Mostrando postagens com marcador Wilson Simonal. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Wilson Simonal. Mostrar todas as postagens
terça-feira, 25 de junho de 2019
segunda-feira, 25 de junho de 2018
terça-feira, 24 de janeiro de 2017
quinta-feira, 17 de novembro de 2016
DO CANCIONEIRO POLITICAMENTE INCORRETO
Nem Vem Que Não Tem
(Carlos Imperial)
Vamos voltar à pilantragem
Xá comigo, uma musiquinha
Pra machucar os corações
Nem vem que não tem
Nem vem de garfo
Que hoje é dia de sopa
Esquenta o ferro
Passa a minha roupa
Eu nesse embalo
Vou botar pra quebrar
Sacudim, sacundá
Sacundim, gundim, gundá!
Nem vem que não tem
Nem vem de escada
Que o incêndio é no porão
Tira o tamanco
Tem sinteco no chão
Eu nesse embalo
Vou botar pra quebrar
Sacudim, sacundá
Sacundim, gundim, gundá!
Nem vem!
Numa casa de caboclo
Já disseram um é pouco
Dois é bom, três é demais
Nem Vem!
Guarda teu lugar na fila
Todo homem que vacila
A mulher passa pra trás
Nem vem que não tem
Pra virar cinza
Minha brasa demora
Michô meu papo
Mas já vamos'imbora
Eu nesse embalo
Vou botar pra quebrar
Sacudim, sacundá
Sacundim, gundim, gundá!
sábado, 12 de novembro de 2016
COVER DO SÁBADO
Lobo Bobo é uma canção de Carlos Lyra e Ronaldo Bôscoli gravada por João Gilberto no seu álbum de estreia, Chega de Saudade, com arranjos e produção de Antônio Carlos Jobim e Aloísio de Oliveira, lançado em 1959 pela Odeon.
André Midani, diretor comercial da gravadora Odeon, na época, sugeriu a Bôscoli que prestasse atenção ao rock de Celly e Tony Campelo, que era tematicamente mais próximo do público jovem e, por isso, fazia mais sucesso. Bôscoli foi para casa pensando no assunto e resolveu escrever uma letra cheia de malícia que destoasse completamente da maioria das canções da bossa nova, completamente assexuadas, falando sobre barquinhos e flores.
A canção tornou-se um clássico da bossa nova, sendo gravada por diversos intérpretes, como Walter Wanderley, Leila Pinheiro, Carlos Lyra, Emílio Santiago, Ed Motta e Luiz Caldas, mas talvez a gravação icônica seja a de Wilson Simonal.
wikipedia
André Midani, diretor comercial da gravadora Odeon, na época, sugeriu a Bôscoli que prestasse atenção ao rock de Celly e Tony Campelo, que era tematicamente mais próximo do público jovem e, por isso, fazia mais sucesso. Bôscoli foi para casa pensando no assunto e resolveu escrever uma letra cheia de malícia que destoasse completamente da maioria das canções da bossa nova, completamente assexuadas, falando sobre barquinhos e flores.
sexta-feira, 23 de outubro de 2015
MÚSICA NA SEXTA
Wilson Simonal de Castro nasceu no Rio de Janeiro em 1938.
S imonal grava, em 1966, seu quinto disco, "Vou Deixar Cair" (o primeiro com o grupo Som Três). A terceira faixa é “Carango", de Carlos Imperial e Nonato Buzar, que já havia sido gravada por Erasmo Carlos.
Cesar Camargo Mariano: piano
Juarez Araújo: saxofone tenor
Maurílio da Silva Santos: trompete
Sabá (Sebastião Oliveira da Paz): contrabaixo e voz
Toninho Pinheiro (Antônio Pinheiro Filho): bateria e voz
Cantor detentor de esmerada técnica e qualidade vocal, Simonal viu sua carreira entrar em declínio após o episódio no qual teve seu nome associado ao DOPS, envolvendo a tortura de seu contador. O cantor acabaria sendo processado e condenado por extorsão mediante sequestro, sendo que, no curso do processo, redigiu um documento dizendo-se delator, o que acabou levando-o ao ostracismo e à condição de pária da música popular brasileira.
Cesar Camargo Mariano: piano
Juarez Araújo: saxofone tenor
Maurílio da Silva Santos: trompete
Sabá (Sebastião Oliveira da Paz): contrabaixo e voz
Toninho Pinheiro (Antônio Pinheiro Filho): bateria e voz
Carango
Copacabana, carro vai zarpar
Todo lubrificado
Pra não enguiçar
Roda tala larga genial
Botando minha banca
Muito natural
Simbora!...1, 2, 3
Camisa verde claro
Calça saint-tropez
E combinando com o carango
Todo mundo vê
Ninguém sabe o duro que dei
Pra ter fon fon
Trabalhei, trabalhei
Pra ter fon fon
Trabalhei, trabalhei
Depois das seis
Tem que acender farol
Garota de menor
Não pode ser sem sol
Ah!
Barra da tijuca já mixou
A onda agora é
Deixar cair no le bateau
Simbora!...1, 2, 3
Garota mini saia
Essa onda é bem
E todo mundo no carango
Não sobrou ninguém
Ninguém sabe o duro que dei
Pra ter fon fon
Trabalhei, trabalhei
Pra ter fon fon
Trabalhei, trabalhei
Mas em São Paulo
Eu boto pra quebrar
Ah! Eu pego o meu carango
E vou pro Guarujá
Paro o carro em frente pro mar
Barra limpa, bonequinha
Chega mais pra cá
Simbora!...1, 2, 3
Capota levantada
Pra ninguém nos verUm abraço e um beijinho
Isso é que é viver
Ninguém sabe o duro que dei
Pra ter fon fon
Trabalhei, trabalhei
Pra ter fon fon
Trabalhei, trabalhei
segunda-feira, 29 de junho de 2015
sábado, 23 de maio de 2015
sábado, 28 de fevereiro de 2015
COVER DO SÁBADO
Carango, de Carlos Imperial e Nonato Buzar, foi gravada por Erasmo Carlos em seu segundo disco, Você me Acende, em 1966. A gravadora apostava na música como um dos sucessos do disco, o que não ocorreu. "Gatinha Manhosa", "É Duro ser Estátua" e "A Carta" foram as que estouraram.
No mesmo ano, Wilson Simonal faz uma parceria com o Som Três, formado por Toninho (bateria), Sabá (baixo) e César Camargo Mariano (piano), que passaria a lhe acompanhar em shows e gravações. Em 2 de fevererio de 1966, Simonal e o grupo gravaram um compacto simples com Carango. É um de seus maiores sucessos.
wikipedia
terça-feira, 16 de dezembro de 2014
PRIMEIROS PARÁGRAFOS INESQUECÍVEIS
"Em meados de 1969, ao longo de várias semanas, a lendária revista Realidade destacou um de seus melhores repórteres, Mylton Severiano, para acompanhar o dia a dia do cantor Wilson Simonal. Com belas fotos e textos longos, Severiano registrava o auge do sucesso de um artista, aquele que já fazia tempo era 'o maior showman brasileiro, e cuja estrela não parava de subir. O título da reportagem não podia ser mais apropriado: 'Este homem é um Simonal'."
Nem vem que não tem - A vida e o veneno de Wilson Simonal - Ricardo Alexandre - 2009
sexta-feira, 13 de junho de 2014
MÚSICA NA SEXTA
Wilson Simonal de Castro nasceu no Rio de Janeiro em 1938.
S imonal grava, em 1966, seu quinto disco, "Vou Deixar Cair" (o
primeiro com o grupo Som Três). A terceira faixa é “Carango", de Carlos
Imperial e Nonato Buzar, que já havia sido gravada por Erasmo Carlos.
Cesar Camargo Mariano: piano
Juarez Araújo: saxofone tenor
Maurílio da Silva Santos: trompete
Sabá (Sebastião Oliveira da Paz): contrabaixo e voz
Toninho Pinheiro (Antônio Pinheiro Filho): bateria e voz
Com Wikipédia
Nota da Redação: Para Rita Lee (e Paulo Coelho, também autor de “Arrombou a Festa”) ele nada mais era do que velho e chato.
Cantor detentor de esmerada técnica e qualidade vocal,
Simonal viu sua carreira entrar em declínio após o episódio no qual teve seu
nome associado ao DOPS, envolvendo a tortura de seu contador. O cantor acabaria
sendo processado e condenado por extorsão mediante sequestro, sendo que, no
curso do processo, redigiu um documento dizendo-se delator, o que acabou
levando-o ao ostracismo e à condição de pária da música popular brasileira.
Cesar Camargo Mariano: piano
Juarez Araújo: saxofone tenor
Maurílio da Silva Santos: trompete
Sabá (Sebastião Oliveira da Paz): contrabaixo e voz
Toninho Pinheiro (Antônio Pinheiro Filho): bateria e voz
Carango
Copacabana, carro vai zarpar
Todo lubrificado
Pra não enguiçar
Roda tala larga genial
Botando minha banca
Muito natural
Simbora!...1, 2, 3
Camisa verde claro
Calça saint-tropez
E combinando com o carango
Todo mundo vê
Ninguém sabe o duro que dei
Pra ter fon fon
Trabalhei, trabalhei
Pra ter fon fon
Trabalhei, trabalhei
Depois das seis
Tem que acender farol
Garota de menor
Não pode ser sem sol
Ah!
Barra da tijuca já mixou
A onda agora é
Deixar cair no le bateau
Simbora!...1, 2, 3
Garota mini saia
Essa onda é bem
E todo mundo no carango
Não sobrou ninguém
Ninguém sabe o duro que dei
Pra ter fon fon
Trabalhei, trabalhei
Pra ter fon fon
Trabalhei, trabalhei
Mas em São Paulo
Eu boto pra quebrar
Ah! Eu pego o meu carango
E vou pro Guarujá
Paro o carro em frente pro mar
Barra limpa, bonequinha
Chega mais pra cá
Simbora!...1, 2, 3
Capota levantada
Pra ninguém nos verUm abraço e um beijinho
Isso é que é viver
Ninguém sabe o duro que dei
Pra ter fon fon
Trabalhei, trabalhei
Pra ter fon fon
Trabalhei, trabalhei
Com Wikipédia
Nota da Redação: Para Rita Lee (e Paulo Coelho, também autor de “Arrombou a Festa”) ele nada mais era do que velho e chato.
terça-feira, 15 de abril de 2014
sexta-feira, 24 de maio de 2013
Assinar:
Postagens (Atom)




.jpg)
.jpg)