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quarta-feira, 8 de junho de 2016

ASSALTARAM A GRAMÁTICA

        clicrbs:
Grêmio monitora Cássio e cogita buscá-lo independente da saída de Marcelo Grohe

ELES SE PUXAM...

clicrbs:

Udinese teria negociado Nico López ao Inter

PARA BOM ENTENDEDOR...

Três surfistas são hospitalizados em campeonato de ondas assustadoras (globo.com)

Última cadela é homenageada antes de ser sacrificada (R7)

AMEAÇA

Junior Lima anuncia retorno aos palcos: ‘Chegou a hora de voltar’

PROCURA-SE HOLLYWOOD DESESPERADAMENTE


Renée Zellweger explica "sumiço" de Hollywood

CRIATURAS QUE O MUNDO ESQUECEU

Suzi Quatro, cantora, baixista e atriz norte-americana, teve uma série de hits na década de 1970, que tiveram maior repercussão na Europa do que em sua terra natal. Começou sua carreira musical aos 14 anos. Tocou baixo nas bandas femininas Pleasure Seekers e Cradle, com suas irmãs Patti, Nancy e Arlene.

Mudou-se para o Reino Unido em 1971, após ser descoberta em Detroit pelo produtor musical Mickie Most, que produziu The Animals, Jeff Beck, Lulu e Donovan. Nessa época, Most havia fundado sua própria gravadora, a RAK Records, que fez estrelas como Hot Chocolate e Mud.


O primeiro single de Suzi, "Rolling Stone", não alcançou popularidade, exceto em Portugal, onde chegou ao topo das paradas. Seu segundo single "Can the Can"(1973) foi nº 1 em toda Europa e Austrália, e foi seguido por mais três sucessos: "48 Crash"(1973), "Daytona Demon "(1973) e "Devil Gate Drive" (1974), todos pela RAK Records.

Essas gravações, no entanto, encontraram pouco sucesso em sua terra natal, apesar das turnês em meados dos anos 1970 e do apoio de Alice Cooper. Além disso, exceto na Austrália, a popularidade de Quatro e seu glam rock diminuiu a partir de 1975. Nesse ínterim, ela conseguiu alguns papeis de sucesso como atriz.

wikipedia

CHAME O LADRÃO, CHAME O LADRÃO!!!

"Ai meu Deus, me dei mal
Bateu à minha porta
O japonês da Federal

Dormia o sono dos justos
Raiava o dia, eram quase 6
Escutei um barulhão,
Avistei o camburão

À minha porta o japonês, então, falou
Vem pra cá, você ganhou uma viagem ao Paraná"

(Marchinha do Japonês da Federal - Thiago Vasconcelos de Souza)

CORREIO DO CORVO

Theresa Saldana
(20/08/1954 - 06/06/2016)

GRANDES FRASES DE GRANDES FILMES

"He is fat, you are thin, and both of you are fucking ugly."

(Ele é gordo, você é magro, e vocês dois são fodidamente feios.)
Gerald (Tom Wilkinson) - The Full Monty (Ou Tudo ou Nada) - 1997

DAS REDES

FRASE DO DIA

"Boa noite. Primeiramente, fora Temer!"
Ciro Gomes (em entrevista)

terça-feira, 7 de junho de 2016

PÉROLAS DO JORNALISMO

Preta Gil e Rodrigo Godoy embarcam juntinhos no Rio

A cantora e o maridão foram vistos de mão dada nos corredores (o fuxico)

PRIMEIROS PARÁGRAFOS INESQUECÍVEIS

"Mais cedo ou mais tarde, iria acontecer. Em 30 de junho de 1908, Moscou escapou da destruição por três horas e quatro mil quilômetros – margem mínima pelos padrões do universo. Novamente, em 12 de fevereiro de 1947, outra cidade russa escapou por ainda menos, quando o segundo grande meteorito do século 20 detonou a menos de quatrocentos quilômetros de Vladivostok, com uma explosão equivalente à da recém-inventada bomba de urânio."
Econtro com Rama - Arthur C. Clarke - 1973

BREGA CHIQUE

A dupla Leandro & Leonardo, formada em Goiás, teve estrondoso sucesso na indústria musical de 1989 a 1998, quando um câncer raro e arrasador tirou a vida de Leandro. No ano seguinte, Leonardo seguiu carreira solo.

Após o lançamento de seus dois primeiros álbuns que não tiveram uma grande relevância, eles lançaram em 1989 o álbum "Leandro e Leonardo Vol. 3", e com ele veio o sucesso nacional. A canção "Entre Tapas e Beijos" (escrita por Nilton Lamas e Antônio Bueno) virou hit. Já no ano seguinte eles lançaram o quarto álbum da carreira, com o mesmo nome de "Leandro & Leonardo". Este álbum emplacou mais dois sucessos no final do ano de 1990, o hit "Pense em Mim" (escrita por Douglas Maio, Mário Soares e Zé Ribeiro) e a canção "Desculpe, Mas Eu Vou Chorar" (escrita por César Augusto, Gabriel).


Perguntaram pra mim
Se ainda gosto dela
Respondi, tenho ódio
E morro de amor por ela

Hoje estamos juntinhos
Amanhã nem te vejo
Separando e voltando
A gente segue andando
Entre tapas e beijos

Eu sou dela, e ela é minha
E sempre queremos mais
Se me manda ir embora
Eu saio pra fora ele chama pra trás

Entre tapas e beijos
É ódio é desejo
É sonho é ternura
O casal que se ama
Até mesmo na cama
Provoca loucuras

E assim vou vivendo
Sofrendo e querendo
Esse amor doentio
Mas se falto pra ela
Meu mundo sem ela
Também é vazio

wikipedia

FRASE DO DIA

"Mulher que não entende broxada é ignorante."
Erasmo Carlos

segunda-feira, 6 de junho de 2016

CLÁSSICOS PARA A VIDA ETERNA

MR. BIG (1970) FREE

Sérgio Luiz Gallina



I work hard everyday
Come rain or shine
And i don't need no one
To tell me 'bout a girl of mine
She's got so much love
And she saves it all for me
I would not be lying
That's the way it's got to be
----
So mr. big
You'd better watch out
When only you hang around me
Oh for you now
I will dig
A great big hole in the ground.
----
I don't care who you are
So don't explain
Just get out of here
And don't come back again
I don't want a thing from you
I don't want to give you nothing too
Get out of here
Before i lose my cool.
----
Mr. big
Oh watch out
Baby and don't you hang around me
Oh for you now
I will dig
A great big hole in the ground.
----
So mr. big
You'd better watch out
When only you hang around me
Oh for you now
I will dig
A great big hole in the ground
------------------------------

FRASE DO DIA

domingo, 5 de junho de 2016

GALERIA DE NOTÁVEIS - GEORGE BURNS

MAFALDA

DO FUNDO DO BAÚ

"Planeta: Terra. Cidade: Tóquio. Como em todas as metrópoles deste planeta, Tóquio se acha hoje em desvantagem em sua luta contra o maior inimigo do homem: a poluição. E apesar dos esforços das autoridades de todo o mundo, pode chegar um dia em que a terra, o ar e as águas venham a se tornar letais para toda e qualquer forma de vida. Quem poderá intervir? Spectreman!" 

Era com a frase apocalíptica acima que o narrador iniciava cada episódio de Spectreman, uma série de TV de ficção-científica de 63 episódios produzida no Japão entre 1971 e 1972 e exibida no Brasil entre 1981 a 1982 pela Rede Record e 1983 até 1990 na TVS (atual SBT).

O seriado contava a luta do androide Spectreman contra o genial cientista Gori e seu divertido auxiliar, Karas — ambos simioides (homens-macaco). Além da tradicional guerra do bem contra o mal, as aventuras de Spectreman faziam com que o telespectador refletisse sobre os problemas causados pela poluição. O tema esteve presente em praticamente todos os episódios — os monstros criados pelo Dr. Gori usavam o lixo como matéria-prima.

No primeiro capítulo, um homem que caminhava pelas tumultuadas ruas da capital japonesa ouve um chamado. Imediatamente o sujeito olha para o céu e vê, entre as núvens, uma espécie de espaçonave. Por telepatia, recebe a ordem: “Spectreman, essa é a voz dos Dominantes. Prevemos uma catástrofe ecológica em plena Baía de Tóquio. Horário terrestre: 19h. Tua missão é investigar imediatamente. Lembre-se que não deves revelar tua identidade a nenhum nativo deste planeta. Estás preparado, Spectreman?” “Às ordens!”. Essa era a resposta que permitia ao aparente ser humano chamado Kenji se transformar no androide Spectreman.

Característica rara até mesmo para as séries mais recentes, as histórias de Spectreman quase sempre eram divididas em dois episódios, chamados, no Brasil, de "Primeira Parte" e "Epílogo". No final da primeira parte, o narrador chamava a atenção do telespectador para que ele não deixasse de conferir o desfecho da história, que viria a acontecer no capítulo seguinte.

A série trazia uma interessante ambiguidade,Dr. Gori justificava seus planos de invadir e dominar a Terra com um argumento muito racional e atual: os seres humanos estão destruindo o planeta com a poluição, logo, não mereciam viver nele. Gori queria extinguir a população da Terra para recriar as belezas naturais e, claro, dominar o planeta. Pensando por esse viés, ao defender a Terra dos ataques do inimigo — que criava monstros ecologicamente corretos, pois usava como matéria-prima o lixo reciclado —, Spectreman estaria, mesmo sem querer, defendendo as grandes corporações poluidoras. Na verdade, o herói tinha consciência da triste consequência de suas intervenções. Várias vezes ele deixava claro que o ser humano só tinha chance de sobreviver se cuidasse melhor do planeta. Mesmo assim, por vontade própria e também por ordem dos Dominantes, Spectreman defendia os terráqueos.


Com Wikipédia

CURTA NO TOA - FAÇA SUA ESCOLHA


Faça sua escolha

Sinopse: Um pequeno grupo de pessoas que se conhece por acaso, à procura de Amor e Amizade, suas escolhas e as tragicômicas conseqüências delas. 

Gênero: Ficção 
Subgênero: Comédia 
Diretor: Paulo Miranda 
Elenco: Élder Fraga, Joca Andreazza, Nathália Lorda, Silvia Lourenço 
Duração: 7 min Ano: 2006 Formato: 35mm 
País: Brasil Local de Produção: SP 
Cor: Colorido 

EM ALGUM LUGAR DO PASSADO (OU A PROFECIA)

LEITURA DE DOMINGO

Carnaval em Curitiba


Cristovão Tezza
Lembro Jamil Snege, atrás da mesa, cigarro entre os dedos: "Carnaval em Curitiba? Não dá. O sujeito pula na rua, alegrinho, vem o guarda e prende!" Vendo de um certo jeito, é uma espécie de maldição esse carnaval — ou não-carnaval — na cidade. Temos até de nos explicar por escrito, como agora. Parece que carregamos a culpa pela falta de espírito carnavalesco, a vergonha do falso rebolado, essa triste ausência de brasilidade, quem sabe até falta de patriotismo! Quando o Brasil inteiro dança, nós aqui, naquele silêncio de missa, andando pelas ruas vazias, metendo o olho crítico no primeiro engraçadinho que sai por aí fazendo escândalo. Coisa de bêbados!

Nem as crianças se entusiasmam: uma terça-feira gorda no Parque Barigüi, que descanso! Parece que estamos passeando em Genebra num começo de primavera! Nenhuma máscara de pirata ou palhaço, nada de serpentina, nem um único confete no chão, naquelas trilhas onde o pessoal sério faz a firme corrida vespertina, bufando, como se não estivesse acontecendo nada no resto do Brasil. É uma coisa tão desenxabida, que quem defende o carnaval da cidade tem de fazê-lo aos gritos, em altos brados, tem de exigir atitude das autoridades, reclamar por leis mais severas, mandar requerimento aos vereadores! Ora, alguma coisa tem de ser feita contra esse crime, parecem dizer, contra essa terrível indiferença!

Bem, carnaval que precisa de lei ou regulamentação, que precisa de muito apoio, defesas apaixonadas para uma platéia apática ou apenas discretamente divertida, tem alguma coisa errada — ou não tem nada errado; apenas não existe. Parece que há uma incompatibilidade radical entre o espaço curitibano e a idéia de carnaval. Digo "espaço" porque, no período, uma horda imensa de curitibanos foge daqui, desabala-se sôfrega em filas intermináveis para descer ao litoral onde, apertada na multidão que enche calçadas, praias, restaurantes, bares, supermercados e apartamentos, passa quatro dias, às vezes sem água na torneira, reclamando da chuva. Ou os habitantes escapam para Floripa, para o Rio, escondem-se em Antonina, em qualquer lugar onde possam se divertir. Aqui, alguma coisa decididamente não combina.

E não é de hoje. A edição de O Paranaense, de 15 de fevereiro de 1880, ilustra-nos Wilson Martins, descrevia os "folguedos carnavalescos" como um desfile de "raras e desengraçadas figuras". Observe-se a finura crítica da expressão, nossa marca registrada: "desengraçadas figuras" — onde naufraga o carnaval, brilha a linguagem.

Há algumas surpresas. Anos atrás, fui pela primeira vez ao antigo Bar do Ermes em pleno carnaval: fregueses bebiam cerveja tranqüilos nas mesas espalhadas, como numa noite de outubro. Mas percebi um som ao fundo, algo que vinha dos subterrâneos, vibrava o chão, uma espécie de bate-estacas que se aproxima. Descobri a escada para o porão e naquele pequeno espaço sem ar, enfumaçado, como na Chicago da Lei Seca, vislumbrei uma multidão clandestina que pulava carnaval, acotovelando-se no escuro com serpentina e tudo, num calor infernal e transpirando alegria. O contraste entre aquele caldeirão nas trevas e a paz iluminada lá da terra me sugeriu uma manchete possível para a Tribuna do Paraná: "Polícia estoura ponto de carnaval em Curitiba!"

Tudo bem: não temos carnaval. Mas vejamos de outro modo: em vez de defeito, não seria esse um capital respeitável a ser mais bem-aproveitado? Uma importante cidade brasileira substancialmente avessa ao carnaval! São quatro ou cinco dias de silêncio, de grandes espaços vazios para caminhar — e toda a infra-estrutura de lazer sub-aproveitada, teatros fechados, cinemas às moscas. Calculem-se os milhares — talvez milhões — de brasileiros que, como eu, acham carnaval uma coisa aborrecida e que muitas vezes se submetem por absoluta falta do que fazer àqueles desfiles intermináveis e chatíssimos da rede Globo, oitocentas horas seguidas da mesma coisa, torturados por sambas-enredos idiotas e clonados ao infinito na alegria militarizada da avenida.

Pois esse povo sofrido e sem opção encontraria em Curitiba o seu paraíso! Quanta coisa poderia ser programada nesse período! Desde a versão hard — digamos, um Festival Internacional de Música Sacra ou um Concurso Nacional de Canto Gregoriano —, até opções mais suaves, como, quem sabe, Encontros de Jazz Instrumental, algo assim, ou uma boa Mostra do Cinema Escandinavo, etc. São muitas opções. O único cuidado deverá ser vetar expressamente manifestações de MPB, porque atrás delas sempre há o risco de um trio-elétrico aparecer e aí, bem, aí sai todo mundo correndo, acabou o carnaval curitibano e voltamos à estaca zero.

Texto publicado no "Caderno de Idéias", nº 8 - Curitiba, fevereiro de 2004.

FRASE DO DIA

sábado, 4 de junho de 2016

COVER DO SÁBADO

Brasil Pandeiro é um samba-exaltação composto por Assis Valente, no qual o autor baiano exalta o samba e o povo brasileiro. A canção, de 1940, faz referência ao sucesso da música brasileira, em especial o samba, que atingia o público norte-americano na voz e nas películas da cantora luso-brasileira Carmem Miranda, um amor antigo do próprio Assis Valente.

Carmem gravou Recenseamento, também de Valente, mas não gostou de Brasil Pandeiro: "Assis, isso não presta. Você ficou borocoxô." O baiano ficou magoado, principalmente porque a canção adquiriu grande reputação na gravação dos Anjos do Inferno.


Em 1972, o grupo Novos Baianos, por sugestão de João Gilberto, regravou a canção no álbum Acabou Chorare. João Gilberto fez-lhes uma visita enquanto estavam no Rio de Janeiro, e, notando seu estilo elétrico, aconselhou-os a levar "o caminho de volta para casa", a encontrarem suas raízes, a "voltarem-se para dentro de si mesmos".

A versão dos Novos Baianos é considerada uma das mais bem elaboradas regravações da música. Yara Caznok diz que foi uma "pena" que Assis Valente "não tivesse vivido o bastante para desfrutar da gloriosa regravação" deles.

wikipédia

A ESCADA DA ASCENSÃO DIVINA

A obra de arte bizantina A escada da ascensão divina, de artista desconhecido, foi usada, possivelmente, para meditação espiritual.

A imagem ilustra um tratado escrito por Joh Klimagos, um monge cristão e mais tarde abade do Mosteiro Ortodoxo de Santa Catarina, no Sinai, Egito. O tratado foi escrito baseando-se na história de Jacó, contada no livro do Gênesis, na primeira metade do século VII. No livro Jacó teve um sonho em que via a escada que ligava o céu e a terra, e por ela, os anjos subindo e descendo. O tratado, em resumo, dá os 30 passos para a evolução espiritual.

A pintura é uma representação da metáfora principal tratada no texto, e os 30 degraus da escada correspondem a cada um dos passos para a evolução espiritual. Visualmente, a escada cria uma linha diagonal que passa pelo centro do ícone, dividindo-o em duas partes iguais. Ao acompanhar a movimentação retratada na pintura, o espectador se depara com várias cenas que fazem referência ao céu e ao inferno, as virtudes e os pecados.

A obra de arte mostra ainda os monges subindo pela escada, almejando conquistar a salvação. A entrada dessas pessoas no céu, no entanto, não é certa, já que os demônios puxam aqueles que têm a fé abalada durante a subida.

4 DETALHES DE A ESCADA DA ASCENSÃO DIVINA SE DESTACAM:

1. RECEPÇÃO DIVINA:

Cristo aparece no topo da imagem, recebendo os bem-sucedidos homens de fé que se aproximam do paraíso. Suas vestes são de cores vivas, em contraste com os tons sombrios dos que estão no meio do caminho e com o preto dos demônios abaixo.

2. AGENTES DE LÚCIFER:

Nove figuras aladas e suspensas se esforçam para atirar flechas, lanças e puxar os monges vacilantes para o inferno. As figuras servem de lembrete para aqueles que perdem a fé no meio do caminho, dando uma mostra do terrível destino que os aguarda.

3. AGUARDANDO A VEZ:

Na parte inferior da tela um grupo de monges observa os colegas na subida. As mãos abertas dão a ideia de bênçãos e súplicas, abençoando os que estão no caminho enquanto se preparam para a sua vez.

4. BOCA DO INFERNO:

Monges que sucumbem à tentação e ficam vulneráveis diante dos agentes de Lúcifer são jogados na boca do inferno, para um destino desconhecido. Isso permite que os homens de fé imagine quais castigos e punições os sem fé receberão.

FICHA TÉCNICA - A ESCADA DA ASCENSÃO DIVINA:

Autor: Desconhecido
Onde ver: Mostério Ortodoxo de Santa Catarina, Sinai, Egito
Ano: Final do século XII
Técnica: Têmpera e folhas de ouro sobre madeira
Tamanho: 41 cm x 29,5 cm
Movimento: Arte Bizantina

Com Universia Brasil

CORREIO DO CORVO

Muhammad Ali
(17/01/1942 - 03/06/2016)

FRASE DO DIA

sexta-feira, 3 de junho de 2016

PRA FRENTE, BRASIL!

Ex-deputada suspeita de "articulação criminosa" é nomeada por Temer para a Secretaria da Mulher

DA LAVA JATO

A jornalista Cláudia Cruz, mulher do Eduardo Cunha, declarou em seu depoimento aos investigadores da Operação Lava Jato em abril que não se recorda do motivo do repasse de R$ 591.254,99 que a sua empresa recebeu da Libra Terminal em 2007.

Tô achando que isso já é pegação de pé. Faz quase 10 anos que isso ocorreu, ninguém tem a obrigação de lembrar de todos os depósitos feitos na conta bancária. Acho que estão querendo aprontar pra ela.

Abre o olho, Cláudia. Abre o olho.

PÉROLAS DA REDAÇÃO

globo.com:

Contra fraude, PF prende ex- Receita e esposa


SEGURA NA MÃO DE DEUS, ELISEU

MÚSICA NA SEXTA

Ira! é uma banda brasileira de rock and roll, formada em 1981, na cidade de São Paulo. A banda anunciou seu término em setembro de 2007. Em 2014, anunciou sua volta. Entre tantas formações, a considerada “clássica” tem Nasi (vocal), Edgard Scandurra (guitarra e vocal), André Jung (bateria) e Ricardo Gaspa (baixo e vocal).

Em março de 1985, o Ira! lança seu primeiro LP, Mudança de Comportamento. No ano seguinte, o grupo lança o seu disco de maior sucesso até o Acústico MTV, de 2004, Vivendo e Não aprendendo. O LP traz muitas músicas que tocaram durante muito tempo (e até hoje) nas rádios, como "Envelheço na Cidade", "Vitrine Viva", "Gritos na Multidão", “Dias de Luta”, “Quinze anos”, além de “Flores em Você”, música que foi tema de abertura da novela “O outro”, da rede Globo.

É deste disco a canção "Pobre Paulista" composta por Edgard Scandurra aos 17 anos, que é uma crítica à opressão dos governantes de São Paulo. Mas a canção desperta dúvidas de pessoas quanto aos versos da terceira estrofe, que passa a ideia de bairrismo e preconceito contra as populações de migrantes provenientes de outras regiões do Brasil que encontram residência e trabalho em São Paulo - notadamente indivíduos oriundos das regiões Norte e Nordeste ("Não quero ver mais essa gente feia/Não quero ver mais os ignorantes/Eu quero ver gente da minha terra/Eu quero ver gente do meu sangue").

O apelido Nasi, do vocalista Marcos Valadão, o bracelete com a bandeira do estado de São Paulo usado por Edgard nas apresentações da banda e a proximidade com a cena punk paulistana, em que grupos como o Olho Seco traziam no repertório músicas como "Nada" (dos versos "Você devia de proibir [sic] a migração do povão/A praça Princesa Isabel já virou clube de camping") faziam sedimentar ainda mais a ideia de o Ira (ainda sem o ponto de exclamação, só adotado em 1985) ser um grupo declaradamente fascista. Edgard e Nasi desmentiam tal versão, atestando que não há conotações fascistas no trecho, e sim uma crítica às pessoas que apoiavam a ditadura - seriam essas as "feias e ignorantes", e não pessoas de outras cidades.

Em 2008, Nasi relatou em uma entrevista a Revista Trip que Scandurra já tinha confessado que a música era preconceituosa com os migrantes, e que por isso nunca mais a cantou. Trecho da entrevista: "Eu estava num bar com minha ex-namorada e um casal de amigos, depois de um show do Acústico MTV. Apareceu o Edgard bem na hora que o meu amigo estava falando sobre "Pobre paulista". O Edgard senta na mesa e diz assim: "Olha, não é nada disso, não tem nada dessa história de rebeldia juvenil. Realmente é um preconceito contra a invasão de nordestinos, era o que eu estava pensando na época e foi isso o que eu quis dizer mesmo, eu não aguentava essa coisa de música baiana, de Caetano, de Gil". Na hora, esse foi mais um dos insights que eu tive. Defendi durante anos essa letra, carreguei essa cruz. Agora, naquele dia, eu saí de lá falando assim 'eu nunca mais canto essa música'."

Pobre Paulista
Edgard Scandurra

Todos os não se agitam
Toda adolescência acata
E a minha mente gira
E toda ilusão se acaba

Dentro de mim sai um monstro
Não é o bem, nem o mal
É apenas indiferença
É apenas ódio mortal

Não quero ver mais essa gente feia
Não quero ver mais os ignorantes
Eu quero ver gente da minha terra
Eu quero ver gente do meu sangue

Pobre São Paulo
Pobre paulista

Eu sei que vivo em louca utopia
Mas tudo vai cair na realidade
Pois sinto que as coisas vão surgindo
É só um tempo pra se rebelar

Pobre São Paulo
Pobre paulista
Parou, pensou e chegou ... a essa conclusão

Nota da Redação: Apesar de Vivendo e Não Aprendendo ser um disco de estúdio (com muitas brigas com o produtor Liminha), o grupo optou por não regravar Gritos na Multidão e Pobre Paulista, alegando que dessa maneira não teria como fazerem play back dessas músicas em programas de TV.

Nota da Redação²: Edgard Scandurra gravou um vídeo dando sua versão acerca da polêmica envolvendo Pobre Paulista. Para assisti-lo clique AQUI.

FRASE DO DIA

"Ninguém vive impunemente a delícia dos extremos."
Cláudio Cabral

DAS MADRUGADAS

quinta-feira, 2 de junho de 2016

GRANDES FRASES DE GRANDES FILMES

"Isto é apenas uma ferida."
The Black Knight (John Cleese)  - Monty Python and the Holy Grail (Monty Python em Busca do Cálice Sagrado) - 1975

GRANDES PERSONAGENS DA NOSSA HISTÓRIA

O Sul:

Vera Gimenez reclama de pensão de 8 mil reais: "Como vou viver?"

Difícil, Vera, difícil...

ÁLBUM DA QUINTA

NURSERY CRYME - 1971 - GENESIS

Nursery Cryme, uma das obras mais cultuadas e celebradas dos anos 70 e da história do rock progressivo, é o terceiro álbum do Genesis, lançado em 1971. O grupo havia conseguido se livrar das amarras de produtores que queriam direcionar o som deles, como aconteceu com o primeiro álbum. Eles conseguiram obter relativo sucesso com seu segundo álbum, voltado ao som progressivo, Trespass, porém, o baterista John Mayhew era considerado pouco técnico para os projetos ambiciosos da banda e o guitarrista Anthony Phillips deixou o grupo para estudar música clássica.


Entram em cena o guitarrista Steve Hackett e o jovem baterista Phil Collins. Estava formada a equipe pioneira da banda. Sendo assim, o grupo precisava de um sucesso estrondoso, algo que chamasse a atenção. A resposta veio na imagem bizarra de uma enfermeira, em um campo de críquete, com um arremessador ensanguentado nas mãos em posição de rebatedora e cabeças espalhadas pelo campo.


A bizarrice era tamanha que todos queriam ver do que se tratava. A verdade é que o Genesis havia elaborado uma grande obra de sua discografia: músicas desafiadoras com um trabalho instrumental impecável e lírica riquíssima e elaborada. Este é o Nursery Cryme.


Side A
1. The Musical Box 0:00
2. For Absent Friends 10:30
3. The Return of the Giant Hogweed 12:18

Side B
1. Seven Stones 20:27
2. Harold the Barrel 25:35
3. Harlequin 28:36
4. The Fountain of Salmacis 31:32

Todas as m[úsicas foram compostas e arranjadas por Tony Banks, Phil Collins, Peter Gabriel, Steve Hackett, and Mike Rutherford.


Peter Gabriel – lead vocals, flute, bass drums, tambourine
Steve Hackett – electric and 12-string guitars
Tony Banks – organ, backing vocals, Mellotron, acoustic and electric pianos, 12-string guitar
Mike Rutherford – bass, backing vocals, Dewtron "Mister Bassman" bass pedal synthesizer, 12-string guitar
Phil Collins – drums, backing vocals, lead vocals on "For Absent Friends", percussion


http://whiplash.net/materias/cds/218680-genesis.html#ixzz4AQWYZOUf 

CORREIO DO CORVO

Ivan Cândido
(21/12/1931 - 31/05/2016)

DAS REDES

FRASE DO DIA

"Sabe, você me faz lembrar um poema que eu esqueci, de uma canção que talvez jamais tenha existido e de um lugar que não estou seguro de ter visitado."

(Abe Simpson)

quarta-feira, 1 de junho de 2016

GRANDES PERSONAGENS DA NOSSA HISTÓRIA


Em uma entrevista para a TV Record, Lilian Ramos, que foi fotografada sem calcinha ao lado do Itamar Franco num camarote da Sapucaí em 1994, deu uma entrevista dizendo que não gostou da repercussão que o caso teve na época:

"Eu não achei que foi uma coisa positiva para mim, apesar de as pessoas acharem que sim, mas não é verdade. Foi uma invasão de privacidade total", desabafou.

A foto, entretanto, mostra que ela já estava com a privacidade toda de fora.

CRIATURAS QUE O MUNDO ESQUECEU

Blue Swede foi uma banda de rock sueca, liderada por Björn Skifs, que atuou entre 1973 e 1975. O grupo era formado por Michael Areklew (guitarra), Ladislav Balaz (teclados), Tommy Berglund (trompete, flauta), Anders Berglund (teclados), Hinke Ekestubbe (saxofone), Janne Guldbäck (percussão), Bo Liljedahl (baixo) e Björn Skifs (vocal).


A banda lançou dois álbuns de covers, incluindo uma versão de "Hooked on a Feeling", o que lhes rendeu sucesso internacional. Eles se separaram depois que Skifs decidiu seguir carreira solo.

LAERTE

FRASE DO DIA