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domingo, 9 de agosto de 2015

DO FUNDO DO BAÚ

Pai Herói foi uma telenovela brasileira produzida e exibida pela Rede Globo entre 29 de janeiro a 18 de agosto de 1979, substituindo Dancin' Days, com 178 capítulos. Foi escrita por Janete Clair e dirigida por Gonzaga Blota, Wálter Avancini e Roberto Talma.


André Cajarana é tirado do orfanato pelo avô paterno e passa a viver na cidade de Paço Alegre, em Minas Gerais, criado com a ilusão de que seu pai era um grande homem. Após a morte do avô, André parte para o Rio de Janeiro para buscar sua própria identidade e tentar elucidar a morte do pai – tido como bandido – e inocentá-lo da acusação de ter roubado terras que não lhe pertenciam e ter inclusive matado um padre. A principal barreira de André é Bruno Baldaracci, um empresário mafioso e ex-sócio de seu pai, o maior envolvido na infâmia e no desaparecimento dele – era casado com a viúva do próprio, Gilda.

Em Nilópolis, município da Baixada Fluminense, André enfrenta Bruno, que tenta encobrir a verdade sobre seus negócios escusos. Impedido pelos Baldaracci de se aproximar de sua mãe, Gilda, André se mete em confusão e é acolhido por Ana Preta, uma mulher sofredora que sempre viveu em função de homens de mau caráter, inclusive Bruno, com quem ela teve uma filha, Geni. Ana Preta é dona da casa de samba, Flor de Lys.


No outro lado da história está Carina, uma famosa bailarina, criada pela tradicional e rica família carioca, Limeira Brandão, liderados pela dominadora Dona Januária, avó de Carina. Carina havia casado com César Reis, um homem inescrupuloso e desonesto que se casou com ela com intuito de dar um grande golpe na família dela. Carina abandona o marido, mas perde a guarda da filha Ângela, e é quando ela conhece André, que já a salvara de morrer afogada numa oportunidade anterior, e que agora, confundido com um ladrão, pede a ele para matá-la.


André e Carina fogem dos problemas no Rio de Janeiro e acabam apaixonados. Ainda acionista majoritária das empresas de sua família, Carina passa uma procuração para que André a represente perante os negócios. É quando André volta ao Rio, batendo de frente com César Reis, e ainda reencontra Ana Preta, sua protetora, apaixonada por ele. Mas Carina é vítima de um atentado e a culpa recai sobre André.


Glória Menezes - Ana Preta (Ana Maria Garcia)
Tony Ramos - André Cajarana
Elizabeth Savalla - Carina (Catarina Limeira Brandão)
Paulo Autran - Bruno Baldaracci (Nuno)
Carlos Zara - César Limeira Reis
Rosamaria Murtinho - Valquíria Brandão
Cláudio Cavalcanti - Gustavo Gurgel (Benedito da Conceição)
Lélia Abramo - Januária Brandão
Maria Fernanda - Gilda Baldaracci
Jonas Bloch - Rafael Baldaracci
Flávio Migliaccio - Genésio Camargo
Jorge Fernando - Cirilo Baldaracci
Fernando Eiras - Romão Baldaracci
Dionísio Azevedo - Seu Garcia (Nestor Garcia)
Beatriz Segall - Norah Limeira Brandão
Emiliano Queiroz - Horácio Brandão
Osmar Prado - Pepo (Pedro Varella)
Nádia Lippi - Aline Gonçalves
Carlos Kroeber - Dr. Tiago
Ivan Cândido - Reginaldo Brandão
Yara Lins - Irene Brandão
Nildo Parente - Haroldo Brandão
Suzana Faini - Jussara Brandão
Reinaldo Gonzaga - Hilário Brandão
Monah Delacy - Eugênia Brandão Reis
Manfredo Colassanti - Pietro Baldaracci
Tessy Callado - Tarcila
Isabela Garcia - Angela Limeira Brandão Reis
Lima Duarte - avô de André e seu pai, Malta Cajarana
Elza Gomes - Mãe Tiana
Paulo Gracindo - Dr. Caio
Carlos Eduardo Dolabella - promotor de justiça
Carlos Alberto - juiz
Reginaldo Faria - Raul

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LEITURA DE DOMINGO

Ceia de burro em noite de Natal

               Osvaldo Molles
Era um burro grande. Grande e sereno. Meio assim parecido comigo, atrelado a esta carroça de lixo que é a vida, recolhendo detritos, farrapos de sentimentalismo, de recordações, de recordações...

E madrugador também, burro namorando estrelas lá no Paraíso. O Paraíso é alto. Tem um jardim lá não muito edênico. Não tem cravo, nem nardo, nem cinamomo. Mas tem um jardim que se chama praça e que dá muito asfalto na primavera. As maçãs do Paraíso custam muitos cruzeiros. E a tantos cruzeiros, qualquer pecado é inflacionário. O Paraíso não tem cobras. Tem pneumáticos, que nada têm a ver com serpentes. Áspides escravizadas a pernas que rodam e de que o mundo moderno cortou a cabeça.

Mas o burro estava ali, velho, velho, sereno, sereno, e não entendendo nada do Paraíso. Que é que é Paraíso para um burro? É um lugar cheio de luzes e de fantasmas, que passam rolando e desprendendo cheiro de gasolina. Ah... se ele pudesse, numa madrugada dessas, comer os brotinhos bem tenros do jardim! Paraíso, para o meu burro, é lugar que se faz em três paradas. É sempre longe dos canteiros verdes.

E caminhando assim pela madrugada, o burro antigo lá vai, namorando a amplidão. Que se todas aquelas estrelas fossem feitas de capim gordura, o velho atrelado à carroça de lixo sofreria mais que todo mundo, só de olhá-las sem poder comê-las... Mas estrelas são de um azul claro. E claro não tem prestígio pra burro, como o tem aquela vegetação saborosa da praça, depois da chuva.

E há sempre três paradas. Uma na esquina da Sears, outra no meio da praça que se chama Osvaldo Cruz, mas que para o burro é bem mais cruz que Osvaldo.

Entretanto, hoje há uma novidade nas paradas do Paraíso. É que ali, no meio da praça, justamente no segundo “ôhhh” do lixeiro, há uma árvore de Natal. Uma árvore de Natal de um verde novo, lembrando assim aquelas saladas de capim mimoso que o burro se acostumou a comer na distante infância de burrinho.

E, então, o burro sereno, o burro manso e nunca farto, começou, tranqüilamente, a comer a árvore de Natal. É justo, é razoável, é um bálsamo aos vinte anos que ele cruza pela mesma praça sem nunca ter tido seu prêmio. A recompensa aí está. Uma árvore de Natal deve ser um grande pitéu para um burro de fomes confusas.

Mastigar árvores de Natal é espiritualizar-se. Que gosto teria? Sei lá. Pergunte ao burro. Deve ter gosto de Papai Noel ou de lágrima de Menino Jesus.

Não me perguntem mais, porque eu não como árvores de Natal. Como um prosaico pão com queijo toda madrugada, que sempre tem gosto de estopa ou de papel almaço.

CURTA NO TOA - EFEITO CASIMIRO


EFEITO CASIMIRO

Sinopse: 08 de março de 1980, 05h20min da manhã: 10.000 pessoas permanecem em silêncio olhando para o céu à espera de um disco voador vindo de Júpiter. Edílcio Barbosa, o mensageiro de Júpiter, havia anunciado a missão extraterrena alguns meses antes e, misteriosamente, o fato ganhou proporções internacionais. Uma história que mais parece filme de ficção científica aconteceu de fato no município de Casimiro de Abreu, Rio de Janeiro. A mídia cobriu amplamente o evento registrando a presença ostensiva do exército, toda estrutura montada pela prefeitura e a chegada de milhares de pessoas de diversas cidades do Brasil- e até do exterior- que transformaram o local em um Woodstock ufológico brasileiro.

Duração: 15 min
Gênero: Documentário
Subgênero: Grande Prêmio 2015
Diretor: Clarice Saliby
Duração: 15 min Ano: 2013 Formato: Digital
País: Brasil Local de Produção: RJ
Cor: Colorido

FRASE DO DIA

sábado, 8 de agosto de 2015

COVER DO SÁBADO

Gary Moore iniciou a trajetória profissional aos 16 anos de idade, tendo Eric Clapton, Peter Green e Jimi Hendrix como ídolos e participando das gravações de um álbum da banda de folk Dr. Strangely Stranger. Pouco depois, Moore estava no Thin Lizzy (banda irlandesa), onde conheceu seu fiel comparsa, Mr. Phil Lynott.

No Thin Lizzy, ele colaborou tocando em shows no inicio da banda e no álbum Black Rose (1979). Fez a sua carreira a solo e obteve muito sucesso na Europa e no Japão, com destaque em duas fases distintas: a mais pesada, de discos como "Corridors Of Power, Victims Of Future" e "Wild Frontier" na, década de 80, e a mais blueseira e comercialmente rentável, de álbuns como Still Got the Blues (1990).

Foi encontrado morto devido a uma parada cardíaca, num quarto de hotel, no dia 6 de Fevereiro de 2011, em Estepona, Espanha, onde se encontrava a passar férias.


Em 2013, Eric Clapton homenageou o amigo com a gravação de Still Got the Blues no álbum Old Sock, que tem a participação de Steve Winwood.

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EXEMPLO

INUNDAÇÃO EM PORT-MARLY

A obra Inundação em Port-Marly, do pintor impressionista francês Alfred Sisley, pode ser vista no Museu d'Orsay, em Paris, na França. Ao lado de Camille Pisarro e Claude Monet, Sisley é considerado um dos paisagistas de maior destaque do Impressionismo. 


O artista procurava por localidades rurais cujas vistas permitissem explorar aspectos específicos da pintura de paisagens. Ele tinha interesse pelas relações visuais dentro de uma paisagem, concentrando-se na superfície, na textura, na cor, no tom, no movimento e na composição.

As cheias do rio Sena na refião de Port-Marly, no ano de 1876, foram um prato cheio para que Sisley explorasse os efeitos flutuantes de cor, luz, textura e superficies. Seis telas foram produzidas sobre esse tema e elas podem ser consideradas um exemplo inicial de série de pinturas.

A tela apresentada hoje retrata os arredores da taberna Nicolas. Nela os tons de vermelho, branco e azul do estabelecimento ganham equilíbrio nas árvores submersas e na água que se movimenta a distância. A água sumindo ao longe transmite a ideia de profundidade e as superficies e formas contrastantes se integram em uma paleta suave e tranquila.

4 DETALHES DE INUNDAÇÃO EM PORT-MARLY SE DESTACAM:

1. PROFUNDIDADE DA CENA:

A sutileza nos tons variados de cinza e marrom acrescenta profundidade e textura à cena.

2. PINCELADAS EM FORMA DE C:

Na água, muitas pinceladas têm forma de C, frequentemente recurvadas nas duas direções e reforçadas com duas ou mais cores ou tons. Embora elas pareçam estranhas de perto, reproduzem perfeitamente o constante movimento da água.

3. MISTURAS DE COR OU VARIAÇÕES DE TOM:

O quadro apresenta poucas misturas de cor ou variações de tom, sendo boa parte da tinta aplicada na tela como cor única.

4. ÁRVORES SUBMERSAS:

Abaixo das árvores submersas, o movimento das águas é captado por meio dos reflexos e pelas sombras dos troncos.

FICHA TÉCNICA - INUNDAÇÃO EM PORT-MARLY:

Autor: Alfred Sisley
Onde ver: Museu d'Orsay, Paris, França
Ano: 1876
Técnica: Óleo sobre tela
Tamanho: 60cm x 81cm

Movimento: Impressionismo

FRASE DO DIA

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

DAS REDES

MÚSICA NA SEXTA

Erasmo “Carlos” Esteves nasceu no Rio de Janeiro, em 1941.

Começou a se interessar por música em 1957, quando o rock começou a entrar no Brasil. Ainda adolescente, conheceu Roberto Carlos, Jorge Ben e Tim Maia, que lhe ensinou os primeiros acordes de violão. Fundou com eles o grupo amador The Sputiniks.

Em 1974, lançou com sucesso o LP "1990 - Projeto Salva Terra", em que se destacaram as músicas "Cachaça Mecânica" e "Sou uma criança não entendo nada", ambas em parceria com Roberto Carlos.

É desse disco “Haroldo, o robot doméstico”, que depois apareceria em uma regravação desastrada no disco de 1985 (aliás, esse disco todo é desastrado, com destaque negativo para Orgasmo Calmo, parceria dele com o filho).


Haroldo, o robot doméstico 
(Roberto Carlos - Erasmo Carlos)

Haroldo era um robot doméstico
Cozinheiro de forno e fogão
Quebrava o galho na limpeza
Assumindo sua profissão
E de nada reclamava ...
Do trabalho até gostava
De repente ele mudou
Havia alguma coisa errada
Chorava lágrimas de óleo
E já não fazia nada
Sem ter nunca revelado
Ele estava apaixonado
Então começou a desordem na casa
Haroldo irritado brigou com o patrão
Na briga caiu um abridor de latas
Que fez um estrago no seu coração
Cheio de aditivos e sujo de graxa
Morreu sem dizer sua grande paixão...

FRASE DO DIA

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

DAS REDES (OU O MUNDO MONGO)

ÁLBUM DA QUINTA

THE NIGHTFLY - 1982 - DONALD FAGEN

Após o fim do Steely Dan, em 1981, Donald Fagen lançou seu álbum-solo de estreia, The Nightfly, aclamado pela crítica, em outubro de 1982. O disco atingiu a 11ª posição na parada da Billboard, recebendo álbum de platina pelas vendas de mais de um milhão de cópias apenas nos EUA.

The Nightfly foi produzido por Gary Katz, e o engenheiro de som foi Roger Nichols. Ambos já haviam trabalhado em todos os sete álbuns do Steely Dan. Muitos dos músicos também tinham gravado com o grupo, incluindo Jeff Porcaro, Rick Derringer e Larry Carlton. Assim como nos álbuns Aja e Gaucho, um grande número de músicos de estúdio participou das gravações, com o encarte creditando um total de 31 músicos.

Seu single de estreia foi "I.G.Y. (What a Beautiful World)", que atingiu o Top 10 do Adult Contemporary e a 26ª posição no Billboard Hot 100. O single seguinte, "New Frontier", atingiu a 34ª posição no AC e a 70ª no Pop, sendo divulgada por um videoclipe da MTV. The Nightfly foi indicado para vários Grammys, inclusive o de melhor álbum do ano. É mais jazzístico que o trabalho de Fagen no Steely Dan. Destaque para a magnífica "Maxine".


O disco foi recebido com críticas positivas. Rolling Stone, The Village Voice e Uncut deram-lhe uma pontuação elevada. Jason Ankeny, de AllMusic,classificou o disco como "exuberante e cintilante, com um toque cinematográfico produzido por Gary Katz. Romantizado mas nunca sentimental ... trabalhada com estilo impecável e sofisticação".

Em fevereiro de 2010, o L'Osservatore Romano, jornal do Vaticano, incluiu The Nightfly à sua lista oficial Top 10 Albums. A EQ Magazine classifica The Nightfly como um dos dez melhores álbuns de todos os tempos, ao lado de Sgt. Pepper Lonely Hearts Club Band e Pet Sounds.


Side 1
1. I.G.Y. – 6:03
2. Green Flower Street – 3:42
3. Ruby Baby (Jerry Leiber and Mike Stoller, arranged by Donald Fagen) - 5:38
4. Maxine - 3:50

Side 2
1. New Frontier - 6:23
2. The Nightfly - 5:45
3. The Goodbye Look - 4:47
4. Walk Between Raindrops - 2:38


Donald Fagen - lead vocals (all tracks), organ (3, 4, 8), synthesizer (1, 2, 6), synth blues harp (1), electric piano (3, 4, 8), piano (6), background vocals (3, 5-8), horn arrangements
Dave Bargeron - trombone (1), euphonium (4)
Michael Brecker - tenor saxophone (1, 3, 4)
Randy Brecker - trumpet (1, 3), flugelhorn (3, 4)
Larry Carlton - lead guitar (2, 3, 5-7), guitar (4, 8)
Ronnie Cuber - baritone saxophone (1, 4)
Rick Derringer - guitar (1, 3, 6)
Frank "Harmonica Frank" Floyd - background vocals (1, 2, 6)
James Gadson - drums (1), additional drums (3)
Ed Greene - drums (4, 5)
Gordon Grody - background vocals (1)
Anthony Jackson - bass (1, 3)
Steve Jordan - drums (8)
Steve Khan - acoustic guitar (7)
Abraham Laboriel - bass (5)
Daniel Lazerus - background vocals (2)
Will Lee - bass (8)
Hugh McCracken - guitar (1, 3, 7), harmonica (7)
Leslie Miller - background vocals (8)
Marcus Miller - bass (4, 7, 8)
Rob Mounsey - synthesizer (1, 2), horn arrangements
Roger Nichols - percussion, special effects
Michael Omartian - piano (3, 5) electric piano (5, 6)
Dean Parks - guitar (2, 7)
Greg Phillinganes - synthesizer (7), piano (4), piano solo (3), electric piano (1, 2, 7), clavinet (2), synthesizer bass (8)
Jeff Porcaro - drums (2, 3, 6, 7), additional drums (1)
Chuck Rainey - bass (2)
Zachary Sanders -background vocals (1, 2, 6)
Valerie Simpson - background vocals (1-3, 6, 7)
David Tofani - alto saxophone (1, 4)
Starz Vanderlocket - percussion (1, 2, 5, 7), background vocals (5)

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LUIGGI PERGUNTA (OU DE RÁDIO)


É realmente necessário que o radialista se aproxime do microfone quando quer dar uma risada?

FRASE DO DIA

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

ASSALTARAM A GRAMÁTICA


De manhã cedo, em um comentário gravado, o sujeito conseguiu, na mesma frase, "entrevistar ao diretor" e "propiciar que".

Eu envelheço, eu envelheço...

CRIATURAS QUE O MUNDO ESQUECEU

A dupla Tom & Dito surgiu em Salvador no início da década de 1970. Tom (Antonio Carlos dos Santos Pereira, voz, violão e teclados) e Dito (voz e violão) tiveram o primeiro disco produzido pela dupla de compositores baianos, Antonio Carlos e Jocafi.

Gravaram diversos discos ao longo de duas décadas, com vários sucessos, e compuseram músicas para trilhas de novelas
Em 1974, lançaram seu primeiro LP, "Se mandar m'imbora eu fico", pela gravadora Som Livre. Nesse disco, interpretaram "Brinco de Ouro", "Promessa e Confissão" e "Solidão", entre outras composições. Ainda nesse trabalho, surgiu o primeiro sucesso nacional da dupla, "Tamanco Malandrinho".

cravo albim

GRANDES FRASES DE GRANDES FILMES

"Somos todos abelhas cheias de ferrões, fazendo mel dia e noite."
Margo Channing (Bette Davis) - All About Eve (A Malvada) - 1950

FRASE DO DIA

"Não deixe de perdoar os seus inimigos - nada os aborrece tanto."
Oscar Wilde

terça-feira, 4 de agosto de 2015

ASSALTARAM A GRAMÁTICA


No globo.com:

Agentes de Renato Abreu cobram R$ 115 mil ao Santos de dívida com o jogador

BREGA CHIQUE

Rosemary Pereira Gonçalves é a filha caçula de uma família de ascendência portuguesa. Desde pequena já mostrava sua aptidão para o mundo artístico. Aos 14 anos gravou seu primeiros discos, "Fala Coração" e "Eu Sei".

Participou da Jovem Guarda e chegou a ser cogitada paraa apresentar o programa com Roberto Carlos e Erasmo Carlos. Acabou perdendo o posto para Wanderléa, mas se tornou um dos principais nomes do movimento, recebendo o título de "Fada Loura da Juventude" com o seu grande sucesso "Feitiço de Broto". No ano de 1964 gravou o LP "Igual a Ti Não há Ninguém".

Nas décadas de 60 e 70 recebeu vários prêmios da televisão brasileira e foi estrela de grandes musicais da TV Globo, além de fazer participações especiais nas novelas "Ti Ti Ti" e "Cambalacho".

Rosemary também realizou turnês no Brasil e em diferentes partes do mundo, dos Estados Unidos à China. Foi a única cantora brasileira a se apresentar na Casa Branca, durante o governo de Jimmy Carter, que ficou encantado com ela. O mesmo aconteceu com o rei Hassan, de Marrocos, que chegou a lhe pedir que ficasse por tempo indeterminado em seu palácio. Ainda na década de 80, fez temporadas na França, Inglaterra.

Um  de seus grandes sucessos foi a música "Quero ser Sua", de Odair José, lançada em 1973.


Quero
Sentir seu corpo em meu corpo
Pois sem você meu muito é pouco
E eu sinto tanto frio sem o seu calor.

Quero
Sentir sua boca em minha boca
Dizer que ando quase louca
Pra ser sua mulher e ter o seu amor
Eu quero ser sua, sua de qualquer jeito
Eu quero ser sua mesmo sem ser direito

Quero
Dizer que sinto sua falta
Pois sua ausência me maltrata
E é grande o meu desejo por você
Quero por uma noite o seu carinho
Do seu amor fazer meu ninho
Não quero nunca mais ouvir você dizer adeus
Eu quero ser sua, sua de qualquer jeito
Eu quero ser sua mesmo sem ser direito

Quero, quero, quero, quero, quero seu amor...

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FRASE DO DIA

"Dê um peixe a um homem e ele o comerá; ensine-o a pescar e ele ficará o dia todo sentado no barco bebendo cerveja."
Anônimo

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

ASSALTARAM A GRAMÁTICA



No Correio do Povo:

Polícia analisa áudio de agressores a jovem

DAS REDES

RESENHA ESPORTIVA


Programa de TV no fim de tarde de domingo:

O próximo compromisso do Inter é o Grenal contra o Grêmio.

Momentos depois, no rádio:

Domingo que vem tem clássico Ca-Ju entre Caxias e Juventude.

CLÁSSICOS PARA A VIDA ETERNA

ONE MORE CUP OF COFFEE* (1976) ERIC BURDON

Sérgio Luiz Gallina

Clássico na voz do fundador da antológica banda inglesa The Animals.


Your Breath is sweet, your eyes are like
Two jewels in the sky
Your back is straight your hair is smooth
On the pillow where you lie
But I don't sense affection
No gratitude or love
Your loyalty is not me but to the stars above
----
One more cup of coffee for the road
One more cup of coffee for I go
To the valley below
----
Your daddy he's an outlaw
And a wanderer by trade
He'll teach you how to pick an choose
And how to throw the blade
And he oversees his kingdom
So no stranger does intrude.
His voice it trembles as he calls out
For another plate of food
----
One more cup of coffee for the road
One more cup of coffee for I go
To the valley below
----
Your sister sees the future
Like your momma and yourself
You've never learned to read or write
There's no books upon your shelf
And your pleasure know no limits
Your voice is like a meadow larks
But your heart is like an ocean
Mysterious and dark
----
One more cup of coffee for the road
One more cup of coffee for I go
To the valley below
-------------------
*Bob Dylan

FRASE DO DIA

"Os fãs deixaram de ser apenas idiotas comuns para se tornarem censores imbecis."
Regis Tadeu 

DAS MADRUGADAS

domingo, 2 de agosto de 2015

GALERIA DE NOTÁVEIS - JAMES BROWN

DO FUNDO DO BAÚ

Um Homem Muito Especial foi uma telenovela brasileira produzida pela Rede Bandeirantes e exibida de 21 de julho de 1980 a 7 de fevereiro de 1981 às 20h, escrita por Rubens Ewald Filho e dirigida por Antônio Abujamra e Atílio Riccó.


O lendário vampiro Conde Drácula deixa seu castelo na Transilvânia, partindo em busca de seu filho único, Rafael, levado quando criança pela ama Hannah. 


Usando o nome Vladimir, reencontra o filho, hoje um homem feito, e acaba se apaixonando pela jovem Mariana, sua futura nora, neta da toda-poderosa Dona Marta.


A música de abertura "Que me Venha Esse Homem", interpretada por Fafá de Belém, é de David Tygel sobre poema de Bruna Lombardi.


Rubens de Falco .... conde Drácula (Vladimir)
Carlos Alberto Riccelli .... Rafael
Bruna Lombardi .... Mariana
Cleyde Yáconis .... dona Marta de Matos Lacerda
Isabel Ribeiro .... Hannah
Sandra Barsotti .... Mira
Yara Lins .... Olívia
Paulo Castelli .... Fernando
Cláudia Alencar .... Alcina
Herson Capri .... Luiz
Arlete Montenegro .... Beatriz
Luiz Carlos de Moraes .... Tonico
Esther Góes .... Nenê
Turíbio Ruiz .... Jonathan
Emílio di Biasi .... Bóris
Vic Militello .... Iolanda
Matheus Carrieri .... Edu
Henrique César .... Chico
Daliléa Ayala .... Balbina
Giuseppe Oristanio
Sadi Cabral
Wilma de Aguiar
Hilda Zerlotti
Tereza Campos
Eleu Salvador
David Leroy

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CURTA NO TOA - SUBSOLO


SUBSOLO

Sinopse: a história de Mônica, que, enquanto planejava em detalhes a despedida desta vida, é pega por um imprevisto: a falta luz no seu prédio e uma menina fica presa no elevador. Tentando salvar a garota, ela também acaba presa. A partir daí, segue-se um diálogo intrigante, em que o espectador tem como companhia somente as vozes das personagens.

No elenco do filme, que coleciona no seu currículo prêmios como Melhor Diretor no Festival de Gramado 2008, Melhor curta-metragem do 10º Concurso IECINE e Melhor Filme no Festival de Cinema Brasileiro de Toronto, estão Carla Marins, Fernanda de Moraes Maurici, Renato Mallmann e João Guilherme Viana da Silva.

Direção: Jaime Lerner.

Direitos autorais de Panda Filmes produções ®

LEITURA DE DOMINGO

A VIÚVA DO ESTANISLAU

             Artur de Azevedo
Por ocasião da morte do marido, aquele pobre Estanislau, que, depois de uma luta horrível, foi afinal vencido pela tuberculose, Adelaide parecia que ia também morrer. Dizia-se que ela amava tanto o marido, que fizera o possível para contrair a moléstia que o matou e acompanhá-lo de perto no túmulo. Emagreceu a olhos vistos, e toda a gente contava que, mais dia menos dia, Deus lhe fizesse a vontade; mas o tempo, que tudo suaviza e repara, foi mais forte que a dor, e ano e meio depois de enviuvar, Adelaide estava rubicunda e linda como não estivera jamais.

O Estanislau deixou-a paupérrima. O pobre rapaz não contava arrumar a trouxa tão cedo, ou, por outra, não teve com que preparar o futuro. Enquanto viveu, nada faltou em casa; depois que ele morreu, tudo faltou, e Adelaide, que felizmente não tinha filhos, aceitou a hospitalidade que lhe ofereceram seus pais

- Vem outra vez para o nosso lado, disseram-lhe os velhos; façamos de conta que te não casaste.

Não tardou muito que aparecesse um namorado à viúva. Era um excelente moço, o Miranda, que freqüentava a casa dos velhos por ser funcionário da mesma secretaria onde o pai de Adelaide era chefe.

Foi com muita satisfação que este notou a simpatia que o Miranda manifestava pela moça, e pulou de contente quando o rapaz, um dia, na repartição, se abriu com ele, dizendo-lhe que ser seu genro era o que mais ambicionava neste mundo.

O velho foi para casa alegre como um passarinho, e disse tudo à mulher.

- Sabes, Henriqueta? O Miranda confessou-me hoje que gosta da Adelaide e quer casar-se com ela. Estou satisfeitíssimo, porque nossa filha não poderia encontrar melhor marido! Que me dizes?

- Digo que seu Miranda é uma sorte grande, mas duvido que Adelaide aceite.
- Duvidas, por quê?

- Porque ela só pensa no Estanislau: é uma viúva inconsolável. Engordou, tomou cores, goza saúde, mas aposto que não admite que lhe falem noutro casamento.

- Deixe-a comigo; vou sondá-la.

O velho sondou-a, efetivamente, e reconheceu que D. Henriqueta calculava bem.

- Não me fale em casamento, papai! Eu considerar-me-ia uma mulher indigna se desse um substituto ao meu pobre Estanislau!

Mas o velho que não era peco, não se deixou vencer e insistiu, lançando mão de quanto argumento lhe sugeriu a sua longa experiência do mundo.

- Minha filha, numa terra de maldizentes como este Rio de Janeiro, a reputação de uma viúva moça e bonita corre tantos perigos, que a melhor resolução que tens a tomar, para fazer respeitar a memória honrada do teu Estanislau, é casares-te em segundas núpcias. Uma única dificuldade haveria para isso: o marido; mas neste particular, minha filha, foste de uma fortuna fenomenal. O Miranda caiu-te do céu! Olha, eu, se tivesse que escolher um genro, não escolheria outro -, e tu, se te casares com ele, darás muito prazer a tua mãe, e tornarás feliz a minha velhice.

Essas palavras, que acabaram molhadas de lágrimas de enternecimento, calaram no ânimo de Adelaide, e na mesma noite, como a família se achasse reunida na sala de jantar, e o Miranda presente, ela dirigiu-se a este nos seguintes termos:

- Meu amigo, sei que o senhor gosta muito de mim e deseja ser meu marido; sei que o nosso casamento daria muita satisfação a meus pais; mas devo dizer-lhe que ainda amo o 

Estanislau como se ele estivesse vivo, e não posso amar dois homens ao mesmo tempo.
Os velhos morderam os beiços; o Miranda remexeu-se na cadeira, sem responder.

- Sei também que o senhor é um perfeito cavalheiro e que nada lhe falta para ser um marido ideal; aprecio o seu caráter, a sua bondade, a sua inteligência; mas, se nos casarmos, não poderei levar-lhe o sentimento que todo o homem tem o direito de exigir no coração da sua noiva. Se depois desta declaração leal e honesta, persiste em querer ser meu esposo, aqui tem a minha mão.

- Aceito-a! respondeu prontamente o Miranda, tomando a mão que lhe estendeu Adelaide. Aceito-a, porque - perdoe a minha vaidade - tenho alguma confiança no meu merecimento, e espero conquistar o seu amor!

Casaram-se, e hoje, que estão unidos há um ano, podem gabar-se - ela de ter tido verdadeiras surpresas fisiológicas, e ele de ser amado como o Estanislau nunca o foi.

- Es então feliz, minha filha?

- Muito feliz, mamãe; o Miranda é tão bom marido, que, lá no outro mundo, o Estanislau, se meteu a mão na consciência, com certeza me perdoou.

FRASE DO DIA

sábado, 1 de agosto de 2015

GOURMET (OU O MUNDO MONGO)

Num blog do site band.com: COMO DECORAR UMA VARANDA GOURMET

Está super na moda e não se fala em outra coisa alem (sic) do quesito plantas de apartamentos. Algumas pessoas adoram, outras torcem o nariz, mas o fato é que as varandas gourmet estão por toda a parte e temos que aproveita-las (sic) da melhor maneira possível.

Eu já tinha mesmo reparado que não se fala em outra coisa... Realmente, suuuper na moda esse quesito. Não parece texto da Sara Feliz?

COVER DO SÁBADO

It Don't Come Easy é uma canção da Ringo Starr lançada como single pela Apple Records em abril de 1971. A canção atingiu o número 1 no Canadá e número 4 nos EUA e no Reino Unido. Foi o primeiro single solo de Starr no Reino Unido, mas o seu segundo nos EUA (o primeiro foi "Beaucoups of Blues") depois da separação dos Beatles.


O cover de hoje é versão demo com George Harrison fornecendo uma guia vocal para Starr. A versão lançada teve Harrison na guitarra, Klaus Voormann no baixo, Stephen Stills no piano, Ron Cattermole no saxofone e no trompete e os membros do Badfinger Pete Ham e Tom Evans nos vocais de fundo, além de Ringo na bateria e nos vocais. O lado B do single, "Early 1970", tem Ringo na guitarra acústica, no piano, na bateria e nos vocais, com Harrison tocando guitarra, baixo e fazendo os backing vocals. As letras referem-se a vida dos Beatles ao redor do momento da sua dissolução (daí o título), com a esperança de algum dia a banda se reunir. Ambas as faixas foram produzidas por Harrison.

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GEORGINA

A pintora Georgina, da artista modernista brasileira Anita Malfatti sofreu grandes preconceitos devido às influências que utilizava para criar a sua arte. 


A obra apresentada hoje trata-se de um retrato da irmã de Anita, Georgina Malfatti, no qual ela aparece apoiada em uma cesta de flores. Embora a obra possua traços delicados, a quantidade de cores utilizada na composição é grande, o que acabou gerando desconforto por parte da sociedade, que esperava de Anita a famosa “arte acadêmica".

A artista já havia passado por rejeição quando pintou um retrato de seu irmão, Alexandre. A família da pintora estranhou o colorido, as bruscas pinceladas e amaneira como Anita compôs a tela.

Nessa época Anita, com 24 anos, preocupava-se em entender o que dá a uma pintura o status de "obra de arte" e nem imaginava que ela mesma estava introduzindo uma nova forma de arte no país.

FICHA TÉCNICA - GEORGINA:

Autor: Anita Malfatti
Onde ver: Coleção Georgina Malfatti
Ano: 1914
Técnica: Óleo sobre tela
Tamanho: 97,8cm x 73,2cm
Movimento: Modernismo

Autor: Universia Brasil

FRASE DO DIA


"O Fantástico trata dos assuntos com uma falsa verdade. Até quando diz que uma coisa é verdade, parece entretenimento, uma coisa bobinha, engraçadinha".

(Pedro Cardoso)