Kim Marques foi um dos formadores, junto com nomes como Edilson Moreno, Anormal do Brega, Adilson Ribeiro, Cléo Soares, Alberto Moreno e Cris Oliveira, pela movimentação da noite paraense na década de 1990 e pela formatação do chamado Brega Calipso.
Estreou em discos em 1997, com "A Dança do Brega", música cujo CD vendeu cerca de 25 mil cópias em menos de um ano. Em 1998, fez novo sucesso com a música "Brega Carimbó", em CD que vendeu 20 mil cópias em um ano.
Nascido em Cametá, no estado do Pará, Joaquim Farias Marques, o Kim Marques, sempre teve afinidade com os palcos. A paixão pela música é herança do avô, Tiago Marques, que era maestro e autor de diversas marchinhas de carnaval. Aos 14 anos, Kim compôs sua primeira canção e entrou no mundo da música apresentando-se ainda adolescente ao lado de bandas da sua cidade. Em 1991, mudou-se para Belém e começou a tocar em bares nos finais de semana, além de somar participações na escola de samba “Quem são eles” e no movimento evangélico “Louvor Norte”. O Primeiro CD da carreira foi lançado em 1996, intitulado de “A Dança do Brega”, com mais de 70 mil cópias vendidas, com muita repercussão nas rádios do norte e nordeste do Brasil. Kim é considerado um dos precursores do ritmo calypso e teve a carreira marcada por um flerte com estilos regionais. O artista sempre fez seus trabalhos mesclando calypso, carimbó, brega, lambada e outros estilos. São 21 anos de trabalho e mais de 200 mil discos vendidos pelas regiões norte e nordeste. Compôs sucessos para Banda Calypso, Cia do Calypso, Amor Perfeito, Sayonara, Parakaliente, entre outras, e cantores como Wanderley Andrade, Diogo, Alberto Moreno entre outros artistas.