quarta-feira, 8 de junho de 2016
CRIATURAS QUE O MUNDO ESQUECEU
Suzi Quatro, cantora, baixista e atriz norte-americana, teve uma série de hits na década de 1970, que tiveram maior repercussão na Europa do que em sua terra natal. Começou sua carreira musical aos 14 anos. Tocou baixo nas bandas femininas Pleasure Seekers e Cradle, com suas irmãs Patti, Nancy e Arlene.
Mudou-se para o Reino Unido em 1971, após ser descoberta em Detroit pelo produtor musical Mickie Most, que produziu The Animals, Jeff Beck, Lulu e Donovan. Nessa época, Most havia fundado sua própria gravadora, a RAK Records, que fez estrelas como Hot Chocolate e Mud.
O primeiro single de Suzi, "Rolling Stone", não alcançou popularidade, exceto em Portugal, onde chegou ao topo das paradas. Seu segundo single "Can the Can"(1973) foi nº 1 em toda Europa e Austrália, e foi seguido por mais três sucessos: "48 Crash"(1973), "Daytona Demon "(1973) e "Devil Gate Drive" (1974), todos pela RAK Records.
Essas gravações, no entanto, encontraram pouco sucesso em sua terra natal, apesar das turnês em meados dos anos 1970 e do apoio de Alice Cooper. Além disso, exceto na Austrália, a popularidade de Quatro e seu glam rock diminuiu a partir de 1975. Nesse ínterim, ela conseguiu alguns papeis de sucesso como atriz.
wikipedia
Mudou-se para o Reino Unido em 1971, após ser descoberta em Detroit pelo produtor musical Mickie Most, que produziu The Animals, Jeff Beck, Lulu e Donovan. Nessa época, Most havia fundado sua própria gravadora, a RAK Records, que fez estrelas como Hot Chocolate e Mud.
O primeiro single de Suzi, "Rolling Stone", não alcançou popularidade, exceto em Portugal, onde chegou ao topo das paradas. Seu segundo single "Can the Can"(1973) foi nº 1 em toda Europa e Austrália, e foi seguido por mais três sucessos: "48 Crash"(1973), "Daytona Demon "(1973) e "Devil Gate Drive" (1974), todos pela RAK Records.
Essas gravações, no entanto, encontraram pouco sucesso em sua terra natal, apesar das turnês em meados dos anos 1970 e do apoio de Alice Cooper. Além disso, exceto na Austrália, a popularidade de Quatro e seu glam rock diminuiu a partir de 1975. Nesse ínterim, ela conseguiu alguns papeis de sucesso como atriz.
CHAME O LADRÃO, CHAME O LADRÃO!!!
"Ai meu Deus, me dei mal
Bateu à minha porta
O japonês da Federal
Dormia o sono dos justos
Raiava o dia, eram quase 6
Escutei um barulhão,
Avistei o camburão
À minha porta o japonês, então, falou
Vem pra cá, você ganhou uma viagem ao Paraná"
(Marchinha do Japonês da Federal - Thiago Vasconcelos de Souza)
Bateu à minha porta
O japonês da Federal
Dormia o sono dos justos
Raiava o dia, eram quase 6
Escutei um barulhão,
Avistei o camburão
À minha porta o japonês, então, falou
Vem pra cá, você ganhou uma viagem ao Paraná"
(Marchinha do Japonês da Federal - Thiago Vasconcelos de Souza)
terça-feira, 7 de junho de 2016
PRIMEIROS PARÁGRAFOS INESQUECÍVEIS
"Mais cedo ou mais tarde, iria acontecer. Em 30 de junho de 1908, Moscou escapou da destruição por três horas e quatro mil quilômetros – margem mínima pelos padrões do universo. Novamente, em 12 de fevereiro de 1947, outra cidade russa escapou por ainda menos, quando o segundo grande meteorito do século 20 detonou a menos de quatrocentos quilômetros de Vladivostok, com uma explosão equivalente à da recém-inventada bomba de urânio."
Econtro com Rama - Arthur C. Clarke - 1973
BREGA CHIQUE
A dupla Leandro & Leonardo, formada em Goiás, teve estrondoso sucesso na indústria musical de 1989 a 1998, quando um câncer raro e arrasador tirou a vida de Leandro. No ano seguinte, Leonardo seguiu carreira solo.
Após o lançamento de seus dois primeiros álbuns que não tiveram uma grande relevância, eles lançaram em 1989 o álbum "Leandro e Leonardo Vol. 3", e com ele veio o sucesso nacional. A canção "Entre Tapas e Beijos" (escrita por Nilton Lamas e Antônio Bueno) virou hit. Já no ano seguinte eles lançaram o quarto álbum da carreira, com o mesmo nome de "Leandro & Leonardo". Este álbum emplacou mais dois sucessos no final do ano de 1990, o hit "Pense em Mim" (escrita por Douglas Maio, Mário Soares e Zé Ribeiro) e a canção "Desculpe, Mas Eu Vou Chorar" (escrita por César Augusto, Gabriel).
Após o lançamento de seus dois primeiros álbuns que não tiveram uma grande relevância, eles lançaram em 1989 o álbum "Leandro e Leonardo Vol. 3", e com ele veio o sucesso nacional. A canção "Entre Tapas e Beijos" (escrita por Nilton Lamas e Antônio Bueno) virou hit. Já no ano seguinte eles lançaram o quarto álbum da carreira, com o mesmo nome de "Leandro & Leonardo". Este álbum emplacou mais dois sucessos no final do ano de 1990, o hit "Pense em Mim" (escrita por Douglas Maio, Mário Soares e Zé Ribeiro) e a canção "Desculpe, Mas Eu Vou Chorar" (escrita por César Augusto, Gabriel).
Perguntaram pra mim
Se ainda gosto dela
Respondi, tenho ódio
E morro de amor por ela
Hoje estamos juntinhos
Amanhã nem te vejo
Separando e voltando
A gente segue andando
Entre tapas e beijos
Eu sou dela, e ela é minha
E sempre queremos mais
Se me manda ir embora
Eu saio pra fora ele chama pra trás
Entre tapas e beijos
É ódio é desejo
É sonho é ternura
O casal que se ama
Até mesmo na cama
Provoca loucuras
E assim vou vivendo
Sofrendo e querendo
Esse amor doentio
Mas se falto pra ela
Meu mundo sem ela
Também é vazio
wikipedia
segunda-feira, 6 de junho de 2016
CLÁSSICOS PARA A VIDA ETERNA
MR. BIG (1970) FREE
Sérgio Luiz Gallina
I work hard everyday
Come rain or shine
And i don't need no one
To tell me 'bout a girl of mine
She's got so much love
And she saves it all for me
I would not be lying
That's the way it's got to be
----
So mr. big
You'd better watch out
When only you hang around me
Oh for you now
I will dig
A great big hole in the ground.
----
I don't care who you are
So don't explain
Just get out of here
And don't come back again
I don't want a thing from you
I don't want to give you nothing too
Get out of here
Before i lose my cool.
----
Mr. big
Oh watch out
Baby and don't you hang around me
Oh for you now
I will dig
A great big hole in the ground.
----
So mr. big
You'd better watch out
When only you hang around me
Oh for you now
I will dig
A great big hole in the ground
------------------------------
domingo, 5 de junho de 2016
DO FUNDO DO BAÚ
"Planeta: Terra.
Cidade: Tóquio. Como em todas as metrópoles deste planeta, Tóquio se acha hoje
em desvantagem em sua luta contra o maior inimigo do homem: a poluição. E
apesar dos esforços das autoridades de todo o mundo, pode chegar um dia em que
a terra, o ar e as águas venham a se tornar letais para toda e qualquer forma
de vida. Quem poderá intervir? Spectreman!"
Era com a frase apocalíptica acima que o narrador iniciava
cada episódio de Spectreman, uma série de TV de ficção-científica de 63
episódios produzida no Japão entre 1971 e 1972 e exibida no Brasil entre 1981 a
1982 pela Rede Record e 1983 até 1990 na TVS (atual SBT).
O seriado contava a luta do androide Spectreman contra o
genial cientista Gori e seu divertido auxiliar, Karas — ambos simioides (homens-macaco).
Além da tradicional guerra do bem contra o mal, as aventuras de Spectreman
faziam com que o telespectador refletisse sobre os problemas causados pela
poluição. O tema esteve presente em praticamente todos os episódios — os
monstros criados pelo Dr. Gori usavam o lixo como matéria-prima.
No primeiro capítulo, um homem que caminhava pelas
tumultuadas ruas da capital japonesa ouve um chamado. Imediatamente o sujeito
olha para o céu e vê, entre as núvens, uma espécie de espaçonave. Por
telepatia, recebe a ordem: “Spectreman,
essa é a voz dos Dominantes. Prevemos uma catástrofe ecológica em plena Baía de
Tóquio. Horário terrestre: 19h. Tua missão é investigar imediatamente.
Lembre-se que não deves revelar tua identidade a nenhum nativo deste planeta.
Estás preparado, Spectreman?” “Às ordens!”. Essa era a resposta que
permitia ao aparente ser humano chamado Kenji se transformar no androide
Spectreman.
A série trazia uma interessante ambiguidade,Dr. Gori
justificava seus planos de invadir e dominar a Terra com um argumento muito
racional e atual: os seres humanos estão destruindo o planeta com a poluição,
logo, não mereciam viver nele. Gori queria extinguir a população da Terra para
recriar as belezas naturais e, claro, dominar o planeta. Pensando por esse
viés, ao defender a Terra dos ataques do inimigo — que criava monstros
ecologicamente corretos, pois usava como matéria-prima o lixo reciclado —,
Spectreman estaria, mesmo sem querer, defendendo as grandes corporações
poluidoras. Na verdade, o herói tinha consciência da triste consequência de
suas intervenções. Várias vezes ele deixava claro que o ser humano só tinha
chance de sobreviver se cuidasse melhor do planeta. Mesmo assim, por vontade
própria e também por ordem dos Dominantes, Spectreman defendia os terráqueos.Com Wikipédia
CURTA NO TOA - FAÇA SUA ESCOLHA
Faça sua escolha
Sinopse: Um pequeno grupo de pessoas que se conhece por acaso, à procura de Amor e Amizade, suas escolhas e as tragicômicas conseqüências delas.
Gênero: Ficção
Subgênero: Comédia
Diretor: Paulo Miranda
Elenco: Élder Fraga, Joca Andreazza, Nathália Lorda, Silvia Lourenço
Duração: 7 min Ano: 2006 Formato: 35mm
País: Brasil Local de Produção: SP
Cor: Colorido
LEITURA DE DOMINGO
Carnaval em Curitiba
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| Cristovão Tezza |
Nem as crianças se entusiasmam: uma terça-feira gorda no Parque Barigüi, que descanso! Parece que estamos passeando em Genebra num começo de primavera! Nenhuma máscara de pirata ou palhaço, nada de serpentina, nem um único confete no chão, naquelas trilhas onde o pessoal sério faz a firme corrida vespertina, bufando, como se não estivesse acontecendo nada no resto do Brasil. É uma coisa tão desenxabida, que quem defende o carnaval da cidade tem de fazê-lo aos gritos, em altos brados, tem de exigir atitude das autoridades, reclamar por leis mais severas, mandar requerimento aos vereadores! Ora, alguma coisa tem de ser feita contra esse crime, parecem dizer, contra essa terrível indiferença!
Bem, carnaval que precisa de lei ou regulamentação, que precisa de muito apoio, defesas apaixonadas para uma platéia apática ou apenas discretamente divertida, tem alguma coisa errada — ou não tem nada errado; apenas não existe. Parece que há uma incompatibilidade radical entre o espaço curitibano e a idéia de carnaval. Digo "espaço" porque, no período, uma horda imensa de curitibanos foge daqui, desabala-se sôfrega em filas intermináveis para descer ao litoral onde, apertada na multidão que enche calçadas, praias, restaurantes, bares, supermercados e apartamentos, passa quatro dias, às vezes sem água na torneira, reclamando da chuva. Ou os habitantes escapam para Floripa, para o Rio, escondem-se em Antonina, em qualquer lugar onde possam se divertir. Aqui, alguma coisa decididamente não combina.
E não é de hoje. A edição de O Paranaense, de 15 de fevereiro de 1880, ilustra-nos Wilson Martins, descrevia os "folguedos carnavalescos" como um desfile de "raras e desengraçadas figuras". Observe-se a finura crítica da expressão, nossa marca registrada: "desengraçadas figuras" — onde naufraga o carnaval, brilha a linguagem.
Há algumas surpresas. Anos atrás, fui pela primeira vez ao antigo Bar do Ermes em pleno carnaval: fregueses bebiam cerveja tranqüilos nas mesas espalhadas, como numa noite de outubro. Mas percebi um som ao fundo, algo que vinha dos subterrâneos, vibrava o chão, uma espécie de bate-estacas que se aproxima. Descobri a escada para o porão e naquele pequeno espaço sem ar, enfumaçado, como na Chicago da Lei Seca, vislumbrei uma multidão clandestina que pulava carnaval, acotovelando-se no escuro com serpentina e tudo, num calor infernal e transpirando alegria. O contraste entre aquele caldeirão nas trevas e a paz iluminada lá da terra me sugeriu uma manchete possível para a Tribuna do Paraná: "Polícia estoura ponto de carnaval em Curitiba!"
Tudo bem: não temos carnaval. Mas vejamos de outro modo: em vez de defeito, não seria esse um capital respeitável a ser mais bem-aproveitado? Uma importante cidade brasileira substancialmente avessa ao carnaval! São quatro ou cinco dias de silêncio, de grandes espaços vazios para caminhar — e toda a infra-estrutura de lazer sub-aproveitada, teatros fechados, cinemas às moscas. Calculem-se os milhares — talvez milhões — de brasileiros que, como eu, acham carnaval uma coisa aborrecida e que muitas vezes se submetem por absoluta falta do que fazer àqueles desfiles intermináveis e chatíssimos da rede Globo, oitocentas horas seguidas da mesma coisa, torturados por sambas-enredos idiotas e clonados ao infinito na alegria militarizada da avenida.
Pois esse povo sofrido e sem opção encontraria em Curitiba o seu paraíso! Quanta coisa poderia ser programada nesse período! Desde a versão hard — digamos, um Festival Internacional de Música Sacra ou um Concurso Nacional de Canto Gregoriano —, até opções mais suaves, como, quem sabe, Encontros de Jazz Instrumental, algo assim, ou uma boa Mostra do Cinema Escandinavo, etc. São muitas opções. O único cuidado deverá ser vetar expressamente manifestações de MPB, porque atrás delas sempre há o risco de um trio-elétrico aparecer e aí, bem, aí sai todo mundo correndo, acabou o carnaval curitibano e voltamos à estaca zero.
Texto publicado no "Caderno de Idéias", nº 8 - Curitiba, fevereiro de 2004.
sábado, 4 de junho de 2016
COVER DO SÁBADO
Brasil Pandeiro é um samba-exaltação composto por Assis Valente, no qual o autor baiano exalta o samba e o povo brasileiro. A canção, de 1940, faz referência ao sucesso da música brasileira, em especial o samba, que atingia o público norte-americano na voz e nas películas da cantora luso-brasileira Carmem Miranda, um amor antigo do próprio Assis Valente.
Carmem gravou Recenseamento, também de Valente, mas não gostou de Brasil Pandeiro: "Assis, isso não presta. Você ficou borocoxô." O baiano ficou magoado, principalmente porque a canção adquiriu grande reputação na gravação dos Anjos do Inferno.
Em 1972, o grupo Novos Baianos, por sugestão de João Gilberto, regravou a canção no álbum Acabou Chorare. João Gilberto fez-lhes uma visita enquanto estavam no Rio de Janeiro, e, notando seu estilo elétrico, aconselhou-os a levar "o caminho de volta para casa", a encontrarem suas raízes, a "voltarem-se para dentro de si mesmos".
A versão dos Novos Baianos é considerada uma das mais bem elaboradas regravações da música. Yara Caznok diz que foi uma "pena" que Assis Valente "não tivesse vivido o bastante para desfrutar da gloriosa regravação" deles.
wikipédia
Carmem gravou Recenseamento, também de Valente, mas não gostou de Brasil Pandeiro: "Assis, isso não presta. Você ficou borocoxô." O baiano ficou magoado, principalmente porque a canção adquiriu grande reputação na gravação dos Anjos do Inferno.
A versão dos Novos Baianos é considerada uma das mais bem elaboradas regravações da música. Yara Caznok diz que foi uma "pena" que Assis Valente "não tivesse vivido o bastante para desfrutar da gloriosa regravação" deles.
A ESCADA DA ASCENSÃO DIVINA
A obra de arte bizantina A escada da ascensão divina, de
artista desconhecido, foi usada, possivelmente, para meditação espiritual.
A imagem ilustra um tratado escrito por Joh Klimagos, um
monge cristão e mais tarde abade do Mosteiro Ortodoxo de Santa Catarina, no
Sinai, Egito. O tratado foi escrito baseando-se na história de Jacó, contada no
livro do Gênesis, na primeira metade do século VII. No livro Jacó teve um sonho
em que via a escada que ligava o céu e a terra, e por ela, os anjos subindo e
descendo. O tratado, em resumo, dá os 30 passos para a evolução espiritual.
A pintura é uma representação da metáfora principal tratada
no texto, e os 30 degraus da escada correspondem a cada um dos passos para a
evolução espiritual. Visualmente, a escada cria uma linha diagonal que passa
pelo centro do ícone, dividindo-o em duas partes iguais. Ao acompanhar a
movimentação retratada na pintura, o espectador se depara com várias cenas que
fazem referência ao céu e ao inferno, as virtudes e os pecados.
A obra de arte mostra ainda os monges subindo pela escada,
almejando conquistar a salvação. A entrada dessas pessoas no céu, no entanto,
não é certa, já que os demônios puxam aqueles que têm a fé abalada durante a
subida.
4 DETALHES DE A ESCADA DA ASCENSÃO DIVINA SE DESTACAM:
1. RECEPÇÃO DIVINA:
Cristo aparece no topo da imagem, recebendo os bem-sucedidos
homens de fé que se aproximam do paraíso. Suas vestes são de cores vivas, em
contraste com os tons sombrios dos que estão no meio do caminho e com o preto
dos demônios abaixo.
2. AGENTES DE LÚCIFER:
Nove figuras aladas e suspensas se esforçam para atirar
flechas, lanças e puxar os monges vacilantes para o inferno. As figuras servem
de lembrete para aqueles que perdem a fé no meio do caminho, dando uma mostra
do terrível destino que os aguarda.
3. AGUARDANDO A VEZ:
Na parte inferior da tela um grupo de monges observa os
colegas na subida. As mãos abertas dão a ideia de bênçãos e súplicas,
abençoando os que estão no caminho enquanto se preparam para a sua vez.
4. BOCA DO INFERNO:
Monges que sucumbem à tentação e ficam vulneráveis diante
dos agentes de Lúcifer são jogados na boca do inferno, para um destino
desconhecido. Isso permite que os homens de fé imagine quais castigos e
punições os sem fé receberão.
FICHA TÉCNICA - A ESCADA DA ASCENSÃO DIVINA:
Autor: Desconhecido
Onde ver: Mostério Ortodoxo de Santa Catarina, Sinai, Egito
Ano: Final do século XII
Técnica: Têmpera e folhas de ouro sobre madeira
Tamanho: 41 cm x 29,5 cm
Movimento: Arte Bizantina
Com Universia Brasil
sexta-feira, 3 de junho de 2016
DA LAVA JATO
A jornalista Cláudia Cruz, mulher do Eduardo Cunha, declarou em seu depoimento aos investigadores da Operação Lava Jato em abril que não se recorda do motivo do repasse de R$ 591.254,99 que a sua empresa recebeu da Libra Terminal em 2007.
Tô achando que isso já é pegação de pé. Faz quase 10 anos que isso ocorreu, ninguém tem a obrigação de lembrar de todos os depósitos feitos na conta bancária. Acho que estão querendo aprontar pra ela.
Abre o olho, Cláudia. Abre o olho.
Tô achando que isso já é pegação de pé. Faz quase 10 anos que isso ocorreu, ninguém tem a obrigação de lembrar de todos os depósitos feitos na conta bancária. Acho que estão querendo aprontar pra ela.
Abre o olho, Cláudia. Abre o olho.
MÚSICA NA SEXTA
Ira! é uma banda brasileira de rock and roll, formada em
1981, na cidade de São Paulo. A banda anunciou seu término em setembro de 2007.
Em 2014, anunciou sua volta. Entre tantas formações, a considerada “clássica”
tem Nasi (vocal), Edgard Scandurra (guitarra e vocal), André Jung (bateria) e
Ricardo Gaspa (baixo e vocal).
Em março de 1985, o Ira! lança seu primeiro LP, Mudança de
Comportamento. No ano seguinte, o grupo lança o seu disco de maior sucesso até o
Acústico MTV, de 2004, Vivendo e Não aprendendo. O LP traz muitas músicas que
tocaram durante muito tempo (e até hoje) nas rádios, como "Envelheço na
Cidade", "Vitrine Viva", "Gritos na Multidão", “Dias
de Luta”, “Quinze anos”, além de “Flores em Você”, música que foi tema de
abertura da novela “O outro”, da rede Globo.
É deste disco a canção "Pobre Paulista" composta
por Edgard Scandurra aos 17 anos, que é uma crítica à opressão dos
governantes de São Paulo. Mas a canção desperta dúvidas de pessoas quanto aos
versos da terceira estrofe, que passa a ideia de bairrismo e preconceito contra
as populações de migrantes provenientes de outras regiões do Brasil que
encontram residência e trabalho em São Paulo - notadamente indivíduos oriundos
das regiões Norte e Nordeste ("Não
quero ver mais essa gente feia/Não quero ver mais os ignorantes/Eu quero ver
gente da minha terra/Eu quero ver gente do meu sangue").
O apelido Nasi, do vocalista Marcos Valadão, o bracelete com
a bandeira do estado de São Paulo usado por Edgard nas apresentações da banda e
a proximidade com a cena punk paulistana, em que grupos como o Olho Seco traziam
no repertório músicas como "Nada" (dos versos "Você devia de
proibir [sic] a migração do povão/A praça Princesa Isabel já virou clube de
camping") faziam sedimentar ainda mais a ideia de o Ira (ainda sem o ponto
de exclamação, só adotado em 1985) ser um grupo declaradamente fascista. Edgard
e Nasi desmentiam tal versão, atestando que não há conotações fascistas no
trecho, e sim uma crítica às pessoas que apoiavam a ditadura - seriam essas as
"feias e ignorantes", e não pessoas de outras cidades.
Em 2008, Nasi relatou em uma entrevista a Revista Trip que
Scandurra já tinha confessado que a música era preconceituosa com os migrantes,
e que por isso nunca mais a cantou. Trecho da entrevista: "Eu estava num
bar com minha ex-namorada e um casal de amigos, depois de um show do Acústico
MTV. Apareceu o Edgard bem na hora que o meu amigo estava falando sobre
"Pobre paulista". O Edgard senta na mesa e diz assim: "Olha, não
é nada disso, não tem nada dessa história de rebeldia juvenil. Realmente é um
preconceito contra a invasão de nordestinos, era o que eu estava pensando na época
e foi isso o que eu quis dizer mesmo, eu não aguentava essa coisa de música
baiana, de Caetano, de Gil". Na hora, esse foi mais um dos insights que eu
tive. Defendi durante anos essa letra, carreguei essa cruz. Agora, naquele dia,
eu saí de lá falando assim 'eu nunca mais canto essa
música'."
Pobre Paulista
Edgard Scandurra
Todos os não se agitam
Toda adolescência acata
E a minha mente gira
E toda ilusão se acaba
Dentro de mim sai um monstro
Não é o bem, nem o mal
É apenas indiferença
É apenas ódio mortal
Não quero ver mais essa gente feia
Não quero ver mais os ignorantes
Eu quero ver gente da minha terra
Eu quero ver gente do meu sangue
Pobre São Paulo
Pobre paulista
Eu sei que vivo em louca utopia
Mas tudo vai cair na realidade
Pois sinto que as coisas vão surgindo
É só um tempo pra se rebelar
Pobre São Paulo
Pobre paulista
Parou, pensou e chegou ... a essa conclusão
Nota da Redação: Apesar de Vivendo e Não Aprendendo ser um disco de estúdio
(com muitas brigas com o produtor Liminha), o grupo optou por não regravar Gritos
na Multidão e Pobre Paulista, alegando que dessa maneira não teria como fazerem
play back dessas músicas em programas
de TV.
Nota da Redação²: Edgard Scandurra gravou um vídeo dando sua versão acerca da
polêmica envolvendo Pobre Paulista. Para assisti-lo clique AQUI.
quinta-feira, 2 de junho de 2016
ÁLBUM DA QUINTA
NURSERY CRYME - 1971 - GENESIS
Nursery Cryme, uma das obras mais cultuadas e celebradas dos anos 70 e da história do rock progressivo, é o terceiro álbum do Genesis, lançado em 1971. O grupo havia conseguido se livrar das amarras de produtores que queriam direcionar o som deles, como aconteceu com o primeiro álbum. Eles conseguiram obter relativo sucesso com seu segundo álbum, voltado ao som progressivo, Trespass, porém, o baterista John Mayhew era considerado pouco técnico para os projetos ambiciosos da banda e o guitarrista Anthony Phillips deixou o grupo para estudar música clássica.
Side A
1. The Musical Box 0:00
2. For Absent Friends 10:30
3. The Return of the Giant Hogweed 12:18
Side B
1. Seven Stones 20:27
2. Harold the Barrel 25:35
3. Harlequin 28:36
4. The Fountain of Salmacis 31:32
Todas as m[úsicas foram compostas e arranjadas por Tony Banks, Phil Collins, Peter Gabriel, Steve Hackett, and Mike Rutherford.
Peter Gabriel – lead vocals, flute, bass drums, tambourine
Steve Hackett – electric and 12-string guitars
Tony Banks – organ, backing vocals, Mellotron, acoustic and electric pianos, 12-string guitar
Mike Rutherford – bass, backing vocals, Dewtron "Mister Bassman" bass pedal synthesizer, 12-string guitar
Phil Collins – drums, backing vocals, lead vocals on "For Absent Friends", percussion
http://whiplash.net/materias/cds/218680-genesis.html#ixzz4AQWYZOUf
quarta-feira, 1 de junho de 2016
GRANDES PERSONAGENS DA NOSSA HISTÓRIA
Em uma entrevista para a TV Record, Lilian Ramos, que foi fotografada sem calcinha ao lado do Itamar Franco num camarote da Sapucaí em 1994, deu uma entrevista dizendo que não gostou da repercussão que o caso teve na época:
"Eu não achei que foi uma coisa positiva para mim, apesar de as pessoas acharem que sim, mas não é verdade. Foi uma invasão de privacidade total", desabafou.
A foto, entretanto, mostra que ela já estava com a privacidade toda de fora.
CRIATURAS QUE O MUNDO ESQUECEU
Blue Swede foi uma banda de rock sueca, liderada por Björn Skifs, que atuou entre 1973 e 1975. O grupo era formado por Michael Areklew (guitarra), Ladislav Balaz (teclados), Tommy Berglund (trompete, flauta), Anders Berglund (teclados), Hinke Ekestubbe (saxofone), Janne Guldbäck (percussão), Bo Liljedahl (baixo) e Björn Skifs (vocal).
A banda lançou dois álbuns de covers, incluindo uma versão de "Hooked on a Feeling", o que lhes rendeu sucesso internacional. Eles se separaram depois que Skifs decidiu seguir carreira solo.
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