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segunda-feira, 13 de abril de 2015

GALERIA DE NOTÁVEIS - FRANK VINCENT

CLÁSSICOS PARA A VIDA ETERNA

TIN MAN (1972) AMERICA

Sérgio Luiz Gallina


Sometimes late when things are real
And people share the gift of gab between themselves
Some are quick to take the bait
And catch the perfect prize that waits among the shelves
----
But Oz never did give nothing to the Tin Man
That he didn't, didn't already have
And cause never was the reason for the evening
Or the tropic of Sir Galahad
So please, believe in me
----
When I say I'm spinning round, round, round, round
Smoke glass stain bright color
Image going down, down, down, down
Soapsuds green like bubbles
----
Oh, Oz never did give nothing to the Tin Man
That he didn't, didn't already have
And cause never was the reason for the evening
Or the tropic of Sir Galahad
----
So please believe in me
When I say I'm spinning round, round, round, round
Smoke glass stain bright color
Image going down, down, down, down
Soapsuds green like bubbles
----
No, Oz never did give nothing to the Tin Man
That he didn't, didn't already have
And cause never was the reason for the evening
Or the tropic of Sir Galahad
So please, believe in me

FRASE DO DIA

"Democracia neste país é relativa, mas corrupção é absoluta."
Paulo Brossard

domingo, 12 de abril de 2015

CORREIO DO CORVO

Paulo Brossard de Souza Pinto
(23/10/924 - 12/04/2015)

CURTA NO TOA - PARIS, MINAS

PARIS, MINAS

Sinopse: Ele desafiou os limites da cachaça. Despertou do seu profundo coma alcóolico no meio do deserto, sem memória, com a roupa suja e um boné vermelho. Agora, com muita fome, surgindo subitamente aos pés de um viaduto em Botafogo, no Rio de Janeiro, tudo o que 

Gênero: Ficção 
Diretor: Rômulo Cyríaco 
Duração: 7 min
Ano: 2008 
Formato: Mini-DV 
Cor: Indisponível 

LEITURA DE DOMINGO

Continho

Paulo Mendes Campos

Era uma vez um menino triste, magro e barrigudinho, do sertão de Pernambuco. Na soalheira danada de meio-dia, ele estava sentado na poeira do caminho, imaginando bobagem, quando passou um gordo vigário a cavalo:

- Você aí, menino, para onde vai essa estrada?
- Ela não vai não: nós é que vamos nela.
- Engraçadinho duma figa! Como você se chama?
- Eu não me chamo não, os outros é que me chamam de Zé.

FRASE DO DIA

Minha vidis é um litro abertis.” 

Mussum

sábado, 11 de abril de 2015

COVER DO SÁBADO

Em 1953, uma canção chamada Rock Around the Clock foi composta para Bill Haley, mas ele só conseguiria gravá-la em 12 de abril de 1954. Inicialmente não obteve sucesso, mas Haley logo alcançaria fama mundial com sua versão de "Shake, Rattle and Roll" de Big Joe Turner, que venderia milhões de cópias. 

Haley e sua banda, The Comets, foram primordiais ao divulgar a música conhecida como "Rock and Roll" entre o público branco, depois de anos considerada como um movimento underground. Quando "Rock Around the Clock" apareceu na trilha sonora do filme BlackBoard Jungle, encadeou uma revolução musical que abriu as portas para talentos como Elvis Presley. Haley continuou a emplacar sucessos nos anos 50, como "See You Later Alligator", e estrelou o primeiro musical cinematográfico de rock and roll. Sua fama logo seria ultrapassada nos EUA pelo mais famoso e mais sexy Elvis Presley, mas Haley continuaria a ser um grande astro na América Latina e na Europa pelo resto de sua carreira. Seus últimos shows foram na África em 1980. Ele foi incluído no Hall da Fama do Rock and Roll em 1987.


The Great Rock 'n' Roll Swindle é o álbum da trilha sonora do filme de mesmo nome, do grupo Sex Pistols. Ele também inclui performances de outros artistas. Entre elas, Rock Around the Clock.

wikipedia

A MORTE DE SÓCRATES

A Morte de Sócrates, do pintor francês Jacques-Louis David, pintada para um mecenas, mostra Sócrates na prisão, sendo visitado pelos seus discípulos pouco antes de tomar o veneno. O tema da obra foi escolhido pelo patrono de David, mas fica claro o interesse do autor na mistura de coragem e autossacrifício presentes na história do filósofo grego.


O gesto e a pose rigorosos de Sócrates fazem contraste direto com os personagens desfalecidos que o cercam. O pintor se utiliza de toques de luz e sombra para ressaltar o movimento, além de banhar o protagonista da cena em uma luz divina.

Para realizar a obra, David se inspirou na história de Sócrates, contida no Fédon - um dos diálogos de Platão. Alem disso o pintor consultou eruditos e complementou a obra com interpretações pessoais. Por isso a cena é ambientada em uma sala em estilo romano e o número de discípulos é menor do que de fato ocorreu. Platão, entretanto, é representado na pintura apesar de não ter presenciado a morte de seu mestre.

4 detalhes de A morte de Sócrates se destacam:

1. Imagem no Corredor
 O homem encostado na parede do corredor é Apolodro, um dos discípulos de Sócrates. Segundo relatos, Sócrates mandou o discípulo embora porque ele estava transtornado demais diante da morte iminente do mestre. O discípulo foi retratado numa pose de absoluta tristeza.

2. Braço levantado de Sócrates
 O filósofo passou suas últimas horas debatendo sobre a imortalidade da alma. O dedo levantado indica que há uma esfera de existência mais elevada que o terreno dos mortais. O modo casual como Sócrates segura o copo de cicuta, sem olhar para ele, ressalta também a atitude relaxada diante da morte.

3. Homem sentado
 O homem sentado com a mão no joelho de Sócrates é Crito, um dos discípulos mais próximos do filósofo. Quando a sentença é anunciada, ele tenta convencer o mestre a fugir.

4. Platão
 O discípulo mais jovem de Sócrates não estava presente na sua morte, mas é retratado na cena. É um único que reage à tragédia com a mesma dignidade do mestre, sentado imóvel à beira da cama, com o olhar afastado da dramaticidade da cena. Sua cabeça está curvada, imersa em pensamentos, enquanto contempla o destino de seu mestre.

Ficha Técnica – A Morte de Sócrates:

Autor: Jacques-Louis David
Onde ver:Metropolitan Museum of Art, Nova York, EUA
Ano: 1787
Técnica: Óleo sobre tela
Tamanho: 1, 30m x 1, 96 m

Movimento: Neoclassicismo

Com Universia Brasil

FRASE DO DIA

“Um artista é alguém que produz coisas de que as pessoas não têm necessidade, mas que ele - por qualquer razão - pensa que seria uma boa ideia dá-las a elas.” 

Andy Warhol

sexta-feira, 10 de abril de 2015

MÚSICA NA SEXTA

Teresinha (Tetê) Maria Miranda Espíndola, nasceu em Campo Grande, em 1954.

Tetê nasceu em uma família bem humilde, mas de forte talento musical. Desde pequena, sempre gostou de ouvir música clássica. Aos 8 anos, já gostava de ouvir conjuntos paraguaios tocar nas rádios. Ouvia Beatles, Jovem Guarda, Janis Joplin e Bossa Nova, que marcaram sua adolescência. A menina pobre que morava no mato sonhava um dia poder cantar e concretizar seu sonho de subir aos palcos, pela emoção que sentia ao ouvir canções.

Iniciou sua carreira artística como integrante do grupo Luz Azul, tocando craviola (instrumento de cordas criado por Paulinho Nogueira). Em 1978, gravou seu primeiro LP, "Tetê e o lírio selvagem". Por essa época, atuou em São Paulo com Arrigo Barnabé. Em 1980 lançou o LP "Piraretã". É desse disco a música “Vida Cigana”, que teve muitas regravações, inclusive em tristes versões de pagode e a nova onda sertaneja.


Vida Cigana
Geraldo Espíndola

Oh, meu amor
Não fique triste
Saudade existe pra quem sabe ter
Minha vida cigana me afastou de você
Por algum tempo que eu vou ter que viver por aqui
Longe de você
Longe do seu carinho
E do seu olhar
Que me acompanha já tem muito tempo
Penso em você a cada momento
Sou água de rio que vai para o mar
Sou nuvem nova que vem pra molhar essa noiva que é você
Pra mim você é linda
A dona do meu coração
Que bate tanto quando te vê
É a verdade que me faz viver
O meu coração bate tanto quando te vê
É a verdade que me faz viver

Nota da Redação: Sobre "Piraretã" Tetê escreveu em seu site: Este disco foi o meu primeiro disco solo, porém ainda um trabalho de transição. Fui a primeira a gravar uma música de Arrigo Barnabé - Tamarana (em parceria com Paulo Barnabé). A presença musical de meus irmãos ainda estava muito forte, inclusive, duas faixas preparadas para o LP que sucederia Tetê e o Lírio Selvagem, foram aproveitadas nesse LP, Refazenda e Aratarda com participação de Alzira e Geraldo. Sérgio Espíndola também participou deste disco, cantando a Matogrossense e tocando um violão em Cunhataiporã. Ótimos músicos participaram deste trabalho, entre eles Almir Sater, Zé Eduardo Nazário, Luis Carlos Maluly e o Maestro Luis Roberto de Oliveira.

FRASE DO DIA

"Dizem que maconha vicia. Eu não acredito. Tenho um amigo que fuma há 25 anos e até hoje não é viciado!"
Tim Maia

DAS MADRUGADAS

ÁLBUM DA QUINTA

PÉROLA NEGRA - 1973 - LUIZ MELODIA

Luiz Melodia nasceu no Rio de Janeiro em 7 de janeiro de 1951. Seu pai, tocador de viola em bares da redondeza, era como ele disse, um “musiquim”, um amador de música. Melodia descobriu a música ao ver o pai tocando em casa. Ouviu muito Louis Armstrong e Elvis Presley, jazz, blues, balada, rock.


Aos 22 anos, o morador do Estácio foi "descoberto"  por Wally Salomão e Torquato Neto. A partir da gravação da música "Pérola Negra" por Gal Costa, músicos como o guitarrista, violonista e arranjador Perinho Albuquerque e o Pianista Antônio Perna, da banda de Gal, se dispuseram a participar da gravação do disco de Melodia. "Estácio, holly Estácio", já havia sido gravada por Maria Bethânia no disco Drama, em 1972. 


Com o disco Pérola Negra, gravado em 1973, Luiz Melodia, o Negro Gato (apelido que ganharia posteriormente ao gravar a canção de Getúlio Cortes, imortalizada por Roberto Carlos), foi catapultado ao estrelato da MPB.


Além das duas músicas citadas, o disco conta com a magnífica "Vale Quanto Pesa", "Abundantemente Morte" e "Magrelinha" como outros destaques.


Lado 1
1.Estácio, Eu e Você - 00:00
2.Vale Quanto Pesa - 02:18
3.Estácio, Holly Estácio - 05:30
4.Prá Aquietar - 08:01
5.Abundantemente Morte - 10:48

Lado 2
1.Pérola Negra - 14:18
2.Magrelinha - 17:09
3.Farrapo Humano - 19:17
4.Objeto H - 22:29
5.Forró de Janeiro - 25:00


vocais: Luiz Melodia
arranjos: Perinho Albuquerque, Arthur Verocai
piano: Antônio Perna Froés, Hugo Bellard
baixo: Rubão Sabino, Fernando Leporace, Luiz Alves
percussão: Luis Paraguai, Robertinho Silva, Lula
guitarra/viola: Perinho Albuquerque
bateria: Lula, Robertinho Silva, Pascoal Meirelles
guitarra: Hyldon, Perinho Albuquerque, Renato Piau
harmônica: Rildo Hora
accordeon: Dominguinhos

quinta-feira, 9 de abril de 2015

FRASE DO DIA

"O avião é mais pesado que o ar, tem motor a explosão e foi inventado por brasileiro. E você ainda quer que eu ande nele?" 
Vinícius de Moraes

quarta-feira, 8 de abril de 2015

CRIATURAS QUE O MUNDO ESQUECEU

Blue Magic é um quinteto norte-americano de R&B e soul formado em junho de 1973 na Filadélfia. Composto originalmente por Theodore Mills, Keith Beaton, Wendell Sawyer, Vernon Sawyer e Richard Pratt, notabilizou-se não só por sua performance vocal, mas também pela sua coreografia.

O Blue Magic é um dos principais grupos da chamada "Philadelphia Soul", uma variante da soul music norte-americana, que teve como principais nomes Harold Melvin & The Blue Notes, The Delfonics, The Intruders, The O'Jays, The Spinners, The Stylistics e The Three Degrees.


Produzido pelo veterano Norman Harris e contando com o suporte da banda de estúdio MFSB (do selo Philadelphia International Records), logo em seu álbum de estreia, lançado em fevereiro de 1974 e que leva o nome da banda, o Blue Magic chegou ao quarto lugar na parada de R&B da Billboard, com canções como "Sideshow" (Top 10 nas 100 mais da Billboard), "Stop to Start", "Just Don't Want to Be Lonely", "Look Me Up" e "Spell".

Ainda naquele ano, o Blue Magic voltou a fazer sucesso com o single "Three Ring Circus", que faria parte do álbum "The Magic Of The Blue", de 1975. Naquele mesmo ano, foi lançado "13 Blue Magic Lane", com destaque para a canção "Chasing Rainbows".

Os álbuns seguintes foram bem recebidos pela crítica especializada, mas não tiveram o mesmo sucesso comercial dos anteriores, e o grupo afastou-se das paradas norte-americanas. A derrocada veio na década seguinte, quando Ted Mills e Richard Prattos, os dois principais vocalistas do grupo, deixaram a banda por razões religiosas. Mesmo assim, o grupo voltou a gravar, mas sem o mesmo êxito da década de 1970. "It's Like Magic", "Land Of Make-Believe" e "Romeo And Juliet" foram algumas das músicas desta fase oitentista do Blue Magic.

NR: Uma característica marcante do grupo era o falsete de Theodore Ted "Wizard" Mills, que se assemelhava muito ao de Russell Thompkins Jr., o que faz com que muita gente até ache que "Sideshow", entre outras canções, é do grupo Stylistics.

wikipedia

GRANDES FRASES DE GRANDES FILMES

"How dare you use my phone, my phone, to call someone who is not gay?"

(Como você ousa usar o meu telefone, meu telefone, pra falar com alguém que não seja gay?)
Joe Gideon (Roy Scheider) – All That Jazz (O show deve continuar) - 1979

FRASE DO DIA

"Eu nunca me casei porque o homem dos meus sonhos nasceu morto."
Aracy de Almeida

terça-feira, 7 de abril de 2015

BREGA CHIQUE

Adriano é um cantor brasileiro, nascido no Ceará. Fez sucesso na década de 1980 com a música "A força do amor", tema da novela homônima exibida pelo SBT. Com essa música, chegou a vender mais de 100 mil discos. Era presença constante nos programas Cassino do Chacrinha, na Rede Globo, e Barros de Alencar, na Rede Record, além de Qual é a Música, de Sílvio Santos. Fez shows nas principais capitais brasileiras.

Após a breve carreira, o artista ficou afastado da mídia, voltando à televisão na apresentação do programa Rei Majestade, apresentado pelo SBT, em 2006. A atração procurava justamente trazer ao palco artistas consagrados que, por algum motivo, estavam afastados da carreira ou dos programas de maior audiência. Em sua edição Adriano competiu com Belchior, Wilma Bentivegna, Lílian e Gilson de Souza.


Com a força do amor 
Tudo fica possível 
O desejo que for 
Nada mais impossível 
Nada mais a temer 
Só a luz da certeza 
De que a vida tem outra beleza. 

Quando o amor é maior 
A verdade aparece 
Feito um dom natural 
Onde a vida acontece 
O segredo do olhar 
No encontro de um beijo 
No compasso de dois corações. 

Colorindo as manhãs 
Da cor da fantasia 
Com a força maior do amor. 

(Com a força do amor 
tudo fica possível 
o desejo que for 
nada mais impossível) 

Nada mais a temer 
Só a luz da certeza 
De que a vida tem outra beleza.

wikipedia 

FRASE DO DIA

"Não devemos resisitir às tentações: elas podem não voltar."
Millôr Fernandes