Páginas

Mostrando postagens com marcador Os Mutantes. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Os Mutantes. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 19 de março de 2018

CLÁSSICOS PARA A VIDA ETERNA

O CONTRÁRIO DE NADA É NADA (1974) OS MUTANTES

Sérgio Luiz Gallina


Muito tempo eu andei contra o vento
Mas agora é hora de mudar
Pois o contrário de nada é nada
E assim não se sai do lugar
----
Quando a cuca da gente se enrola
E se pergunta de que lado vai ficar
Eu sei que Deus está em todas as coisas
Mas contra não está
---- 
Se os gregos e troianos atacam
E seus pés já não tem onde pisar
E se você quiser saber onde eu fico
É só me escutar
Rock'n'roll, rock'n'roll...
----
Quando a mente está em pleno silêncio
Não esta nessa, e muito menos naquela 
É ai que você pode então escolher
Quem conhece bem o branco e o preto
Já viveu e já morreu no caminho
Está pronto para as cores do sol receber
----
Se os gregos e troianos atacam
E seus pés já não tem onde pisar
E se você quiser saber onde eu fico
É só me escutar
Rock'n'roll, rock'n'roll...
--------------------------

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

DO CANCIONEIRO POLITICAMENTE INCORRETO

Top Top
(Mutantes e Liminha)

Eu vou sabotar
Você vai se azarar
O que eu não ganho eu leso
Ninguém vai me gozar, não jamais
Eu vou sabotar
Vou casar com ele
Vou trepar na escada
Pra pintar seu nome no céu
Sabotagem!
Sabotagem!
Sabotagem!
Eu quero que você se... top top top UH!
Ninguém vai dizer
Que eu deixei barato
Vou me ligar em outra
Te dizer bye bye, até nunca, jamais
Sabotagem!
Sabotagem!
Sabotagem!
Eu quero que você se... top top top UH!

sábado, 19 de agosto de 2017

COVER

Rua Augusta foi composta por Hervé Cordovil e gravada por Ronnie Cord, em 1964. Os hits do rock brasileiro pré-Jovem Guarda eram, em sua maior parte, versões de canções retiradas do hit parade americano ou italiano. Rua Augusta quebrou essa regra. A canção captura o espírito da juventude roqueira do começo dos anos 60, quando a Rua Augusta, em São Paulo, era o local mais descolado do Brasil.


Em 1972, o grupo Os Mutantes regravou a canção no disco Mutantes e Seus Cometas no País do Baurets.

rollingstone.com.br

domingo, 30 de abril de 2017

CURTA NO TOA



Os Mutantes

Gênero: Documentário, Experimental 
Subgênero: Musical, videoclipe 
Diretor: Antônio Carlos da Fontoura 
Elenco: Arnaldo Baptista, Os Mutantes, Rita Lee, Sergio Baptista 
Duração: 7 min Ano: 1970 Formato: 35mm 
País: Brasil Local de Produção: RJ 
Cor: Indisponível 
Sinopse: Uma brincadeira mutante improvisada por Arnaldo Batista, Sérgio Dias e Rita Lee, Os Mutantes, num dia único pelas ruas de São Paulo.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

MÚSICA NA SEXTA

Os Mutantes era um grupo de rock formado por Rita Lee (Rita Lee Jones - voz, flauta, harpa e percussão), Arnaldo Baptista (Arnaldo Dias Baptista - voz, baixo e teclados) e Sérgio Dias (Sérgio Dias Baptista - voz e guitarra) na cidade de São Paulo em 1966. Do grupo também participaram Liminha (Arnolpho Lima Filho - baixista) e Dinho Leme (baterista). O conjunto originou-se da união de dois grupos, o Teenage Singers, do qual participava Rita Lee, e o The Wooden Faces, dos irmãos Sérgio e Arnaldo Baptista. Ainda chamado O'Seis, chegou a lançar um compacto simples pela Continental com as composições "Suicida", de Raphael Vilardi e Roberto Loyola, e "Apocalipse", também de Raphael, porém em parceria com Rita Lee. 

Ainda no mesmo ano, a banda passaria a utilizar o nome definitivo por sugestão de Ronnie Von, que, na ocasião, lia "O império dos Mutantes", ficção científica escrita por Stefan Wul.
Em 1969 lançam pela gravadora Polydor seu segundo álbum de estúdio. Foi reeditado em CD em 1992 e 2006 e lançado nos EUA pela Omplatten Records. Em outubro de 2007, a revista Rolling Stone divulgou uma lista dos 100 maiores discos da música brasileira, na qual esse disco ocupa o 44° lugar.

A excelente música “Dom Quixote” é desse disco.


Dom Quixote
Arnaldo Baptista / Rita Lee / Sérgio Dias

A vida é um moinho
É um sonho o caminho
É do Sancho, o Quixote
Chupando chiclete

O Sancho tem chance
E a chance é o chicote
É o vento e a morte
Mascando o Quixote
Chicote no Sancho
Moinho sem vinho
Não corra me puxe
Meu vinho meu crush

Que triste caminho
Sem Sancho ou Quixote
Sua chance em chicote
Sua vida na morte

Vem devagar
Dia há de chegar
E a vida há de parar
Para o Sancho descer
E os jornais todos a anunciar
Dulcinéia que vai se casar

A vida é um moinho
É um sonho o caminho
É do Sancho, o Quixote
Chupando chiclete
O Sancho em chance
E a chance é o chicote
É o vento e a morte
Mascando o Quixote
Chicote no Sancho
Moinho sem vinho
Não corra me puxe
Meu vinho meu crush
Que triste caminho
Sem Sancho ou Quixote
Sua chance em chicote
Sua vida na morte

Vê, vê que tudo mudou
Vê, o comércio fechou
Vê e o menino morreu
Vê, vê que tudo passou
E os jornais todos a anunciar
Armadura e espada a rifar
Dom Quixote cantar na TV
Vai cantar pra subir

Palmas para Dom Quixote
Que ele merece!

Com Wikipédia

domingo, 14 de dezembro de 2014

CURTA NO TOA - OS MUTANTES


Os Mutantes

Gênero: Documentário, Experimental 
Subgênero: Musical, videoclipe 
Diretor: Antônio Carlos da Fontoura 
Elenco: Arnaldo Baptista, Os Mutantes, Rita Lee, Sergio Baptista 
Duração: 7 min Ano: 1970 Formato: 35mm 
País: Brasil Local de Produção: RJ 
Cor: Indisponível 
Sinopse: Uma brincadeira mutante improvisada por Arnaldo Batista, Sérgio Dias e Rita Lee, Os Mutantes, num dia único pelas ruas de São Paulo. 

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

ÁLBUM DA QUINTA

OS MUTANTES - 1968 - OS MUTANTES

Os Mutantes é o álbum de estreia da banda homônima. Foi lançado em junho de 1968 e reeditado em CD em 1992 e 2006 pela gravadora Polydor. É considerado um dos mais importantes álbuns da história da música brasileira, por conter um som inovador para a época, misturando elementos da música brasileira com o rock psicodélico e experimental e usando de diversas técnicas de estúdio. Foi classificado em 9° lugar na lista da revista Rolling Stone dos 100 maiores discos da música brasileira.


O álbum foi considerado uma obra de vanguarda, graças à influência do Tropicalismo, que fez com que Os Mutantes misturassem o rock psicodélico com elementos brasileiros, criando um tipo de música inédita no Brasil, que ainda sofria muita influência da fase mais pop dos Beatles. 



O disco recebeu várias críticas positivas ao redor do mundo. John Bush, do site All Music, declarou: "O álbum de estreia da banda Os Mutantes é de longe o melhor, uma viagem incrivelmente criativa que assimila pop orquestral, psicodelismo lunático, música concreta, encontro de sons ambientes; e isso é apenas a primeira música!". Conclui dizendo que o álbum é "Muito mais experimental do que qualquer um dos álbuns produzidos pela bandas da Grã-Bretanha ou América da era psicodélica".



Lado 1
1. Panis Et Circensis (Gilberto Gil - Caetano Veloso)
2. A Minha Menina (Jorge Ben)
3. O Relógio (Mutantes)
4. Adeus Maria Fulô (Sivuca - Humberto Teixeira)
5. Baby (Caetano Veloso)
6. Senhor F (Mutantes)

Lado 2
1. Bat Macumba (Gilberto Gil - Caetano Veloso)
2. Le Premier Bonheur Du Jour (Françoise Hardy)
3. Trem Fantasma (Caetano Veloso  - Mutantes)
4. Tempo no Tempo (John Phillips - versão: Mutantes)
5. Ave Gengis Khan (Mutantes)


Arnaldo Baptista - baixo, teclados, voz
Rita Lee - voz, flauta doce, percussão
Sérgio Dias - guitarras, voz

Dr. César Baptista - voz em "Ave Gengis Khan"
Dirceu - bateria
Jorge Ben - violão em "A Minha Menina"

Manoel Barenbein - produtor
Rogério Duprat - arranjos
Stélio Carlini - técnico de som

wikipedia