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quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

LUIGGI PERGUNTA


Tá vedado ir ao supermercado com calça, sapato, roupa de gente grande de uma forma geral? Tá tendo desconto pra quem vai de bermudinha, chinelas (devidamente arrastadas no chão) e sovaco à mostra?

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

AINDA AS BERMUDAS


Foto: Tadeu Vilani / Agência RBS
A minha opinião acerca das bermudas é conhecida.

Uma multinacional da área de tecnologia da informação liberou seus funcionários para vestirem bermudas no ambiente de trabalho. Tudo em nome do bem-estar  dos calorentos. Na foto que ilustra a matéria, todos aparecem felizes, de calças curtas como meninos de colégio. Um deles com camisa de mangas compridas. Vá entender...

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

BERMUDAS


Notícia na ZH de hoje (12/02/2014) dá conta de que o Colégio Militar da MuiLeal liberou os seus alunos pra usarem uniforme de educação física, visto que seu uniforme tradicional não tem bermudas.

A adesão dos alunos, porém, foi muito baixa. A maioria preferiu continuar usando calças.

Nem tudo está perdido.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

BERMUDA

O Movimento dos Bermudistas está cada vez mais forte. Agora é a Brigada Militar do RS que resolveu confeccionar um novo uniforme pra seus soldados, conforme foto e reportagem de Kelly Matos no site da ZH, onde li essa notícia.

O mundo realmente está mudando. E eu devo estar ficando pra trás. Cresci vendo Harry Callahan perseguindo bandidos de terno. E não adianta dizer que o clima lá é outro porque faz 40° também.

Eu, se bandido fosse, preferiria ser perseguido por um brigadiano tropical e de sandálias do que por Harry engravatado.

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

BERMUDA

“De calção, sem camisa, você fica com uma liberdade muito grande.” Ouvi essa pérola, essa frase lapidar, numa dessas “zapeadas” da vida. É claro que o sujeito que falou isso estava de sunga e com uns óculos escuros do tamanho de um para-brisa de caminhão.

Estou, neste momento, de calça, camisa e sapato. E não me sinto nem um pouco preso. Se eu tenho limitadores na vida – e tenho: grana, tempo, espaço – não vai ser ficar de cuecas que vai resolver esse problema.

Agora surgiu o movimento “bermuda sim”. Obviamente, o movimento já conta com milhares, quiçá milhões, de apoiadores nas “redes sociais”. Me parece que o movimento “é pontual”, tem meia dúzia de adeptos.

Não li nada do que vi a respeito. Mas tenho certeza que os argumentos pró-bermuda vão desde o científico “com este calorão é brabo” até a tentativa de sensibilizar malvados chefes que aprisionam seus funcionários em calças compridas com promessas de melhor produtividade por arejar as canelas.

Eu posso estar completamente enganado, mas desconheço um escritório qualquer sem ar condicionado. O movimento, claro, é encabeçado por funcionários de escritórios. Você já viu operário de chão de fábrica com tempo ou disposição pra entrar no tuíter ou feicebuque pra dar uma queixadinha?

O movimento vai ser vencedor, tenho certeza. Se não neste, noutro ano. É uma questão de tempo. E aí virão novos movimentos, por um mundo sem sapatos, sem banho e por aí a fora. Tramita na Câmara o dia do orgulho sans culottes.

Vai chegar o dia que você vai entrar no banco peladão, esperar o atendimento coçando as frieiras. Pelo menos, sem calças, ele deve perder o ímpeto de reclamar de seu saldo negativo.