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domingo, 26 de maio de 2013

A VOLTA DO THE DOORS, AGORA COMO APLICATIVO


O empresário Jac Holzman, que participou do nascimento do grupo, é o criador do recurso interativo para iPad

 
"Apps estão no futuro de todo artista." A afirmação é de Jac Holzman, 81, fundador da gravadora Elektra, responsável pela descoberta de Jim Morrison e do The Doors em 1966, além de outros artistas como Carly Simon e The Stooges. O homem, que deveria ser um dinossauro da música, é na verdade um antenado e entusiasta da internet. Holzman passou a maior parte de sua carreira conectando a indústria fonográfica e tecnologia e chama as gravadoras de estúpidas, por processar o pioneiro programa de troca de música, Napster, em 2000, em vez de se tornarem grandes parceiros. "Napster foi um presente, se tivéssemos usado da maneira certa", disse em entrevista ao Estado em Londres.

 "A App Store tem um sucesso hierárquico. Primeiro, vem os jogos, depois aplicativos de utilidade. Somente depois dos aplicativos de graça, vêm os de música, que estão abaixo do número 25. Isso porque ninguém tentou fazer um app de qualidade para música", defendeu o homem que também foi um dos criadores do Atari e um entusiasta no disco de laser e na criação do CD.

O Estado teve acesso ao app do The Doors, que apresenta as várias fases da banda através de artigos, arquivos, fotos, vídeos e clipes em formato jukebox dos anos 70. É uma pioneira combinação saudável de livro, música e interatividade - poucos se aventuraram em tal formato no iPad. E apresenta algumas boas surpresas, como o período mais polêmico da banda, conhecido como o "Incidente de Miami", em 1969, contado por meio de bem bolados quadrinhos, feitos pelo filho de Holzman, com trechos de áudio e até um dossiê do FBI.

"Exploramos os cofres da Warner e várias outras fontes e encontramos fotos raras, entrevistas inéditas e vídeos de bastidores", explicou, sobre o app que traz também letras de música, artigos do jornalista da Rolling Stone David Fricke, sincronia com a livraria de músicas do usuário e uma lista interessante dos instrumentos usados pela banda em estúdio. "Claro que você pode dar um google em toda esta informação, mas, além do trabalho de procurar, não há interatividade e sincronia alguma", defendeu. "Esse App é um quebra-cabeças de 1.500 peças, em 3D, elegantemente pré-montado", resumiu. "A beleza aqui é que você pode desconstruí-lo e ir para onde mais te interessa."

Holzman gastou um ano e meio desenvolvendo o app oficial da banda, em conjunto com a produtora britânica Brandwith, responsável também pelo excelente e-book do Led Zeppelin lançado em abril. Ele confessou que o interesse de criar o app veio de uma visita ao escritório de um dos executivos do grupo Warner. Lá, notou que vários box-sets permaneciam intactos em cima de uma mesa. "A caixa era talvez mais atraente que a própria música que estava dentro", ironizou. "Esses box-sets são maravilhosos, pois você tem CDs, DVDs, talvez LPs, textos e fotografias, mas eles nunca se complementam - o CD não sincroniza com o texto ou as fotografias, e isso não faz sentido algum", disse.

  aplicativo do The Doors está disponível, em inglês, na loja brasileira app store no valor de U$4,99 - muito menos que um livro do gênero. "Se você espalha mais, consegue chegar a um preço bem mais baixo", explicou. Há planos de traduzi-lo para outras línguas, incluindo o português? "Procuramos essa possibilidade, mas a apple não tem um sistema que permita no momento. Mas sabemos que a maioria dos fãs da banda tem fluência em inglês", defendeu. "Tenho certeza que será em algum momento. Este app estará firme nos próximos dez anos, sempre sendo atualizado", disse, lembrando os reveses de uma tradução. "São 45 mil palavras, mas também 500 imagens e vídeos."

Sobre a animadora possibilidade de apresentar a banda para a nova geração, Holzman se mostrou entusiasmado. "O The Doors não é um grupo dos anos 60: é uma banda que não envelhece", disse. "A página do Facebook tem 12 milhões de seguidores e, com o lançamento do app, em um mês ganhamos milhares de fãs, o que é muito difícil de fazer em música", explicou.
 
Do site Estadão

MENTIRA




Sinopse:  Um marido pacato e fiel percebe que uma mentira cabeluda pode ser mais segura que a verdade inocente. Baseado num conto de Luís Fernando Verissimo.

Gênero:  Ficção
Subgênero:  Comédia
Diretor:  Flávia Moraes
Elenco:  Ellen Helene, Roney Fachini
Duração:  9 min     Ano:  1989     Formato:  35mm
País:  Brasil     Local de Produção:  SP
Cor:  Colorido

LEITURA DE DOMINGO

O amor acaba

                                                        Paulo Mendes Campos

O amor acaba. Numa esquina, por exemplo, num domingo de lua nova, depois de teatro e silêncio; acaba em cafés engordurados, diferentes dos parques de ouro onde começou a pulsar; de repente, ao meio do cigarro que ele atira de raiva contra um automóvel ou que ela esmaga no cinzeiro repleto, polvilhando de cinzas o escarlate das unhas; na acidez da aurora tropical, depois duma noite votada à alegria póstuma, que não veio; e acaba o amor no desenlace das mãos no cinema, como tentáculos saciados, e elas se movimentam no escuro como dois polvos de solidão; como se as mãos soubessem antes que o amor tinha acabado; na insônia dos braços luminosos do relógio; e acaba o amor nas sorveterias diante do colorido iceberg, entre frisos de alumínio e espelhos monótonos; e no olhar do cavaleiro errante que passou pela pensão; às vezes acaba o amor nos braços torturados de Jesus, filho crucificado de todas as mulheres; mecanicamente, no elevador, como se lhe faltasse energia; no andar diferente da irmã dentro de casa o amor pode acabar; na epifania da pretensão ridícula dos bigodes; nas ligas, nas cintas, nos brincos e nas silabadas femininas; quando a alma se habitua às províncias empoeiradas da Ásia, onde o amor pode ser outra coisa, o amor pode acabar; na compulsão da simplicidade simplesmente; no sábado, depois de três goles mornos de gim à beira da piscina; no filho tantas vezes semeado, às vezes vingado por alguns dias, mas que não floresceu, abrindo parágrafos de ódio inexplicável entre o pólen e o gineceu de duas flores; em apartamentos refrigerados, atapetados, aturdidos de delicadezas, onde há mais encanto que desejo; e o amor acaba na poeira que vertem os crepúsculos, caindo imperceptível no beijo de ir e vir; em salas esmaltadas com sangue, suor e desespero; nos roteiros do tédio para o tédio, na barca, no trem, no ônibus, ida e volta de nada para nada; em cavernas de sala e quarto conjugados o amor se eriça e acaba; no inferno o amor não começa; na usura o amor se dissolve; em Brasília o amor pode virar pó; no Rio, frivolidade; em Belo Horizonte, remorso; em São Paulo, dinheiro; uma carta que chegou depois, o amor acaba; uma carta que chegou antes, e o amor acaba; na descontrolada fantasia da libido; às vezes acaba na mesma música que começou, com o mesmo drinque, diante dos mesmos cisnes; e muitas vezes acaba em ouro e diamante, dispersado entre astros; e acaba nas encruzilhadas de Paris, Londres, Nova Iorque; no coração que se dilata e quebra, e o médico sentencia imprestável para o amor; e acaba no longo périplo, tocando em todos os portos, até se desfazer em mares gelados; e acaba depois que se viu a bruma que veste o mundo; na janela que se abre, na janela que se fecha; às vezes não acaba e é simplesmente esquecido como um espelho de bolsa, que continua reverberando sem razão até que alguém, humilde, o carregue consigo; às vezes o amor acaba como se fora melhor nunca ter existido; mas pode acabar com doçura e esperança; uma palavra, muda ou articulada, e acaba o amor; na verdade; o álcool; de manhã, de tarde, de noite; na floração excessiva da primavera; no abuso do verão; na dissonância do outono; no conforto do inverno; em todos os lugares o amor acaba; a qualquer hora o amor acaba; por qualquer motivo o amor acaba; para recomeçar em todos os lugares e a qualquer minuto o amor acaba.

FRASE DO DIA

"Se inventarem coisa melhor do que mulher, não quero nem saber." 
Tarso de Castro

DAS MADRUGADAS

"Ela foi a primeira pessoa para quem eu fiz uma música e para quem eu continuo fazendo todas as minhas músicas" 

Milton Nascimento sobre Elis Regina


sábado, 25 de maio de 2013

DRÁCULA METALEIRO

Christopher Lee, que fez mago Saruman, diz que CD é '100% metal'; ouça.

Ele também atuou em 'Hobbit', 'Star wars', '007', 'Drácula' e outros filmes

Christopher Lee em cena de 'O Senhor dos anéis: A sociedade do anel' (Foto: Divulgação)Christopher Lee em cena de 'O Senhor dos anéis: A sociedade do anel', de 2001 (Foto: Divulgação)
'Charlemagne; The omens of death', segundo álbum do ator Christopher Lee (Foto: Divulgação)'Charlemagne; The omens of death', segundo CD
do ator Christopher Lee (Foto: Divulgação)
O ator inglês Christopher Lee, que interpretou o mago Saruman na saga "Senhor dos anéis", vai lançar no dia 27 de maio, data de seu aniversário de 91 anos, o disco de heavy metal "Charlemagne: The omens of death". O álbum definido pelo artista como "100% heavy metal" já tem trechos disponíveis para audição em streaming em sua página oficial (ouça).
"Christopher Lee, o lendário ator de cinema ("Senhor dos anéis", "Star wars", "Drácula", "007 contra o homem com a pistola de ouro") está lançando seu primeiro álbum 100% heavy metal, chamado "Charlemagne: The omens of death", no seu aniversário de 91 anos", diz o texto de divulgação no site do artista. Os arranjos do novo disco foram feitos por Richie Faulkner, guitarrista do Judas Priest.
Outros papeis de destaque de Christopher Lee no cinema, além do mago de "Senhor dos Anéis" e "Hobbit", são Count Dooku em filmes da série de "Guerra nas estrelas" e o vilão Francisco Scaramanga de "007 contra o homem com a pistola de ouro" (1974).

Este é o segundo álbum lançado por Christopher Lee. Em 2010 ele lançou o disco "Charlemagne", definido por ele como "metal sinfônico". Ele também já colaborou com narrações em diversos discos da banda italiana Rhapsody of Fire e chegou a colaborar com o Manowar

VALDIR MACHADO

A mulher que f... a classe operária inglesa é homenageada pela arte maior, a música.
Bons dias.

http://revistasamuel.uol.com.br/conteudo/view/20293/Dez_cancoes_para_margaret_thatcher.shtml

ALEGORIA DO TRIUNFO DE VÊNUS

O pintor italiano  Agnolo Bronzino, autor da obra, era especializado em realizar sofisticadas narrativas alegóricas.

Nesta obra, Bronzino fez cuidadosos estudos com modelos vivos e os usou como referência, de modo a criar uma cena de erotismo tranquilo. A cena apresenta uma composição coesa e complexa.

 
O velho do canto superior direito, com a ampulheta logo a cima, é a personificação do tempo. Já os demais personagens, presentes à direita da tela, representam os prazeres, enquanto aqueles posicionados à esquerda personificam entes como o Esquecimento, o Ciúme e o Desespero.

As imagens entrelaçadas, mas que voltam seus olhares para diferentes pontos, têm por objetivo dar movimento a cena. Esses detalhes, juntamente com as mãos e pés alongados dos personagens centrais, são característicos do movimento maneirista.

A obra foi influenciada pela poesia erótica do poeta Petrarca. Isso fica claro na expressão de intimidade entre Vênus e Cupido. No entanto, a relação entre os dois principais personagens, também tem um toque de obscenidade.

A obra foi encomendada como um presente para Francisco I da França, e seu simbolismo - que tem significado preciso desconhecido - teria provocado discussões acaloradas, devido a sua mistura de erotismo estilizado com o que parece ser uma alegoria.

Detalhes de Alegoria do triunfo de Vênus se destacam:

1. Esquecimento:

A imagem do Esquecimento, com uma expressão horrorizada e um rosto mascarado, parece tentar desviar a atenção do amor incestuoso de Vênus e seu filho, Cupido. O Esquecimento ainda parece ser impedido pelo poderoso braço da imagem do Tempo, que entende que todos os assuntos dos homens são passageiros.

2. Beijo incestuoso:

O caráter erótico do beijo entre Vênus e Cupido é evidente, já que a língua dela parece estar em movimento. Cupido é identificado por suas asas e flechas e Vênus, por sua maçã. Desta maneira, os expectadores não podem ignorar a verdade da pintura.

3. Quimera:

Agachada atrás do menino feliz encontrasse a personagem alegórica Quimera, uma criatura cujo corpo grotesco destoa do rosto encantador. Com uma das mãos, Quimera oferece a Vênus um bolo de mel, enquanto sua outra mão esconde o ferrão em sua cauda. A presença da personagem é um lembrete de que o amor erótico pode causar dor.

4. Menino travesso:

O menino aparece segurando pétalas de rosas em suas mãos enquanto pisa num espinho, o que reforça o caráter ambivalente do amor. O garoto costuma ser representado como o Prazer, mas também é reconhecido como o Louco ou Zombeteiro.

5. Máscaras:

Outro lembrete da dor causada pelo amor erótico pode ser identificado nas máscaras que se voltam para Vênus, que podem ser acompanhadas pelo espectador seguindo a linha de visão por todo o braço esquerdo da Deusa.

6. Mulher uivando:
 
A personagem enlouquecida retratada atrás do Cupido é um dos poucos elementos a estragar a atmosfera leve e divertida da pintura. A mulher curva a cabeça e toca o cabelo com as mãos que parecem garra, com todos os tendões à mostra. A imagem é a personificação do Desespero ou do Ciúme e, às vezes, pode ser relacionada com a loucura causada pela sífilis.

Autor: Agnolo Bronzino
Onde ver: National Gallery, Londres, Reino Unido
Ano: 1540 - 1550
Técnica: Óleo sobre madeira
Tamanho: 1,46m x 1,17m
Movimento: Maneirismo

 

Fonte: Universia Brasil

COVER DO SÁBADO


"Light My Fire" é o maior sucesso da banda norte-americana The Doors, do álbum homônimo de estreia, lançado em janeiro de 1967. A música atingiu o primeiro lugar na Billboard. Foi escrita pelo guitarrista Robby Krieger, embora nos créditos conste The Doors.

Posteriormente, diversos cantores gravaram a canção, incluindo Astrud Gilberto, Shirley Bassey, UB 40, Minnie Ripperton e Al Green, mas foi José Montserrate Feliciano García, cantor e violonista porto-riquenho radicado nos EUA, que produziu a versão de maior êxito.



A versão de Feliciano ganhou um Grammy, em 1969, para Melhor Canção Pop do Ano.


FRASE DO DIA


"Não consigo ficar sóbrio o tempo suficiente para achar graça em estar sóbrio." 


F. Scott Fitzgerald

LUIGGI PERGUNTA


Alguém acha engraçado aqueles desenhos/piadinhas do Caruso no Jornal da Globo?

sexta-feira, 24 de maio de 2013

NOTÍCIAS QUE MUDAM O DESTINO DA HUMANIDADE


A fila andou! Cantora Preta Gil é fotografada aos beijos em show no Rio de Janeiro

CORREIO DO CORVO


Morre Steve Forrest, protagonista da série "S.W.A.T"

Ator de 87 anos morreu em 18 de maio; ele fez sucesso na TV norte-americana nos anos 1970

Reprodução
Steve Forrest, em foto de 1975
O ator norte-americano Steve Forrest, mais conhecido por interpretar o protagonista do drama de TV "S.W.A.T.", dos anos 1970, morreu aos 87 anos em Thousand Oaks, na Califórnia, nos Estados Unidos, disse sua mulher Christine nesta quinta-feira.
Forrest apareceu em "Prisoner of War", de 1954, também estrelado por Ronald Reagan, eleito presidente dos Estados Unidos posteriormente.
Em "Flaming Star", de 1960, ele atuou ao lado de Elvis Presley e Barbara Eden.
Forrest morreu em 18 de maio, disse sua família em comunicado, sem revelar a causa da morte. Ele deixa mulher, três filhos e quatro netos

MÚSICA NA SEXTA

Luiz Gonzaga do Nascimento Júnior, Gonzaguinha, nasceu em 1945, no Rio de Janeiro.
Filho do compositor e cantor Luiz Gonzaga, aprendeu a tocar violão com o padrinho Henrique Xavier. Aos 14 anos, compôs sua primeira música, "Lembranças da primavera", seguida, mais tarde, por "Festa" e "From US of Piauí", todas gravadas por seu pai, em 1967. Formou-se em Economia pela Faculdade de Ciências Cândido Mendes (RJ). Faleceu em 1991, vítima de um acidente de automóvel nas proximidades de Curitiba (PR), após realizar show nessa capital.

Iniciou sua carreira artística em 1968, participando do I Festival Universitário de Música Popular do Rio de Janeiro, no qual classificou entre as finalistas sua música "Pobreza por pobreza". No ano seguinte, venceu o mesmo festival com sua canção "O trem". Ainda em 1969, fundou, com Ivan Lins, Aldir Blanc e César Costa Filho, entre outros, o Movimento Artístico Universitário (MAU).

Em 1970, participou do V Festival Internacional da Canção (TV Globo) com as músicas "Um abraço terno em você, viu mãe", lançada em compacto simples pela Odeon, e "Mundo novo, vida nova". Três anos depois, gravou seu primeiro LP, "Luiz Gonzaga Jr.", com destaque para sua composição "Comportamento geral".

Em 1974, gravou mais um LP, que incluiu, entre outras, as canções "Galope" e "Meu coração é um pandeiro".No ano seguinte, apresentou-se por todo o Nordeste do país, ao lado de Paulinho da Viola, Fagner e Amelinha. Ainda em 1975, lançou o LP "Plano de vôo", que registrou, entre outras, as canções "Mundo novo, vida nova" e "Geraldinos e Arquibaldos".

Em 1976, gravou o LP "Começaria tudo outra vez", com destaque para a faixa-título e "Espere por mim, morena", além da gravação de "Asa Branca" (Luiz Gonzaga). Com esse disco, sua carreira de compositor ganhou impulso.

Em 1977, lançou, o LP "Moleque Gonzaguinha", destacando-se "Dias de Santos e Silvas". Ainda nesse ano, suas canções "A felicidade bate à sua porta" e "Explode coração", gravadas respectivamente pelo grupo As Frenéticas e por Maria Bethânia, fizeram enorme sucesso.
Em 1979, encabeçando a lista dos maiores arrecadadores de direitos autorais, lançou o LP "Gonzaguinha da vida", realizando show homônimo. O disco contou com a participação de Nana Caymmi na faixa "Por um segundo". No ano seguinte, lançou o LP "Gonzaguinha: de volta ao começo", com destaque para "Ponto de interrogação", "Grito de alerta" e "Sangrando". Transferiu-se, em seguida para Belo Horizonte (MG). Nessa capital, colaborou na programação de Música Popular Brasileira da Rádio Inconfidência.

Fonte: Dicionário Cravo Albin de Música Popular Brasileira

Nota da Redação: Gonzaguinha era filho adotivo. Provavelmente é o artista/compositor - junto de Adoniran Barbosa - cuja obra reflete com maior fidelidade os problemas sociais dos brasileiros. Não por coincidência, os dois gravaram juntos a emocionante música DESPEJO NA FAVELA, autoria de Adoniran. (“Pra mim não tem problema. Em qualquer canto me arrumo, de qualquer jeito me ajeito. Depois, o que eu tenho é tão pouco, minha mudança é tão pequena que cabe no bolso de trás. Mas essa gente aí, como é que faz?”). "Grito de Alerta", também gravada por Maria Bethânia no disco "Mel", foi composta por Gonzaguinha inspirada em uma história contada a ele por seu amigo Agnaldo Timóteo, que oportunamente será abordada aqui no TOA.


Sangrando
Gonzaguinha
Quando eu soltar a minha voz
Por favor entenda
Que palavra por palavra
Eis aqui uma pessoa se entregando
Coração na boca
Peito aberto
Vou sangrando
São as lutas dessa nossa vida
Que eu estou cantando
Quando eu abrir minha garganta
Essa força tanta
Tudo que você ouvir
Esteja certa
Que estarei vivendo
Veja o brilho dos meus olhos
E o tremor nas minhas mãos
E o meu corpo tão suado
Transbordando toda a raça e emoção
E se eu chorar
E o sal molhar o meu sorriso
Não se espante, cante
Que o teu canto é a minha força
Pra cantar
Quando eu soltar a minha voz
Por favor, entenda
É apenas o meu jeito de viver
O que é amar

FRASE DO DIA

"Se você fosse eu, também acharia difícil ser humilde."
Muhammed Ali

EUROPA EM ALERTA!!

GÁS DE XISTO PODE BAIXAR QUALIDADE DAS CERVEJAS DA ALEMANHA
Riscos ambientais e perda de competitividade não são únicos temores causados pela nova energia

FRANKFURT - A Federação das Cervejarias Alemãs (Brauer Bund) advertiu o governo da Alemanha de que a extração de gás de xisto (shale gas) ameaça contaminar o lençol freático do país. Mas o problema não é apenas ambiental: a qualidade da tradicional cerveja alemã, admirada em todo o mundo, corre sérios riscos - adverte a Brauer Bund.

Agência Estado
O processo de extração do shale gas envolve técnica de fratura hidráulica conhecida como fracking. Consiste em injetar água, areia e produtos químicos no subsolo para pressionar os depósitos de gás para a superfície.

"Acreditamos que um efeito de longo prazo do fracking nos lençóis freáticos não pode ser descartado", diz a carta enviada pela Brauer Bund a seis ministros do governo alemão. "A oferta segura de água não contaminada para a indústria de bebidas não pode ser garantida."

De acordo com a revista alemã Der Spiegel, a composição da cerveja na Alemanha é regulamentada pela "lei de pureza" (Reinheitsgebot) desde 1516. O produto não pode conter nada além de água, cereal maltado, lúpulo e fermento.

O governo liderado pela chanceler Angela Merkel elaborou projetos de lei para regulamentar a extração do shale gas. Concordou, na semana passada, em proibir o fracking em áreas de nascentes e na proximidade de lagos.

Os cervejeiros, no entanto, dizem que as propostas não são suficientes para garantir a integridade do suprimento de água.

Revolução energética. Na reunião de cúpula europeia de quarta-feira, 22, o primeiro-ministro britânico, David Cameron, disse que a Europa "não pode ficar para trás na corrida global".

O Continente tem 75% dos recursos de energia de xisto dos Estados Unidos. Mas os americanos estão perfurando 100 vezes mais rápido do que os europeus.

Os resultados obtidos nos Estados Unidos colocam toda a competitividade da indústria mundial em alerta - e tende a provocar uma verdadeira revolução energética no mundo.

Apenas desde 2008 até o ano passado, a exploração por fracking reduziu o preço do gás natural à indústria americana em mais de 60%. E os preços praticados hoje nos Estados Unidos chegam a estar até 80% abaixo dos cobrados na Europa.

Segundo Marc-Oliver Huhnholz, porta-voz da Brauer Bund, "pelo menos metade das cervejarias da Alemanha tem seus próprios poços, por causa do grande volume de água utilizado. Essas fontes nem sempre estão localizadas em áreas protegidas". (As informações são da Dow Jones.)

Do site Estadão

NOTÍCIAS RELEVANTES

CERVEJA DEIXA HOMENS MAIS INTELIGENTES, DIZ PESQUISA

Após ingerir algumas cervejas, os homens conseguiram resolver mais jogos de quebra-cabeças, e mais rápido, do que seus oponentes sóbrios.
 


Christopher Furlong/Getty Images
São Paulo – Já dizia o cantor pernambucano Chico Science. “Uma cerveja antes do almoço é muito bom para ficar pensando melhor”. Uma pesquisa feita pela Universidade de Illinois, em Chicago, parece comprovar uma parte do verso da música citada acima. Independente da hora do dia, homens que bebem cerveja ficam mais inteligentes.
 
Os pesquisadores descobriram que, após ingerir algumas cervejas, os homens conseguiram resolver mais jogos de quebra-cabeças, e mais rápido, do que seus oponentes sóbrios, segundo o NY Daily News.  
Os pesquisadores selecionaram um grupo de 40 homens, aos quais foram dadas três palavras. A eles foi delegada a missão de encontrar uma quarta, que fizesse correspondência com as outras três. Por exemplo, a palavra “Queijo” poderia combinar com “Cottage”, “Roquefort” ou “Suíço”.
Eles foram separados em dois grupos iguais. Uma metade bebeu duas tulipas de cerveja (quantidade considerada moderada) e a outra ficou sem nada. O grupo que ingeriu cerveja resolveu 40% mais jogos. Eles também levaram 12 segundos para resolver cada problema, enquanto o grupo que não bebeu gastou 2,5 segundos a mais.
A pesquisa lança uma luz para tentar explicar por que escritores com problema de alcoolismo, como Ernest Hemingway e Charles Bukowski, produziram obras artísticas de grande valor criativo.
 
Do site da Revista Exame
 
Nota da Redação: Não sabemos se procede, mas recebemos na redação notícias de que José de Alencar e José Saramago eram grandes bebedores de leite.

 
 

DAS MADRUGADAS


Que pérola! Que beleza!  Wilson Simonal e Sarah Vaughan. 1970
 
 

quinta-feira, 23 de maio de 2013

INFORMAÇÃO FUNDAMENTAL


Antes de esculpir as curvas que lhe renderam o cargo de Vice Miss Bumbum, Andressa Urach era “muito magrinha, só tinha bumbum”, segundo ela mesma conta. Para turbinar o visual, apostou em malhação pesada, com ajuda de um profissional, e também lançou mão dos anabolizantes.
Em entrevista ao Terra, a gaúcha contou que por conta da prática, decidiu fazer uma cirurgia íntima. “Quando você toma o anabolizante o clitóris cresce. Na cirurgia, você pode dar um pontinho e colocar ele pra dentro. Eu acabei cortando os lábios e deixando ela mais jovenzinha, mais menininha”, disse.  “A região da vagina não é um órgão muito bonito, então procurei deixar ela mais bonitinha”.

TAREFA DE GINCANA


Você conhece alguém que tenha um CD do Orlando Moraes?