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sexta-feira, 26 de julho de 2013

FRASE DO DIA

"Minha mulher e eu fomos felizes durante 20 anos. Depois, acabamos nos conhecendo..."
Rodney Dangerfield

quinta-feira, 25 de julho de 2013

PAUTA EXTRA


Pauta Extra 12

 

ÁLBUM DA QUINTA

GAUCHO - STEELY DAN - 1980

Gaucho é o sétimo álbum da banda americana Steely Dan. As sessões de estúdio representaram o auge do perfeccionismo obsessivo em técnica de gravação. A partir de 1978, a banda se transformou numa grife da dupla Walter Becker e Donald Fagen, e para gravar o álbum eles contaram com 42 músicos, passando mais de um ano em estúdio e ultrapassando em muito o orçamento original da MCA Records.

Durante o período de dois anos em que o álbum foi gravado, a banda foi atormentada por uma série de problemas pessoais e profissionais. MCA, Warner Bros e Steely Dan travaram uma batalha judicial sobre os direitos de lançamento do disco. Depois que ele foi lançado, o músico de jazz Keith Jarrett processou a banda, alegando que a faixa "Gaucho" era plágio de uma composição sua. Além disso, Becker foi atropelado e passou seis meses fora de ação, com várias fraturas, e sua namorada foi encontrada morta por overdose em seu apartamento.



Babylon Sister e Hey Nineteen transformaram-se em clássicos da banda (a segunda chegou ao oitavo posto da Bilboard, sendo uma das três músicas de toda a discografia do Steely Dan a figurar no Top 10), e Gaucho, plágio ou não (o processo judicial garantiu a Keith Jarrett o seu nome como coautor), é uma obra de arte.




Side 1
Babylon Sisters – 5:55
Hey Nineteen – 5:10
Glamour Profession – 7:29

Side 2
Gaucho (Becker/Fagen/Jarrett) – 5:32
Time Out of Mind – 4:14
My Rival – 4:34
Third World Man – 5:13



Walter Becker - bass, guitar
Donald Fagen - organ, synthesizer, keyboards, electric piano, vocals
Anthony Jackson - bass
Chuck Rainey - bass
Don Grolnick - keyboards, electric piano, clavinet
Rob Mounsey - synthesizer, piano
Pat Rebillot - keyboards, electric piano
Joe Sample - electric piano
Hiram Bullock - guitar
Larry Carlton - guitar
Rick Derringer - guitar
Steve Khan - acoustic guitar, electric guitar
Mark Knopfler - lead guitar on "Time out of Mind"
Hugh McCracken - guitar
Wayne Andre - trombone
Michael Brecker - tenor saxophone, vocals
Randy Brecker - trumpet, flugelhorn
Ronnie Cuber - baritone saxophone
Walter Kane - bass clarinet
George Marge - bass clarinet
David Sanborn - alto saxophone, vocals
David Tofani - tenor saxophone, vocal
Steve Gadd - percussion, drums
Rick Marotta - drums
Robbie Buchanan - piano, synthesizers and vocals
Jeff Porcaro - percussion, drums
Bernard "Pretty" Purdie - drums
Crusher Bennett - percussion
Victor Feldman - percussion, keyboards
Ralph MacDonald - percussion
Nicky Marrero - percussion, timbales, vocals
Patti Austin - vocals, background vocals
Frank Floyd - background vocals
Diva Gray - vocals, background vocals
Gordon Grody - vocals, background vocals
Lani Groves - vocals, background vocals
Michael McDonald - vocals, background vocals
Leslie Miller - vocals, background vocals
Jennifer James - vocals, background vocals
Zachary Sanders - vocals, background vocals
Valerie Simpson - vocals, background vocals
Toni Wine - vocals, background vocals




HAJA SACO!

Uma das coisas mais chatas que existe é entrevista com artistas, publicitários (que se acham artistas, by the way) ou expoentes de qualquer área falando sobre seu processo criativo e como chegaram aonde estão. É um saco! 



Nessas ocasiões, surgem declarações do tipo "Fui picado pela mosca do teatro" (thanks, Luiggi), "A música está em mim desde sempre", "Minha mãe disse que eu já cantava na sua barriga", "Desde criança eu gostava de representar e fazia apresentações nas festas da família" e por aí vai. 

PQP!!! Toda criança faz isso, cacete! Sempre há uma explicação esotérica para as coisas mais corriqueiras. Estava escrito nas estrelas que eu seria assim. Que chatice! O pior é quando o entrevistado senta no sofá do entrevistador em posição de lótus e começa cada resposta com "Então..." E o entrevistador, que é sempre mais estrela do que o entrevistado e sabe mais do que ele sobre qualquer assunto, fica usando o babaca agradecido como escada. 

É tudo muito meigo. Ou eu que sou chato pra c... mesmo e não tenho paciência pra frescura. 

Tudo é mercado, cara pálida. 

ZAPEANDO

Alguns programas nunca decepcionam. Mas é zapeando que a gente pega as maiores pérolas. Uma delas é um sujeito falando do Stephen King e afirmando que ele começou a escrever na juventude porque tinha um engarrafamento de ideias na cabeça. (Por mim, Stephen King ganha o prêmio de Muilealevalerosense honorário, já que aqui todo mundo tema cabeça fervilhando de ideias).

Outro, diz que tentou ser advogado, tentou outras coisas na vida, mas o teatro estava no DNA. Ele queria ser outra coisa, ser rico, inclusive. Mas não deu, era mais forte. Esse, claro, é da MuiLeal.

Gosto também quando dizem que foram “picados pela mosca do teatro”.

DREAMS

Bebeto Mohr, ao ver, no sábado, o quadro A Queda, de René Magritte, lembrou de um disco antológico. O grupo Dreams foi responsável pelo início de muita gente boa do fusion, lá pelo final dos anos 60. Músicos vindos de várias formações e escolas jazzísticas, como Billy Cobham (bateria), Brecker Brothers (sax e trumpete), Will Lee (baixo), John Abercrombie (guitarra) e Don Grolnik (teclados),  entre outros, fizeram parte do projeto. Pós-Miles Davis e pré-Mahavishnu, como diz Carlos Alberto. Enjoy it.

FRASE DO DIA

"Quando morrer, quero ser velada de bruços, para as pessoas me reconhecerem."
Rita Cadillac

DAS MADRUGADAS

Wanderley Cardoso deu detalhes, nos bastidores do programa "Ensaio" (que foi ao ar no último dia 20/07/2013), da experiência traumática que foi seu primeiro encontro com Chacrinha.



"Ele me tirou do palco pelo cangote. Voltei para São Paulo chorando", conta Cardoso. "Depois de um tempo, estourei com 'Preste Atenção'. A música tocou na Rádio Excelsior e, nesse dia, estavam no estúdio o Chacrinha e o Moacyr Franco. Aí, ele pediu para me levarem ao programa dele. Eu estava nos bastidores e fiz um gesto que não. Depois de anos, durante um jantar, ele disse: 'Como podia adivinhar que você faria sucesso?' E viramos amigos."

quarta-feira, 24 de julho de 2013

terça-feira, 23 de julho de 2013

DOMINGUINHOS

Homenagem do TOA ao grande José Domingos de Morais, o Dominguinhos.


CORREIO DO CORVO

Dominguinhos morre aos 72 anos em hospital de São Paulo

Músico lutava havia seis anos contra um câncer de pulmão.
Ele havia sido transferido para a capital paulista em 13 de janeiro.

Do G1 São Paulo

O músico Dominguinhos morreu nesta terça-feira (23), aos 72 anos, no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Ele lutava havia seis anos contra um câncer de pulmão. De acordo com o hospital, o músico morreu às 18h em decorrência de complicações infecciosas e cardíacas.
Ao longo do tratamento, ele desenvolveu insuficiência ventricular, arritmia cardíaca e diabetes. Dominguinhos foi transferido para a capital paulista em 13 de janeiro. Antes, esteve internado por um mês em um hospital no Recife. A filha do músico, Liv Moraes, confirmou nesta segunda-feira (22) que o cantor havia voltado para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) porque o estado de saúde dele tinha piorado.

Considerado o sanfoneiro mais importante do país e herdeiro artístico de Luiz Gonzaga (1912-1989), José Domingos de Morais nasceu em Garanhuns, no agreste de Pernambuco. Conheceu Luiz Gonzaga com 8 anos. Aos 13 anos, morando no Rio, ganhou a primeira sanfona do Rei do Baião, que três anos mais tarde o consagrou como herdeiro artístico.

Batizado por Gonzaga, Dominguinhos levou adiante legado do Rei do Baião
Instrumentista, cantor e compositor, Dominguinhos ganhou em 2002 o Grammy Latino com o “CD Chegando de Mansinho”. Ao longo da carreira, fez parcerias de sucesso com músicos como Gilberto Gil, Chico Buarque, Anastácia e Djavan.

Ainda criança, Dominguinhos tocava triângulo com seus irmãos no trio “Os três pinguins”. Quando ele tinha 8 anos, foi “descoberto” por Gonzagão ao participar de um show em Garanhuns. A “benção” lhe foi dada pelo rei do baião quanto tinha 16 anos.

“Gonzaga estava divulgando para a imprensa o disco 'Forró no Escuro' quando ele me apresentou como seu herdeiro artístico aos repórteres”, lembrou-se Dominguinhos em entrevista ao G1 no fim de 2012. “Foi uma surpresa muito grande, não esperava mesmo.”
De acordo com ele, o episódio aconteceu somente três anos depois de sua chegada ao Rio, acompanhado do pai, o também sanfoneiro Chicão. Mudaram-se para a cidade justamente para encontrar Luiz Gonzaga. “Em cinco minutos, ele me deu uma sanfona novinha, sem eu pedir nada”, prosseguiu. Naquele período, Dominguinhos saiu em turnê com o mestre para cumprir a função de segundo sanfoneiro e, eventualmente, de motorista.

Centenário de Gonzagão

No fim de 2012, Dominguinhos se dedicou ativamente às celebrações dos cem anos do nascimento de Luiz Gonzaga. Durante um show no dia centenário, 13 de dezembro, realizado na terra natal do músico, Exu (PE), Gilberto Gil comentou: “Dominguinhos teve a herança do Gonzaga, que ele incorporou, através das canções, dos estilos, o gosto pelo xote, xaxado”. 
Para Gil, no entanto, Dominguinhos soube trilhar um caminho próprio. “Dominguinhos foi além, em uma direção que Gonzaga não pôde, não teve tempo. Ele foi na direção do início de Gonzaga, o instrumentista, da época das boates do Mangue, no Rio de Janeiro, quando ele tocava tango, choro, polca, foxtrot, tocava tudo, repertório internacional, tudo na sanfona. ”

BONO

Um ataque à fama de bom moço de Bono

Livro acusa humanitarismo do líder do U2 de encampar discurso das elites


JOÃO MARCOS COELHO, ESPECIAL PARA O ESTADO - O Estado de S.Paulo
"A filantropia das celebridades assume muitas formas, mas, possivelmente, ninguém retrata tão bem seus delírios, pretensões e deformações quanto o líder do U2, Paul Hewson, o Bono."
Essa é a primeira frase do polêmico livro The Frontman: Bono (In the Name of Power), do jornalista irlandês Harry Browne, que acaba de ser lançado em inglês pela Verso em papel e ebook. Trata-se de um livro-bomba que trata seu tema como um galo de briga encararia o oponente numa rinha. E, em Dublin, Bono é santo de casa. Não só não faz milagre como divide opiniões: "Sua fama humanitária não tem nada a ver com doar parte de sua fortuna aos pobres. Tornou-se símbolo do bom caráter da elite rica, pronta a encampar ideias que eliminem a fome e a pobreza do mundo".

The Frontman (que significa o vocalista nas bandas de rock) já tomou muita paulada da grande imprensa internacional e elogios rasgados de intelectuais de esquerda como Terry Eagleton. Estrutura-se em três partes. A primeira, "Irlanda", examina mitos e realidades das origens de Bono em Dublin e sua afirmação como símbolo artístico e operador financeiro no "boom" da economia irlandesa, que cresceu incríveis 9% ao ano entre 1996 e 2001. A segunda, "África", mostra como Bono roubou o show no Live Aid de 1985 e emergiu como o maior defensor da causa africana na política ocidental. A terceira, "O Mundo", detona "amigos" suspeitíssimos, como Jesse Helms, Tony Blair e Paul Wolfowitz, e mostra que ele fechou com os missionários contra a camisinha na África e aceitou patrocínio de um fabricante de armas.

Bono é, portanto, "o frontman ideal para um sistema de exploração imperial cuja devastação permanece tão selvagem como no passado". Numa aparição pública com George W. Bush, o presidente republicano derramou-se em elogios ao astro. Na medida em que crescia seu prestígio nos EUA, "na Irlanda era visto como figura ridícula".

Segundo uma história dublinense não comprovada, em um show do U2, em Glasgow, Bono pediu silêncio à plateia, começou a bater palmas devagar e falou: "Cada vez que bato palmas, uma criança morre na África". Uma voz gritou na multidão: "Então, porra!, pare de bater palmas".

O livro não questiona o sucesso de Bono, mas o modo como ele escolheu usá-lo politicamente. Detecta fissuras em seu prestígio: enquanto as autoridades o adoram, os grafiteiros de Dublin o esculhambam regularmente. "Como falar seriamente de uma figura que num dia encontra-se com os líderes da Grã-Bretanha, e, 24 horas depois, leva seu ex-estilista aos tribunais para reaver um chapéu? Um cara que de manhã te vende um iPod e à noite uma proposta de paz para a Irlanda?"

O New York Times trata Bono como um guru, o Guardian, como louco. Milhões de europeus o consideram um grande artista, enquanto a série de animação South Park o chama literalmente de "merda". A BBC exibe o documentário-denúncia Os milhões de Bono (em 2008), e, na noite seguinte, dedica um programa de rádio ao novo álbum do U2.

Ferida aberta. Vai ser difícil os fãs de Bono gostarem do livro. "Não sou fã nem detrator da música do U2." Confessa que até gosta do Bono cantor. Não julga se Achtung Baby (1991) é melhor do que War (1983). "Mesmo assim, seria um erro não considerar que Sunday Bloody Sunday fala da postura de Bono sobre a política irlandesa."

Ao tentar separar o idealismo do cinismo, Browne reabre a ferida. Mas alerta: "Não estou focado nas motivações de Bono, mas na sua retórica, ações e consequências. Afinal, por três décadas ele amplificou o discurso recorrente da elite, defendendo soluções ineficazes, tratando os pobres com paternalismo, 'kissing the asses' dos ricos e poderosos".

Seria idiota negar que a ação de Bono ajudou a melhorar a vida de milhões na África, como quer Browe. Por isso The Frontman é um panfleto saboroso e inteligente, mas mero libelo de opinião política. Browne não esconde isso. Até remete o leitor a um livro que chega a conclusões opostas (Bono's Politics - The Future of Celebrity Activism, de Nathan Jackson, disponível para download gratuito em www.bonospolitics.com).

Não dá pra acreditar na linguagem humanitária despolitizada nem concordar com a ferocidade de Browne. Lá pelas tantas, Browne entrega seu real objetivo: quer colocar o humanitarismo das celebridades no berço político. Está certo. Mas o caso Bono é pior. Browne quer desmascará-lo como "esquerdista", rótulo que colou na pele. Não é fácil, porque "Bono faz uma imitação plausível do ativista". Só por essa tentativa, vale ler o livro. Mesmo que você seja fã de carteirinha do U2.

Trecho do livro:   "Após o encontro do G8 de 2005, onde Bono teve papel inteligente e vergonhoso,...

...o jornalista britânico George Monbiot escreveu no Guardian: Os líderes concordaram que poderiam absorver as demandas por ajuda, perdão da dívida e condições mais amenas de comércio com os países pobres sem abrir mão de nada. Eles podem usar nossas cores, falar nossa linguagem, apoiar nossos objetivos e descobrir em nossa agitação não novas restrições, mas novas oportunidades para fabricar o consenso'. Bono age em nome desse poder (...), feliz por empregar um superstar do rock falastrão com óculos de sol e blusão de couro para transmitir a mensagem, se for preciso. Não é nada pessoal, Bono, mas temo que um dos primeiros passos para as pessoas buscarem justiça de fato seja parar de comprar a mensagem que você vende". 

GRANDES FRASES DE GRANDES FILMES

"A man can change the world with a bullet in the right place."

(Um homem pode mudar o mundo com uma bala no lugar certo.)


Mick Travis (Malcolm McDowell) - If... (Se...) - 1968

CONCEITOS

No yahoo...

Miley Cyrus vai para a balada sem calcinha e é flagrada por paparazzi

(Foto: Grosby Group)

Depois de ter sido fotografada na rua sem sutiã, Miley Cyrus, 20, chamou a atenção de novo. Agora, a cantora foi clicada sem calcinha, em uma boate na Inglaterra.

NR: Os conceitos de beleza mudaram muito, realmente. Que bichinho feio!!! E há quem se desmanche por essa baranga. E a cara de bebum, hein, hein???

FRASE DO DIA

"Minha mãe é tão pobre que só usa um sapato, e quando perguntam se ela perdeu um sapato ela responde: não, achei um."
Eric Cartman

segunda-feira, 22 de julho de 2013

PAUTA EXTRA

PAUTA EXTRA 11
 
 

CORREIO DO CORVO

Morre ator Dennis Farina, o detetive Joe Fontana de 'Law & Order'

Dennis Farina na première de 'Snatch', em 2001; ator morreu devido a um coágulo no pulmão, aos 69 anos. Foto: Getty Images

Dennis Farina, que interpretou o detetive Joe Fontana na série Law & Order, morreu nesta segunda-feira (22), vítima de um coágulo no pulmão, segundo informações do site TMZ. Ele tinha 69 anos.

O ator também é conhecido por papéis em diversos filmes clássicos, como O Nome do Jogo (1995), Snatch – Porcos e Diamantes (2000) e Fuga à Meia-Noite (1988). Ele também apareceu na série Luck, da HBO.

Farina, nascido em 1944 em Chicago, morreu em Scottsdale, no estado norte-americano do Arizona. Ele tinha três filhos, do casamento com Patricia Farina. Eles se divorciaram em 1980. Ele também tinha seis netos.

Segundo o representante do ator, ele vivia com Marianne Cahill há décadas, mas nunca foram casados.

Antes de se dedicar a carreira de ator, Farina foi policial em Chicago, de 1967 a 1985.