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domingo, 14 de dezembro de 2014

DO FUNDO DO BAÚ

Howard Andrew Williams, conhecido como Andy Williams, foi um cantor americano famoso por sucessos como a canção-tema do filme Bonequinha de Luxo, "Moon River".

Começou sua carreira-solo em 1952 e emplacou diversos sucessos, até se tornar um dos mais populares cantores do país na década de 1960. Ganhou 18 discos de ouro e 3 de platina, atrás apenas de Frank Sinatra, Elvis Presley e Johnny Mathis. Combinando bom gosto, técnica vocal e carisma, chegou várias vezes ao topo da lista da revista Billboard.

Teve seu próprio show de televisão, o The Andy Williams Show, o mais popular da época e que venceu três prêmios Emmy, entre 1962 e 1971, tendo cantado ao lado de Julie Andrews, Ella Fitzgerald, Bobby Darin, Jerry Lewis, Bing Crosby, Judy Garland, Robert Goulet, Sammy Davis Jr., os irmãos Karen e Richard Carpenter, Tony Bennett, Dorival Caymmi (de quem gravou Roses, Roses, Roses) e Tom Jobim, que o considerava o melhor cantor americano de bossa nova. Faleceu em 25 de setembro de 2012, aos 84 anos, devido a complicações ocasionadas por um câncer de bexiga.


Um dos vário brasileiros a se apresentar em seu programa foi o carioca Marcos Valle, que fez sucesso nos EUA com Samba de Verão (So Nice), gravada por inúmeros artistas e que lhe abriu as portas no mercado americano para trabalhar com diversos astros, como Sara Vaughan e o grupo Chicago.

com wikipedia

CURTA NO TOA - OS MUTANTES


Os Mutantes

Gênero: Documentário, Experimental 
Subgênero: Musical, videoclipe 
Diretor: Antônio Carlos da Fontoura 
Elenco: Arnaldo Baptista, Os Mutantes, Rita Lee, Sergio Baptista 
Duração: 7 min Ano: 1970 Formato: 35mm 
País: Brasil Local de Produção: RJ 
Cor: Indisponível 
Sinopse: Uma brincadeira mutante improvisada por Arnaldo Batista, Sérgio Dias e Rita Lee, Os Mutantes, num dia único pelas ruas de São Paulo. 

LEITURA DE DOMINGO

Festa de Aniversário

         Fernando Sabino 
– Engoli uma tampa de coca-cola.

Levantei as mãos para o céu: mais essa agora! Era uma festa de aniversário, o aniversário dela própria, que completava seis anos de idade. Convoquei imediatamente a família:

– Disse que engoliu uma tampa de coca-cola.

A mãe, os tios, os avós, todos a cercavam, nervosos e inquietos. Abre a boca minha filha. Agora não adianta: já engoliu. Deve ter arranhado. Mas engoliu como? Quem é que engole uma tampa de cerveja? De cerveja, não: de coca-cola. Pode ter ficado na garganta – urgia que tomássemos uma providência, não ficássemos ali, feito idiotas. Peguei-a no colo: vem cá minha filhinha, conta só pra mim: você engoliu coisa nenhuma, não é isso mesmo? – Engoli sim papai! – Ela afirmava com decisão. Consultei o tio, baixinho: o que é que você acha? Ele foi buscar uma tampa de garrafa, separou a cortiça do metal:

– O que é que você engoliu: isto… Ou isto?

– Cuidado que ela engole outra. – Adverti.

– Isto! – E ela apontou com firmeza a parte de metal.

Não tinha dúvida: pronto-socorro. Dispus-me a carregá-la, mas alguém sugeriu que era melhor que ela fosse andando: auxiliava a digestão.

No hospital, o médico limitou-se a apalpar-lhe a barriginha, cético:

– Dói aqui, minha filha?

Quando falamos em radiografia, revelou-nos que o aparelho estava com defeito: só no pronto-socorro da cidade.

Batemos para o pronto-socorro da cidade. Outro médico nos atendeu com solicitude:

– Vamos já ver isto.

Tirada a chapa, ficamos aguardando ansiosa revelação. Em pouco o médico regressava:
Engoliu foi a garrafa.

– A garrafa? – Exclamei. Mas, era uma gracinha dele, cujo espírito passava muito ao largo da minha aflição: eu não estava para graças. Uma tampa de garrafa! Certamente precisaria operar – não haveria de sair por si mesma.

O médico pôs-se a rir de mim:

– Não engoliu coisa nenhuma. O senhor pode ir descansado.

– Engoli! – afirmou a menininha.

– Voltei-me para ela:

– Como é que você ainda insiste minha filha?

– Que eu engoli, engoli.

– Pensa que engoliu. – emendei.

– Isso acontece. – sorriu o médico: – Até com gente grande. Aqui já teve um guarda que pensou ter engolido o apito.

– Pois eu engoli mesmo. – comentou ela, intransigente.

– Você não pode ter engolido – arrematei já impaciente: – Quer saber mais do que o médico?

– Quero. Eu engoli, e depois desengoli! – Esclareceu ela.
Nada mais havendo a fazer, engoli em seco, despedi-me do médico e bati em retirada com toda a comitiva.

FRASE DO DIA

"Alguns divórcios são amigáveis, mas todo casamento é litigioso."
Eugênio Mohallen

sábado, 13 de dezembro de 2014

IMAGEM DA SEMANA


COVER DO SÁBADO

Fascination Rhythm é uma canção de George Gershwin, com letra de Ira Gershwin, composta em 1924. Foi gravada pela primeira vez por Cliff Edwards, Fred Astaire e Adele Astaire no musical da Broadway Lady Be Good. Astaires também gravou a canção em 19 de abril de 1926, em Londres, com George Gershwin no piano.

A música tem centenas de regravações,  Uma das gravações mais raras é a de Joe Bari, um pseudônimo de Anthony Dominick Benedetto, mais conhecido como Tony Bennett.


Em 1987, Tom Jobim gravou Fascination Rhythm no álbum Passarim, com a Banda Nova (Danilo Caymmi, Jacques Morelembaum, Paulo Jobim, Tião Neto, Paulo Braga, Ana Jobim, Maúcha Adnet, Paula Morelembaun, Beth Jobim e Simone Caymmi).

wikipedia

A FIGURA OBSCURA

A Figura Obscura, de Federico Castellon, é um exemplo do estilo que o deixaria famoso em sua maturidade.


O artista nunca foi membro oficial do grupo surrealista, mas ficou impressionado com o simbolismo e a forte emoção das obras desse movimento. Dalí foi um de seus grandes inspiradores, bem como o escritor americano Edgar Allan Poe. Em A Figura Obscura, a imagem que dá nome à tela, com seu vestido do século XIX e sua identidade oculta, parece uma personificação do interesse de Allan Poe pelo amor e pela morte.

Situada em um deserto amplo e sob um céu tempestuoso, a cena é retratada de maneira fantástica e perturbadora. A forma dominante é a figura feminina à direita do quadro, envolta em um vestido vinho escuro e com o rosto oculto por um capuz fortemente amarrado ao pescoço. Só é possível ver as mãos entrelaçadas, cujos nós e tendões sugerem sua tensão e sua idade.

Atrás da figura desponta um mundo deformado de fantasia; uma grande cabeça masculina à meia distância olha fixamente para a frente, imersa em partes de figuras e membros sem corpos. Além disso, quatro aros deformados apoiam-se sobre a massa de figuras que parece lutar e que lançam sombras na parede branca, de onde brotam longos e elegantes braços finos.

4 detalhes de A Figura Obscura se destacam:

1. Cabeça sem corpo:

Para tornar a misteriosa cabeça sem corpo o segundo ponto focal da pintura Castellon utilizou a cor do cabelo, castanho, como segundo elemento escuro da composição.

2. Lábios do homem sem corpo:

Acrescentando aos lábios do homem um vermelho que se assemelha ao do vestido da mulher, o pintor sutilmente atrai o olhar do espectador para o grupo localizado em segundo plano.

3. Mãos:

Ao olhar de perto para a obra é possível perceber que as mãos foram os últimos elementos a serem incluídos na composição, quando a tinta escura já havia secado. Como o rosto está oculto, as mãos se tornam o retrato da mulher, cuja angústia se torna visível nos dedos grosseiros entrelaçados.

4. Punhos brancos:

Os punhos brancos fazem um forte contraste com o vestido escuro e atraem o olhar do observador para as mãos nuas da figura encapuzada. A pele, os tendões e os nós dos dedos traem a tensão e a idade da figura.

Ficha Técnica - A Figura Obscura:

Autor: Federico Castellon
Onde ver: Whitney Museum of American Art, Nova York, EUA
Ano: 1938
Técnica: Óleo sobre tela
Tamanho: 43cm x 66,4cm
Movimento: Surrealismo

Com Universia Brasil

FRASE DO DIA

"Meus gostos são simples: prefiro o melhor de tudo."
Oscar Wilde

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

DE POLÍTICA


Da coluna de Bernardo Mello Franco, na Folha de S. Paulo de hoje:

Aos 84 anos, Simon hesitou em concorrer à reeleição. Acabou derrotado por um repórter de TV sem experiência parlamentar. Quando seu discurso de despedida já passava de três horas, um colega perguntou se ele não gostaria de se sentar para prosseguir. "Agradeço, mas prefiro continuar de pé", respondeu o senador.

DE TV

Um apresentador/cozinheiro chamado Daniel Bork, do “Dia Dia”, programa da Band, demitiu o seu assistente de cozinha na semana passada. Dizem que o cara estava irritado com as correções das receitas que o assistente fazia. Como o programa é gravado, os telespectadores não viam as trapalhadas do chef, que queimava alguns pratos, deixava de preparar outros...

Não é de hoje que programas de culinária fazem sucesso na TV, e a Palmirinha não me deixa mentir, mas o que tem de picaretagem no meio é uma coisa impressionante. 

Alguns desses "cozinheiros" não têm a mínima intimidade com os utensílios da cozinha, quanto mais com as receitas que preparam. Tem um que pega uma colher de pau como se estivesse tocando num fio desencapado. E quer me ensinar a cozinhar...

MÚSICA NA SEXTA

“Frank” Jorge Otávio Pinto Pouey de Oliveira nasceu em Porto Alegre, em 1966.

Começou a tocar violão em 1981. Em 1983, entra para a banda de dois colegas do colégio, chamada Prisão de Ventre. Seus colegas eram Luís Henrique Gomes e Bayard Duarte. Além deles, ainda participavam os irmãos Alexandre e Marcelo Birck.

Em 1986, Frank entra para Os Cascavelletes, convidado por seu amigo de infância Alexandre Barea. Frank seguiu na banda até 1989, tendo gravado uma demo e um álbum oficial, "Os Cascavelletes" (1988). O disco continha uma música composta em parceria com Flávio Basso, "Menstruada". Frank saiu d'Os Cascavelletes para dedicar-se ao seu projeto paralelo, a Graforréia Xilarmônica.

Em 1997, Frank iniciaria outro projeto musical com Júlio Reny e Márcio Petracco. Juntos, formam os Cowboys Espirituais e lançam o disco homônimo, em 1998.

Lançou três discos em carreira solo. Nenhum deles com “O Viajante”.


O Viajante
Frank Jorge

Vou ficar em Porto Alegre até sábado
Domingo irei sozinho a Gramado
Me entupirei de chocolate e som
Oitenta giga, puro rock and roll

Onde quer que eu vá me sinto só
Não adianta mesmo tentar ler
Todas as canções que escrevi para você
Foi um jeito a mais e me esconder

Vou pensar em viajar ao seu lado
Não diga que você tem namorado
Minta que vai visitar seu vô
Que mora bem pra lá de Campo Bom

Se você quiser, estendo a minha mão
Em silêncio, imaginamos a mesma canção
Um chute bem certeiro na tristeza
Acredito tanto em nosso amor

FRASE DO DIA

" Eu mataria por um prêmio Nobel da paz. "
Steven Wright

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

JORNALISMO VERDADE

No R7:

Após Nicole Bahls discutir com segurança em aeroporto, Tico Santa Cruz joga garrafa no lixo

Tico Santa Cruz mostrou, nesta quarta-feira (10), que é um bom cidadão. O cantor jogou uma garrafa de plástico no lixo reciclável no aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro

Confuso aqui... Ele só jogou a garrafa no lixo por que a Nicole Bahls discutiu com um segurança? Onde é que ele jogava as garrafas antes?

Saudades do jornalismo investigativo...

EXTRA, EXTRA!

DO DELÍRIO COTIDIANO II

Hora do almoço. Restaurante cheio. Entra uma turma de seis pessoas. Dirigem-se a uma mesa e uma integrante do grupo põe-se a reclamar, em voz alta, da temperatura. 

Num universo de, mais ou menos, 50 pessoas, ela foi a única que achou o ambiente muito frio. 

O garçom, educadamente, tentou contemporizar oferecendo uma mesa em outro local. Não adiantou. Ela continuou reclamando e deixando seus parceiros constrangidos. Não parou nem quando começou a meter um pastelzinho atrás do outro goela abaixo. Só que agora falando com a boca cheia.

DO DELÍRIO COTIDIANO

Os containers de recolhimento de lixo, há algum tempo, já fazem parte da paisagem da Muileal. A população, nos bairros que contam com o serviço, já se acostumou com o sistema. Algumas pessoas até desenvolveram uma relação especial com as traquitanas. 

É o caso de uma senhora que coloca uma cadeira na sacada do apartamento em que mora e fica policiando o uso do container. Já reclamou até da frequência com que os funcionários da empresa que fica ao lado do seu prédio levam o lixo até o dito cujo. Outro dia ela foi pega pagando um catador de lixo para tirar sacos do "seu" container e levar para outro.

E depois eu é que sou implicante...

O METEORO, O METEORO...

Para afastar de vez os boatos sobre uma acirrada rivalidade entre elas, Ivete Sangalo e Cláudia Leitte resolveram gravar juntas.

E o metero, hein?!

PROMOÇÃO DE NATAL

ÁLBUM DA QUINTA

'IMYRA, TAYRA, IPY' - 1976 - TAIGUARA

Lançado em 1976, durante a ditadura militar, o álbum 'Imyra, Tayra, Ipy', de Taiguara, foi recolhido das lojas 72 horas após seu lançamento, pela censura imposta ao músico, e nunca mais foi lançado oficialmente no Brasil. 


Os direitos de 'Imyra, Tayra, Ipy' foram curiosamente comprados por produtores japoneses, que lançaram em seu país uma edição em CD, em 1980. O disco, que permanecia inédito por aqui, é um dos trabalhos mais instigantes e exuberantes da vasta e rica discografia do músico, que foi um dos artistas mais censurados do país durante os “anos de chumbo”.


Para esse trabalho, que investiga o universo indígena, Taiguara convocou uma orquestra com nada menos que 80 integrantes e chamou o maestro e instrumentista Hermeto Pascoal para auxiliar nos arranjos e na direção musical. A obra, que radicalizou o discurso contra a repressão sem abrir mão do experimentalismo musical, conta ainda com as participações dos músicos Wagner Tiso, Nivaldo Ornelas, Toninho Horta, Jaques Morelenbaum e Ubirajara Silva, seu pai, entre outros convidados.


Todas as composições são de Taiguara (que assinou como Chalar da Silva, seu sobrenome, na tentativa de driblar a censura), à exceção de Três Pontas, de Milton Nascimento. Os arranjos e as orquestrações ficaram por conta de Hermeto Pascoal e do próprio Taiguara, enquanto Wagner Tiso ficou responsável pela regência e pela produção.


Lado 1
1. Pianice
2. Delírio Transatlântico e Chegada No Rio
3. Público
4. Terra Das Palmeiras
5. Como Em Guernica
6. A Volta Do Pássaro Ameríndio
7. Luanda, Violeta Africana

Lado 2
1. Aquarela De Um País Na Lua
2. Situação
3. Sete Cenas De Imyra
4. Três Pontas
5. Samba Das Cinco
6. Primeira Bateria
7. Outra Cena


Taiguara: voz/piano/sintetizador/mellotron/flauta
Nivaldo Ornellas: sax soprano/tenor/flauta
Toninho Horta: violão
Jacquinho Morelembaun: cello
Novelli: baixo acústico
Paulinho Braga: bateria/percussão em Três Pontas
Zé Eduardo: bateria/percussão em A volta do pássaro ameríndio
Ubirajara Silva: bandoneon em 'Primeira Bateria'
Lúcia Morelembaun: harpa
Hermeto Pascoal: flauta/flauta baixo
Mauro Senise: flauta
Neco: cavaquinho
Vozes: Lucinha/Malu/Eva/Marizinha/Novelli/Nivaldo Ornellas/Wagner Tiso

wikipedia

FRASE DO DIA

“Ouço músicas de cinquenta anos atrás. Duvido que, daqui a cinquenta anos, as pessoas ouçam a música que se produz hoje...”
Luiz Carlos Miele

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

O MUNDO MONGO


No Terra:

Aprenda com famosos como valorizar o sorriso nas selfies

CRISE


A coisa não tá fácil pra ninguém. Thor, um dos filhos de Eike "Odin" Batista, teve o carro rebocado porque estava com o IPVA vencido. 

Pobre família...

DE TV

Leio na internet que Thiaguinho pode ser um novo "técnico" do "The Voice Brasil" em 2015. O ícone da MPBosta substituiria um dos atuais integrantes do programa - Cláudia Leitte, Daniel, Carlinhos Brown e Lulu Santos (o único a quem eu entregaria o meu cachorro).

Não há nada tão ruim que não possa piorar. Onde anda aquele meteoro que vai colidir com a Terra? Rápido, rápido!!!

CRIATURAS QUE O MUNDO ESQUECEU

O grupo Classics IV foi formado em Jacksonville, Flórida, em 1965. A banda ficou conhecida por criar o que os americanos chamam de "soft southern rock". Liderada pelo vocalista Dennis Yost, ficou mundialmente conhecida pelos hits "Spooky", "Stormy" e "Traces", lançados no período de 1967 a 1969.


Em 2006, Dennis Yost caiu de uma escada e sofreu um traumatismo cerebral grave que lhe deixou sequelas. Foi realizado um concerto com vários amigos famosos para angariar fundos para que ele e a esposa pudessem arcar com o tratamento. O show foi um mega sucesso, mas o dinheiro arrecadado não foi suficiente.

Yost resolveu, então, colocar Tom Garret como vocalista da banda e fazer aparições eventuais nos shows. A formação, a partir de 2007, passou a contar com Tom Garrett como vocalista, Kevin Lloyd no baixo, Tim Ridgeway na bateria, Joe Sadler na guitarra, Garard Motague III na flauta e saxofone, e James Yoder nos teclados. Yost acabou falecendo em 2008 devido a problemas respiratórios.

A música Love Me or Leave Me Alone, fez parte da trilha sonora da novela O Semideus, de 1973.

wikipedia

TELEVISÃO

Estou entre aqueles que acham que a melhor coisa de uma televisão é o controle remoto. Não pra mudar drasticamente de canal quando me sinto atingido por um programa ou algo assim, mas pra ficar assistindo cinco segundos de cada canal mesmo.

Por algum motivo qualquer, me lembrei da quantidade de músicas cujas letras tratam a televisão sempre com desprezo, como sinônimo de alienação e vida infeliz.

É uma injustiça. O sujeito pode ser alienado e infeliz em qualquer lugar. Lendo jornal, parado numa praça (ou no centro da cidade, que é onde as pessoas gostam de ficar paradas) ou nos tão cultuados teatros e livrarias. Inclusive ouvindo um disco. A televisão (mesmo os canais abertos) tem opção pra todo gosto. Desde uma sessão plenária, na qual, com sorte, se pode ver uma cena de pugilato, até programas científicos. Passando por missas e exorcismos, claro. Então, acho meio injusto tratar assim a televisão.

E é uma atitude meio hipócrita também, pois todo artista que escreve esculhambando a programação de televisão, na primeira oportunidade, vai chacoalhar as tranças em qualquer programa dominical. Ok, seu artista alternativo preferido não vai. Mas a maioria vai.

GRANDES FRASES DE GRANDES FILMES

"You're gonna need a bigger boat."

(Você vai precisar de um barco maior.)
Martin Brody (Roy Scheider) - Jaws (Tubarão) - 1975

FRASE DO DIA

"Hoje, o brasileiro não sabe nem cantar, no máximo ele sabe levantar a mão e ficar abanando que nem um débil mental."
Juca Chaves

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

BREGA CHIQUE

Roberta Miranda, nome artístico de Maria Albuquerque Miranda, nasceu em João Pessoa, em 1956. 

É a quinta cantora brasileira que mais vendeu discos, com 15 milhões de cópias, ficando atrás apenas de Xuxa, Maria Bethânia e Rita Lee. Entre seus maiores sucessos estão Majestade O Sabiá, Pimenta Malagueta, Vá Com Deus e Sol da Minha Vida. Esta última, do disco homônimo lançado no início da década de 1990, foi um sucesso radiofônico e de vendagem, cerca de 750 mil cópias. 

"De igual pra igual", gravada por Matogrosso e Matias e, posteriormente, por José Augusto, foi seu primeiro grande sucesso.


Você mentiu 
Quando jurava para mim fidelidade 
Fui apenas um escravo da maldade 
Você quis, você lutou e conseguiu 
Você feriu 
Os sentimentos que a ti eu dediquei 
Quantas vezes o teu pranto eu enxuguei 
Por pensar que era por mim que choravas 
Você fingiu... 
Você brincou com minha sensibilidade 
É o fim do nosso caso na verdade 
Só nos restam recordações 
Não toque em mim 
Hoje descobri que você não é nada 
Não podemos seguir juntos nessa estrada 
É o fim do amor sincero que eu senti 
Mas aprendi 
Fazer amor pra te ferir sem sentir nada 
Enquanto eu amava, você me enganava 
De igual pra igual 
Quem sabe a gente pode ser feliz 

wikipedia

PRIMEIROS PARÁGRAFOS INESQUECÍVEIS

"O rádio estava ligado na sala. Era hora do famoso Papel Carbono de Renato Murce, no qual debutaram os maiores artistas brasileiros surgidos nas décadas de 40 e 50. No final do programa, como de costume, o locutor fez as chamadas para a semana seguinte, e qual não foi a surpresa do menino ao ouvir seu nome entre os calouros que iriam se apresentar no próximo domingo. E com um nome como o seu, havia pouca chance de que se tratasse de um xará: Baden Powell."
O Violão Vadio de Baden Powell - Dominique Dreyfus - 1999

FRASE DO DIA

"Como diretor, não gostaria de me ter como ator. Como ator, não gostaria de me ter como diretor."
Robert Redford

DAS MADRUGADAS

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

GALERIA DE NOTÁVEIS - BURT REYNOLDS

O MUNDO MONGO

DO DIÁRIO DE LUIGGI


Hoje, enquanto almoçava, ouvi um sujeito, na mesa ao lado, falando para o outro que um colega de academia deles tava tomando asteroides. 

Fiquei curioso.

CURTA NO TOA - O HOMEM DA CABEÇA DE PAPELÃO



O Homem da Cabeça de Papelão

Gênero: Ficção 
Subgênero: Ficção Científica 
Diretor: Carlos Canela 
Elenco: Epaminondas Reis, Glicério Rosário, Odilon Esteves 
Duração: 15 min Ano: 2007 Formato: Mini-DV 
País: Brasil Local de Produção: MG 
Cor: Colorido 
Sinopse: Em uma sociedade indefinida no tempo, um homem muda de cabeça e descobre que só a verdade não o libertará.

CLÁSSICOS PARA A VIDA ETERNA

OVELHA NEGRA (1975) RITA LEE

Sérgio Luiz Gallina


Levava uma vida sossegada
Gostava de sombra e água fresca
Meu Deus, quanto tempo eu passei
Sem saber
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Foi quando meu pai me disse
Filha, você é a ovelha negra da família
Agora é hora de você assumir
E sumir
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Baby, baby
Não adianta chamar
Quando alguém está perdido
Procurando se encontrar
----
Baby, baby
Não vale a pena esperar
Tire isso da cabeça
Ponha o resto no lugar
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FRASE DO DIA

“Se eu passar por uma obra e os operários não mexerem comigo, volto para casa” 
Rita Cadillac

domingo, 7 de dezembro de 2014

DO FUNDO DO BAÚ

Chico City foi um programa humorístico produzido pela Rede Globo e exibido de 1973 a 1980, semanalmente, tendo como figura principal o humorista Chico Anysio.

No inicio da história do programa, todos os quadros se passavam numa cidade do interior do Nordeste, a tal Chico City, aproveitando o sucesso da novela O Bem Amado, que fazia graça com os personagens e o sotaque daquela região do Brasil. 


O prefeito era o populista e corrupto Valfrido Canavieira. Seu pai, foi revelado depois, era o Professor Raimundo, que também teve lugar no programa com sua Escolinha. Um dos destaques era o velhote Seu Popó, que vivia implicando com seu companheiro Albamerindo (Jomba) e com suas enfermeiras. O jornal da cidade, que fazia oposição ao prefeito, era escrito por Setembrino, vulgo "Esquerdinha". Na rádio fazia sucesso o locutor Roberval Taylor. Nos comícios de Canavieira, se apresentavam o grupo Baiano e os Novos Caetanos (sátira de Caetano Veloso e os Novos Baianos). A música Vô Batê Pá Tu, de autoria de Orlandivo e Arnaud Rodrigues, foi um mega sucesso, inclusive na Europa. 

Um dos habitantes mais conhecidos da cidade era o famoso Pantaleão, o maior mentiroso do Brasil. Era casado com Terta (Suely May), chamada frequentemente por ele para confirmar as "histórias" do marido (pelo bordão "É mentira, Terta?") que sempre se passavam em 1927. O protegido do casal era o famoso Pedro Bó, adulto com postura de criança. Ele era interpretado pelo artista de circo Joe Lester, que era secretário do comediante Jararaca (da dupla Jararaca e Ratinho), que fazia parte do elenco do programa. O bordão "Não, Pedro Bó", foi um sucesso nacional, sendo inclusive o nome da seção da revista MAD que tinha "Respostas Cretinas para Perguntas Imbecis".


O último quadro do programa era com o Véio Zuza, um preto velho tradicional a quem os personagens iam consultar sobre problemas diversos. Ele sempre respondia com um misto de ironia e bom-senso. Nesse quadro, o personagem Negritim era interpretado pelo filho de Chico, Nizo Neto, também maquiado de negro. 

Chico protagonizava todos os quadros principais, mas havia alguns exclusivos de outros humoristas, como o "Beleza" (o conquistador da cidade), interpretado por Carlos Leite, e "Os Intelectuais", em que Bertoldo Brecha (o pretenso intelectual de botequim, que vivia travando "sábios" diálogos com um amigo, Martim Francisco, a quem se referia como "Caro colégua", e cujo nome é uma sátira ao dramaturgo e poeta alemão Bertolt Brecht), interpretado por Mário Tupinambá, que voltaria na Escolinha com o bordão "Veeeeeenha!".


Depois, a cidade cresceria, tornando-se uma metrópole, o que daria oportunidade para o surgimento de nova série de personagens, como o Coalhada (sátira de jogador de futebol em fim de carreira), Bozó (que tentava impressionar dizendo que trabalhava na Globo) e Tavares, um malandro alcoólatra, que casou com uma mulher feia e rica a qual chamava de Biscoito (Zezé Macedo).

Mas o destaque era mesmo Chico, que em cada programa interpretava vários de seus mais de 200 tipos. Além dos citados, havia também o Coronel Limoeiro, o Professor Raimundo, Quem-Quem (três dos seus mais antigos tipos), Meinha, Mariano, Nazareno, Valentino, entre muitos outros.


Chico Anysio
Lupe Gigliotti
Walter D'Ávila
Berta Loran
Luís Delfino
Sônia Mamede
Antônio Carlos Pires
Rafael de Carvalho
Lucio Mauro
Arnaud Rodrigues
Zé Trindade
José Vasconcellos
Elza Gomes
Zezé Macedo
Castrinho
Rogério Cardoso
Mário Tupinambá
Nélia Paula
Rony Cócegas
Selma Lopes
Dary Reis
Alberto Perez
Agnes Fontoura
Eleonor Bruno
Magalhães Graça
Luiz Magnelli
Wilson Grey
Suely May
Ema D'Ávila
Fernando José
Jorge Loredo
Felipe Carone
Alcione Mazzeo
Tião Macalé
Domício Costa
Glória Pires
Nizo Neto
Geraldo Alves
Macedo Neto
Suzy Arruda
Augusto Olímpio
Darcy de Souza
Apolo Correia
Eliezer Motta
Alfredo Murphy
Rose Rondelli
Estelita Bell
Nélson Caruso
José de Arimathéa


Em  1973, foi lançado um long play pela Som Livre com músicas da trilha sonora do programa, a maioria de autoria de Chico e Arnaud. Entre elas estava o tema de abertura "Isso É Muito Bom", cantado pela dupla Kris e Cristina.

wikipedia

QUEIXUME

“Está cada vez pior andar de carro nesta cidade”. Você já ouviu essa frase. Em qualquer cidade - grande - em que você esteja, tenho certeza. Pode ser verdade. E não quero sofismar a afirmação e pensar que quem diz isso acha que em contrapartida está cada vez melhor andar de ônibus nesta cidade.

Mas é o tipo da reflexão que causa um pouco de estranheza, pois se está cada vez mais difícil andar de carro, imagine pra quem anda a pé, de ônibus, de trem...