Sidney Miller)
Melhor intérprete: Elis Regina, O CANTADOR (Dori Caymmi/Nelson Motta)
Melhor arranjo: Rogério Duprat, DOMINGO NO PARQUE (Gilberto Gil)
wikipedia / http://festivalesdempb.blogspot.com.br/
sábado, 13 de setembro de 2014
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