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segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

CLÁSSICOS PARA A VIDA ETERNA

LONG LONG TIME (1973) LINDA RONSTADT

Sérgio Luiz Gallina


Love will abide, take things in stride
Sounds like good advice, but there's no one at my side
And time washes clean love's wounds unseen
That's what someone told me but I don't know what it means
Cause I've done everything I know to try and make you mine
And I think I'm gonna love you for a long long time
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Caught in my fears, blinking back the tears
I can't say you hurt me when you never let me near
And I never drew one response from you
All the while you fell all over girls you never knew
Cause I've done everything I know to try and make you mine
And I think it's gonna hurt me for a long long time
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Cause I've done everything I know to try and make you mine
And I think I'm gonna love you for a long long time
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FRASE DO DIA

"Eu prefiro morrer do que perder a vida."
Chavez

domingo, 30 de novembro de 2014

GALERIA DE NOTÁVEIS - VICTOR MATURE

DO FUNDO DO BAÚ

Salvatore Adamo, também conhecido simplesmente como Adamo, é um cantor ítalo-belga nascido em Comiso, Itália, em 1º de novembro de 1943. Seus grandes sucessos são: Inch'Allah,C'est ma vie e F... comme femme.

Seu pai se mudou para a Bélgica em 1947 para trabalhar nas minas. Adamo começou uma longa carreira que marcou a canção francesa dos anos 60 e 70. Obtém fama mundial e os seus álbuns conseguem vender mais de 100 milhões de cópias, tornando-o o mais vendido artista da Bélgica. Durante a década de 80 diminui o ritmo das atividades, devido a problemas cardíacos. 


F... comme femme, seu maior sucesso no Brasil, foi tema da telenovela Beto Rockfeller (TV Tupi)

LEITURA DE DOMINGO

O Desbunde

             Adélia Prado
Tinha, como direi, eu, que sou uma senhora a seu modo pacata e até pudica, uma, ou melhor, um derrière esplêndido. Não é preciso ser homem pra essas avaliações. Firme em definidos e perfeitos contornos, rebelde ao disfarce das saias e anáguas daquele tempo, inscrevia-se na cara de sua dona, que, movendo os olhos como as ancas, subia a rua em falsa pudicícia, apregoando-se: tenho. 

Os homens ficavam loucos. Eu era mocinha boba e escutei no armazém do Calixto ele dizer pro Teodoro, meu futuro marido, naquele tempo preocupado em fazer bodoques de goma: eh, ferro! O Vicente não vai dar conta daquela ali, não. É preciso muita saúde. 

Calixto falava com o Teodoro do que eu suspeitava serem os tesouros da Oldalisa e ela nem aí, toda toda, sobe e desce rua. Exatamente o que era me escapava, só podia ser coisa de homem e mulher. Felicitei-me por estar viva e participar de segredos tão excitantes. 

O Vicente era muito magrinho, não jogava bola, não nadava, não ‘salientava em nada’, o Vicente Cisquim. Pois foi dele que Raimunda – como o Calixto chamou ela naquele dia – gostou. Casaram e tiveram pencas de filhos. O Calixto ficou chupando o dedo. Ser bonitão e dono de armazém não contou para ele. Pois é, falou Teodoro, hoje, assim que botou o pé em casa: O que é a tecnologia, hein? Tecnologia? É, o avanço da medicina. Teodoro falava era do avanço do tempo. Tou aqui matutando, disse ele, porque a Oldalisa escolheu o Vicente, não tem base. To vendo aquela dona pegando as compras no caixa e… Plim! Era ela, a velha senhora. A Oldalisa do Vicente? É. O Vicente estava junto? Não. Estava com duas alianças e um menino, neto dela com certeza. Será que o Vicente morreu da praga do Calixto? Acho que não, porque eu procurei o traseiro da Oldalisa e nada da olda, só mesmo a lisa, magra e murcha. 

Ter encontrado a Oldalisa expropriada de seu dote mais tentador deixou Teodoro bem filosofante sobre as agruras do corpo. Teria ele também sido um apaixonado da Oldalisa e eu corrido sérios riscos? Porque amor não olha idade, não é mesmo? Agora, daquela do escritório eu tive, medo não, por causa de meus outros poderes, tive inveja. A uma cintura de vespa seguia-se, instruída e fatal, o que a Oldalisa trazia com inocência. Batia à máquina, agarradinha no Teodoro, de saia justa e batom cor de sangue. O apelido dela na firma era Corrosiva, e foi Teodoro quem pôs. Se chamava Rosiva, a perigosa. Imagina o risco que eu corri.

CURTA NO TOA - ROMANCE .38

Romance .38

Sinopse: Jorge é um escritor tentando terminar seu primeiro romance com a ajuda de sua namorada. O que ela não sabe é o quanto da ficção de seu livro é real. 

Gênero: Ficção, Conteúdo Adulto 
Subgênero: Ação 
Diretor: Vinícius Casimiro, Vitor Brandt 
Elenco: Bia Borin, Iara Wisnik, Joeli Pimentel, José Roberto Jardim, Marcelo Pacífico, Paula Mirhan 
Duração: 15 min Ano: 2008 Formato: 35mm 
País: Brasil Local de Produção: SP 
Cor: Colorido 

FRASE DO DIA

sábado, 29 de novembro de 2014

IMAGEM DA SEMANA

“Uma imagem vale mais que mil palavras”. E sobre isso o velho Millôr Fernandes comentou: “Então diga isso com uma imagem”.

Mas o certo é que algumas imagens são tão eloquentes que não deixam muito espaço ou margem para palavras. Apenas lágrimas de desgosto com a humanidade. Digo isso como preâmbulo de uma nova seção do TOA: IMAGEM DA SEMANA. Eis a desta semana. Convenhamos, é possível comentar alguma coisa sobre alguém com sovaco colorido?

COVER DO SÁBADO

Three Little Birds foi gravada por Bob Marley and the Wailers no disco Exodus, de 1977. É a quarta faixa do lado dois. É uma das mais populares músicas de Marley, e foi lançada em single em 1980.


Em 2002, Gilberto Gil lançou, pela Warner, o disco Kaya N'Gan Daya, uma homenagem ao compositor jamaicano. Three Little Birds é a segunda faixa do CD.

LATAS DE SOPA CAMPBELL

Latas de Sopa Campbell, do pintor norte-americano Andy Warhol, consiste em 32 quadros, cada um com 50,8cm de altura por 40,6cm de largura, com a pintura de uma lata de sopa Campbell - cada uma das variedades de sopa enlatada que a companhia oferecia na época.


As pinturas individuais foram realizadas com um processo semimecanizado de serigrafia. A combinação do processo semimecanizado, a ausência aparente do traço do pincel e o tema comercial causaram uma ofensa inicial, pois sua natureza descaradamente comercial e mundana representava um ataque direto à crescente cultura de massa da época, bem como à técnica e à filosofia do expressionismo abstrato.

Nos Estados Unidos o movimento artístico de expressionismo abstrato era o dominante durante o pós-Segunda Guerra Mundial e sua base eram os valores e a estética das Belas Artes, bem como um lado místico. A crítica feita pela obra gerou uma grande controvérsia a respeito da ética e do mérito do trabalho de Warhol.

Ficha Técnica - Latas de Sopa Campbell: 

Autor: Andy Warhol
Onde ver: MOMA - Museu de Arte Moderna, Nova York, Estados Unidos
Ano: 1962
Técnica: Tinta de polímero sintético sobre tela
Tamanho: 50,8cm × 40,6cm

Movimento: Pop-Art

FRASE DO DIA

"Eu sempre manejei bem as palavras, mas agora não sei o que dizer."
Marcelo Nova

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

MÚSICA NA SEXTA

O Bixo da Seda foi um grupo de rock formado no Rio Grande do Sul em 1967. Integrado por Fuguetti Luz (voz), Mimi Lessa (guitarra), Marcos Lessa (baixo) e Edson Espíndola (bateria), o conjunto iniciou a carreira com o nome de Liverpool Sounds, passando depois para Liverpool, e, no início da década de 1970, adotou o nome definitivo de Bixo da Seda. Foi nessa época também que se transferiu para o Rio de Janeiro. Como o primeiro nome indica, sua influência maior no início da carreira eram as bandas de rock inglês, particularmente os Beatles. Contudo, logo passaria a adotar uma linha mais progressiva, com influências dos grupos Yes e Pink Floyd. No ano de 1971 lançou pela Polydor um compacto com a música "Hei, menina", que alcançou razoavel sucesso na época.

Em 1976 lançou o LP "Bixo da Seda", no qual foram incluidas várias composições de integrantes do grupo. Ainda nesse mesmo ano, passou a se apresentar como grupo de apoio do conjunto vocal As Frenéticas. É desse disco a música Trem.


Trem
Fughetti Luz / Mimi Lessa

Todo mundo sabe, que é bom se antenar
Nessas histórinhas que a cabeça faz
Se você não corre, pode até ficar
Dentro de um quadrinho, e é pra sempre achar, que tah bom

Todo mundo sabe, que é bom se espalhar
Mas às vezes corre muito devagar
Subindo a escada pra depois descer
Com muito cuidado pra não tropeçar em você

Não perca o trem
E deixa acontecer
Não perca o trem
É pra não se perder

Deixado no centro do amor
Compreendendo o sonho e nada mais

Com Dicionário Cravo Albin

FRASE DO DIA

"Lembranças de coisas do passado não são necessariamente lembranças de como elas eram."
Marcel Proust

DAS MADRUGADAS

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

ÁLBUM DA QUINTA

CRIATURAS DA NOITE - 1975 - O TERÇO

Criaturas da Noite é o terceiro álbum da banda de rock progressivo O Terço, lançado em 1975. Após uma carreira que passara do total anonimato para a categoria de expoente do rock nacional, ao lado dos Mutantes, o Terço entrou no estúdio Vice-Versa, após colaborar no primeiro trabalho de Sá e Guarabyra, sem Zé Rodrix, no álbum “Nunca”, para gravar um disco ansiosamente aguardado pelo seus fãs. Era novembro de 1974, e o disco que resultou desse trabalho, “Criaturas da Noite”, seria considerado o ponto alto da trajetória do grupo do guitarrista Sérgio Hinds.


A banda já havia gravado dois Lps e compactos, e por ela tinham passado músicos como Jorge Amiden, Vinícius Cantuária e Cézar de Mercês. Sérgio, além de Cézar de Mercês fazendo guitarra base, era agora acompanhado em shows de uma nova cozinha, que antes acompanhara o trio Sá, Rodrix & Guarabyra: Sérgio Magrão no baixo e Luiz Moreno (falecido, em 2002), na bateria. Para completar o time, um tecladista, violonista e cantor que anos mais tarde faria carreira solo de sucesso, Flávio Venturini, na época usando o nome artístico de Flávio Alterosas. A saída de Cézar oficializou a formação do quarteto e foi assim, com Hinds, Magrão, Flávio e Moreno, que saíram os créditos do disco, embora a presença de Cézar seja presente não só pela percussão em duas faixas mas, principalmente, pela quantidade de músicas em que ele é o autor ou parceiro. 


A música que abre o disco,“Hey Amigo” (Cézar de Mercês), tornou-se, bem antes do lançamento de “Criaturas da Noite” presença obrigatória nos shows da banda. Com uma letra simples, meio tola e fácil de memorizar, convidando a todos para se unirem como um só através desse rock, “Hey Amigo” tem uma melodia e um arranjo empolgantes. Nela uma velha característica do Terço está presente, que é a guitarra e o baixo dobrando os riffs, mas agora acrescentada pela cama proporcionada pelo órgão e os vocais mais elaborado, com várias vozes, recurso que viria a ser aplicado no 14 Bis, para onde Magrão e Flávio se bandeariam mais tarde.


O lado acústico da banda brilha em “Queimada” (Flávio Venturini e Cézar de Mercês). O som de violas, baixo elétrico, percussão e os vocais são a pitadinha de folk que faltava na mistura que gerou a banda. Uma música sem grandes pretensões que, cedo, tornou-se uma das favoritas do álbum.

A música que dá nome ao disco, “Criaturas da Noite” (Flávio Venturini e Luiz Carlos Sá), com a abertura feita pelo piano de Flávio e os vocais da banda, apoiados por um naipe de cordas, tem um gosto de Sá, Rodrix & Guarabyra inconfundível, deixando bem clara a influência, inclusive pela parceria. O vocal solo é de Flávio e a guitarra solando com os violinos completa o clima onírico sugerido pela letra.

Mesmo com alguns problemas técnicos, que qualquer demo de hoje passa por cima, “Criaturas da Noite” foi um marco para o rock nacional e colocou a banda, para sempre, na história.


Lado 1
1. Hey Amigo (Cezar de Mercês) — 3:32
2. Queimada (Flávio Venturini / Cezar de Mercês) — 3:04
3. Pano de Fundo (Sérgio Magrão / Cezar de Mercês) — 3:44
4. Ponto Final (Luiz Moreno) — 4:38
5. Volte na Próxima Semana (Sérgio Hinds) — 2:59

Lado 2
1. Criaturas da Noite (Flávio Venturini / Luiz Carlos Sá) — 3:41
2. Jogo das Pedras (Flávio Venturini / Cezar de Mercês) — 3:25
3. 1974 (Flávio Venturini) — 12:27


Sérgio Hinds - guitarra, viola e vocal
Sérgio Magrão - baixo e vocal
Luiz Moreno - percussão e vocal
Flávio Venturini - piano, órgão, sintetizador, viola e vocal

http://whiplash.net

FRASE DO DIA

"O sul dos Estados Unidos é aquele lugar onde os negros são preguiçosos e os brancos são mais preguiçosos ainda mas têm raiva da preguiça dos negros?"
Peter Griffin

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

NÓS, OS GAÚCHOS

"Deputados gaúchos aprovam aposentadoria especial para si mesmos" (Terra)


De nada adiantaram as galerias repletas de manifestantes que exigiam ética e respeito à população, os cartazes com frases fortes acusando regalias e privilégios ou os gritos de “vergonha” na hora da votação. Por 29 votos a favor e 14 contra, a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul aprovou, na tarde desta terça-feira (25/11), o projeto de aposentadoria especial para os deputados estaduais gaúchos.

Na próxima eleição ninguém mais vai falar nisso, e muitos desses abnegados servidores do povo serão reeleitos.

CRIATURAS QUE O MUNDO ESQUECEU

Eduardo Oliveira Araújo nasceu em Joaíma, Minas Ferais, em1942. Integrou a Jovem Guarda (embora nunca tenha participado do programa da Rede Record) e estourou com o hit "O bom", canção gravada em 1967.

Na adolescência, Eduardo se deixou influenciar pelo rock and roll (principalmente por Gene Vincent) e em 1958 participou da banda "The Playboys". Em 1960, se apresentava no programa de rádio de Aldair Pinto.


Em 1960, Eduardo se mudou para o Rio de Janeiro e passou a se apresentar no programa de televisão "Hoje É Dia de Rock", apresentado por Jair Taumaturgo. No ano seguinte gravou um disco de 78 rotações intitulado "Eduardo Araújo". Também participou do "Clube do Rock", apresentado por Carlos Imperial.

Em 1967, após gravar com The Fevers e assinar um contrato com a TV Excelsior, gravou dois de seus maiores sucessos, as canções "O Bom" e "Vem Quente Que Estou Fervendo" (gravada anteriormente por Erasmo). Assinou contrato com a TV Excelsior para apresentar o programa "O Bom", ao lado de Sylvinha, com quem se casaria em 1969.

Em 1971, pela Odeon, lançou o LP "Eduardo Araújo". Um dos sucessos do disco foi a música "Salve, salve brasileiro", parceria com Marcos Durães.

wikipedia

GRANDES FRASES DE GRANDES FILMES

"I spent it. About a million and a half on whores and whiskey and the rest of it I just sort of blew it here. "

(Gastei 1,5 milhão em prostitutas e uísque, e o resto eu desperdicei.)
Llewelyn Moss (Josh Brolin) - No Country for Old Men (Onde os Fracos Não Têm Vez) - 2007

FRASE DO DIA

“A música que as pessoas chamam de latina ou hispânica é, na verdade, africana. Então, os negros deveriam levar o crédito por isso.” 
Carlos Santana