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terça-feira, 11 de março de 2014

LUIGGI RESPONDE

Em uma entrevista ao site UOL, a festejada ativista Ana Paula, pergunta: “Por que a Globeleza pode (aparecer nua) numa TV aberta e a Ana não pode em uma revista adulta?


Eu não vi ninguém dizendo que não pode. (Vi um monte de gente dizendo que não quer ver). Ela pode, inclusive, ficar pelada onde quiser. Seguidamente passa um monte de gente pelada de bicicleta na frente da minha casa e não dá problema nenhum. (Claro que as mais fortes defensoras da 'pelação' participam de bermuda e sutiã.)

Perguntada sobre “como se enxerga no espelho”, ela responde: "Detesto ir ao shopping e não uso grifes." 

Quando me perguntarem qual é a fórmula de báscara, vou responder que a minha lapiseira tá sem grafite.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

LUIGGI RESPONDE

Leitores aflitos mandam questões para Luiggi, este homem vivido e que possui a calma dos monges com as questões cotidianas, responder. A primeira vem de um aflito trabalhador de escritório.

Luiggi, aqui no escritório todo mundo enche uma garrafa de água mineral no bebedouro e passa o dia dando bicadas. É normal isso? Qual é a razão?

É normal. O primeiro motivo é fazer fila no bebedouro. Normalmente, demora bastante pra encher aquelas garrafinhas com a água que sai molenga dos bebedores. E se tem uma coisa que turma de escritório gosta é de aglomeração. É tipo pau de enchente, um para e tranca todo o resto que vier. (Experimente chamar alguém para ver alguma coisa em seu computador. Pode ser uma conta, um exemplar do diário oficial. Se tiver mais do que uma pessoa olhando para uma tela todas demais do ambiente vão querer olhar também.) O segundo, é pra deixar o fundo da garrafa verdinho, já que só entra e sai água, nunca sabão. O terceiro, é pra "se hidratar". Chato não bebe água, hidrata-se. Quarto, todo mundo tem garrafinha de água. É o “efeito manada”. O quinto, depende de um fator extra: é um troféu. Mas isso se for um “squeeze” com o nome de alguma empresa ou de algum evento. Aí o “squezze” passeará por toda a empresa como se fosse uma bengala para seu feliz e contente proprietário.
Sede? Não. Quem tem sede vai até o bebedouro enche um copo de água e bebe. Simples assim.